Política Nacional de Biodiversidad 2015-2030
颁布于 2015 · 文本截至 2026-10-01
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研究内容本身以英文撰写。标题和标签已翻译,调查结果和引文未翻译。
关于这部法律
- 语言
- Spanish
- 类型
- policy
- 国家
- 哥斯达黎加
- 主题
- Agricultural and rural development, Environment, Food and nutrition, Forestry, Land and soil, Water, Wild species and ecosystems
- 关键词
- sustainable development, sustainable use, smallholders/peasants, climate change, hazards, food security, agro-forestry, forest management/forest conservation, agricultural land, land tenure, wetlands, ecosystem conservation, protected area, freshwater pollution, pollution control, biodiversity, protection of habitats, biotechnology, capacity building, community management, endangered species, ex-situ conservation, genetic resources, governance, Indigenous Peoples, public participation, traditional knowledge/indigenous knowledge, protection of species, Free, Prior and Informed Consent (FPIC)
- 类别
- softs
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Costa Rica Política Nacional d e B i o d i v e r s i d a d 2 0 3 02 0 1 5 2 0 1 5 - 2 0 3 0 Costa Rica Política Nacional d e B i o d i v e r s i d a d 2015-2030 C o s t a 4 B i o d i v e r s i d a d R i c a Este documento contiene las propuestas de lineamientos de política pública en el tema de biodiversidad, sistematizados a partir del proceso de participación de diferentes sectores del ámbito público y privado y de la sociedad civil, liderado por la Comisión Nacional para la Gestión de la Biodiversidad –CONAGEBIO y el Sistema Nacional de Áreas de Conservación-SINAC, según disposiciones del Ministerio de Ambiente y Energía-MINAE. Este documento se elaboró con recursos del proyecto Plan Nacional de Biodiversidad, financiado por el Fondo para el Medio Ambiente Mundial (GEF por sus siglas en inglés) por medio del Programa de Naciones Unidas para el Desarrollo (PNUD), y fue ejecutado por la Comisión Nacional para la Gestión de la Biodiversidad (CONAGEBIO) y el Sistema Nacional de Áreas de Conservación (SINAC), ambas instancias del Ministerio de Ambiente y Energía. La diagramación e impresión fue financiada por el Proyecto BIOFIN, iniciativa del PNUD con donaciones de la Comunidad Europea. Con el apoyo financiero de: 3 3 3 . 7 2 C 8 3 7 5 p C o s t a R i c a . M i n i s t e r i o d e A m b i e n t e , E n e r g í a y Te l e c o m u n i c a c i o n e s P o l í t i c a n a c i o n a l d e b i o d i v e r s i d a d 2 0 1 5 - 2 0 3 0 C o s t a R i c a [ r e c u r s o e l e c t r ó n i c o ] / M I N A E - - 1 ª . e d . – S a n J o s é , C . R . : P ro g r a m a d e l a s N a c i o n e s U n i d a s p a r a e l D e s a r ro l l o ( P N U D ) , 2 0 1 5 . p d f . : i n t e r n e t ; 5 8 . 3 m b I S B N 9 7 8 - 9 9 6 8 - 7 9 4 - 6 9 - 5 1 . P o l í t i c a a m b i e n t a l – C o s t a R i c a . 2 . D i v e r s i d a d b i o l o l ó g i c a – C o s t a R i c a . 3 . P ro t e c c i ó n d e l m e d i o a m b i e n t e – C o s t a R i c a . I . T í t u l o . C o s t a 5 B i o d i v e r s i d a d R i c a CReDITOS A l a s p e r s o n a s p a r t i c i p a n t e s e n l a s p re s e n t a c i o n e s , t a l l e r e s , g r u p o s f o c a l e s y e n t r e v i s t a s d u r a n t e t o d a s l a s e t a p a s d e l p ro c e s o d e c o n s o l i d a c i ó n d e e s t a P o l í t i c a y e l e q u i p o t é c n i c o q u e a p o y ó e l p ro c e s o ; e n p a r t i c u l a r a l a s A u t o r i d a d e s , R e p re s e n t a n t e s y S e c re t a r í a T é c n i c a d e l a C O N A G E B I O , l o s m i e m b ro s r e p re s e n t a n t e s d e l C O N A C y d e l S I N A C . A G R A D e C I M I e N T O S MIEMBrOS DE LA OFICINA TéCNICA DE LA CONAGEBIO: Maribel Álvarez Mora Shirley Calderón Morales Oscar Chacón Acuña José Alfredo Hernández Ugalde Alejandra Loria Martínez Melania Muñoz García CONSEJO DIrECTIvO DEL PrOyECTO: Eugenia Arguedas Montezuma, Punto Focal del Convenio sobre Diversidad Biológica y representante SINAC Elizabeth Arnáez Serrano, representante CONArE Nevio Bonilla Morales, representante MAG Walter Quirós Ortega, representante MAG Luis rojas, representante SINAC Patricia Marín, representante SINAC Kryssia Brade, PNUD Kifah Sasa Marín, PNUD Ana Lorena Guevara Fernández, viceministra de Ambiente 2010-2014 Patricia Madrigal Cordero, viceministra de Ambiente 2014-2018 Marta Liliana Jiménez Fernández, Directora Ejecutiva CONAGEBIO hasta octubre 2014. Ángela González Grau, Directora Ejecutiva CONAGEBIO a partir de enero 2015. CONSOLIDACIóN DOCUMENTO, COOrDINACIóN FINAL PrOCESO PNB ILUSTrACIóN DE POrTADA Ana Lucía Orozco rubio COOrDINACIóN PrOyECTO ESTrATEGIA NACIONAL DE BIODIvErSIDAD (DESDE SETIEMBrE 2012 HASTA OCTUBrE 2014) María Lorena Alpízar DIrECCIóN EJECUTIvA OFICINA TéCNICA: Ángela González Grau DESDE 16 DE ENErO 2015 A LA FECHA Marta Liliana Jiménez Fernández DESDE 1999 HASTA SETIEMBrE 2014) FOTOGrAFíAS Melania Muñoz CITA DEL DOCUMENTO CONAGEBIO, SINAC. 2015. Política Nacional de Biodiversidad 2015-2030, Costa Rica. GEF PNUD, San José, Costa Rica. 72 p. rEPrESENTANTE SUPLENTE Natalia Batista Mora Eugenia Arguedas Montezuma Teresa Solera Salas Donald rojas Maroto Iván Mora villalta Ana victoria Giusti Méndez Elizabeth Arnáez Serrano Álvaro Otárola Fallas Nevio Bonilla Morales Daniela Herrera Li raúl Alberto Guevara villalobos rEPrESENTANTE TITULAr Patricia Madrigal Cordero Julio Jurado Fernández yamileth Solís Lezcano Oldemar Pérez Hernández Eva María Carazo vargas Esteban Cerdas Quirós Fiorella Donato Calderón Lorna Marchena Sanabria María Fernanda reyes Alejandra Aguilar Schuramm Carlos Alberto Dengo Garrón INSTITUCIóN MINAE (Presidencia) SINAC Mesa Nacional Campesina Mesa Indígena Nacional de Costa rica FECON Ministerio de Salud CONArE INCOPESCA MAG COMEX UCCAEP MINISTrO DE AMBIENTE y ENErGíA: Dr. Edgar Gutiérrez Espeleta COMISIóN NACIONAL PArA LA GESTIóN DE LA BIODIvErSIDAD, CONAGEBIO 2015 DISEñO GrÁFICO María Zúñiga Mena Andrés Sánchez Barboza Pol í t ica Nacional de Biodivers idad C o s t a 7 B i o d i v e r s i d a d R i c a CONTeNIDO CréDITOS .......................................................................................................................................................................5 íNDICE DE ABrEvIATUrAS ..............................................................................................................................................9 PrESENTACIóN ............................................................................................................................................................ 