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قوانين ساو تومي وبرينسيبي

Decree-Law No. 55/96 establishing measures for the prevention and control of salt quality for human and animal consumption

صدر في 1986-08-19 · النص بتاريخ 2026-10-01

القانون العام والإرشادات الرسمية منشورة بوصفها أبحاثاً. ليست مشورة قانونية أو ضريبية أو مالية.

البحث نفسه مكتوب بالإنجليزية. العناوين والوسوم مترجمة؛ أما النتائج والاقتباسات فغير مترجمة.

عن هذا القانون

العنوان الأصلي
Decreto-Lei n.º 55/96: Adopta medidas de prevencao e controlo da qualidade de sal para consumo humano e dos animais.
اللغة
Portuguese
النوع
قانون
المنظمة
European Union
الدولة
ساو تومي وبرينسيبي
الموضوعات
Livestock, Food and nutrition
الكلمات المفتاحية
animal feed/feedstuffs, animal health, public health, authorization/permit, transport/storage, internal trade, standards, condiments/herbs/spices, food safety and quality, food additives, packaging/labelling, food fortification

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  1. ~-­ ~~ ( ~\ N~r:~reir::i., 29 de Kovcmbro de 1996 --- - -----•'------- --- Número 14 DA -~ ~.'~~ .. .., . • : 1(1:'fd• J;;.. . ~111 • > REPUBLICA I , ., •. r1:t~ .... , •. 1:.hc:u. 1(!'31 t-••f'.lfh .1 ptibt!, ':t'~4.1 1!" • • ·, :~1.-,., ! lfJ 1, ,i,, ·ó d .. l.rp·. • •1•··• . :, !'l•,t. í•t .tl~.:.ti:::1 , .. 1, . ~: .. TOffiÉ 1, ,,, uu, .. ~ fl~ rP. m•''"'""'• d,.vt• !('"I ,:1r;\l.ld:r. •• ~l"'t.":'t • 1,N,tr,,. do P;\ fs . .... .. . . lJIJ . ~!'lrl:-. Guol ,lo .Miril~t6rfo rl,, Ju:t;t.h;:l -- t-":1rvr: Ptt,MI u. o 4 b Tomé No ~,tralii.::eho inr ,ulndu ,-... Port<> . , .. . . . . . . . . . iõu. ~­ b.. Z,50.00 ' ··J r- ,c;,,,:u,..,'·.u,- ~•.;:.:. .. 1, 1. conr:,r.,, 1 ··, o11()t.r,, : • ·,r,•('~ cJ,a, •• nt:rwJo u n(111,llo :l.lg•l '\: :tl!l":1 rmb1;t'.:ulo. ,r.,u •.tt • r.:!Jr," :!o p r"Ço du ~tnatcrlii" rt r~ do P•~:., 1 •• o ,-t<{ti t r:ii: tl.a t'! ••••pôrl,!no•u i•r.rr. õ r.ar,u --h· 1•orrtlo. --- 1 ateto,u,,an kr,•!o rln " '':::t o•:J\t1, p r•~1'fl\•,~ !l n!~iu. ~.,. OP. mímC"roa (lt1bllract,,1 AfltP,. ,lf" .-r to1:1aJr. , ™'.. lc.utMr.~ f',,,. <o.~,ldcrn.dos ,cndn nvuJ.,:.i, . • 1 .;;;er~ .• . ,; :t,:•,;,. • eu \'•·:- ,-;.p."'l,:n 1H11.p:nn•-:,-l t:i:..r i, • SUMARlO Conselho de MinistiOS Oí'ct..to-Ll•i n.0 55/90. Adoptu mrdic.losrl.~ p rcvt·r.,::1o P. çnn tmlr, c.lu qi,.:.ilidud•• ~ f" .;ul nn1·..1. con~unv, huln,..1tv, ,. ,l, ,s nuin1ui~. Dc:crt>to n.0 56/96. ,-.. G,,n ,;idt>ra vinculodos no qnach~, dr, pessoal <lu Policiu Kaeionol ns agt>nlcs du Pvlíci n ei,l inissõ.o du Sorvic;o n:1 Migruçilo o Fnmtcirs. ~ Doci:eto n ,0 57 /96. ü ú. p,,r fin.