Skip to content
Nelum
Laws of Cape Verde

Decree No. 33/79 creating the National Corporation for Poultry Breeding (ENAVI Empresa Nacional de Avicultura)

Made 1979-04-28 · Text as of 2026-10-01

Public law and official guidance, published as research. Not legal, tax or financial advice.

About this law

Language
Portuguese
Kind
Regulation
Organisation
European Union
Country
Cape Verde
Subjects
Livestock, Food and nutrition
Keywords
poultry, institution, birds, governance, animal production, poultry products, international trade
Categories
*

Where to read it

    No source link is recorded for this law.

Text

The law's own text, section by section, as held. Each section has its own link.

  1. Decreto n.• M 179 de 26 de Abril tfos teJ1uo!I tlv Dec1Nu-L"'i 1.1." 5/7G, <le 4 •lti f'tlve11;1iru, No Uilo du faculdade conforidn pelo n.• 3 do Mtigo W,•1 tla L0i ~obre a Orgt1niza~t!.1,11 Polftica do Eatado, de 5 de Julho de 197!°>1 o Govorno decrt:-tlL e flll pl"Omu.!go o 1oguinte: Artigo 1.• E cria<la. corn sede na. cidade da Pr•ia, l\ma em presl\ pUb/ica deaomiirnda «f!:mpre&.t N8cio1u1l <lo Avfoult1mu E. P., uUre,•iadantente <lssignada por •ENA Vh. Art 2.• 0 objecto da empre8a 6 a produ9i10 o comercializa i;ii.o de pintos do d1a, de fraogos, de carne e de ovos. Art. 3.• A ernprefla reget-!><£Hi pt1loa rMpoeth'oB esta.r»toj e pelas Basei, Gerais da~ ErnpreBas .Pl1blicaa. Ad ,l <t A Al'nprA!OI f;,~,. 'i"j.,.it,1/,. 1ntAI~ rl<>Oov/:lrn('), !) 11A~Ar,~ flXAT'· eida, noa termo11 legaiB, pelo Minietro do Desenvolvimento Rural. .4.rt. 5.• 0 c~pits.l estatutiirio <la tlinpre,a 6 de dezassete mi➔ lhf\es d$ es~udo!;I, Art. o.~ Gitu 11.1nuv;.i,il1JH m, eimi.tulo~ du emp111;rna or!\ <:ri11,da que fazem parte iutogrsnte do presente decreto e lmitam as;,inados pefo :Mi.uistro do DellenvoJvimento Rural, Pedro Pireg-Ou,alao Love, da Siltia-Jolfo Persira Silt-a. f'romulgado em 21 de Mar-,o dt!! l'J7'J, Publique-M~. 0 PN!ildMto dn. HepUblicn, ARISTIDES MARIA PERElRA. EMPHl!4 ffACIOHl DE AVl[UlJUKA, f. P. htatn101 I Oispoiili;0ffs ger1ls Artigo 1.0 A J•:n1preaa Nacional de Ancultura, E. lJ., abrevia,· du.meute desigoada por JrnA VJ1 e u1011 pesso11 colectiva dotadn de 1rnrtwt1alidt1.d~ jllridiee., auton.omil\ jl,dmi.nlstrntin., (iu.a.nc,;.i.ttt (l. '?~ trimoniid. Ail, :.J.• A 8NAVI, ltHJJ ll :111A MHl('J n,1 citla.!e J,1 P1di11 f!u• clendo estender a ma 11.ctL\,id11de a todo o tarrit6rio naoiooul. i\rt. 3.° A ENA VI, mm por olljeclu: u) A produ~no e conu;Jrcializuvii.o de pinto11 do dia; Ii) .':\ pn.il.11.1i;'lu I:'! cu1111,rci11.H:rnt;1lu du fraugu1:1 1:1 tle c1u·uu ; c) A prn.J.ui:ao e a coruorciuli:rnc;ito de ovoe de consumo; d} 0 a!'oio h avkultutll familiar e popular, Art- .+." A ENAVl rnga-se pulo:,; prestintei.i t'tJt11tuto• e pelu lh~e11 GMais d:111 Emprosas P\dilicad aprov,rJa~ pelo Decroto,Lai u.