10 INTrODUCCIóN ............................................................................................................................................................. 13 I. SITUACIóN DEL CONTEXTO ...................................................................................................................................... 15 1. Síntesis sobre el estado de la biodiversidad en Costa rica ......................................................................... 17 A. Estado de los Ecosistemas ........................................................................................................................... 17 B. Estado a nivel de Especies ............................................................................................................................ 19 2. Análisis sobre amenazas para la biodiversidad de Costa rica ................................................................... 20 3. Causas subyacentes de las amenazas .......................................................................................................... 22 II. MArCO DE LA POLíTICA ........................................................................................................................................... 25 III. MArCO INSTITUCIONAL ...........................................................................................................................................27 1. Ministerio de Ambiente y Energía (MINAE) ........................................................................................................27 2. Comisión Nacional para la Gestión de la Biodiversidad (CONAGEBIO)..........................................................27 3. Sistema Nacional de Áreas de Conservación (SINAC).................................................................................... 29 Iv. ESTrUCTUrA DE LA POLíTICA ................................................................................................................................27 v. MArCO ESTrATéGICO .............................................................................................................................................. 31 1. visión ......................................................................................................................................................................33 2. Propósito .............................................................................................................................................................35 3. Objetivo General ..................................................................................................................................................35 4. Principios ..............................................................................................................................................................35 vI. EJES DE POLíTICA, OBJETIvOS y LINEAMIENTOS ESTrATéGICOS .......................................................................37 Eje de Política 1: Mejorar las condiciones y resiliencia de la Biodiversidad, salvaguardando la integridad de los ecosistemas, las especies y la diversidad genética ......................................................37 Eje de Política 2: Promover el desarrollo económico, socialmente inclusivo y ambientalmente sostenible, potenciando oportunidades y reduciendo los efectos negativos sobre la biodiversidad ... 38 Eje de Política 3: Fortalecer la participación social en la gestión de la biodiversidad, la distribución justa y equitativa de sus beneficios y reducir la vulnerabilidad de poblaciones menos favorecidas, donde hay ecosistemas esenciales, amenazados y de alto valor ecológico ............................................... 39 Eje de Política 4: Mejorar la eficiencia y eficacia de la gestión intersectorial e institucional vinculada a la biodiversidad y sus servicios ecosistémicos ............................................................................ 41 vII. ALCANCE, IMPLEMENTACIóN, SEGUIMIENTO y EvALUACIóN DE LA PNB ............................................................. 43 BIBLIOGrAFíA .............................................................................................................................................................. 45 GLOSArIO .................................................................................................................................................................... 47 ANEXOS .........................................................................................................................................................................53 A. Acuerdo de Aprobación de la PNB ......................................................................................................................53 B. Fundamentos Normativos de la PNB ................................................................................................................53 Instrumentos y Fundamentos Normativos de Carácter Multilateral ........................................................ 55 Fundamentos Normativos de Carácter regional .......................................................................................... 63 Fundamentos Normativos de Carácter Nacional .......................................................................................... 65 C. Contexto Socio-económico e institucional vinculado a la pérdida de Biodiversidad en Costa rica ... 70 vinculación de Amenazas para la Biodiversidad, Tendencias de principales, Indicadores, Factores Causales y Causas Subyacentes .................................................................................................................... 70 D. Mapa de Actores según Ejes de Política ........................................................................................................ 