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قوانين غينيا بيساو

Decree-Law No. 7/2000 ruling on plant protection products

صدر في 2000-08-24 · النص بتاريخ 2026-10-01

القانون العام والإرشادات الرسمية منشورة بوصفها أبحاثاً. ليست مشورة قانونية أو ضريبية أو مالية.

البحث نفسه مكتوب بالإنجليزية. العناوين والوسوم مترجمة؛ أما النتائج والاقتباسات فغير مترجمة.

عن هذا القانون

العنوان الأصلي
Decreto-Lei n. 7/2000 - Estabelece o sistema dos produtos fitofarmacêuticos (pesticidas de uso agrícola).
اللغة
Portuguese
النوع
قانون
المنظمة
European Union
الدولة
غينيا بيساو
الموضوعات
Cultivated plants
الكلمات المفتاحية
pesticides, plant protection, standards, inspection, institution, legal proceedings/administrative proceedings, packaging/labelling, classification/declassification, basic legislation, governance
الفئات
agriculture

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  1. I REPUBLICA DA· BOLETI Segunda4elra, 28 de Agosto de 2000 Dos 1uur.1oJ para publicaylo oo "Bolc1im Oficial', dever.i Hr enviados o ori&inal c o dup!icado, dcvidamcnlc au1co1icndos pela en1id,de respondvcl, l Direc~lo-Geral da Fun~fo Publica - Repani~5o de Publicn~ilc1 -, a lim de se 1utorizu I tu• pub[ica~i!o. SUMARIO PARTE I Consolho do Mlnlslros: Decreto-Lel nl! 7/2000 • Estabelece o sistema dos- produtos litolarmaceuticos (pesti cides de uso agrlcola). PARTE II Mlnlsterlo da Admlnlslrar;oo Publlca o Trabalho: Dlrec9Ao Geralda Gestao dos Recursos Humanos: Despachos. SERViQOS AUT6NOMOS Conaelho Superior da Maglstratura: Dellberac;Ao nR 13/2000. PARTE 111 AVISOS E AN0NCIOS OFICIAIS • Mlnlslerlo dan lnfraestruturas Socials - Direc9ao de Servir;o Nacional de Geogra!ia !.Cadastro - Avlso e Edit al. PARTE NAO OFICIA L Mlnlsterlo da Justlqa - Cart6rio Notarial do Sector Aut6nomo de Bissau - Certldoes. PARTE I CONSELHO DE MINISTROS · Decreto-Lel n 11 7/2000 de 24 de Agosto 0 enquadramen\o \ecnico-cienlilico dos produ \os fitofarrnaceulicos, isto e, os pesticidas de uso agr(cola, e uma tarefa complexa que exige conhe cimento especializados em varios dominios (toxi cologia, ecotoxlcologia, bioecologia, etc. )e,correspon dentemente estruturas poderosas em meios e espe cialistas. · OFICI .. Numero35 Os pedido1 de u1ina1ur1 ou nfimcros avulsos do "Boletim Oficial" devem scr dirigido1 ~' Direc,~o Comcrcial da INACHP - lmprcan Nacional, &mpresa Publica -, 'Avcoida do llrasil, Apartado 287 - 1204 Bissau Codex. - Bissau Guine-Bimu. Torna-se posslvel esta belecer um sistema de homologa9Ao dos produtos fitofarmac8utlcos com base na lista posiliva das materias ·activas e" das formula96es autorizadas no conjunto dos parses membros do CILSS. O estabelecimento desta lista e da competencia comum. Os crite.[ios, u.s ·procedi~ mentos sao objecto de discuss0es no ·seio do ·eo.,. mite Saheliano de Pesticidas. O presente..slstema de homologagao visa resolver os ·problemas rriais· prementes nos seguinles principios: a) Garantir uma informa9~0 centralizada de todos os produtos fitofarmac~uticos que entram no Pars; b) Restringir, em -princfpios a utilizacao de produtos fitofarmac€luticos aqueles que sao menos t6xicos, atrav~s da classifica9ao da FAQ/OMS; c) Criar mecanismos de excepr;ao, q1.1arido de verificar a sua necessidade; · d) Estabelecer orientar;0e~ 1:.0JIL base nas direclivas da FAO sobre segur-an9a-11a armazenagem, no transporte, na venda, na aplicar;ao e destrui9ao de excedentes de produtos fit of