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莫桑比克的法律

Ministerial Decision No. 3/97 establishing the new Statutes of the Ministry of Agriculture and Fisheries

颁布于 1997-01-08 · 文本截至 2026-10-01

以研究形式发布的公开法律与官方指引,不构成法律、税务或金融建议。

研究内容本身以英文撰写。标题和标签已翻译,调查结果和引文未翻译。

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关于这部法律

语言
Portuguese
类型
条例
组织
Zambezi Watercourse Commission (ZAMCOM)
国家
莫桑比克
主题
Agricultural and rural development, Livestock, Fisheries and aquaculture, Forestry, Land and soil, Cultivated plants, Water, Wild species and ecosystems
关键词
institution, governance
类别
agriculture

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  1. ~feira, 8 de Janeiro de 1997 t SERlE- Numero 2, BOLETIM OA REPUBLICA P~AO OFiCIAL DA REPUBUCA DE MO~AMBIQUE AVISO INPRENSA NACIONAL DE IVIOCAMBIQUE ItJ meit8ria a publtcar no dollBtim de R8INblica» deWJ ser remetida em c6P.ia clevld&mente autenticada. uma por cada aasuRtot •dOnde oonSte. 818m das indi.ca96es f1I8C8I886ri. pent esse ef8iitO, 0 averbermento seguinte, asalnado e autentlcado: PIn~ no· «8GIetim cia~. . Ministerlos da Educ~. da Administrac;ao Estatal e. do Plano e Fina"98s: Diploma Ministeriel n.o 4/97: Aprova os quadros de pessoal comum e privativo da UDiversidade Pedag6gica e revogao Diploma Minis terial n," 63/93, de 11 de Agosto. fSAtu" Orginbdo Mlnlstirit cia AgricuU..a e Peseas CAPtTULO I Sistema orginico S~AOI Areas de activictade AIl1100 1. Para a prossecucao dos seus objectivos e funcdes cspecfficas, 0 Ministerio da Akficultura e Pescas esta crganizado de acordo com as seguintes areas de actividade: a) Area de Ten-as; b) Area da Agricultura; c) Area da Pecuma; .d) Area de Florestas; e) Area daFauna Bravia; f) Area de Hidniulica Agricola; 8) Area 'das Pescas; h) Area de Inspeccao. SECCAO II EstruIuras AIlTioo 2 o Ministerio da Agriculture e Pescas tem a seguinte estrutura: 1. A nivel central. a) Direccao NacionaldeGeografia e Cadastre: b) Direccao Nacional da Agricultura: . c) Direc~ao Nacional de Extensao Rural; d) Direccao Nacional de Pecuaria: e) D~o Nacional de Florestas e Fauna Bravia; f) Dire;cyao Naciopalde Hidraulica Agricola; g) D~o Nacionalde Pescas; h) Dlreccso de Economia; i) Inspeccao-Geral: j) Di~ de Recursos Humanos: k) Departamento de Coopera~ao Internacional; 1) Departamento de Administrac;io e Financas: m) Gabinete do Ministro. creto n." 3/85, de 22 de Maio, 0 Ministro da Agriculture e Pescas determina: Artigo 1. E publicado 0 Estatuto Organico do Minis terio da Agricultura e Pescas, que faz parte integrante do . presente diploma ministerial. Art. 2. Sao revogados os Diplomas Ministeriais n.OS · 41/ /87 e 72/93; de 25 de Marco e 15 de Setembro, res pectivamente. Ministerio da Agricultura e Pescas, em Maputo, 29 de Dezembro de 1995. - 0 Ministro da Agricultura e Pescas, Carlos Agostinho do Rosario. . •• •••• ... .. .... .. ... ,• 4· 01 .-slEIIO M A&IICIllURA EPESW 01• Diploma Ministerial n," 3/97 de 8 de """ro o Decreto Presidencial n." 2/94, de 21 de Dezembro, criou 0 Ministerio da Agriculture e Pescas, cujos objectives foram flxados pelo DecretoPresidencial n," 7/95, de 29 de Dezembro. Para a realizaeao eficaz desses objectivos toma-se necessario que se definam, atraves de estatuto orginico especffico, as estruturas deste 6rgao central do aparelho de Estado, bem como as suas fun~s e metodos de dir~iio e de trabalho. Ne.tes termos, ap6s a apro~o pela Comissao de AWistra~ao Estatal, ao abrigo doartigo 3 do De Mlntsterlo dalndustrla. Com6rclo e Turismo: o.