81 2015-2030 C o s t a 8 B i o d i v e r s i d a d R i c aC O S T A C O S T A 88 B i o d i v e r s i d a dBi o d i v e r s i d a d R I C AR I C A Cuadro 1. Tendencias sobre cobertura (ecosistemas terrestres) y calidad hídrica de algunos ecosistemas según el v Informe al CDB Costa rica.............................14 Cuadro 2. Tendencias de los ecosistemas según Iv y v Informe Nacional al CDB de Costa rica. ..........................16 Cuadro 3. Tendencias de algunas poblaciones según Iv y v Informe Nacional al CDB de Costa rica. .................................18 Cuadro 4. Tendencias de algunos indicadores en cuanto a las amenazas de la biodiversidad (presiones directas).....19 Cuadro 5. Principales factores económicos, político-institucionales, sociales-demográficos identificados como factores causales y/o causas subyacentes a la pérdida de biodiversidad...........................................22 Figura 1. índice de madurez de comunidades de nematodos en suelos en bosque tropical lluvioso (La Selva) y distintos agroecosistemas..............................................26 Figura 2. Proceso para la Elaboración de la Política Nacional de Biodiversidad.......................................................27 Figura 3. Ejes de Política Nacional de Biodiversidad..........28 Figura 4. Criterios para la Definición de la Política Nacional de Biodiversidad.............................29 Figura 5. Marco de aplicación de la Política Nacional de Biodiversidad para orientar desarrollo de la Estrategia Nacional de Biodiversidad..............................38 CuADROS y FIGuRAS Pol í t ica Nacional de Biodivers idad C o s t a 9 B i o d i v e r s i d a d R i c a ASP Áreas Silvestres Protegidas AP Áreas Protegidas CDB Convención Sobre la Diversidad Biológica CIT Conferencia Internacional del Trabajo CITES Convención sobre el Comercio Internacional de Especies Amenazadas de Flora y Fauna Silvestre COMEX Ministerio de Comercio Exterior CONAGEBIO Comisión Nacional para la Gestión de la Biodiversidad CONArE Consejo Nacional de rectores CONAC Consejo Nacional de Áreas de Conservación COLAC Consejo Local de Áreas de Conservación COrAC Consejo regional de Áreas de Conservación EIA Evaluación de Impacto Ambiental ENOS El Niño/Oscilación del Sur ENB Estrategia Nacional de Biodiversidad FAO Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura FECON Federación Costarricense para la Conservación del Ambiente GEF Global Environment Facility INBio Instituto Nacional de Biodiversidad INCOPESCA Instituto Costarricense de Pesca y Acuacultura ONG Organizaciones No Gubernamentales MAG Ministerio de Agricultura y Ganadería MINAE Ministerio de Ambiente y Energía MIrENEM Ministerio de recursos Naturales Energía y Minas MNICr Mesa Nacional Indígena Costa rica OLDEPESCA Organización Latinoamericana de Desarrollo Pesquero PNB Política Nacional de Biodiversidad PND Plan Nacional de Desarrollo PNUMA Programa de Naciones Unidas para el Medio Ambiente PSA Programa de Servicios Ambientales PE Peligro de Extinción PNUD Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo rSE responsabilidad Social Empresarial rCB red de Coordinación en Biodiversidad SINAC Sistema Nacional de Áreas de Conservación UCCAEP Unión Costarricense de Cámaras de la Empresa Privada UICN Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza OIT Organización Internacional del Trabajo INDICe De ABReVIATuRAS COST A C O S T A 99 B i o d i v e r s i d a dBi o d i v e r s i d a d R I C AR I C A 2015-2030 C o s t a 10 B i o d i v e r s i d a d R i c a PReSeNTACIÓN 2015-2030 C O S T A 10 B i o d i v e r s i d a d R I C A Pol í t ica Nacional de Biodivers idad C o s t a 11 B i o d i v e r s i d a d R i c a La Política Nacional de Biodiversidad (PNB) oficializada mediante el Decre-to Ejecutivo No. 39118-MINAE publi-cado en La Gaceta No.178 del 11 de setiembre del 2015, es el resultado de un proceso participativo, en el cual diversos actores, representantes institucionales, de la sociedad civil y del sector privado aportaron sus conocimientos y sus experiencias de lo que debe ser la conservación y el uso sostenible de la biodiversidad; así como la dis tribución justa y equitativa de los beneficios que se deriven de su utilización. Costa Rica ha sido reconocida en el ámbito interna cional por sus logros en conservación y uso sosteni ble de la biodiversidad, el tema ha ocupado también un lugar preponderante en la agenda nacional, tanto pública como privada, no obstante la PNB mantiene como idea central incidir no solamente sobre la re ducción de las amenazas directas y no directas que atentan contra la conservación y uso sostenible de la biodiversidad, sino también establecer las líneas de acción que permitan reconocer el valor de la bio diversidad, más allá de los sectores que tradicional mente lo reconocen. El país tiene grandes retos en la consolidación de las acciones ya implementadas en el tema de con servación y uso sostenible de la biodiversidad, pero mayores son los que representa mantener su compe titividad en temas de desarrollo social y económico, sin sobrepasar la biocapacidad de los ecosistemas, principalmente de aquellos que generan servicios vi tales para la vida humana y que presentan una con dición de mayor vulnerabilidad ante el cambio y la variabilidad climática. En este documento se presenta una visión común en tre el Gobierno y la población de Costa Rica, donde se comprometen a gestionar y usar la biodiversidad en forma sostenible, fortalecer la participación ciu dadana en la gestión de la biodiversidad y distribu ción de sus beneficios, en particular para poblaciones más vulnerables y que dependen directamente de los servicios ecosistémicos para subsistir, y a mejorar la coordinación y efectividad de la gestión pública en torno a la biodiversidad. El reto se plantea hoy para responder a las necesi dades actuales y futuras, actuar de manera solidaria con aquellos menos favorecidos, cuidar y usar res ponsablemente nuestros capital natural y velar por el bienestar de la ciudadanía costarricense y la resi liencia de nuestra Casa Común. Dr. Edgar Gutiérrez Espeleta Ministro de Ambiente y Energía 2015-2030 C o s t a 12 B i o d i v e r s i d a d R i c a Pol í t ica Nacional de Biodivers idad C o s t a 13 B i o d i v e r s i d a d R i c a INTRODuCCIÓN La biodiversidad y los ecosistemas pro-porcionan la base de la vida en la Tierra, incluida la vida humana. No obstante hay pérdidas irreversibles y sin precedentes a nivel mundial que tienen profundas im plicaciones para el bienestar humano y en particular sobre las comunidades más vulnerables y económica mente desfavorecidas: aquellas que dependen direc tamente de la naturaleza para obtener sus alimentos, agua