-1., a comL%'ilo <le se:Ti1'' dn ~eP.h,-r Carl,~ A!. bertc• R0<lrig,1cs Trig,1t in,,-, dJ cargo de Dirc.-tor dos , Assuntos M ultilo tcrnis elo l\íinistório dos N egóci0S E>i- uungeiro,; e Coopcroção n n omeia a Sunh0r:i. Elüm P.!rcirn Afo11so do ~rroiu paru u referido cúq;o. Dr.'l.Teto -.0 58/96. Apiiova o quadro de pes."oal <la Dire<.çii.o dos Serviços Prisionais e do Reinsorsüo Social. Ministério dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Direcção dos Serviços Administmt.in>s e Consnloi·es. l\finistério da Justiça, Reforma Adrn'inistiativ~ e Administração Local Direcç;o doe Serviços Prisionais e d e Réinserçiio Social: Coom~rativa dP. A rt.As l;ri fima.q " , ... '·--- CONSELHO OE MiNlSTROS Decret-o n.0 55/96 Oonsiderr,ndo M resoluções dr. Cimeira. Mundial sobro r, Infü.nci~ e da Conforêncie. I:utm:naciun?.l sobro a Nutrição; Consiclor~ndo i,. urgonto nocossidr,do elo l'\e o1i­ minn.r :.>,s <loonça..s ca.us2..l1e,s pela. cru.·ência do iodo; T\)ndo om conta c.s graves consoquêncir.s doss::. ca.rência; Atondendo que o sv.l constitui moí.o pa.ra absor­ ção de iodo; Torna.ndo-so necossano a.doptr.r modido.s do provonçl'i.o e controlo da qua.Jidc.do do sal para consumo humano.o dos ~mimais; Nostea termos, Usando da faculda.do conforida. na a.Iínoa d ) d o artigo 99.0 da Constituição Política, o Governo da República. Democr ática 9-e S. Tomé e Prín­ cipo, decreta. o eu promulgo o soguinto : CAPÍTULO I Artigo 1.0 D ifinições 1 GS l. Sr..1 - snbsi;ância. ntiJiz2,cb })<,rr, con.snmo Jrnmano o m1inw.l t2.mbéin conhecido por s2,1 de snlga o- seilmoura.. ;;i. Srtl Iodizr,do ~ ;;,rp.·.oio qno foi onriquocido 2.doqv nrk,ir.onto com i, ,(l.,:,to do potfa;sio, como m1:io do ('.Oinbr,í;n:,: ,,,,, de;fir:if:w•i:,,s cm iodo rosnl­ tmltci::: de um11 humfü:i(•nc:ip, ou jnoxiutl'ncfo na d.iot,H,. :3. If.•C!:(1i.iT'ú ~-- :\ .h<•:c, ; ·(,,jr:t:-,(1.n ·p(I: .:', ,;ij;i1(:·,d0 '"' -'. . , 1·,·11,r,1,'..q;1 '.,1J (jl; , , ll (;Yi1: ;::,, ]'"1'1,o J.1.:·,i:: i;uilJ;1J;~i-"U;'.:) i): :. :e inüi,·r,t gwJ c1 y::J j'1,i i{,i.lizr,fl1,. Objecd.-ro Ficr,m úritr,bolocicfon f',S 11c,nn2,s ::.·olr,tiY.?,~ à ix .. ·o­ •luqíl.o kcal, im1Jo::.·t2,çíto o di:cõt:.:ibui<,:ão do si',l iüdize,Ju p<11·1:., o consumo hum2,no o dos animais. Âmbito de aplicação As noxwr,s são i',p1icz,d[',s om tc,dc, o to;·":itó:io nacfon<e,l o ronpoita a tc,do r,r,l iodizr,do utiliz.,cio pr,rr, o consumo hum2,110 o dor, mümr,is do:Jdo a prodw;ão loc2,l, imp(Jrtt1,çi10, ombtilr.gom, .12.'nw,­ ~'.,filr:,gurn, t::r,nr,pc•::.·te o Vf.,nck,. CAP iTl'.LO III Princípios Gerais .A:::tigo 4. 