&pechos: Reverte para o Estado de ~mbique as quotas de Stephen Christopher Wright Jackson e Francisco Xavier Guita, na sociedade Lagoa Mar e Sol, Umitada, no valOr de 25000.00MT, cada. Determina a interveneao pelo Estado dos estabeleci mentos constantes deste despacho, " SUMARIO Miniaterio da Agriculture e Peacaa: . Diploma Mini.... n.- 3/97: Publica 0 Estatuto Orgamco do Ministerio da Agricul tura e Pescas e revoga os Diplomas Ministeriais n.... 4t/~7. e 72/93. de 25 de Ma~o. e 15 de Setembro, respectrramente. 2. ;\ nivcl local: a) Dircccoes Provincials de Agricultura e Pescas: h) Dircccoes Distritais de Agriculture e Pescas, 2 - 1. A cste nivel as estruturas do Ministerio da Agricultura c Pcscas serao dcfinidas, criadas c organizadas U1l I'UIH,:iil1 das cspecificidades locais. SEC<;AO III lnstltuicdes subordinadas ARI'IGO 3 I. Sao instituicocs subordinadas ,10 Ministerio da Agri cultura c Pcscas: a) lnstituto Nacional de lnvestigacao Agronomica: b) lnstituto de Investigacao Pesqueira: c) lnstituto Nacional de lnvestigacao Veterinaria: (/) Instituto Nacional de Acucar: e) lnstituto de Producao Animal; j) Institute de Algodao de Mocambique. g) Instituto de Desenvolvirnento da Pesca de Pequena Escala: III Centro de FU1'mac;ao Agniria e de Desenvolvimento Rural; i) Centro Nacional de Cartografia e Teledeteccao: j) Centro de Documcntacao c lnforrnacao: k) Escola Tccnicn Profissional de Geodesia e Carro grafia: /) ESl'ola de Pcsca, :2. As instiruicoes subordinadas mencionadas 110 numero anterior suo dotadas de personalidade [uridica e autonomia .rdrnlnistrativa c Iinanceira, SEC<;AO IV Fun~oes ARTIOO 4 S:IO Iuncoes cspccfficas da Direccao Nacional de Geo gral'ia c Cadastre: a) Assegurar a cxecucao da politica nacional de terras: bl Coordcnar, promover, desenvolver, fiscalizar c acompanhar as actividades no ambito da C1U tografia, geodesia. teledetecc;ao c cadastro d~ lerras; (') Pmmovcr a divulga<;ao da lei e re~ulamentos de terras; til Assegurar ~I execuc,:ao dos mecanismos cstabele cidos par;! 0 aeesso ao lISO e aproveitamento da terra; e) rntervir nas quest6es de natureza teeniea de canlc leI' internacional que cabcJ11 no ambito cia geo grafi<l politica. ART/liO 5 SllO fun<;6es cspccificas cia Direc<;;no Nacional 'da Agri cU]I",.,,: oj Asscgurar a execuc,:ao das politicas estabelecidas para 0 desenvolvimento da area da agricllltura: b) Promovet· a introduc;ao de tecnologias de prodw,:ao agricola que resultem na poupanc;a de recursos c aumcntu de produtividade e do valor acres centado dOF produtos e subprodutos agricolas: c) Regulamentar e aeompanhar os processos de apro visionamento e distribuic;ao atempada dos prin cipais inSU1110S agricolas; I SERIE-NUMERO 2 tI) Assegurar c inccntivar a producao nacional de sementes de qualidade testada; e) Recolher e divulgar corn antecipacao adequada a inforrnacao sabre as condicoes ,j desenvolvi mento da producao agricola de forma que seja possivel detectar a tempoeventuais ocorrencias de crises c perrnitir a realizacao oportuna de medidas pertinen tcs: j) Promover a protcccao fitossanitaria da producao agricola. A/owo 6 Sao Iuncoes cspcclficas da Direccao Nacional de Ex ten sao Rural: 