potable, medicamentos, combustible, vivienda y medios de subsistencia, y aquellos que viven en con diciones de pobreza sufren de forma desproporciona da los impactos y perturbaciones debidas al cambio climático, tales como sequías, inundaciones, olas de calor y tormentas catastróficas. El cambio climático ha aumentado la incertidumbre e imprevisibilidad de la forma en que administramos los sistemas agrícolas que mantienen los suministros nacionales y mundia les de alimentos, los sistemas hidrológicos que pro porcionan seguridad hídrica a nivel nacional, y los sistemas marino y costero, de humedales y forestales que protegen de los efectos de los desastres naturales (Varios1 en PNUD, 2014). Al mismo tiempo, hay un creciente reconocimiento científico que los seres humanos están ejerciendo pre siones sobre los sistemas funcionales de la tierra en una escala que puede conducir a cambios ambientales bruscos en todo el mundo; las principales presiones ocurren a nivel nacional e incluyen primordialmente pérdida de hábitat, contaminación, y patrones no sos tenibles de uso y consumo de los recursos naturales. En medio de éstos desafíos, los gobiernos siguen sien do responsables de la salud y bienestar de sus ciuda danos, y deben asegurar el desarrollo económico de manera que tracen una ruta que permita cubrir las urgentes necesidades humanitarias de los ciudadanos al tiempo que conservan, usan de modo sostenible y distribuyen de manera equitativa los beneficios de la biodiversidad y los ecosistemas (que en algunos casos deben restaurar) dentro de sus propios países a fin de sustentar el bienestar humano (Varios2 PNUD, 2014). Costa Rica ha logrado importantes medidas para revertir tendencias negativas de la biodiversidad, ha invertido y conserva un gran capital natural y también ha sobresalido a nivel internacional por sus logros en materia de desarrollo humano; medidas que han fa vorecido su reconocimiento internacional a favor del desarrollo sostenible y que a su vez potencian oportu nidades para mercados de productos y servicios sos tenibles (como es el caso del turismo sostenible o la producción agrícola bajo diferentes esquemas de pro ducción sostenible). No obstante, como se presenta en la situación del contexto de esta Política, el País no es ajeno al deterioro de la biodiversidad en su Territorio Nacional (en particular de sus ecosistemas hídricos), enfrenta retos en materia de desarrollo económico, como también en compatibilizar muchos usos produc tivos para que sean sostenibles ambientalmente y que no comprometan el bienestar humano actual y futuro3. La Política Nacional de Biodiversidad de Costa Rica 2015-2030 aporta al Estado una ruta que favo rece el desarrollo y bienestar humano actual y futuro; también, constituye el marco normativo rector que orienta las acciones en torno a la conservación y uso sostenible de la biodiversidad y su rol vinculante en: el desarrollo humano, la adaptación al cambio climá tico, la salud humana, la disminución de la vulnera bilidad socio-ambiental y la seguridad alimentaria en Costa Rica. El presente documento sistematiza las propuestas realizadas por actores claves que participaron en su formulación, representantes de instituciones, sectores, pueblos indígenas y grupos organizados de la socie dad civil. Su elaboración se basó en una metodología E c o s i s t e m a s y B i e n e s t a r H u m a n o , E v a l u a c i ó n A m b i e n t a l d e l M i l e n i o , 2 0 1 2 ; P e r s p e c t i v a M u n d i a l s o b re l a B i o d i v e r s i d a d 3 . C o n v e n i o d e D i v e r s i d a d B i o l ó g i c a , 2 0 1 0 ; E v a l u a n d o t a z a s d e e x t i n c i ó n , M a y e t a l . , 2 0 0 2 ; S o b re e x p l o t a c i ó n y e x t i n c i o n e s d e e s p e c i e s , R o s s e r y M a i n k a , 2 0 0 2 ; P N U M A , 2 0 1 0 ; C a m b i o C l i m á t i c o 2 0 0 7 I m p a c t o s , A d a p t a c i ó n y Vu l n e r a b i l i d a d , I P C C , 2 0 0 7 . U n e s p a c i o s e g u ro p a r a p a r a l a h u m a n i d a d , R e v i s t a N a t u re 4 6 1 : 4 7 2 - 4 7 5 R o c k s t o r m e t a l . , 2 0 0 9 ; I n f o r m e s o b re e l D e s a r ro l l o H u m a n o G l o b a l , C o n s t r u y e n d o e l F u t u ro q u e Q u e re m o s . N a c i o n e s U n i d a s , 2 0 1 3 . E n p a r t i c u l a r p o r l a v u l n e r a b i l i d a d d e l p a í s f r e n t e a l c a m b i o c l i m á t i c o q u e e x a c e r b a l a s p re s i o n e s h u m a n a s e x i s t e n t e s s o b re l a b i o d i v e r s i d a d ( s u s s e r v i c i o s e c o s i s t é m i c o s , d i v e r s i d a d g e n é t i c a y p o b l a c i o n a l ) . 1. 2. 3. 2015-2030 C o s t a 14 B i o d i v e r s i d a d R i c a constructivista que permitió, a partir del marco normativo nacional e internacional (así como los criterios y necesida des expresadas por los distintos actores) ir elaborando los elementos de política nacional. En primera instancia los actores clave convocados ana lizaron el marco normativo al cual el país debe responder en materia de biodiversidad, como parte de los compro misos adquiridos al firmar y ratificar el Convenio sobre la Diversidad Biológica (CDB), principalmente el Plan Estratégico 2011-2020 y sus Metas Globales de Aichi. Esta actividad permitió una adaptación y priorización de las Metas Aichi al contexto nacional y posteriormente se realizó un análisis de las brechas, tomando como línea base los resultados del diagnóstico sobre el “Estado del Conocimiento de la Biodiversidad en Costa Rica” (CO NAGEBIO et.al., 2013). A partir de este análisis, se procedió a la identificación de una misión país, que se construyó participativamente. Inicialmente, la construcción de los ejes de Política se de sarrolló bajo los cinco objetivos del “Plan Estratégico del CBD 2011-2020”, adecuándolos a la realidad y necesida des nacionales4. Posteriormente, se revisaron dichos ejes bajo los tres pilares del Plan Nacional de Desarrollo 2015 2018 ¨Alberto Cañas Escalante¨ (MIDEPLAN, 2014). Para cada eje de política se elaboraron objetivos y por último lineamientos de política. Estos lineamientos serán desarrollados mediante la Estrategia Nacional de Biodi versidad (ENB), producto que se construirá posterior a la Política Nacional de Biodiversidad. La ENB contará con un Plan de Acción y su respectivo sistema de seguimiento y evaluación que permitirán