armaceulicos e ~ uas emba lagens; e) Criar uma Comissllo que.....irlol!!a • repre sentantes dos servigos de Saude e Ambi' ente, com objeclivo de ac2.mpanhar de per to a utiliza9ao de produtos fitof ar·mac1h1ti•• cos e a sua problemaUca e estabelecer res \ri~{)es ou suspender a sua utmz.a~l!l.o quan do \al se \oma·necessa.rio~ 1) Orlentar a aplicac;&o dos produtos mo rarmac!'lulicos de acordo com os princlpios da protec9ao integrada. · Prev~-se ainda, no .caso de venda de produtos directamente ao agricultor {"ponteiros~ e outros) a figura da recelta agron6miia passada por un;i~~~;9nicib com forma9ao no don:1fpi.o ,d?,P,rotec;:9a9,Veq~,tal. Assim, o Governo ae·c·ret,:i,',nos termo·sjd~b~;2;'"de~ Artiga 100g da Constitui9rto, o seguinte: CAPiTULO I DAS DEFINIQ6ES ceuticos e I imllada ao estritamente , n~cef.?~~io, ,i::,aff\ ·'11< ter a presenga de (:pr~apjsl]\q ~ w~JutW{qis abaixo dos nfveis a partir dos qua is surgem prejuf zos ou perdas economicamente inaceitaveis; k) A.P.V. - Autorizagao Provis6ria de Venda; I) C.N.G.P. - Comissao Nacional de ·Gestao 1r ~r lf piARi}}GQ: ·1g ·-rr d"j• .T.\M. do-s.,~e~~ci~\S llr '1 .. .-{f ..... ~.j Pj ~a.el. I OS d~stedip~~~;~c~i~xi~ise: D .v., Ditecc;,ao da 1-~a~- · . W"a) to !j!tofarmjep,tico:=ir<Muto BJ fmico • n) P~icid.~-<? t~oiPes I• i~ e d~i ado a 1;.:.~A..(;-. bJP.l~gJ,g6.~ef.lln ado a: )!l, '--;· . . ts(q~s .A~~ s~! ? s.!ai:i9Ja.s o~prJ3pa~~s • Destruir os organismos nocivos aos vegetais e utili~adas para lutar contra os- organismos i.'aos1Ep'rifclutos veaetais OU p rot ege-los dagu~ I.es nOGJ~1..9§ g·g ae,c.~IJ.UU ~~s:,-~ c;f,o si,.P.r,o.g~,lQS • -~ .••• •= ·~-ii\ ·· ~~--~,· --- ·----.. ~--·-----.. ,ar,,,,azenados•e•dos•an1ma1s.-~ ---organfsmos· - -- - · · · ""' · · · - · ---· - ··· •• . • • ., - , . • • • 1 • c)x"rrrol'.:0'·'1f"'• 1 • Ex?rcer urn,;1..acg{lo-sQbre os pro?.l=!S.l?.Q~ ~Ll~IS!dos LI DA';i MPd'RiJ\GcAG: vegeta1si-!exceptuamlo as ,s.u bsta rw.1a.s JJ,VJr.1t)v.as.;1,rc·1 . · d d · ·•e· ,., ARTIGO 2g . Ass~gurar a c~nse.rva9.l.o OS p~o l !!.omtJ tats, -•-·-•·-· -·-------- -·-···--~~--~ desde que nao exis1a legislac;ao espec/fica ref a- 1. E proibido importar, fabricarformalarcondicio11qr cionada com agentes conservanles; ou recondicionar, armazenar, utilizar ou lanc;ar no Destruir os vegetais indesejaveis; '\ ( I•:,: ~, ~, •'I . -..) • ~e,$t~ui,~;1Pf!.f,\~,~ d~, 11v~get~is.: ~-Y0 ~.~~i.l~,h1JJ!TI ;<;res~lf!l!lm9r!n!;i§~~l~Y-~1;.dos wg,eta 1,sf.,);:i[ Sil {J213d •: ;::r:-b olnujna:i . . . . ... ,.,..,. · 1 p):: S:ub /Hf!.PPJ?s' .. ~9 tj,va (-:-.-.s u~iPtiicL,h1(miqr:9~ P.l9?ll\~mR•, ~ Y,i rJJS1 qp e ~~en; ~ f1J!~ITmcP.P9,ij.,O •)9J~reh 9:IJ•'.:i~RP~.J,[}ipA ,901)~,fjfl 0L!9a'?it?fPPr5 ,' 1~oq\yp,s~1•~e g~,!?1Li;;r; parlesi :, q,1;11 r;Y!8.9.~,\si1en Rµ ,rprody\~s y~g~tt~is ;; . c) Formula~ao ·::::r.:; ftHma·sob-a quaro1)estlcldae . ,com!:Jr,cl~Dfi:JP.P i ,i, · ''d)'C!l~t'.S.'SJ~'ComilEfPermartente-lnter Estado de Luta contra a Seca no''ffalie'r;10 (~:e1 'C'.S'.P-: ... z . .ccomlte:s·ci'h'eliano1de 'Pesticldas; '.i::6 fiA,O~~h(Q~-~lt?9,fb": ~.~; -~aqP,(~~Jihid as para a Agncullur~ e a Alimentaq~o· . : g). H0r[!Qlog,~G.1l.l?n ;,7-,rproc~S~R -.!?:\\lg 19ual as autorid~9.e,s [1~pi19,n,ais ,c.o,m·R~ttmtpvs a~provam a venda e ut11iza9rto de um pesticida ap6s o exam'e ;•de ')tf aaos' cientlficbs~ :co'mpletos , 'm'ostrando" que;o• pro"duto' e efic'aitpara O USO '' pre'vistcr'ti·n:fci 1apre sent a 1rlscos 1excessivos · 'para'·'a"sa~d1(hiJmana e)·animairou para o I meici" amblente: . ·h) Meio Ambiente - a agua; ·o ar, a terra, a ' ·, 1falinafe aflbta'stllvageni",'"assirn'c·omo toda a :felaQ~o 1 erilre 1't'isses' diversds'qHementos e 'fooa1a:u:i\a~~o1ei,s\en\e en\te<:e\"es e C) rns\o do~'brganlsm·osl\1lvos.. ... . .. i) \anc;p-tp~m~. np;m!