0) Assegurar'l exccucao de politicas, cstrategias c programas estabelecidos para a extensao il) Promover 0 desenvolvimento sustenravel dos ser vices de extensao e a efectiva ligacao entre a investigacao e a producao: c) Promover accoes de formacao em tecnicas agrarias orientada., para IJ desenvolvimento rural inte grade: tI) Prornover a constituicao de associacoes de campo neses e de agricultores com vista ao fortaleci mento do movirnento associativo dos produtores, c) Promover actividades agro-industriais de transfer macao v; processumento de producao agricola que possam contribuir para 0 aumento do rcn dimento das populacoes: f) Melhorar e au inrroduzir recnicas que conduzam ao progressive aumento da producao e da pro dutividade agraria: g) Organizar, impulsionar e coordenar actividadcs de extensao agraria, AR'IIC,(1 7 Sao funcoes especificus cia Direccao Nacional de Pc cuaria: a) Assegurar a execucao das politicas estabelecidas para 0 desenvolvimento da pecuaria; b) Promover 0 desenvolvimento sustentavel dos ser vices de extensao c a cf'ectiva Iigaciio entre a investigacao c a producao: c) Promover a cria~ao de nltc1eos de animais dcsti nados a fomento tla produc;ao de carne, kite e tl'acc;ao animal; eI) Promovel' a cria(;:ao t' 0 desenvolvimento de cm presas comerciais de pecu:hia pHra 0 abasteci mento aos centros urbanos; c) Pl'omovel' a utilizac;'io raciona! dos I'ecursos nacio nais de pastagem. agua e a lItilizayao de sub produtos das agro-industriais para a alimenta<;i1o animal; J) Promover a aplicayao de normas de inspecc,:i1o higiossanitarias dos animais e seus produtos dcs tinados ao consllmo hllmano para a salvaguarda ua saude publica; g) Promover a protec~'ilo sanitaria da prodllc,:ao animal. AIHI<lO R Sao func;oes especificas dH Dirccc;ao Nadonal de Flo festas e Fauna Bravia: a) Asscgurar a cxccuc;ao das politica~ cstabeleciuas para 0 desenvol vimento de f1on:slas c fauna bravia; '8 DE JANEIRO DE 1997 b) Promover 0 desenvolvimento sustentavel dos ser vices de extensao e· a efectiva ligacao entre a investigacao e a produ~ c) Assegurar ~ avaliacao quantitativae qualitativa dos recursos florestaise faunisticos; d) Promover a introducao de tecnologias de producao que resultem naexploracao sustentavel e racio nal dos recursos florestais e faunfsticos, e) Promover accoes para 0 maneio das bacias .hidro graficas, para a fixacao das dunas litorais e maneio dos mangais: f) Assegurar a aplicacao de medidas sanitarias rela tivas as actividades florestais e faunisticas em coordenacao com os services de sanidade vegetal e animal; g) Definir e orientar programas de investigacao flo restal e faunisticos; h) Promover 0 turismo cinegetico: i) Incentivar a utilizacao e a comercializacao das especies mais abundantes ora secundarizadas; j) Promover 0 desenvolvimento da actividade de re florestamento com fins de proteccao e de in teresse socio-ambiental: k) Promover a participacao das comunidades na uti lizacao e maneio dos recursos; l) Assegurar a fiscalizacao e inspeccao da actividade florestal e faunistica. ARnGO 9 Sao funcoes especificas da Direccao Nacional de Hi draulica Agricola: a) Assegurar a definicao e execucao da politica,estra tegias e programas de desenvolvimento de hi draulica agricola nas zonas rurais; b) Promover e fomentar a construcao, reabilitacao, manutencao ~ gestao