• 11178, II Art. ,-1.• S:lo ,lrgfros d<.1 ge:shio d;i. ENA VI: a) 0 <l1rtl<!tor; b) \J Consollio de Oiracr,;iw. Art, li. 0 -1, 0 director,:, nome~Ju por decreto, .,ob propu.lhl Ja eu1idade de tutela. 2, t-laver,i um irnlHlirector, desii;:nado peln entidade de ltltela do enu·o <1;1 mumhros du ConHollw .le llirec~iio, clue nubstiiuirli o J1rnctor na~ s11:1,1 falta:1, uusi'Jn,d:rn e 1rnpedim1;11Hoe . . \rt. 7. 0 -l. O Oouselho Jti Oirec,;lo e cons1ituido pelo lli. rector, ,Jue Pl't:side, e PUI' mais quatrn m1:nnbl'OH. :!. Um n:ipre~ent,rnte da org!lnir.at:iio sindical na emptoija tl uiernbro do ,ltreito du Comrn!ho de Direcr,;iio, ;•t Os membros ,l,J Con1rnllw de D1recr,;1io, a e,xcapr,;ii.o do re• prl•~;lut,.wt" d:.i. .. ,rg,<.1il·~111:{«; ,indlc11,I, ,., ::;,., n11me11dt'"- por Jt".'t"'t'-', ~ob prop,rnta da entida<le d.i tutell' o 1.rnculL.iJo;i entrn ()~ re~pvn ~aveis pnlve ,.;fH\t0roe dn uctivid»de du emprasa, Art, 8. 0 0 director O n 1·osp,1nsiivel pola go.stii.o da amp tiela &dministracrtr, do aeu patriro<inio e pela sua rflpresontac;Ao em julzo ti fora dole, o,w,o.ndo IH),i \Oum.I« rlu Joi o d.c,~ prc~outoa ,:,n1a tUt0lil de todos os poderes necell~iriil!I, nomeadame11.t0 os aeguintes: a) Definir a organiza<;iio du ompresa e ela.Lora1· 011 regula mooto$ internoi.; b) Uonvoco.r as reuni0es do Oo1uelho de Direct;io e a ehu1 preaidir oom \'Oto de qualidude; c) Executur e fazer executar tudas as decistiea do Conselho de Direc!.'iw; d) Tomo.r, entre as reuniOes do Cooselho de Oirec'i)il.o, u ini(l1ati11a11 e J.ecis~es neca~~iiria! ao bol.ll foncionamento e ao <lesenvolvimento Ja emprella Jo acortJo cum a po• litica geral tracada e d1rectivu do Governo; e) A11sins.r, ren!iz~r e pratic11r tudo o (Jll.fl for necesslirio ou favorei;a a pros•eeut;;Uo dos objectiHlll da empnrna e 11ilO 1eju pruibido ou atrilJuido a outros Orgiios peln lei 0u peilos pre11ente11- eatat\Jt(.Jlil; f) Recrutar o pes.soal <la empre~a, fixando-lhe, noa termo11 legais, as a1riom·c0e~. remuuora~•Jes, dr:Jv-ereil o a!f d11 mais conJi,;011111 do sou regimo do traballw; g) l<~,l11hnl'11l' n r.rc;,.,11.,n(n A 11 plnnn 1lA ll~tivid».rlP cl». Am presa; h) Elaborar rolaMrios, t:\!O.ta~ e hulao~o anuaid, subniet(),Jos a aprociaeiio <lo Mini11tro de tutela ate 31 de Mar~o do aoo 1wgui111.i a rprn d1ss.n respoito. Art, 9."-1. Compote ao Couselho de Uirec~ao delibernr so· bre todos Otl Absun1uis quo noll termoll aa lei e <lesteH ostt .. tuto, de Vt'ill i;er 11ulirnetidos h apreciar,;iio du entiJade <le tutela. 9, 0 Oon~olho de UitoJc,;:lo toJuoe·11e ordin11.ri1.1m0nte um.11, v,;:,; par ru~• o e1oraordinariamenH:1 sempre que convocado 1rnlo di rector. 3, 0 Consolho de Oir1,1r•t;ii.(1 dalibera pnr maioriu. 11imples dos '>'O!Ol.'> .lo,, ;,ou,, momhroo. 