=lrRado ,:,; !P'd;:i.:,a entrega Cl tltulo oneroso·.ou .grntuito; . , t • ., , "•.: ,J,)• t , 1 r, t ,-,Jhfro t,ecc;ao ifll~Qf~Pa.~ ?- ~P.IJF-.cWflo (.fCional rid~ 1u,m.~ ,cqmqioa9ao de .m~.~,\~~~i~l?iol6gicas, blotecnol6gic~s~:qurm.ica~ .•. ~yl~wa,.ls OU rela tlvas a selec9r10 dos vegetais eni qua a uti ; liza9~0°cie'iproaUt1 . aufmico's-~ fitofarma mercado todo o produto fitofarmaceutico nao homologada autorizadmpeloc.C.S.P. 2. Sem prejufzo qa~r~Q.q1petencias pr6prias da Secretaria de Estado do Com~rcio e Artesanato, a impo.rtac;ao de produtos filofarmac~uticos depende da previa autoriza9ao da Direc.g~,Q,,da. if?.ro.i~~JtJIP . Y,,~.~r1~'1!-,hP.t¥),,, R0~fv1lf1!1H,~fL0 ,9ig. ~gr,jc!Jll~ ~-~-•- .F}RJ;~q tas e veca tMAFv), segundo 1p m<?-d~;rp . .f.!~~~91 por diploma regulamentar-pr6prio. · · 3. A autoriza9rto p6dela'"ser concedftla-, a pe.ss.o:.. as slngulate's "ou' Calet::thfas;;,publlcas: ou- firlvadas, desde quesejam importadores lrascritos na-.Secr..etar-ia de estado do Comercio e Artesanato. ~ 4. A autoriza9aQ1de irnporta,cao tera a validade de 3 meses. .. ARTlGO ~?, 1. E proibida a, .importaglfo de-·prod1:Jtos fi tof armace\lti.P.9P:, J3~Jf;e,IP, i;\r»,ent~: ;t~x,icos ou alta me n te t6xicos classificados de.st .. 0--modo pela ,·organii:a<i'ao· Mundial de: Saude,r(OMS).~ - · I ~ ' t~\ ' ' • • 1 2. Em caso de .!1.Eg::e.~.sidade devidamente comprovada e a9 1~~ri. 9Pr~~q,,n3g, t ,~? Artigo 2g, pod era ser au1orizada a sua importai:;:§o. ARTIGO-A~ · · Na"'importm;ao · de ··produtos ··fit of armaceuticos deve ter-se em con~id1e,riw~a~ o estipulado no C6digo Internacional de Conduta para a rnstribuigao e \j\\\\-z.a~~6'·\:i~? e\;;\\c\bii~-pu\':i\\2a~~ "-pe\a F P..O. . ;'/\RTIG'd"l 5Vl . . - . 1. A Secretarla do Estado do Comerclo e 'A.Hesanafo ,C<a\'ra 1v'es~ da Dlr'~cc;ao ;Ge'rai do'C-om~'rcio, <"'{o.G~C'.)~)Mo'rinari'a If P~v: d~iNeglstos1proy'ls6l"ios · di/1mport1a¢'ao1dos·prbdi.ltos:filola'rmacrtutidos:)hQr h.Dlj ,rninif!1tlb :-0i 1 F'-V ,,''➔ :>i)bl"•;,\t, -:•n,1<'~ 1\51finp) 1 1·:•(f·:rA>,9'!\~9~,a~ ir~i(H:9-li c~?S .if.,,li~nd'?.9~~;;,j . • .. rFl~r) . ~nf prirria,r~i r,~ ... t;t Pi-Vii :-9fl~ ,,IWQ<!.~l~9.~e-~, 9~1, P.~9;~'=11915 fit of armac8uticos ef ectuados. 3. :AS(ht)lat{)detrer'n~ssa'ido pafs!de·;oi'lgeni e os respe0Uvos1rag1stos1<Je:,embarque dev.em~referlr que os produtos a importar sao produtos·ifltof armaceu.-,. ticos, devendo a !>):la• $\J,q~t~ncias activa ser iden- . tlflcada pela no~enclaturar v,ulgar da International Organization for sfana~rdization (JSO). .. ARTIGb'~62 · ·os' 'hroctu'tos 'fito.f:hrnEl'CeClilco's' im□ort.i.abs'P.' 6r·via telr~st7~ ·niahtldta1o~"i~1,i'itct'e·v'era'.tl1tf-WlcheEilaW· ser !'n's ·'eccjona"doi? 1·rew>'1 in"s'''e'c-aJF~Jl "'fbcl1lt~1i1 mor arm~-c'eWffcH~. ;tjo'e~ev~ra ~rtihcar1sB~~fao enf conformidade ·com ra Giutoriza9ao de irr'lporta9ao · emltlda peJ ;3,. Di~~F9.~~ 0d~a .~~? t ~.?913. o, \l ~g ~H1il.