desde el nivel más operativo hasta el más amplio a nivel de Política contar con una co herente evaluación de resultados. Un primer borrador de la PNB, fue revisado por dis tintas instancias de los sectores sociales (MNICR, FE CON, RBD), representantes del sector privado (UCCAEP, CNAA) e instituciones gubernamentales (MAG, SINAC, CONAGEBIO, COMEX). En esta versión se han inclui do la mayor parte de los aportes, incluyendo las obser vaciones de fondo y forma, no obstante queda una tarea pendiente de integrar en el proceso de construcción de la ENB, las acciones sugeridas a un nivel más detallado. En razón de lo anterior, este documento se compone de una primera parte que comprende un resumen del “V In forme Nacional del Convenio sobre la Diversidad Biológi ca, Costa Rica (SINAC, 2014)”, en el cual se plasman las tendencias sobre el estado de la biodiversidad que justifi can los planteamientos en torno a las líneas de acción de carácter político, contenidos en este documento. El marco normativo de mayor vinculación con el alcan ce de esta Política, tanto nacional, como internacional, se ubica en la segunda parte de este documento. En lo que respecta al contexto nacional, se detalla desde lo indicado en la Constitución Política de la República hasta los con tenidos de la Ley de Biodiversidad N°7788. Así mismo en el contexto internacional, se analizan los compromisos adquiridos por el país mediante la ratificación de distintos convenios y acuerdos, entre ellos: el Convenio sobre la Diversidad Biológica (CBD), su Plan Estratégico para la Diversidad Biológica 2011-2020 y las Metas Aichi. En la parte tercera, se describe el marco institucional que dará seguimiento a la implementación de la Política Nacional de Biodiversidad. En este se reconoce el rol de rectoría del Ministerio de Ambiente y Energía (MINAE); y de la formulación, seguimiento y ejecución propiamente de sus entes adscritos: la Comisión Nacional para la Ges tión de la Biodiversidad (CONAGEBIO)5 y el Sistema Nacional de Áreas de Conservación (SINAC), y de los diversos actores del Estado, incluyendo otras instituciones gubernamentales, los gobiernos locales, organizaciones de la sociedad civil y del sector privado y la ciudadanía en general, quienes también son responsables de la ejecución de la política y sus respectivos instrumentos operativos (ENB y Plan de Acción). Por su parte, en el cuarto apartado se describe la estruc tura de la Política y se explica cómo se interrelacionan sus diferentes componentes. El Marco Estratégico de la Política: visión, propósito, objetivo y principios, se detalla en la quinta parte de este documento. La parte sexta comprende el desarrollo de los ejes de política, objetivos y lineamientos que comprenden los contenidos fundamentales de la Política Nacional de Bio diversidad. El planteamiento de política en este documen to se realiza a partir de cuatro ejes identificados a partir de prioridades nacionales, que a su vez son afines a los cinco objetivos contenidos en el Plan Estratégico para la Diversidad Biológica 2011-2020 del CBD. Para cada eje se identifican sus objetivos y para cada uno de estos, sus lineamientos derivados del proceso participativo realizado con distintos actores claves relacionados con el tema a ni vel nacional, mismos que deben ser operativizados en la Estrategia Nacional de Biodiversidad (ENB). A p a r t i r d e t a l l e r e s c o n i n s t i t u c i o n e s g u b e r n a m e n t a l e s , o r g a n i z a c i o n e s d e l a s o c i e d a d c i v i l , y s e c t o r p r i v a d o t a n t o a n i v e l c e n t r a l c o m o e n l a s Á r e a s d e C o n s e r v a c i ó n . E l t e m a d e l a f o r m u l a c i ó n y s e g u i m i e n t o d e l a P N B e s c o m p e t e n c i a d e l a C O N A G E B I O s e g ú n e l A r t . 1 4 , i n c i s o s 1 , 4 y 8 d e l a L e y d e B i o d i v e r s i d a d . 5. 4. C o s t a 15 B i o d i v e r s i d a d R i c a Costa Rica es importante a nivel internacional en términos de su biodi-versidad porque en un territorio relativamente pequeño alberga una gran riqueza de especies, aproximadamente el 3,6% de la biodiversidad espe-rada para el planeta (entre 13 y 14 millones de especies). El país cuenta con un registro aproximado de 94,753 especies conocidas, es decir, apro ximadamente el 5% de la biodiversidad que se conoce en todo el mundo (cerca de dos millones de especies conocidas al año 2005), listado que aún aumenta mientras sigue el proceso de investigación e identificación en sitios y grupos menos estudiados. Des de el punto de vista de diversidad genética, el país es importante por la variabilidad genética de parientes silvestres de variedades domesticadas de cultivos de importancia mundial para la agricultura y alimentación, como en el caso de la papa y el frijol. Esta riqueza también se manifiesta a nivel de ecosistemas, cuyos servicios ecosistémicos6 apoyan una serie de actividades con alto valor agregado que benefician a las personas, a las actividades económicas, culturales (sociales, espirituales) y aumentan el desarro llo humano, como se describe a continuación (SINAC, 2014a). La transformación de la economía principalmente agrícola hacia el sector turístico y servicios relacionados (entretenimiento, restaurantes, transporte, artesanías) se ha capitalizado por la inversión en la conservación de la biodiversidad (mediante el es tablecimiento de Áreas Silvestres Protegidas y Corredores Biológicos). La naturaleza y biodiversidad es el principal atractivo para el sector de turismo que ha tomado más importancia cada día, debido a que provee empleo y estimula otros sectores como Pol í t ica Nacional de Biodivers idad 6. S e g ú n r e s u l t a d o s p r e l i m i n a r e s d e l I n v e n t a r i o F o r e s t a l N a c i o n a l a l 2 0 1 4 ( S I N A C , 2 0 1 4 ( b ) ) . Ta m b i é n s e e s t i m a q u e l o s b o s q u e s d e C o s t a R i c a g u a r d a n u n s t o c k d e l v a l o r e s t i m a d o p r e l i m i n a r ( S I N A C , 2 0 1 4 ( b ) ) d e d i ó x i d o d e c a r b o n o e q u i v a l e n t e d e 8 9 1 , 8 9 8 . 0 7 3 T C O 2 e , c o n u n a e x i s t e n c i a d e b i o m a s a d e 6 9 5 , 6 8 3 . 7 8 6 m 3 y d e c a r b o n o 2 6 2 , 8 0 2 . 