4, 0 Couselho d,, Dirccviw niio poderii validamente deliberar Htlffi qne e,,1eja111 preeentes (\ d1rnctor uu o rnli-director e I\ mai<.l• rill dos restao.tes rnemhr0s. ;). Q Conselho dt1 U1rnci,:au lll'rii iufOrrna,!o, trJ111eur~lmenrn, 110 funcioo&mento e 11ctividade da emprn~u liem como ~obre ({U.al 4uar uutru a011unto de inwre,s~e da 1t1esma. Art, 10."-1. Dti~ reuni,Jes do Coaaelho de Oirecclo s1;c1riio lavradaa t1ctae, por um secrnti1rio, clue I\S auioad coujuotnmeute ;,om ,:i• lll,:,fnhn;,,; ,h, Uon~,:,l'uo, 2, 0 a:ecrot!i.rio do Cunselhv de Uireer;iio 110d dosigutido p0lo director, de entre 011 ~ervidorn11 da empreea, ll1 Da part!dpft<;lio dos trobalhadore.s Art. Jl."-1. Em Jigui;iio <liredit ..-:om o directw funcion11 uroa Coo;.iu.i'ao d<,, tr11,b11lhat\oru~, eoiuptni.\11,. \"'t: <\>\U\-O. ,;,\<1i1tti~ut,:,s., 1,l~i,1. pela Assembleia dQs traLidLadores da 0mpro11a. 2 A Comissilo doll tr11.b11lhadorea compete: a) Dn.r purecor 11obro o deHenvolvimento da 1ctividado du lc:Hll}H'tl\'.!i, ~Ill ei;peelul Ill) ljlH:l i:Hl Ttclft1rt:1 IIU pti11sual, tiuaudo solicitado pelo director i b) Rmitir parerier 110Lre 011 1itigios laborais 1iurgidos entre os tri,balhadore~ e u empresa; c} Olnmni.mr a forwai;;1'w a a ~llpOrti~1io profi..uion11l e cul• tur1d dos tral.ialhadore11 a ;;1 activid11-deii do ordem 10• cial 1 de~portiva o recreatl,·a; d) Contribuir par:\ ;; rrrni;Zto do mu clima de 11ii. c11111arad11• iom e eni;,a1a1neir,to en.tto totlo11 0111 q ue 9re&Um at:r• \·ii;;o JJ.a empresa para o nutn1;mto <la produtividade; e) 8ervir de elo de liga,;ito entro a Jireci;iio G O!! trabalha• Jore:., canali.::rndo para aquela as preten11(les, quei.xas e, 1ug:estoe~ t.hl.quele:; Iii v1.e('l·\'tHst1. i f) Solicitar a direci;lw informn\:f,es relativa11 1l actividade dll. en:lpresa., em eSJH.H'ial no quo Jirecrnmente diz res• peito ao ptui&on.l; g) Dar pa.racer sobre, todos Oil MillU0tos para que seja co0· 1:1ulta1la pelo dirocivr. 3. A Comh,11.o doll trnlrnlhaJGres uprovar~ as uormas do seu funciouameoto intorno, JV 01'1 lnlerven~!io do governo Art. u:.~ O Govt:1rno exot·ee 11 tu.tolll. 11.ol/M a E.NA-Vl d~fmu1.ll" u quatlro no qual Bl!! Joverii de111;,nvolver a llUII. actividade de moJ1, 11 garantir a i1ua hurmonL~a-;il.r, com o ulijel!livo de pol/lica econ6· mica global e Kecturial estnbelecida.1 sell\ prejufzo dn autonomia oeeeda:irin a urua gtistiio oficionto. Art. 1:1.u A entitlade de tu1el11. da l~NAVJ, t; o Millistro tl.o Dosenvolviurnnto Rural a quern compete o,iiecialmonte: a) Aprovar a org.ii.nica da empresa e o seu regulamento interno; h) Dar directri1:es e iostru~•Oe~ g1mtliricas ti <lireci;iio da ampresa; o) Eidgir todaa as iuforma~l'.le!:I ou documentos julgados Uteia po.ru atiguir " IJUA o.ctividc.do; d) Ordeuar inl!lpeci;~0s e inqu!?ritoa ao sou funcionamento sempre q ue se moatre neces~ilrio ou llt1l; e) Au,oriza.r ou aprovar 01 actos expre1110~ no arti~o 14,", destes e:,tatutos. Art. 14.