de infra-estruturas de hi draulica agricola, tais como regadios, drenagem, pequenas barragens, estacoes de bombagem, pecos, tanques e outras; c) Promover a realizacao de estudos e projectos socio economicos que visem a utilizacao da agua na agricultura, com prioridade para as regi6es fla geladas pelaseca; d) Realizar e manter actualizado 0 levantamento de infra-estruturas hidroagricolas, equipamento hi- , draulico e proceder a avaliacao peri6dica da sua utilizacao: e) Propor a regulamentacao tecnica para a construcao, manutencao, gestae e conservacao dos regadios, drenagens e outras infra-estruturas; f) Assegurar a fiscalizacao documprimento das nor mage regulamentos de hidraulica agricola; g) Promover accoes de desenvolvimento de programas de investigacao e experirnentacao para a divul ga<;:ao de tecnologias hidroagricolas. ARTlGO 10 Sao funcoes especificas da Direccao Nacional de Pescas: a) Assegurar a execucao das politicas estabelecidas para a area das pescas; .. b) Promover 0 desenvolvimento sustentavel dos ser vices de extensao e a efectiva ligacao entre a investigacao e a producao: c) Assegurar a .administracao e a gestae das pescarias em bases sustentaveis: d) Assegurar a fiscalizacao das actividades de pesca; 9 ,e) Assegurar a inspeccao e 0 controlo de qualidade dos produtos da pesca; f) Acompanhar a avaliacao dos recursos pesqueiros e a monitorizacao do seu estado de exploracao: g) Promover a realizaceo de accoes de experimentacao .sobre novos meios e tecnicas de pesca; h) Promover accoes de extensao e divulgacao nos dominies dacaptura e· do processamento do pescado: i) Promover a construcao e reabilitacao de infra estruturas portuarias para a pesca artesanal, semi-industrial e industrial. ARnGO 11 Sao funcoes especfficas da Direccao de Economia: a) Coordenar e globalizar os processos de formulacao e de execucao de politicas e estrategias de de senvolvimento economico das diferentes areas de actividades do Ministerio da Agricultura e Pescas; . b) Elaborar estudos para a definicao depoliticas e .estrategias de desenvolvimento dos sectores agrario e pesqueiro; c) Promover a implementacao de metodologias de, planeamento economico e social; d) Participar na elaboracao de estudos e analises eco .nomicas de projectos ou empreendimentos pro venientes das diferentes areas de actividades do Ministerio e emitir pareceres sobre a sua viabilidade tecnico-economica: e) Desenvolvet e manter sistemas de recolha, proces samento e analise de dados estatisticos; f) Elaborar estudos para a definicao das poll ticas . econ6micasque impulsionem odesenvolvimento agrario e pesqueiro; g) Dar 0 seu contributo na area que the compete na promocao, elaboracao, apreciacao e execucao de programas e projectos de desenvolvimento agrario e pesqueiro. ARTIGO 12 Sao funcoes da Inspeccao-Geral: a) Controlar 0 cumprimento dos diplomas legais vi gentespelos orgaos do Ministerio e instituicoes subordinadas; b) Garantir 0 cumprimento das normas do segredo estatal; , c) Realizar, de formaperiodica e planificada, ins peccoes aos orgaos centrals e locais e institui <;oes subordinadas, apresentando relatorios e propostas de melhoramento: d) Controlar 0 nivel de atendimento ao publico e 0 tratamento dado as peticoes pelos orgaos do Ministerio, recomendando accoes correctivas: e) Realizar au· controlar a realizacao