· .. . :A ~T IGO ,7.Q: . ;• Ff:a cfurando 9~s•r1pro1dUfoit ·tifof a(rr{a·cf~\Jtiifo"r/ importados na.o estiverem em conforinidade'1cotn1 ,f autorlza<;a.o de lmpo,rta9a.o., ,o.Jnspector podera·op6r se ao levantamen.t.,o1do; proquJo. ,r , 2. A Comissa.o Nqc.ional p,e,Gestao de P~st!cidas, atraves . ~~- D,ir,~~<-?f•9..: G eJal , d~ .. Ag~icult;u~a 1 d eve. cf1Ji99,~~Jar. p1 fo•~ot~o d~)?iR~P,tO :~~,·P.~f ~~e,1flgetrl' a cp.~t~ do Jr;nporfacfo.f!'ci.-entro d~1lmip~azo1esl.i.tl~le'c.ldo~ · . . . .,. c/,\PI:r;u(o .11.1.,. QO,P.,,IJ•J~~;E;g,TO~F~;QE;PROQ~JiQ?,< F\J:PiiAR.MACEµTtCP.S1 '!IX AJ\T)~0/\ .. 82 1. Os 1 lnspe'dore~ de1 pJdduio•s1ffltofar?tfaceulicos devera.o ser nomeaggs :nq-1qu,adro dos funcionarios activos afectos ao Ministerio de Agricultura com ~~flti~~\~;~i~~~~ :~r.~I~ !~l~'.f.~f~}~C~.~? },~£? t~~'sffi ob~P.~~ijge,m9~t.,1,l;l.c;>1,d,a~ .. -s4~s . .f4n9o~~c;~e,¥..ru 'lj)J,[i munidos ·de carfa.o de tdentifica9~0, tje in . c ... ~r,· produtos fitof armaceuticos e estarern I de'v1' amel)t'e credenciados para'o' des'errip'e'nho das suas,.fun.96es que lhes cabem nos termos do·presente 1dip'lorr1a • ' 0..,,) ; ,. • .~ ' • j Ji ,5··r. .... 1' . 2. Os lnspectore.s.., d~;pr~.dl!tos filof armaceuticos mm llvre acess9 no desempenho das suas f un90es aos loqaisde''eriibar'qtle·; desembarque;' :arrn'aze@igem e)~otiibfolal,izai;a.b (q~ pf9du\bs ·qtof ar~aceutld'B~·y eb CAP{TULO IV •'DA HOMOLOGA<;Ao DOS PRODUtds 1 FITOFARMA:CEUTICOSl1 I ! ', \ I 1 ~. , ' j ,,AR.TIG0,·92 , 1. A homologac;,a..o ,dos1prqctutos filof armac8uticos e efectu f:1~~ p~J9. Qomi.t,e ·, ~~IJ~li?qo. qr, Pesticidas (C.S.P.),v em·conforniidade ccitn a regulamer:iJac;a.o comum sobre os \)esl\c\da~( dos Es\ados mernbrns ~~ C~L~~- I,·, ,. ,. '11 ?.-•~ . ·,,,,;~ .. ,,., · 2. Em caso·de.dissoluc;l:io'.do C.S.P., aic'o'misMo. Nacioha\ ''de1~'Gest~o-, de qPesticYdas-''(d.'N~G':F?t)~ mencionada no Artigo J 1 a, sera encorregu e ae'e'sfa.1 belecer um sistema1·dE). .!)omologaQa.o dos· prpdutos filof~r~acel:'lif;:~s. .. · . ,AFHI0.0 · 1 Og, A tfotnologa(j~·o·:prevlsia no Arligo1'9 11~'coitfp'brta dois nrveis: "s~r,1,nolu.~ .> ~IAl.itbr.lzaga.ti,P.~6vJs6ritt de cve·nda:·(A:Pl1/!)"~gi)(e A palavra vend a entende-se por lclfl¢Mno'meroado{1 <?R ,P!f?94!9f001,!l~c ~P,03 ~tW;l,t,~J.QP9.\.l9.9 tj~c.9,J,93 ifiP.l,6gjG01 P~r.~R1!J.9ro~>.t;-<?.S;~ruvm.1~l~i9..JJWi.P,AffiQ,i8,Ql,.l;l,o~isJflli. como c!~s§R,a ... ~fl,l.ti)!z~~9A@§,nt~ll9.PJL~D~PJ1la .. d1ij]?PJ3~ praticas. awr colas. . ' ., .. , Esta'autorizac~o-'pra,vis6ria de VBnclire'a~·ordRda.. pJV'urH p~li6tl<r~e'r/~•~3yf~doW\e~1reno\i~ve!Zofna u'nR:a~H1 'p\fia1me'sp;1~%\a~:iof §al{o~se'-b pfo11Uro')~ apre·sentar'riscos.., fr1aci1t~v'eiSC'defutlli~a9~0??:ll:S.UbGlf, . ;,, '.·o;it,fi~l:flll\ A Hornologa9ao· e vahaa par cinco-(5.)-anos e.~ renovav.eb.v'arias,,veizes, 'pelw.mesrhm dLlr.aqao,zsalvo se."J oupr,odutof1 a·pr,e. se ntaqq;isc,a ~.,ni nae a ila,ve.i~bp~ utiliza9M.;sl oi · · · · · · CAPfTu~o, r . DA COMISSAb:r-1A~IOt-11A~'DE·GESTAO DE r P~SJJCIOAS · ~J,\Rl<l~~Ooi1~ ~ l 0 2-t!>~i.c~·~1ssacH-Jac:1crna11c1~1tfost;10 tte'P"snbld1a1i e . .lrJitiw:wi:r.~1~ p¥,inistro: i~iPRJis'.,i·v~P'~~(a ;1qt~m~ t,1:J.li~~:pA,.91PJQW,~O;,co P~IJ W:YP iP.W,ar.'{e la,r, ,a:<11WP!3.ll~f ~ n.(vJI. tia9J9pg..l das .o ac.,lp,O,e.$lf¼ Co mite1&An.e.1i@ot,<;t,e. Pest lc.r.das· e ~ar pa . ~errff .i:: ~ ~<9pr~ a problematica dos pe st1c1das·•eXJ:;;t~N~~.,.t1Q..r.AJ ~ .. f. ·r'\• ,.:, :i ... ,. -- : .,. ?;, f-.,P<?i~\J,irs~ao ~8tcl~~~l~,.GJ'!Sta.o de Pes.~icidas {C:N.G":P.) ~ constituraifrpelo· Responsavel da lleglsla9a.;o) 1e:c.ontr.olrude rpestlcidas; palasrm,em6m:$.. d0::S.0o"ritit~l!Sa1helia~10:i:de.18Qsticldasn(C:S':Bt)~:p.elos (a"p:re-s.eli,tiai,iteserdo •.