• Ser!o euti.da.d6 de tuteln. aa guintes mattlrins: obrigatoriamonte sujeitos a a.utoriza,;ll.o da \)l'.G\){H~¼!'. D\\ ,te.c\~t\~i d~ di.rnc..:;.i,;,, -r,1,.<r, w a) Instrumentos de ge1tiio previsiooal; b) Doc11mento1 Jo pre11tai;iio Je co1itns; e) Con11titui1;ii.o ,le rnservu e aplicar;iio de resuh11.<lo1; dJ Programa do in.vestimeutos e Je financiamento; c) PoH1ic1~ do prot;o1:1; f) Estatuto t!o pel!soul e polltica salarial. V Do pB.lrlm6nlo e do ce.pl111J An. 10.•-t. O pa1rlmOt1!0 da ewpresa C: con~tltuldo pelos hens e direito, adr1uiridos ou contrnllios para ou DO exerclcio da sua a.ctividade. 2. A eropresa proeedent anua!mentt1 a avali11,,;il.o do aou patri wouio. Art. lG,Q Coni.tituem receita, <la ENA VI: a) Os rasultadoi; J:,, .sua activid1ule prOpria; h) Os rondim(;rnto# do 1,,.,.. pr6prio~; r.) A11 cumpartieipai;:Oes, a~ dotar;Jes e o~ 11nh11iJioe do Es 1a<lu uu da outras eutlduJt•s pllhlieas; lecidos e de modo a garantir a sua renovação. 3. A empresa pode constituir asprovisões que o Conselho de Direcção entender necessárias. 2. O valor anual das amortizações constitui custo do exercício. 3. A empresa pode constituir asprovisões que o Conselho de Direcção entender necessárias. d) 0 produtt) de aliona.<;io <le lrnaa pr6priod e Ja consii1u1 i;i\0 1le <lireitoi1 •ollre l'l\011; e) Doa~oos, har1rn\'1.1S 011 Iega<lo~; f) 0 produto do!-! ompr011timos que coutrair; g) Q1aiaq\'lot· outros rnnJ.im1:1nto,i ou valores proveoientos du sua activi,ikdo ou que vvi· lei., 1rnlois esti.tutos ou por coutrato lhe devam portencer. Ar\, U' ,° A ENA. VI, pude erJ1Hrtm <c\ill\lr.;\lti.UlM a. <.:Utt•i, m-.\ <lio o loogo pruw, em mot,1Ja aaciunal vu !il~tr11.ngt:1ira. Art, H:1. 0 A empr.:11,.,, podo re1110LtJ,. do !!!~tu.,lu ,,-1. du outra,.. entid11Jes p1\.hlicbs, eiubsldicm ou UUlprt'.lelimoi! sew jur(,s, llVil 1er ruo11 <las Hu.sotS Gere.is JM ~~mpresa.i; Pll.\Jlicu. Art. 19,~ 0 c1:1p1tal ostatut:irio Ja empresa tl Jo de1.a5sete mi• lhi'\09 ,1., <il"-<!ttdn~ 1,1t,dwQ!lt<> r,u,11:,md<-'w plJl<.> R~tado. VI Da !IEl.stao ecori6mica e f1nericeira Art. ~O.~--t. A. ge,\;\i"H) et'.OU6mica e fin11nceira <la ENAYl J Ji;,ciplinada p@los 11eguinie,1 inHtrnwento:, de geBtiio previHiunal; a) Plaaos de activiJaJes aauais e pluri1rnuaill; b) On;awent,:ni ,..uu."'1a de e:.i;pl"111.,;;/lo:, o .lo iu.vu:i1timeulo1, 2. Os Jocumentos u que 11e refer,, o pre:Hll-lte artigo 11er8.(J 1111b matido~ :\ aprovu,;;iio da tutelu ate 30 Je Novornbro Jo auo 11ate· rior a que se re(erenL V.11 De~ amort1za~61.1:1 e provi.s6es Art, :!1.,;•-1. A tunortiz1:1.ciio do1 b011~ lll('.IVAlt1 0 imOvei;i da OII1pre~.a serii feita de ao.::urdv com os criterio.1 Jea11.lm.e-nre t>Ho.t..e-· w.