0 Obrigatoriccfacfo de ioüi.z~,ção de, sd Todo sd clod,inulo -110 co21snmo hni:.0 m10 e do:1 :,niw.t,is clo-•,:o SüT i,r,l i(JdizDdo COP1 iod,·,to elo p(>t;Si;Nio elo ~:.conlo com vs rúvo~n Ol;pocífiuc•fl c:;t<.~­ bolocük,s no p:;:csonte cloc:r.oto-lei. ,,Respon.sabiiicfade do Governo l. O -·G~vorno zpoi.'1 o incentiva atn,véf.l dos tm~poetivos }Iini'<!tél·ic,s e Instituições t:.s soguintos ároa,s do pI"Omoção do sd iodizr.do: a) Na ároa do produção local, im.portação <lo sal íodiu,do -Ministfa-io dr,:> Indúst1·1<',~, Coméz­ cio o Turismo o Câm2.!'& do Cóm&-cio, Indústria, 1\grioulturr. o Sm:viços; Ç) ·b) No twnsporto, :;;r~z,z onagom o distribui- .~ff• --·~--- ~' ' D ú N DLARIO A R!Sl" llLi, , e) No cont1·olo cb qnrJidr,do-1Iinistfriu rh S11údn; d) P;:,.o,:Q. n info~é·ntr,ção, fm.-mr,çi.fo o oclueaç.0.o pr,:;:n n Ge,údo - ::.\fo.1ÜJl;6:-:iv cb Cult1:r;.. e Com un.i­ cwç.fto Socfr,l, Müürrt.é,.'ir, cfa Echr.r·r,çi'ío, J'l!vr:mtmlo o Dü.spc,;,to, Minint,(~:·io él.w Ag:i:ic-,1Jt·L\l°[:. o I:'onct1s e l\IiniHtério ele. S,:.úd0. 2. O Sl'.Iiniroté;:io ct',f'i h•i!.úM'.,:·h:;, c(q,, {T( Í{, n T,; :;·i,:;n·O f.l ri Jli:.~i:Jfil•:·]u 1:,, ,'!;·,{,,,.,, i~".';•,:i ;'.:l\ ,; l'o::­ t:·r ,'. <', J 1< ;·, '.:111.] ,l, :ll ·, ,: '· '.; ·,rJ .. ., , ( i.( 1 :i "·· -, :, :r ,; •. i,,, ( 7 , n -:·, ,'., •-l1 j 2,:::;;m V(JJ!lO () i11 pi'.,(:to ,.lu ;!;'.,} j (>(LiZ:,i[,, :1;• ::(',Ú(:-., l ' -( 1', pop-,l!(:.~.:;1(). 3. O Gov-01·:n.0, .r.~t,:r-,v{,-; do Jii11jf,t(,;- \(, il.P,, 8c,úd.u, cl1.d:in0 [',fl 11n:,•n°.f',fl i·olr,1,i,-,,,:; r,r,\; mÚlrc,dr,:o dn i1,dü:e,­ ç:itn, n qn.Jicí.r,di; (,; ::ug-,,:,:t,nc,c', cfot> r,c.,t;i,,-id.:-,cl/)c 1'.0/r,ciPU<,dr,n ,:on, 1,::.·r,l1'.:i'( 1:.'110, disl,:; •il J11i~:iiu u Y-:i;.d,:. do 112.l iodizr,do. 4. So:.'.?, crit,cfr, rc,;• dn:1pncho elo Cl.1.n:"0 r1.(1 Co­ vo:.·no a ComifJIJâ(, Xr,c.i,,m·,1 túo~icr, do Ic,rlizr,ç0,o do Sal, intog:·anclo r,s I1,:1titniç?:t,r; Cr,~:cc1,.2,n·.ou­ tr,is e 11iio GoYo:.·nr,montr,ir;, Dor,dvrcn,, In:pc,;;:tr,­ donin, 011or,;·2ogu.c do cc,o:-:â;vnm: o sviH-i:;:-vi:ür,ne.r tc,clr, l?,ctiviC.r,clo do jmp0rtr';ç:Uo ou pc,ssívol p•:o• dução, p1.:omoç.ão o utilizi',ção -<r1o se.l iodizf,do. .c1..rt i go tí. o Sal pa,rn, co:;sumo !lurn!::.no o a.nima] Todo o fü',l .ir,1.pm •tr,cl.o pr,,:r-, u. nsnnno 1111.mr,nc, o cb.'> .?,~1im;;,is qi.::O 1:l.13ü c,J;•J<hç::, r,ü3 :~1J.Cj U!;;itr,1"J o:-;tr,bc,bc.,idos ;;:1.nr.tn ô.nç,;:uto-lc:i JJ<.',:·:<.', e;u:, ' N•H­ sun'.lclo nc, hüpúbli('<, Dcll'.üC'd,iiicv. cfo S. Tr,n•é ü 11 ' , b .,. • ·1 ' , ~-'ll1üJp0 om <•1'<, ;:1;r.1~011i1; <•R 1:11qi:1,;1 ,,~; ü.