~mbi~ht.ei.,.,.Saµde~oC.omar.g,lo>,t, Alt:ltr\creg:tasrtAssociac;~o1:Nacionalodos9Agrlc4.ltor.e.s1 lnslit\JttlltN~old1Jal>lde~J?.esgµJs~,1Agr: arlaE§uaJdas Fronteiras, •Y,.eter~ci£1'.:1t.lfiiP-A~ariado Permanente Naclonal sdo~.o~t, e,!fll\~~~991Jtw~Luta. contra .a, Seca-,no SA1f"El~')-C~mar.a,,de~comei:cio.,... Jndustria. Agricultura .,eelnspe8ga.o7G'elalfdo µrabalho. ·ll{3~J$;*atiloui90es're1ro run6ionamaMto1da1 C.N.G. p. s~r'ao-\:Jefh'ilcfo'st'em]jpiq~B(f~,~4Jcin'.Jentar1pf6pt~1 ;;CA.eliuio. vi.· 1DA-S; CARACT.ERJS.JtJCASjQQS ~R.O,D.U;fOS1~1 F r:rOF:AR ~AQJ~U1J.C.OS..J ~ ·e1ARTIG0'/'12g •J1 ' ' ' • • ,., "' .. o~1i-GJP,~i1 p.r9,pu l(?.S:~f H o.f ar:rnac~uUcQ?-l .lmp g r!ad~s;. tJ 0};Q1 ?9,if~C!,I la.c;l!.1q itn.oq p,~r~.1,11l,de,v.era.,o: · ap~~.s~pJe;f cara<;:J.!Wqtlca~ :>~~j~ic;!~,S~lir11,~n Qi'§. .Pl~ ,:8t-.~-m1-81,R,clmes. ~s. gu~11p~~~aram .a~ respectlvas 0 autorlza90es no pars'::da1rorlg:·ern-oura'S1especiflca<;0esJda1FAO..r:. o 2-n!a.P\ <1IJ1 ,mlF.'-,-n{l-- ~ht'"'·•~n-· ·, "\.l H)C~c\9 .da · P>to ecr. o 'Jo. e\a\ 'I1toce:i¢.eT~ ~0h1h • q flt~ 0, . ., -•11fifr i, o;,11 . er '"'!.fli". er·•,~"" pen~ ,came~\e , <:', uma a[lJo~\W!,i~<iin ~9~l,P,rodul(!~• que submetera ao• ,controlo 0analrt.lc~ em ·1abor~t6rlo devicfamehteJerederittiido~para'01 efeito1 ·i~'T 4 . . ,t ~- . ~ ~ 1~C9AJ=if,f(f6:f"J.j( odtf R OTUCbs rltEM e¼lAGENS rn A'.R-fi boP ~'§~?1 ct1 or.o::i!rnfl r,l!Hl wwsrliB'?.noo.G 2 c \'\ t~P&tPr P.du.to,s u itQf a.~m~cp.µUq>~~rop.9,tados,derr ve!)l apresentar r6tulo.,em confo~rni.d~de) com as exlgAnclas do C.S.P. e acompanhad~s.do,r.otulo dos parses de orig~m. · 2; ··em· caso ·de ~necessidade; 'o's'prcic1u·tos!de·vem· seracompanhados· de informac;Oes compleinenta.'res; sobre a sua iJtilizac;a.o em condi90es tropicals~ ,• ARTIGO 1411 ·Qs, rotulos:··c1eyen, ,~presenta(tex~o.~:-,~~, ?COrd91 colJl ~.s Direp.tii~s .•. P~:-F~O •. qp1~i~~1,<;>i:,iam~i;H~! traduz1dos.,~-~ Jf ~gua .o.hc1al do ~~f s. .~RTIGQ 15~ .. : ·-,Nos.i:clrcultos~r1nternos de· comerc"laliza9Ao:' osi produtosr fit of armacAutlcos s6 , pod em, 1clr.culani em embalagens de origem, f echadas e invioladas; · · · -' , ·CAP.(J;ULO- VIII " DOr:T.f:\~NS f:>O!;l:IEaf~/:0:J 'A:Ftrt1Go·· '.1 s11 f) Ter meios de protec~a.o .. de .. contra os,riscos . inerentes at1J1anipulaoa.o dos,produtos~fjto-. · ·f armac~utlcos~ ·"cAPJTU(o··x, . DA 'ur1i'.12;Ac.Ao. AFITLGO 20 11 . '·- -· ., ·, . Qs .. Ri;..Q~ul~f.:f!J~farrria~~4tf~9,s1 d.ev~.m. S~f.,80.!i?'.a C!.,Q~, ~~~r,cp~~.?"C~VA ,a.~Jp~t[.uc;pe~ .. d,,t}~ 1 Pr.:Ni· ~~,~¥E;'-lt tu,q.!fn~mt~ c(~ e~Jlda,d,l',}.S~J.nte~~E;lCIOnq1~ mJ,~~S. t}mPr~ ~a!i e~lr?fl~~if~§; f,orrJ ec~dor:fJS.f:}f?S Pf.0~,1,1,t o ~~--: iARTIGO 21.lh As eiitidades.rtoi"ic'ia i~~: ~e'r&i~os, 'p(oje,P.tQli'i( empresas aplicadqras 1der pr~uto-s- f.itof ar.r:n aceu tJ q~J., }tev.er~q :1,1'.l!Rrn:i ~r, ~mli'}!!~~nte ;i D.P . .y. s~pre • a ~~a ut iU~.ac.aq~ , ~r~CAPITULO XII . llA REUTIL:.IZACAO 1. Transporte de 'produtosffitofarm~c~utlcos deve i: ·, .. l- 11' sefr.~lij(?Jµagg !iW!mJstu,ra com. peqsOal°?,,.ariroai.s e ,. ARiflGO 22 · prod1:1,los ,al~o;t~IWM~~~ · ,;, .~P.fR!~tqp:~~ .'riecYJlti~cJ~A~ c;t,~f P.ffiS~g:en.~:.Y~aA~s 2:~No::acto dcNrahspbrte,Hdeve-se"assegUtar que: . c:!.~oP.T.-9.P.!:!l9.~!lfjtc;,J,wm~-r-~HU9ml~1Pcff~ .. a1RR.T,lf?fl.{-Y~,9-~P, na.o hfl derrame•nem:contaminac;:Oes:-' da agua, sumo ou yln~o .