\rt. 22.D A ENA VI, Jove constituir as aeguintos rosarvu e fundus, M qua.is terho o destiuo e~tii!m!P,,cido na lei: a) Heserva geral, constitulde. JJeia. ptirte dos oitceudentel du £>J.erdcit>, nnnc:i superior a \0% do11, me1nno,, po, dendo $Cl' utllizada para coB:rir eveutulii~ prejul1.011; O estatuto do pessoal de empresa rege-se pelo regime do contrato de trabalho.regime do contrato de trabalho. 2. A empresa criará progressivamente condições para elevação do nivel cultural e para a formação e aperfeiçoamento profis Ao Pessoal da empresa aplica-se quanto às respec o regime fiscal correspondente ao dos traba b) Fuudo para filu 8ocia1e., fixado Cimjuutti,meota pelos Mi• ni:Hroe do De~e11volviineato Hural e da Coordena.cno 1'!oon0mioc. om poroont.i.gom duo !'btrnlt11Joo llquicloa, para melhuria da~ condi,:Oes de traha!ho e forneciornnto do beueficio0 ~ocuii~ otl aervii;os colertivo1 ao~ trnlm lhadoree i t) Fundo di,) m.ilhQrll.m.:iuto. fi1adu IH}~ twru1ou dn 1.1lii:u1a an terior e destiuado ti rMlizn~li.o Je heneficios ou de pe" (Juenos inve~timentos. Vlll On preitru;llo de contu Art. 23.•-l. A empresa elaborarii, com reforen~ia a 31 de Dazembro de catla, uno, 011 seguintes documentu~ de pro~ta(,llio de contal!; a) Rolatorio du diroc,;:LJ.o com os olo.ir1u.111to~ ue('03llllrios a 1lrmc 1.preclll.~iio oliject~\'il. du. ge~tiio; b) Ba.Janco e JeJJloostraC:io do rosu!ra,lo~; c) Mapa <la urigam a aplicai;ii.o de fundos. 2. Os documentos iudicados no uUmoro uuterior e raferentes ao exerclciu terniina<lo em 31 de Dezernbrn, :,i:!til:o remetidos au llioiuro Jv o~~.;tn·v!viru. .. uk l!u,,..L ..,,~, ::1 J.; lJ••\'~" J,;,- .-uo ~.,. f'Ui1J!o!. ti. Os JvcuD1<:1ntos do prcsta98u de contas sttriiu pubikados no Bolt.tim Offrial a oxpensa~ dll. empre,6a, 11ional dos ~0us trabtdhadore11 . .A.rt. 2S.• tinrt r1Jmunerai;tl<J11, IX Do pusoal Jhadotea das erupres11.s privtld1u1. X D1sposlr;Oes Oiversas Art. 26.· 0 a.no social e o ctv11. Art. 27.•-L A empresa ohriga-110 peJa as11inatura conjuntl'I <lo director e de Ulll ontro membro do Conselho de Direet::io. 2, A erupresa nlo pod1rn\ eor obri~aila em actos ou contratos estranbos ao eeu objecto, sob pena de uulida<le, 11am prejufzo do procedimento ciYiJ, diselplino:r e criminal. Art. 28.g O director corresponde-rn <lirectamente cow qaai11 quer entidade11 pUblicas ou prm1.J,'10, Art. 29,9 O director poder/J., ouviJ.lo o Coni:;elho de Direccio, constituir procuradores ou mandntii.rio~ ':!S'(leciaia1 neles oetab1le cendo os poderes neee:ss<lrios, Ari 30, 0 A fi<i<!.11li,-,.,:ii.o fi11111.tli',;ir,. dn 1,,n1:,pro,fl ,', 3nr<tr1ri,h pelo Ministflrio da Ooordeoai;iio Econ6mica. Art. 31.• As JUviJ11.11 e c"aos otni~soa 11u11cib.du11 pola nplica,;.:io dos preeeote!I estatntos serii.o resolvi<loe polo Minietro de tutela, onvido o dirAMol'. 0 Ministro do Oeseuvolvimento Rural, Jorlo A,r,i,·fl Silva..

Decree No. 33/79 creating the National Corporation for Poultry Breeding (ENAVI Empresa Nacional de Avicultura) · Nelum