(, pr-,:r; ox,1f,·-'t"clc,~· ·,,:-:-() dvY·o J'<r;'Jl'"l1C•1•0'' Jl<J P"~" ,,,,,,, ~- , .. "' .. , ,.w , « , , , e,,~ e, u do - que r::@soni•a di2 . .c:. @ CAP1Tt:LO rv Norms..s Técnicl!.S p2ra. Iodiz2çffo e Contervzção do Sal Artigo 7 .0 Iodizaçffo l. No toz-mo do pz-ocoRso elo importação ou nos som:;onta dias r,pós a oxt:::-e..oção, o s2,l pm·a o con~ suruo hum.e.no o dc,n anime,is dovo cantor. iodo sob [?, forma do iodr,to do potá.ssio (K'foM numo, pwc011t::-,gom não in.fo::fo:r 2, 60p.p.m. (phto por N~MERO 14-29 DE NOVE:3-!BRO DE 1996 2. No momonto do 2..-:rue,zonamonto ou do. dis­ trilJuiÇão o s.:.1 dovo c~ ,ntor porcontr.gom do iodo não inforio1· a 60p.p.m. ri.0111 supo:áor & l00p.p.m .. Artigo 8. 0 A cor do s21 .A cf,r do 1ml pc,l·a cow"umo huni r,no o dos ,;,nj. mr'ii.':, dt;VO 'stJ-? b:.:c,nc::-, elo tr,l mocl.o quo r, sohcçi;;n 1.08c1ltr,nt;o dr, cliJls(Jlução do md cm 100 ,nil do 8gua dostilt,da, dovo so1· Jí:rr.pida. o incolor. Artigo 9.0 Jeor de humidade- O tom· do hnn,idr.do não podo so1· snpm:ior a 3-5% do peso do sal. ,Artigo 10. 0 Forma do sal 1. O sal não rofiw,,do <lovo e,proscnte.r-so sob o forma do cristais do cor branca. 2. Não devo conter impu:roza tv,is como ru·gHa., cascdho, out1·0 tipo do sais ou c011)os ostnn.J.hos. Artigo 11.º Tamanho das partículas -An partículas do svJ dozom po;;suir um tr,ma­ ~-·10 tal quo 95 % possr, pÚ.s.r,;: numa mr,llrn do qua.txo milímotxos (4mm) do diâmotro. Artigo 12. 0 (s7 Composição do sal por peso N8, sua. composiç:5:o o s:1:1,J podo contot, om pro­ porção do sou poso, no mínimo 96 a, 07% do doroto do sódio (N'a.cl) e no máximo as svguintos mit1turas: c,) Cálcio (Ca) na proporção do 0,2% b) Magnésio (1'1!.g) 0,1 % e) Sulfatos a 0,5 % Artigo 13.0 Conteúdo em iodo - ' , ......... ""' 169 2. A dosa2:om mínima soi·á do 60 p ~ .p.m. por grama sal. .A.rtigo 14. 0 Processo de iodiz2.ção Tr.-r,tr,:ndo-so do r-:e,l oxh·r,ído na Hvnúblicn • Domovl·l1tir<1, do S. Tomé o }1:; •íncipo dcrvo:·-o{HÍ, :w1;1)0it;;,1• v,s 1101·rn.J,s 01:1tr,bc,locid;;,s no F·e;s.nnto do(;rnto-loi. ,,, CAPÍT:C,'LO V C±J Conservação e Transrorte Artigo 15.0 Em.pacot2,mcnto J !. Todo o sul iodizç,do dc,vo sor 0111 pacotr,do em sacos elo r,oli12~;opilünn da l',lta. donsideido ou out:::o nrnto:áal quo g.?,ranta a retenção do iodo. 2. Os sacos não dov&m coutor acima do ~5Kg dó sal iodizado. Artigo 16.0 Rótulo ., Todo o pacato, saco ou outros quo contonha sal iodizado <lovo to:;.· um rótulo quo podo sfl:;­ impi-osso ou colr,do o pormitíi, uma fácil icluntif cv.ção do sc,l. Artigo 17.0 Conteúdo do rótuld Os 1.