• ~~,g~JY.: 61eo de pal ma, vma . ·,~,,. '" . 1 gre de fole e de lima.o~·sementes para o con sumo hu CAP.fTUL(? IX , .. , mano/ m~el) 'vinlioc-de'.P,~J'rfi~'!~ua,lq~~f o1Jrro'produto DO ARMAZENAMENTO destlnado ao consume, humano'el-ou animal. .... '·ARTIGO 1711 • ·cAP[TULO XIII • ', ., I •. • . . • · os, ~produtos01 ~r itof arm ac Au t lc.o.s) d a.vi~ m·=;~eli .o~ .ELIMINJ.'.CA~ QJ;' ~JGE;Q~~TES, armazenados em locals• para esse·ef eito~destlnaClo.s,• , ~RTIGO' 2311 n longe,daS)crian9as, do 1homem, dosP.animais .·a. das ,--, " ..... ,. . ,.-i •",;?11', ".1 •·•i, . . habita90es1de.-.acordo·c.om as . Direct11JasJda'-EA01e. Os r~efos,,de Rf0.~ !,1,lQS~fijof~r,rna9..~.u~posr~Y,l;r1fpr .. dos-t,cnlcos da:Direcoao-da; Protecc;a:oNegetab•~n, ma s6llda l(qulda'e em :suspensao, asslm coma as , . -~.u;t~~!i9{6(vazias'd,~Y,~Pfi!fr1~11·uti'O~!das1 d~1ac·ordo , . .JAP.(TULO. X ~1? .. fJltec.OvJis da FAq: '· DA C.?.ME.RCl~ Ll~A't; ;9: . CAP[TiU.LO,XIV, · ;AF.ITtGo • 1 &~, oos· nesf o'u·os 1 1. A ·comerclijUza.g~oJ: cte pr:oqtJlQ.~hiH\9!stt1Jl.a.<;ju tlcos depende ,da,@uJoriz~,c;ao 9on,c13,dlc,laJ p,~jP<..P ,~ ,¥:~. segundo o modelo a fixar por diploma regulamentar. f • • I • , 2. A autorlza9ao de col'rierciallza<;ao dEfprodutos terii a 'Validade de)fras(.anos:• podendo--:ts·er~rtenovavel por perrodo suGe'ssivi:isJe· ldAnlicos . · . ; 'ARTIGO' -'.19 11 ' Para qua· se·Ja :coricedlda a· referldacautorizagao, de~em ~se reunir.·as, seguintes condic;O'e-s: · . Jl Ter idade.si.Jo.e·cior' a 18 a~o$ b) Ser~·su.bmetldo a· formaga.o:1·a..~e.quada,:~ recoQ.~~~,~~. ,~. o.Hci.a~me~!J::\.0-;~, Sf qre • o m~nµ,stw~tll~¢~; ,~.s9 ~ aplicac~o,q~produios filof~ r-...acliut)p~oF-· .· . . ' . c) Tar meios-de ;tr.ansporte adequado. d) Cumprir r,\goro,s:~Jll~nte as norll)as de emoa .Jag.~~-l .. R99~\~n~~~ na~, i;>;~,-PMY:R, da FAO; e) Ter· condl~~e~,:dEl .. armazenamento te.cni camente · aconselhaveis pela Direcc;a.o da ,I'} ·Prolecc;ao 1'\legetalt segundt;:·as·ao1rectivas ' ·, da:FAO';1• 1• 1~,9.~-P.t9.9~tos..i,Ji.m.~-~wiji ~~W,Q PAJiJ,1U 1irJp.9~~~P,;; dev ~f1l )0,8~tm~ rH~H~J; LQHP,~1~.~; BR9r,i:,l9, 99.Wi p,s,J,m, ... es, . maximos estabelecidos pela FAO (Codex Alimen tarius). · 2.tAyDJr~cgaq .~ij ;Pr.9J~f~A9J'(&g~t.a!1 p(9cedera periodicamente a ar.no.stn:mgm-J;le prqdutos, agrf colas, que sub~etera a~ Cf?nl~?JP;,r,rHlico de resfduos, em laborat6nos dev1damente equipados para o efeito . C 1 - .. ·cAPJt-qe o ·~v•J .. , . l?l.\~ ~PqCAf;~J;.$,~ ES~l:;.C,IAIS': I• . AHf.lGO :2s11r . As entidades privadas qu·e !J,relenderem'dedicar S8 a actividade de desinfestaqlfo 8 outros'tratamenlos... d~,tG~otros- urbenO$ PJJ ~onas1r.ura,i~r~e:,t.~.Gl9lO~ter autorizacao prevla da o. P.V. 'ARTIGO 272 . • i . . . t • • • " ~ . • • A.,actlvldad.~. de .• ~.xpurgo de prodl!top~ ag~r9,olas, qµer em lnstafai;O~l:! terrestres, quer em nayios·,· s6 pode ser exerclda pela D.P.V. ou por outra· eryJldade previamente licenciada por este serviQo.· ARTIGO 28Q 1. Os produtos fitof armaceuticos- .. destinados ao tratamenlo de sementes ,devem possuir.- uma :cor diferente da natural. -··· · . 2. Se .o produto fitofarmac~utico · u til.izado'fiao corar nltidamente as semenles'tratadas, dever·a ser adicionado, na altura do.~tratamento,, um.,corante adequado. CAPfTULO XVI DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEC(;AO·, . ANTiOOTOSJ;.CONTRA VENE.tK>s· . 