de processos deinqueritos, de sindicancia e disciplinares que lhe forem determinados; f) Colaborar na elaboracao de propostas de Iegislacao e estatutos; g) Compilar e manter actualizado 0 registo da legis lac;ao e de acordos e protocolos, bern como outros documentos que impliquem direitos au obrigacoes relacionados com a actividade do Ministerio: 10 ARTIGO 13 Sao Iuncocs cspccfficas da Direccao de Rccursos l Iu manes: u) Planif'icar, coordenar e assegurar a seleccao e ges tao dos recursos humanos do Ministerio, b. m como a contratacao de trabalhadores nacionais c cstrangeiros; h) Coordenar c globalizar os processes de Iormulacao c de exccucao de politicas c estrategias de de scnvolvimcnto dos Rccursos Humanos: c) Globalizar c coordenar a elaboracao dos pianos de formacao dos diferentes estabelecimentos de ensino e de treinamento sob tutela do Ministerio da Agricultura e Pescas, e acompanhar os pro cessus da sua implernentacao: Ii) Estabelecer normas para a formacao geral, tecnico profissional e especializada dos trabalhadorcs dos sectores agrario e pesqueiro e coordenar a sua execuc,:uo; e) Observar e fazer cumprir 0 Estatuto Geral dos Fuucionarios do Estado (EGFE) e demais legis lacao aplicavel aos trabalhadores da Iuncao pu blica, bem como emitir pareceres, quando soli citado, sobre a contratacao de trabalhadores estrangei ros: f) Hlaborar 0 quadro de pessoal do Ministerio e executa I' a sua gestae: p) Assessorar as instltuicocs subordinadas na elabo racao dos respective, quadros de pessoal, ARTIGO 14 Sao Iuncocs espccificas do Departamento de Coope r:·(;ao Internacional: a) Coordenar accoes de cooperacao internacional en volvendo os sectores agrario c pesqueiro e acorn panhar a execucao atempada dos acordos fir mados: II) Sisternatizar c priorizar as necessidades de coope racao do sector agrario e pesqueiro: c) Estudar, explorar c divulgar no sector as possibi lidades tecnicas, materials e financeiras de co operacao com as difcrentes organizacoes inter nacionais, bern como os mecanismos de ucesso: d) Avaliar os resultados des programas e projectos de cooperacao internacional: c) Desenvolver e manter uma base de daelos sobre todos os prograrnas c projectos de cooperacao internacional no sector; /) Coordenar c preparar a participacao do Ministerio da Agl'icllltura c Pescas em ac<;:6es de COOPCI'U (,~;IO intcrnacional. ARTIGO 15 SilO fllt1~'OCS especificas do Departamcnto de Adminis IT:1<;:tl(l c Finan<;as: a) Assegllrur as fun<;6es de administrac;aogcral neces sarias ao correcto fllncionamcnto dOl Ministerio: !» G:.tnll1lir a inventariac;ao, manutenl;ao e pl'escrva <;:iio do patrim6nio do Estado afccto ao Minis [crio cia Agricu!turu c Pc~;cus e institui<;6es subordinadas; c) Coordenar os processus de execu~~iio c de controlo c1as dot;:u;6es do Orc:amento Genll do Estado atrihufdo ao Ministerio da Agricultura e Pcscas c instituk6cs subordinaclas; I SERlE - NOMERO 2 eI) Zelar pelo cumprimento das leis, regulamentos e outras disposicoes legals de caracter adminis trativo e financeiro, ARTlU<l 16 Sao Juncoes especfficas do Gabinete do Ministro: (/) Assegurar as funcoes de administracao e de pro tocolo necessario ao correcto Iuncionamento do Ministro e dos Vice-Ministros, b) Preparar a programacao de actividades do Ministro e dos Vice-Ministros: c) Assegurar a comunicacao adequada