·ótulos dove-m contol· v.s seguintos indica- ções: a) Sal iodizado b) N.0 da. licença do produtor o ori.gom e) Mês/ano do produção ã) Loton. 0 e) Agonto iodizanto: Iodato do potássio f) Contoúdc de iodo---p.p.m./g g) D&ta de oxpiração: 12 mose-a após a-data do nrodnoão / 170 Artigo 18.0 Armazenagem do sal 1. O sd jodizcdo não dovo sm: oxposto 2, que,1- quor condição quo clto:;.-o o contoúdo om iodo : a) Exposição a luz do sol ou a, grl'..ndo intonsi- dcdo do luz b) Alta. tompora.tnra e) Exposição e, chuva d) Conte,mine,ção com pooira, outr&s pe,rtí­ culas ou substâncie,s e) Vont ilr,ção ine,doquê,de, -f J Tompo do 2.rrn2,zon2,gom sv.porior a 12 moscs g) Arnu:.zo~e,gom a céu e.horto. 2. Todo o sr,l iodize,do dopois do to~ sido dosom­ p:ê!,cOtê,do o oxposto om conte,cto com o moio ambionto não pc,do v-olte.r e, sor ompe,cotr.do som previ2,mouto z.na.lis2,do o nívol do iodo quo sor contém. r:71 3. O se,] iodiz:.,,cl.o o 6lllJ>2,COte.do dovo sor a.rru­ \!ie,do om pe.lotos do me,doü.·2, com uma e,ltu.re, mí­ nime. do quatro contímotros (4cm) acima do nívol do chão. 4. O sal iodizado dovo sor 22mazone,do om local sopc:,:cdo do Gal niio iodize.do. Artigo 19.0 @ Transporte do sal iodizado .l . O sc l io<lizr,do dovo se~· tre,nsporta.do de fo::JrHJ, r:, p,.·o:;m:vr,:: a. con,posição, q11.2,lid:.-,do, p i.1 ;,:ozr. e lin.pozr, do p:,oduto d e. cc1n ta.1u in2,ção do r?.g1,ntos noci,·os 1: g2.r:::.1itil· 2.s f:ucs prop~:iod::-,doa nn tritiv~s. 2, O sr,l iodizr.do não dovo sor tre.nr.poz-tr,do com sal não iodizulo o o sou trê,nspo:::Le dovo somp:::o svz p:::io""·itá.:;:io. 3. O s2,l iodiz2.do do-vo scn: p:'ic1:dzulo na sua dose.lfar..dog&ção n::.edü-,nto uma liconçe, do z,u.to­ riza.ção, omitido polos so::;:viços de,s .Alfân dog2.s, cumprindo-.so posto::iormonto os trâmitos Ioga.is aduanoiros. 4. Oa sorviços d&s Alfândog2.o dovorá cont::ibuir ' DIA RIO DA REPÚ:BL IC.A" 5. Dm:mito a dosca!'ga. o cc,rga do so.l 'iodiza.,do, não é ponnitido o uso do ge,nchos ou que,inquo:r out:i:os inst:;:u.montos pontfagudos quo po:.:igam a iJJtogúde.do dn. ombr,la.gom. CAPÍTULO VI Análise do Sa,l, Fiscaliz~çiio e Licenciament.o Artigo 20.0 Obriga.torieda.de de analisar o sal Todo sc,1 pe,;::?, conr,umo hum2.no o dos 2,nime.is dn·o r,o:,: objocto elo análisos pe.:::-a. vfüifi.ce.çã0 do nívol do ivdo. Artigo 21.0 Entidades competentes pa.ra análise O Ministé::io dr, Sr,údo o o Minfot0:::io dr.s Jndús­ t:;:ir,s, Comé:-:cfo o Tt=.:::ismo, cri2,m 03 mccr,nü:mos p2.rn p""·ocod.o""· 2, 2,náliso do sr,l iodize.do e dofi.nom as norm2,s d&;"s :rnfoi:-icl.2,s 2.nálisos. Artigo 22.0 Entidades fiscalizadoras 1. O Ministério da S,,údo o o Mini.stério dr,s I ndústú2,s , Comé::cio e Tl1rinmo e,tn:,vés elos soun órgãos fü;ce,liu,dorcs prncoclcm 2,0 contrnlo cb e.plic2.