1 • • ·. ~ ' .. • ARTIGO 29° As entidades qua util~~~""! m~q-de~~~r~~l?'i'JRac;Iora devem p6r a sua · diSP\'.HHga9 equ lpa1]1~gt9,~., de . proteci;ao de acordo com ?S- Directi va,s 9~:f~Q; : . ~ . ' ARTIGO 30 11 . os·servil;os C.entrais e Regionais. pe $ aµ..d~ rfevem dispor dos antrdotos e qo~tra venenos ade qµ?dos as possrveis lntoxicaQ6es: , · · 'CAPITULo"'xvI1 · 'DAS SANC:◊-ES. · ARTIGO 31~ ►· 1. qu~,.ITTIY.ip.lar O:S,-dever~s pre,vislos O§g\~rd!gloJ!la, ser~-P,'{JJ~do,c.911}.P,~Jl~ de:.P..rJ~~,O, de ta,2,?,t;i~Mitmµua de 1, PQ .a ;J~~Q 1~l~s . .;: · 2.,se a ·violaqao do,dever;referido no num.er.g,,i~ote'iior f•f0r imputavel'a,tftulo.de·neglig~ncia, a:peo~td.ei'·'·'-'· :'prlsao-sera a de-6·meses a 1·ano·e·multaid,'E1,00 · dias;, ARTIGO 322 1.,.Se da viola9ao. dQ$ .. deveres Pf~Y-ls,(?~;9~ste diplom~ resultar p~rigo~p a ra a ~i~a·:~u~i~,tegrJ~pde flsica de pessoas, se~a o agenle punido com'orisa.o de 2 a 6 1 anos e muna·de 150 dlas. · c.;•; oMs%b •• ., t~"~(" ••·•• ••' ; • '•1 I l~",•.:1,•·11-,-·] ,) . 2. Se a violaqao dos dey;eres ref eritjo~)1p;n~niero anterior for imputavel a trtulo de negligencia, a'pena de prisao sen\ de 1 a 2 anos e multa'de 12o··ctias. ARTIGO 33Q 1. Para alem das sam;Oes descr!tas; nos-.:artigos an\et,orns pooem set ap\\cadas·,• a\\e·ma\ivi ou cumulativamente, em fun~a.o da gravidade de lnfra t:i;ao,·as segulntes·medidas; sempre que·a·s-;mesmas se revelem adequadas a prevenQ~o e protecqao dos valores em causa: a) Suspensao; .de exer.cfcio da ·activiqact~;~por um per6do de 3 meses a 2 anos;T ,, b) Recus.a da concessao de· licen9as:p'.a'ra o . ex·ercfclo da· acllvidade; a sua rer1o'va9fi.o ou a sua cessaGao das mesmas;"', .. ,..,:-,:-, 0 ••• :"c}dnterdlgtlo·para o- exercfcio de prorlssOes ou iactividades i..conexas' com a ··natureza Ida )infraci;ao por um perrodo maximo·de 2'anos1 d) Priva<;ao de -qualqi.Jer dlreito ou ·vantagem alr'ibuidos.em fun9ao.da actividade exercida; e) Apreensao de objectos relaclonados;com a .,.,natur.eza da, lnfracc~o .. 2,.;As.t.sanc;Oes .. cfescritas .. no numero J1rit~rior. s6 podem ser· apllcadas cumulativamente, entre si, em casos de reincidenc'i'a. :· ·· ARTIGb\34-iz; 1. As pessoas coleclivas podem, quaiquer que l • ~ I .t ". - • seja a sua natureza jurfdica, ·sAr rPsponsabillzadas nos termos deste diploma. · 2. A regra do num~rq,~!1,t~f\or 6 afastadif sempre que os f actos seJa!TI pessoalmente imputavels aqueles •que1tenham, em name da!pessoa'tolectlv-a,e:pof.sua .conta;iactuado ilegilimamente . . 3?borisidera-se~ · no' ·e:ntanto;· legrtima 'ataqtuag~o . 'tlds~;represe'htantes' OU hihcloharios' das"'})~s·soas 1ffo'lectiva1 :qu'e' •no: exercfcio'1da1 sua activldade(lten ham-'cumprldo :as nohnas:que1a regulamAntam; . 4:-'se'mpre\que·a sani;~o' aplicada ao luncioiiArio .'oiJt'repres'entante\da Tpes·soa~ colebtiva tenha tn"atu l reia 'pecunlaria, a respons,<;tpil idade .e splida.ria. ... , ~~~A1aP,llc'a"~~o .de qualq~e·r uma' ~as ~an{o'e~~~es . crl!<;iS,• a~~mip,essoa 9olec\ly a? ~f!l-c~so· algu·!:1\'cons irnur·tundarn·ento para prejudlcar at·silw~Qao 1.laboral ·.cJo.s::ass.aiarlad.o.s· c1 a mes ma; - · ARTIGQ 35 11 • As forru)i""sJde frespofrsabilidade ~ ·'afir~adas. neste ~pJ:1f~Mo~'o1t~~ c1u,0w. \p'u! (a?i:f.9trnas -=d~'.i respon ·sabillaac;!.id;'.clif~t,ei1te 'hatu r-eza} prevista nos termos gerais de1aireito; ' · · ,::VA.BJr,q~o :J<Y'P .•, p1.~~emR~r<fi·t,.~A1s :1.; AffflGO?'l36fl~ . ·:, ;.Ar'~s,~~O,QdJ&.O~s'.~~i~ii:ar~;;J~~11agens·:·1fan'sP,-,Orte , ... (t) \)i ; t ,,.