com 0 publico e as relacoes com outras entidades: eI) Preparar e secretarial' as reunioes de trabalho dirigidas pelo Ministro e pelos Vice-Ministros: e) Prestar a assessoria necessaria ao Ministro e Vice-Ministros; j) Realizar outras tarefas que the forem definidas pelo Ministro e pelos Vicc-Ministros, CAPtTliLO II Colectivos ARTIUO 17 No Ministerio da Agriculiura e Pescas funcionam os seguintes colectivos: a) Conselho Consultive: b) Conselho Coordenador; c) Conselho Tecnico: £I) Conselho Tecnico de Invcstigacao Agraria e Pes queira. SFCGAO I Consesho Consultivo ARflGO 18 I. 0 Conselho Consultive C 0 orgao do Ministerio cia Agricultura e Pescas a quem compete dar parecer sobre u politica de desenvolvimcnto dos sectores agrario e pes queiro e efectuar 0 balance peri6dico das actividades do Ministerio da Agricultura e Pescas. 2. 0 Conselho Consultivo tem a seguinte composicao: a) Ministro; b) Vice-Ministros: c) Secretaries de Estado; d) Secretario-Geral: e) Inspector-Geral; j) Dircctores Nacionais/Directores: f() Directores das instituicoes subordinadas: h) Chefes de Departam(~ntos Centrais Autonomos. 3. Podem ser convidados a participar nas sess6cs do Conselho Consliltivo olltros ttknicos ou entidades designa dos pelo Ministro em atenc,:ao as mat6rias agendadas. 4. 0 Cons(>lho COllsultivo rel'lIle-se ordinariamente uma vez pOl' mes e extraordinariarnente sempre que 0 Millistro o convoqlle. '5. 0 Conselho COllsultivo do Ministerio 6 convocado e dirigido peloMinistrc da Agricultura e Pesells e tern pOI' fun<;:oes principais as seguintcs: a) Estudar as decis6es dus 6rgaos do Estndo relativas as actividades do Ministerio visando a sua im plementaliao atempada; h) COlltrolar O~ pIanos e pl'Ogramas, realizar balan90s pcri6clicos c proccder aavaliayao dos resultados das aetividades do Ministerio; 8 DE JANEIRO DE 1997 c) Promover a troca de experiencias e de iiJI~s iiteis e pertinentes entre dirigentere' quadtOs do Ministerio: d) Apreciar as propostas de normas, regulamentos e outro tipo de documentacao que Ihe ·seja apre sentada pelos diferentes 6rgaos da estrutula do Ministeric. SECc;AOII Conse'.ho Coordenador AImoo 19 1. 0 Conselho Coordenador e0 colectivo atraves do qual o Ministro da Agricultura e Pescas coordena, planifica e controla as accoes conjuntas do Ministerio e dos 6rgaos locais do aparelho estatal no ?tnbitodos sectores agrario e pesqueiro. 2. 0 Conselho Coordenador tem a seguinte composicao: a) Ministro; b) Vice-Ministros; c) Secretaries de Estado; d) Secretario-Geral; e) Inspector-Geral: f) Directores Nacionais/Directores; g) Directores de instituicoes subordinadas; h) Directores Provincials de I Agricultura ePescas; i) Chefes de Departamentos Centrais Autonomos. 3. Podem serconvidados a participar nas sessOes do Conselho Coordenador outros tecnicos ou entidades de signadas pelo Ministro em aten~ao as materias agendadas. 4. 0 Conselho Coordenador reune-se ordinariamente uma vez. por ana e extraordinariamente sempre que for autorizado pelo Presidente da Republica. 5. 0 Conselho Coordenador do Ministerio e convocado e dirigido pelo Ministro da Agricultura e Pescas e tem por Juncoes principais as seguintes: a) Apreciar e controlar a execucao do plano do Mi nisterio, bem como das institui~s subordinadas e realizar 0 seu balance. b) Apreciar, coordenar e compatibilizar as polfticas e estrategias de desenvolvimento do sector; c) Apreciar 0 plano anual doMinisterio e das insti tuicoes subordinadas. SECc;AO III Conselho T6c:nico. ARnoo 20 1. 