ção d 2,s normas do prosonto docroto-loi. 2. o~ direitos o obrig:.>,çcos, 2,ssim como as nor­ mc.s técnicr.~ O do co12du.t2. qt; O rogom a a.ctivi­ dc.do elo Fisc12.lizr,çiio so:::á. objocto do Bogub­ m.cnto p::-óprio. Artigo 2:t0 Poder legal de f iscaEzaçã,o 1. Som prejuízo do que ost-i cstr,bolocido nr,s alfoor,R e) o 1·) do ê,:::tigo 7.0 cfa Socçã.o II do cr.-pí­ tulo P1·olimin2,;.· do Docroto-Lei n.0 59/80 , no âmbito do fisce.lize.ção :,:02,lizr,r-so-ão innpocçêos o invoi::tig2,çccs ;::-clr.tive.s e.o cv.rr.p:::-irr.onto das disposiçêos do prosonto docroto-loi. 2. N 2, a.ctivid2.do do fisc2.liz2,ção, os fu!ce.is fazom-so 2,compz.nh2.r do um Kit quo p<n:mito ,NÚ]tER,O 14-29 DE NOVEMBRO DE 1996 171 ;-:;. Pe.rv. ca.de. m1á.Jiso quo dotormina qno o sal nii.o ronpcita. os requisitos Iov,is, o fisc2,l devo 1·oinot0l· 2~ e,moot:c2.. clo. lr,bo:,.•r,tól'io compotontr o o~·ionta.r a rmsponsão do vonde. do rofol'ldo s2,l. 4. Caso o fabo., 2,tô,.io compctonto con:finnl) qi:o o s.::.l não 1·oüuo on roquinitvs logaif;, dr.,vo so:,, p:c:c,ibicfo t'> Yonda do mosmo, p2,:rr, o couuurno hum<1no o mümal. Artigo 24.0 Disposições gerais l. Nunhum im})ortr,dor ou produtor ou dist:.•j. lrnidc,2 do :.:r.l pc,do opo:T,r r,r.,m ostz,:· dovid2,füctnto autoriz~do pofo onticlr,clo corn.pctonto. ,......., :Z. P2,:.·2, ofoitos do disposto no Ponto 1, e, c,nt,i.ch',do con-.potoitc pf'.:•2, liconcfr,1· z, e,ctivitlr,do cl(,11 2,g1.,11tcs :.:ofo:,:id(,:., 1:0 nÚn!O'.W r,nto;;·ior é o Ministél'.iv das I:ndústrfati, Comél·eio o Tm·ismo. :3. A.s nm·m 2.s robtiv<,s l:', concossão do li e-onça. sfi:o objocto do l'oguJzmonto p:i:óp2io. Artigo 25.0 Intransmissibilidade da licença Som p:::ojuízo do quo fica ost2.bolócido om :rogu. lr,inontc,, a lfoonça l'úEJpeite, aponas a ponnoas sin­ gufo,:::os ou colocti-nts. & q't:Om foi concodi<la. o é vá1icfa pfil•a a. à.rm;, que ncfa vom fixr,d.a, não p(,dündo sor tl'r,nsfol'lda p.?..õ.·a out:::as possoas ou ~-íliz&da om outrn loc.i:>,1. Axtigo ~6. 0 Y afofa.de da licença A lli ,0:'iV}[!, é ,-{dúfo J)()!' um J)fdr>do du um r.nr ; -e cfon1 ;w;,· :.:nnr,n.,ch::, .r..té quinzo <li.r,s .::-,})ÓS o tu;:mo d,-::. sua \-,.-.,1iü::,de. CAP[Tt:LO VII Transgressões e Responsabilidades dos Transgressorcs Comoto e..quolo quo uma po:, Artigo 27. 0 Conceito tl·2,WlgTOS.são administ!'E.tiva ~?