8 8 5 t o n e l a d a s , q u e e s u n s e r v i c i o e c o s i s t é m i c o d e c a p t u r a d e c a r b o n o v i n c u l a d o a l a m i t i g a c i ó n a l c a m b i o c l i m á t i c o a n i v e l m u n d i a l . S I T U A C I Ó N D E L C O N T E X T O I 2015-2030 C o s t a 16 B i o d i v e r s i d a d R i c a el desarrollo inmobiliario. Las áreas marinas protegidas permiten la reproducción de especies comerciales de pe ces, mientras que las áreas terrestres proveen beneficios indirectos a la industria, agricultura y sectores de servicios en múltiples formas. También sectores como la energía (hidroeléctricas principalmente), dependen de servicios ecosistémicos para la provisión de agua. Un análisis de las contribuciones de los Parques Nacionales y Reser vas Biológicas (PNRB) al desarrollo socioeconómico de Costa Rica pudo determinar que la suma total de los aportes aproximados de las actividades mencionadas para el año 2009, a pesar de la crisis económica, fue de aproximadamente ¢778.148 millones o USD $1.357 mi llones (en precios de 2009), alrededor de un 5 % del PIB de Costa Rica en el año 2009 (Moreno Díaz, et al., 2010 en SINAC, 2014a). En los territorios indígenas, como en otras áreas geo gráficas que han sido de uso cultural y ancestral de los pueblos indígenas, existen muchos elementos de la bio diversidad que son un aporte importante para la vida misma de los pueblos a través de los sistemas culturales de conservación, uso y manejo de los recursos, y como fuentes de identidad cultural, práctica de la cosmovisión y espiritualidad, alimentación, medicina tradicional, ma teriales de construcción, elaboración de artesanías, pro ducción agropecuaria, purificación del aire, equilibrio del clima, recarga hídrica, educación ambiental, recreación y turismo comunitario (MNICR, 2014). El desarrollo económico de Costa Rica se ha basado en gran medida en los servicios provistos por los eco sistemas de manera directa o indirecta, por supuesto de la mano en la inversión social (en salud y educación), factores que han marcado diferencias notorias del país en cuanto al desarrollo humano y que lo destacan de la ma yoría de países de la región latinoamericana. Por ende, la pérdida de la biodiversidad y sus servicios ecosistémicos se relaciona con deterioro al desarrollo económico, so cial y ambiental del país y por ende la importancia de la PNB. Algunos ejemplos de cómo la pérdida y deterioro de la biodiversidad se vinculan con consecuencias nega tivas para el desarrollo socio económico y ambiental se enumeran a continuación (SINAC, 2014a): Pérdida de servicios directos como el agua tanto en cantidad7 como calidad, que puede repercutir tanto en salud humana como en el sector agrícola. Pérdida de ingresos para el sector forestal como consecuencia de la pérdida de cobertura forestal, cau sada tanto por incendios forestales o por extracción de especies preciosas extraídas de manera ilícita. Reducción de energía producida por hidroeléctri cas, a partir de la reducción o desviación de caudales de ríos o por el deterioro de ecosistemas en las zonas de captación hídrica. Pérdida de la agro-biodiversidad, y disminución de poblaciones de parientes silvestres de cultivos impor tantes para el humano (ej. variedades nativas de frijol, que ya han pasado por miles de años en condiciones climáticas diversas, y que se pierden por factores de comercio ya que solo se compra frijol rojo y negro). Menor productividad agrícola por aumento de pla gas debido a la eliminación de sus depredadores u organismos benéficos y aumento de patógenos por el uso de una genética uniforme en áreas amplias. Disminución de los recursos de la pesca8 por so bre-explotación y por desbalances ecológicos o es pecies exóticas invasoras como el Pez León. La contaminación y deterioro de humedales tam bién tienen efectos directos en la salud humana relacionados directamente con enfermedades gas trointestinales. El deterioro de ecosistemas como playas, ríos, y bosques (tanto dentro de AP como fuera de ellas) que actualmente son atractivos turísticos, puede repercutir en dicho sector y reducir una de las principales fuen tes de ingreso del país. La formulación de una Política Nacional de Biodiver sidad requiere ser fundamentada, entre otros aspectos, a partir de datos e información que permita dar cuenta so bre la situación nacional con respecto a la conservación y uso sostenible de la biodiversidad. Es por esto que a continuación se presenta de manera resumida, el estado sobre la biodiversidad (en particular tendencias sobre el estado de los ecosistemas, algunas poblaciones de espe cies y recursos genéticos), las principales amenazas así como las causas subyacentes que inciden en su pérdida y deterioro, y por último los principales retos para la ges tión de la biodiversidad9. E n c i e r t a s r e g i o n e s c o m o e l P a c í f i c o - N o r t e l a s i t u a c i ó n e s m á s c r í t i c a p o r v u l n e r a b i l i d a d a s e q u í a y p u e s t o q u e l a s p r o y e c c i o n e s c l i m á t i c a s a p u n t a n a e x a c e r b a c i ó n d e e s t a s c o n d i c i o n e s E n l o s a ñ o s 9 0 s e a l c a n z ó u n m á x i m o h i s t ó r i c o d e e x t r a c c i ó n d e c a m a r o n e s a 5 . 0 0 0 t o n e l a d a s m é t r i c a s a n u a l e s , a c t u a l m e n t e s e r e p o r t a n ú n i c a m e n t e 1 . 0 0 0 t o n e l a d a s m é t r i c a s L a f u e n t e m á s r e c i e n t e q u e s i s t e m a t i z a l a i n f o r m a c i ó n a n t e r i o r y q u e f u e v a l i d a d a e n p r o c e s o s d e r e t r o a l i m e n t a c i ó n y c o n s u l t a e n f o r m a p a r a l e l a a l a f o r m u l a c i ó n d e l a P N B e s e l V I n f o r m e N a c i o n a l a l C D B D e C o s t a R i c a ( S I N A C , 2 0 1 4 ) , p o r c u y o m o t i v o s e c i t a f r e c u e n t e m e n t e e n e s t e d o c u m e n t o . 7. 8. 9. Pol í t ica Nacional de Biodivers idad C o s t a 17 B i o d i v e r s i d a d R i c a Tendencias sobre cobertura (ecosistemas terrestres) y calidad hídrica de algunos ecosistemas según el v Informe al CDB Costa rica10 Fuente: v Informe de País del Convenio sobre Diversidad Biológica, Costa rica SINAC, 2014a Bosque Natural (maduro) Bosque Secundario Bosque de palmas Páramo Aguas subterráneas ríos, riachuelos Lagos, lagunas, lagunetas Mangle Arrecifes ECOSISTEMA TENDENCIA IDENTIFICADA Años 70 a 90 2000-7 CUADrO 1.1. Síntesis sobre el estado de la biodiversidad en Costa rica L a s f l e c h a s v e r d e s r e p r e s e n t a n u n a t e n d e n c i a p o s i t i v a p a r a l a b i o d i v e r s i d a d y r o j a s u n a t e n d e n c i a n e g a t i v a . L a s f l e c h a s h a c i a a r r i b a o a b a j o i n d i c a n a u m e n t o o p é r d i d a d e c o b e r t u r a , r e s p e c t i v a m e n t e ( e n h e c t á r e a s p a r a e l c a s o d e e c o s i s t e m a s t e r r e s t r e s ) y e n e l c a s o d e e c o s i s t e m a s h í d r i c o s l a s f l e c h a s h a c i a a b a j o i n d i c a n d i s m i n u c i ó n d e c a l i d a d d e a g u a . 