0 Conselho Tecnito e 0 colectivo que assiste 0 Ministro da Agriculture e Pescas nas questOes t6cnicas de especialidade do sector, tendo a funs:ao de estudar e emitir pareceres sobre os principais aspectos de caracter tecnico-cientffico relacionados com a actividade do Mi nisterio. ' 2. Fazem parte do Consell1o lTecnico os assessores do Ministro, especialistas e tecnicos de reconhecida compe tenda pertencentes ou nao ao quadro do Ministerio da . Agricultura e Pescas designados pelo Ministro. ." 3. Podem ser. convidados a participar nas sessOes do Conselho Tecnico outros tecnicos e especialistas a designar pelo Ministro. 4. 0 Conselho Tecnico reiine-se ordinariamente uma vez por ana e extraordinariamente sempre que forconvocado. 5. 0 Conselho Tecnico do Ministerio e convocado e dirigido pelo Ministro da Agricultura e Pescas. 11 SECCAo IV ~ Tecnico de ~io Agrilria e Peaqueira ARnoo 21 1. 0 Conselho Tecnico de Investigayao Agraria e Pes queira e 0 colectivo que assiste o Ministro da Agricultura e Pescas na defini~ao de estrategias de Investigacao Agra ria e Pesqueira a nfvel nacional e no. estabelecimentodas prioridades de entre os diversos programas de lnvestigacao. 2. Fazem parte do Conselho Tecnico de Investigacao Agraria e Pesqueira os Directores dos Institutes de Inves tigas:ao subordinados ao Ministerio, especialistas etecnicos de investig~ a serem anualmente designadoe membros permanentes, por despacho do Ministro da Agricultura e Pescas. 3. Podem s.er convidados a participar nas sessoes do Conselho Tecnico de Investigacao Agraria e Pesqueira outros tecnicos e especialistas a designar pelo Ministro. 4. 0 Conselho Tecnico de Investigaean Agraria ePes queira retine-se ordinariamente uma vez por ana e extraor dinariamente sempre que for convocado. 5. 0 Conselho Tecnico de Investigacao Agraria e Pes queira do Ministerio ,6 convocado edirigido pelo Ministro da Agriculturae Pescas.. CAPtTULO III Disposi~ijes finais Almoo 22 o quadro de pessoal do Ministerioda Agricultura e Pescas seraelaborado e aprovado no prazo de seis meses f. contar da data de -publicacao do presente diploma ministerial. . ARTIOO 23 Compete ao Ministro da Agricultura e Pescas aprovar, por diploma ministerial. os regulamentos internos do Mi nisterio e. das instituicoes subordinadas. ARnoo 24 As duvidas surgidas na aplicacao e interpretacao deste Estatuto serao deeididas por despacho do Ministro da Agricultura e Pescas. Aprovado pela Comissao da Administracao Estatal. Maputo, 29 de Dezembro de 1995. -'- 0 Ministro da Administracao Estatal, Alfredo Maria de Sao Bernardo Cepeda Gamito. - 0 Ministro do Plano e Finances, Tomaz Augusto Salomao. - 0 Ministro do Trabalho, Guilherme Luis, Mavila. - 0 Ministro da Iustica, Jose Ibrahimo Abudo. • MINImRlOS DA EDUCAtlO, bA ADMINISTRA(IO ESTATAL EDO PLANO EFlNAHCAS Diploma Ministerial n.O 4/97 de 8 de Janeiro Pelo Decreto n." 13/95, de 25 de Abril, foi extinto o Instituto Superior Pedag6gico e em sua substitulcao foi criada a Universidade :Pedag6gica. Neste contexto e, havendo necessidade de se proceder a integrayao de todos os funcionarios na nova instituis:ao,

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