ç~o ou omissão, intoncivnê,1- a) Importm: ou pzoduzir sal paJ·& consumo humano o animal .som rospoit2.r r,.s normas rofa. tivas 2, composição po:r poso, too--.t do humidr,clo, forma, tanrnnho, pu;,·oze. o contoúdo do iodo; b) Lnpm:te.r 011 pr0duzir o 1::e,l ombv,lr,do om ;,·ocipit-,ntos ni10 ::-,p::C•l)l"Ü',dos o .som ;·espoitr.r as qur,ntick.dos p01· poso que nobs dovom odar contidf'.s; e J Não idonti:ficnr o p?oduto rr-c:di.,,,nto- a apH­ cação do rótulo::; ou otiquo-t2,s quo pm·111ltam conb.oco:r- os ck,<los nolo contidoR; d,) A:::m2,zorn',l' o B<'J iodiz2.do, BOm tC\'i11oik.r : :a,s ec•nt.l.içõof} ostçJJolüci<lr,g no e,rtl:;o 18.0 ~lo pxu­ scmto docroto.loi; e) Tt<-',nspm.·tm.· o flr,1 i0dizr,do, üm d(JflTnr~riCltr.· do quo diripôo o r,:;·tiigo 19.0 do pi·osonto- do-urntr>­ -wi; f) \on<loz p22r. consumo humano o c;ni.ir.er! s2,l não iüdiz2,do; g J P1·o<luzir, distribuir ou vc-ndor o srJ iodi­ zado som ost2,1· habilitado com a compotonto Iiéonça; h) Pormitir quo out:com uso v. liconça; i) l.:sm.· a. liconça fora da áxoo.. pm·2. quo foi conco<lid&; j) "("s::,1· a liconç.c, fon1 do prn,zo do ,ralicfo..dry. ... .\J.·t,igo 28. 0 Coimw 1. As tI·e..nsgrossCos r,drninist:rr..tin,r,, prnvistas n.0 p::.•üs<.,nto cloc::.·c:to-loi, são ptrnidr,p, corn rnul~~~ , .... , fi.x;;,,· \rnt,I'O- nm mínimo do con-.. n:..iJ (lOO 000) ,, ;;m rnúx.i1110 <lo- um milhi.tC, (1 Oúü 000) do D,-:-1,r ·,~. .'2. C'-í! fü,,ct(r1i o;;J;.:::-,hdr;oicl<.•S 11,C> D.ÚI"CC(· ~~111 .-,,.-: •. , p~;;r;a JH'.::·~ v <loL~-o t:,::'.t~,11<lo-fiü do.. fiúgm~de, ,.; , .• J,,a:>o '""'i'"" • 3. Em c2..no de- tm.·coira viobção, ha.vo:t6. (há) l'Ugr.2' r,o c::mcalf'..rr,ontv ela liconçr,, p&r.i:>. e,lém do ozta.tuído no n. 0 2 dosto artigo. Artigo 29.0 Nogligêncin. A nogligência é lovad.a om considfüe,ção no - .. 1 n bonoficio pa:1•a. o trr,nR grossor, B, mult& devo so? a.plicada polo mínimo pz-0,~isto. Artigo 30.0 Benefício So elo. t1[',nsgrnHbifo tin::r rormltndo bonofício JJM'2. o t:,.·p,nf\g?r:11110,: ~~, m11lt[', pncl(I, pm·D, dóm elo JJ1:ovistP 110 artig() 28.0, incluir tr,rnbóm o lucro obtido. Artigo 31.º Determinação da mcdid<!. da multa A multa dovo so:>: dotm•n1in2,da tondo om cont[', ,.,.. g:tnYiclr,do ele, t; ·1:,nng: ·e:rmffo, o g:rr,u dn ror,pons[',. Dilichdo elo trr,n,:-;0T0sso1· bom como a sua situar:ão D , oconómica. Artigo 32.0 Responsabilidade dos incapazes Sompre quo a trnnsgtessão so ia comoticla JJOl' monoros ou out:rns incap2.zo::i o so possa n,zoavül­ monte imputar-se a fo.lta de vigilância o de cui­ dados elos sous pais ou roproscmt-c,ntos Jogais, estos responderão poJo pe,gv,monto dEi, rospectiva multa. Artigo 33.0 Responsabilidade solidária das pessoas colectivas As posso:1s coloctizas logdmento constituídas ou não, são r1◊licl22]2..mcnto 70Sl)Ollf:D. vois polo [JD,g.u.monto das multe,s cc,:crospo11dontos, a.ginclo olus nossa qua,lidado o no intcrnsso ou 0111 nomo dob,s, 2,jndai cont2'ô ordons ou iw,t:rnçõos oxp:; •ofi­ sas rossalvando-so sempxe o ovontual dirnito de rocurso. Artigo 34. 