10. A. Estado de los Ecosistemas En cuanto el estado general de los ecosistemas, la cobertura natural continental de Costa Rica (bosques, humedales, páramos y manglares) se estima en 28 419.32 Km² (55.6%) por lo que la matriz del país aún es considerada mayormente “natural”; no obstante su distribución espacial es heterogénea y fragmentada. Los ecosistemas naturales mejor conservados se encuentran generalmente en áreas de fuerte pendiente, abundante lluvia, o se hallan en zonas anegadas y/o forman parte de Áreas Silvestres Protegidas (Fallas 2011, en SINAC, 2014a). Algunas tendencias de varios ecosistemas relevan tes de señalar, tal como se muestran en el Cuadro 1, se describen a continuación (SINAC, 2014a): Se mantiene cobertura forestal reportada en 2010 como el 52.3% (FONAFIFO, 2012) a 52.4% 2013 (SINACb, 2014 en SINAC, 2014a). El bosque natural recupera cobertura: en 1992 se reportaban 1,293,670 ha y en 2013, 1,582,000 ha (SINAC, 2014b en SINAC, 2014a). Bosque secundario recupera cobertura ya que en 1992 se reportaban 697,000 ha y en 2013 936,000 ha (SINAC, 2014b en SINAC, 2014a). El bosque seco revela alteración alta pero recuperación en cobertura durante los últi mos años-décadas (SINAC, 2014b en SINAC, 2014a). No obstante, son altamente vulnerables a sequías e incendios (Hernández, G. et al. 2009 en CONAGEBIO et.al., 2013 y SINAC, 2014a). Bosques en tierras frías y frescas, y bosques nubosos presentan alteración baja a moderada pero un alto porcentaje se encuentra desprotegido (Consulta Áreas de Conservación en CONAGE BIO et.al., 2013). Los páramos tienen una tendencia a la pérdida desde los 90`s, su cobertura actual al 2013 es de 0.2% del territorio, (SINAC, 2014b en SINAC, 2014a). Muchos humedales reflejan alto grado de de terioro por aguas residuales, plaguicidas que aceleran procesos de eutrofización (SINAC, 2014a). En particular los arrecifes de coral revelan una reciente leve mejoría en los años 2000 al 2007 (comparado con pérdidas abruptas en décadas de los 80 y 90) pero persiste su alta vulnerabili dad y amenaza ante amenazas antrópicas y cli máticas (Cortés et al. 2010 en SINAC, 2014a). La cobertura nacional de bosques de manglares ha disminuido desde inicio de los 90 (51,350 ha en 1992) al 2014 cuando solo quedan 37,420 ha (0,7% cobertura) (SINAC, 2014b en SINAC, 2014a). La diversidad genética en ecosistemas agríco las como algunas poblaciones de parientes silves tres de frijol (Phaseolus), se ha perdido debido al 2015-2030 C o s t a 18 B i o d i v e r s i d a d R i c a Tendencias de los ecosistemas según Iv y v Informe Nacional al CDB de Costa rica CUADrO 2. Situación positiva Atención Crítico Mejora estado general, aumento cobertura, se reduce pérdida Se mantiene estado estable, balance neto positivo aunque hay pérdida y ganancia cobertura o calidad Evidencia mayor deterioro, pérdida cobertura. SIMBOLOGíA Fuente: v Informe de País del Convenio sobre Diversidad Biológica, Costa rica SINAC, 2014a Bosques Aguas continentales Marino - Costeros Agrícola ECOSISTEMA Iv INFOrME CDB (2009) v INFOrME CDB (2014) índice de madurez de comunidades de nemátodos en suelos de bosque tropical lluvioso (La Selva) y distintos agro-ecosistemas IM FIGUrA 1. Fuente: Esquivel Hernández, 2011 Bosque Café Arroz secano Tomate Plátano Melón 3,5 3 2,5 2 1,5 1 0,5 0 cambio de uso del suelo de agroecosistemas tales como el desarrollo urbano (SINAC, 2014a). En cuanto a ecosistemas agrícolas, hay una conversión de tipos de cultivos hacia algunos con prácticas más intensivas como la expansión de los cultivos de piña, arroz, caña de azúcar y pal ma africana, principalmente, que ha implicado la invasión de áreas de protección de ríos y quebra das, e infracciones a la Ley Forestal (Programa Estado de la Nación, 2012 en SINAC, 2014a). En general para los ecosistemas marino-coste ros: persiste la sobreexplotación de recursos, la contaminación en costas, la existencia de pesca ilegal, la extracción de especies y artes de pes ca sin control, el desarrollo turístico y costero e inmobiliario (casas) acelerado, unido al escaso control de la pesca y acuicultura y la falta de sis tematización de datos, se reflejan en una baja en las exportaciones en los últimos años. No obs tante, se evidencia mayor inversión (mediante proyectos de cooperación) y avance en el cono cimiento, análisis y atención de ecosistemas ma rino costeros. (Fuentes varias en SINAC, 2014a) En comparación con el Informe anterior, el V Infor me Nacional al CDB de Costa Rica, no revela ninguna mejoría sobre el estado de los ecosistemas como pre senta el Cuadro 2 a continuación. El suelo es uno de los ecosistemas más relevantes para la producción alimentaria, uno de los ecosiste mas más complejos de la naturaleza y uno de los há bitats más diversos de la tierra: alberga una infinidad de organismos diferentes que interactúan entre sí y contribuyen a los ciclos globales que hacen posible la vida. No hay ningún lugar de la naturaleza con una mayor concentración de especies que los suelos; sin embargo, esta biodiversidad apenas se conoce al estar bajo tierra y puede ser, en gran medida, invisible para el ojo humano (FAO, 2015). Pol í t ica Nacional de Biodivers idad C o s t a 19 B i o d i v e r s i d a d R i c a A nivel de poblaciones de algunos grupos de organis mos se puede resaltar que hubo cambio de tendencia de carácter positivo en anfibios (Cuadro 3), pues existen reportes de especies consideradas posiblemente extin tas ej. Sapo de Holdrige (Incilius holdridgei), y cambio de categorías EP (en peligro) y Vulnerable, a categorías con menor riesgo11 (Bolaños, 2014 en SINAC, 2014a). No obstante, el grupo de anfibios, sigue siendo muy vulnerable y por ello se mantiene con grado de atención crítico (SINAC, 2014a). En cuanto a los mamíferos, los estudios de monito reo de más de 20 años de felinos y sus presas en Parque Nacional Corcovado, revelan disminución de jaguares y sus presas, pero estabilización de pumas y saínos; la danta también refleja tendencia hacia la disminución. En varios estudios revisados de mamíferos, se reflejan diferencias de tendencias entre localidades y especies que se considera están relacionadas con medidas de protección y vigilancia, e interacciones con comunida des (positivas y negativas) (Carrillo y Sáenz, 2011 y Carrillo, 2014 Com. Personal en SINAC, 2014a). Los peces marinos así como los moluscos y crustá ceos de interés comercial se consideran en estado críti co por causa de la sobre explotación, la pesca ilegal, no regulada y no reportada de muchos grupos (ej. tiburo neros y camaroneros). También debido a la extracción de peces por su valor comercial ornamental. Algunas artes de pesca en particular son muy dañinas para los ecosistemas marinos en general, tal como la pesca de arrastre de fondo. El deterioro de los hábitat importan tes para los estadios tempranos y juveniles de los peces (como los corales y manglares) también agudizan la problemática pues las poblaciones no tienen posibili dad de recuperación (Nielsen Muñoz & Quesada Alpí zar, 2006 en SINAC, 2014a). La diversidad y salud de los suelos se deteriora se gún conversión y el tipo de práctica que resultan más perjudiciales para la estabilidad ecológica, tal como se presenta en la Figura 1. El índice de madurez (IM) es una ecuación simple, que evalúa la comunidad de nemátodos en una muestra dada según la proporción de individuos colonizadores y persistentes. A mayor disturbio ambiental el IM tiene a valores cercanos 1 (tal como se puede observar para cultivos de melón), mientras que valores por encima 3 sugiere estabilidad ambiental como el que aparece en la primera columna para bosque (Esquivel Hernández, 2011). B. Estado a nivel de Especies S e c r e e q u e e s t e c a m b i o o c u r r e p o r : 1 ) e f e c t i v a p r o t e c c i ó n d e l h á b i t a t ( e n p a r t i c u l a r d e m o n t a ñ a s ) , 2 ) a d a p t a c i ó n ( c a m b i o s e n c o m p o s i c i ó n , d i s t r i b u c i ó n a l t i t u d i n a l - l o c a l i d a d ) , 3 ) c a m b i o e n m e t o d o l o g í a p a r a c l a s i f i c a r g r a d o d e v u l n e r a b i l i d a d , 4 ) m a y o r e s f u e r z o p o r g e n e r a c i ó n e i n t e r c a m b i o d e i n f o r m a c i ó n , 5 ) a l g u n a s e s p e c i e s f a v o r e c i d a s p o r p e r t u r b a c i ó n . D i s t r i b u i d a s d e l a s i g u i e n t e m a n e r a : u n a e s p e c i e e n p e l i g r o c r í t i c o ( P t e r o d o m a a i t a t a ) , 7 a m e n a z a d a s , 1 7 v u l n e r a b l e s , y 2 8 c e r c a d e l a a m e n a z a D i c h o a n á l i s i s f u e d e s a r r o l l a d o a p a r t i r d e u n a r e v i s i ó n d e l a l i s t a d e e s p e c i e s a m e n a z a d a s , e s p e c i e s e n d é m i c a s y n i v e l d e a b u n d a n c i a c r í t i c o . 11. A escala mundial, 53 especies de aves presentes en Costa Rica se encuentran entre las categorías de amenaza12 (peligro crítico, amenazadas, vulnerables, cerca de amenaza) en la lista roja de especies de la UICN (Recuperado de www.iucnredlist.org, 2014). Estas especies, básicamente, corresponden a especies marinas, otras endémicas o especies con poblaciones reducidas. A pesar de que, aún falta mucho esfuerzo, sistematización y estandarización de protocolos de investigación y monitoreo de aves, se están dando en Costa Rica esfuerzos importantes que a largo plazo pueden ayudar a tener una mejor comprensión de los estados poblacionales y de la distribución espacial y temporal del grupo (Com. Personal Ghiselle Alvara do, Museo Nacional de Costa Rica, 2014 en SINAC, 2014a). En síntesis, son pocos los procesos de largo plazo de monitoreo a nivel de poblaciones que puedan revelar de manera más precisa la tendencia del estado de las especies a nivel nacional; no obstante, las tendencias reportadas de algunas poblaciones de especies tales como grandes felinos y sus presas, corales, anfibios, peces y aves refleja variabilidad según localidades y en términos generales prevalece un grado de alerta y más que todo crítico según las fuentes primarias y secundarias consultadas en el V Informe al CDB de Costa Rica (SINAC, 2014a), tal como se refleja en el Cuadro 3. De igual manera, la información sobre el estado de la biodiversidad a nivel genético de Costa Rica es dispersa y no sistematizada; la principal excepción es el análisis de recursos genéticos de especies con uso forestal y agrícola. El Informe Nacional sobre el Estado de los Recursos Genéticos Forestales de Costa Rica (2013) señala que 201 especies se en cuentran en estado crítico13 y que deben considerarse de mayor prioridad para un programa nacional de 12. 13. 2015-2030 C o s t a 20 B i o d i v e r s i d a d R i c a conservación de recursos genéticos, el informe pre senta una lista de 111 especies prioritarias. La biodiversidad de los recursos fitogenéticos agrí colas también se reporta con pérdidas poblacionales (por ejemplo pérdidas de parientes silvestres de frijol en zonas de la GAM en Heredia, San José y Alajuela donde ahora hay urbanizaciones) y amenazas relacio nadas a: a) las limitaciones económicas para la con servación ex situ, b) erosión genética por la introduc ción de material mejorado, y c) la falta de consumo de especies nativas y desplazamiento por productos importados (Com. Personal Araya, 2014 y taller ex pertos en CONAGEBIO et.al., 2013). F l e c h a a r r i b a a u m e n t a i n d i c a d o r, f l e c h a h a c i a a b a j o d i s m i n u y e , e n r o j o n e g a t i v o p a r a l a b i o d i v e r s i d a d , v e r d e p o s i t i v o p a r a l a b i o d i v e r s i d a d . 14. 2. Análisis sobre amenazas para la biodiversidad de Costa rica Según el V Informe Nacional al CDB de Costa Rica (SINAC, 2014a), persisten las amenazas a la biodiver sidad identificadas en el IV Informe al CDB: pérdida Tendencias de algunas poblaciones según Iv y v Informe Nacional al CDB de Costa rica CUADrO 3. Situación positiva Atención Crítico Poblaciones estables de mayoría grupo Algunas poblaciones aumentan otras disminuyen, según especies y/o localidad Evidencia reducción general del grupo SIMBOLOGíA Fuente: v Informe de País del Convenio sobre Diversidad Bioló