0 Entrada em vigor Esto docroto"lei ontra em vigor na data da sua publicação. Visto o aprovado om Consolho do Ministros, em S. Tomé, aos 9 do Maio do 1996. -· O Pri­ meiro Ministro o Chofo do Governo, Armindo Vaz d'Almdda. - O Ministro do Estado dos Nogócioa Estrangoiros e Coopea-ção, Guillierme • Posser da Gosta. - O Ministro do Estado da DIA RIO DA REPúllLICA - O 1\!Iinistl'O du J)ofom::. o Ordem In1;oma., Ow·los Paquete Carneiro da Siha. - Polo Minist1·0 das Fimmçc,so Ple.nov,monto, Armindo Vaz d'Almeida. - O :ãiinü,tro do Equinr.monto Socü•,l o Ambfonto Aláno Jictrtinlw d8 Úarros Pinto. - O l\Iinüitr~ dri EduM,çi'ío, Juvontndo o Dospm.•to, Guilherme Octavicmo Vicgns d,>s Rmno8. ~ A :i\íinist:~r, de~ S;;,údo, FuJdfü•, o CundiçU.o FnmirthJ.f',, Fernandct Roncon ck Â:::c'/'Cdo. -Polo :JLinistl'o cJ.r,lJ IndúG­ tl'i8s, Ccnné:..·cic, o TliYÜ;rno, Fcrncmâa Roncon de A::::cvcJo. - O l\foii:;1;:: ·o do T; •r,balho, Sofrn. r.2.nça Socü,.l o Fo:o.·rn.:i,çU:o P:w:fissin1u"J, .dll,ino Germano de Deus. - O i\Iin.ist·o da Cnlturu, o Com1111ic~,çD,o S◊-cinl, Lc..dislau Predcrico d'AI mi>icia- . ..:.......... O Mil'.lst:rn da, Agriculturv, o Po::icv,s, Júlio Lopes Lima, da Silva. P1:omulgado om 1~ do Agosto <lo 109G. Publiquc-so. O Presidcnt.c! d:) Rcpúblic~,.1fwuEL A~Jos D.A. Cu~.lll LISDOA T1tOVOAD.L Decreto n.0 56/96 Reconhocendo-se que alguns agontes da Polí­ cfa, om comü.são no Serviço de 11/Iigx;:i,ção o Fron• tcil·a fica;.·e,m dosvincuk.<los do rospoctiYo quadro do pesso.;:,J cfo. Polícia :Nscionc,l <lopois <lD, extinçio da. Dir-ocçãO N2.ciom.i,l de Scgm.•e,nça; Torne,:ndo-so nocessúi'io reconsido:re,r 8 situD.­ çKo do modo a pc1·nütiJ: o vínculo na Políciv. Nacional; Nestes to:rmos, No uso d[', f>,culd.é',clo- !'.:0nforick, pofa ;11íno-e, g) do artigo 99.0 <la Constituição Política, o Govol'no d,.1, Repúb!iü:>, Do-mocrática do S. '.l'omé o Pxín­ cipo, decretr. o ou promulgo o soguinto: Artigo 1.0 Os agentes da Polícia. em missão no So:rviço do Migrnção o Frontoll'a conside1·am-se vinculados ao quadxo do pessoal da PolíciP~ Nacional mu.n­ tondo-se as rospoctivas patentes: Damião dos Santos Rita Comissário E milia.110 Viegas Fernandes ~

Decree-Law No. 55/96 establishing measures for the prevention and control of salt quality for human and animal consumption · Nelum