·•·:' ' 1 t1j'. •'t r.•~,11r~~.~ i,"l>t,::'l\/f11 1 r- ~ •?rm~~~(q~g.q m, ~ti.V~-~~ao·, ~nw1na9~o·ct~ ·e~,910~,mes, , aJ?:l,1~ €\9,~.~S~!,lpJ),~P8t,S .. e .e~uJp,ai:ne,nto~ .9~ -W.~ \eq ~lio ',pr13Y 1.s,~aa:, (JO.~. J,W~f ,.\~,~ ,:,1,Q~ i 1 ?,0 ,, '.?O~ /:2~g ;;:gl'.?~~?9ll, )!;~r~o.9.,9Jm~\9 1 ~.~~- <?r,1.~m~QQ.es. e,:n~na~~~•9a·ttr• V. OU ·ctespacJ191 HPbti qaqp~A~.1.o. -~imsterio ~~ ptflf!CUI· tura,"Floresta e Cai;a: · · · .,. , ,, '''<-i:•:"•"': f\R1~0..Q::, ~:n ~~~t:,'h,-1.~;"-,: 11•1•·• r~IC"'\-1' ·Asi lacunas do prese1;1,t~~,dJp loIT1fh"P8f¥\~·P,o.p.,era.o :ser supridas atraves do .9x~rc.rciorP.&~-,comp~t~Qcias Jegislaliy . .;t~;dP 6rgao que o ~provar, salv.<;u~xP.rf:)ssa delegaGa.o ~e compe~~nclas nostermos consti= •tucionals.•:11H1 ::. ARTIGO 382 ; ,,Q 0p}~;'e1g~ 1~(pl9m:1' ~~i"ra l~e~i ~ta~eri\ ~-~~-~ vig?r logo' apos a ·sua publicava.o no 1Boletlm Ohcfat: fQ Aprovado em Conselho ·,de Ministros, de· 20 de Julho de 2000.- o Primeiro Ministro, .Or. Caetano N'Tchama.- O Ministro da Agricultura, Floresta e Caca, Eng 11 Ala11,1ara ~ntphla Nlrnsse. Promulgado em 24 de Agosto de 2000 .. Publique•se. 0 Presidente da Republica, Dr. Koumba Yahi. iUUOU.UUll•.UUU.UUil:UUUl.lJ.UUU,H;UUU.UOUlUU,H•'u.uuU1••1i.u,1:uuu.u.tt PARTE II MINISTERIO DA ADMlNlSTRACAO PUBLICA E TRABALHO DIRECQAO GERALDA GEST AO. l "S AECURSOS HUMANOS Despachos f \ ;:-,·rl"· ' •• •. De 28 de Ja neiro1-.de. 2.QPO, do Senho,r, Prime.ir9 Ministro: E liqui(:fado em 16 anos,:1.0 meses e 1 Q dias, .o tempo de servic;o prestado ao Estado, para eieitos.-de aposentai;a.o por Ermelinda lnjai Balde, Aspirante do Ministerio dos Recurses Natura is,· conforme se discrimina: ,.. ~· '': Ao Estado da Guine-Bissau: Anos Mes~s. Dias Conforme Certidilo' n11 250/99, passada pelo , , Mlnist~rio da .Econon''iia .,.e Finanr;;:as de -3/3/75,. a 1211192 ................... .. ,16 10 -10 16 10 10 Silo: 16 anos, 10 meses e 10 dias. ' f I. • De 28 de Janeiro de 2000, do Se 1 nhor primeiro . Mlnistro, visado pelo Tribunal de Contas,em 28 de Abril de 2000: .. Ermelinqa Injai Balde, Aspirante do Ministerio dos Recursos Naturais ~ de sligado de servi<;o para efeilos de aposenta~ao., sendo-lhe fixada de harmo nia com o artigo 267 2 do Estatuto do Pessoa! da Administra9ao Publica a seguinte pensao anual provis6ria relativa a 16 anos, 10 meses e ·1o·dias, ,· ao Estado da G·uine-Blssau I na cat'egoria . correspondente' a tetra "S" da tabela· de ven-cl mentos em vig9r. de,v,indo apresentar-se no prazo de quatro meses o respectivo p(ocesso de aposenta9ao, devidamente organizado:. · Pensao de aposenta9ao anua\ l'.)tO'l\s6t\a ca\cu lada nos termos do artigo 267g do Estatuto do Pes soa\ da Adminlstra<;ao Publlca: ....................... 172 .. 309 FCFA De 25 de Novembro de 1999, do Senhor- Primeiro Ministro: E liquidado em 32 anos e 25 dias, o tempo de servigo prestado ao Estado para efeitos de aposenta 91:io, por Raul Mendes Fernandes Junior, Director . de. Centro Es ludo ,da Hist6,ria yonlemporilnea .do . · Ministerio. da Educai;ao, Juventude Cultura e Oesp'orto's,· e Co mbatente da. ~iberdade ·da.Pat~ia, conforme se discdmin·a: . Conforme.· declara9ao emitida pero·secretariado do Conselho Nacional do Pl,\IGC, sob nQ 29/9/99 .de 1/1/72 a 9/9/74- ........ .. Aumento·•·cte 100% nos termos da Base X da Lein~ 5/75 de 10 d,e Maio e Artr 1 °, n~ 1, .do Deqeto L e i.· nil ,.1 / ey 6 de .1~ qe M ari;o de 1 /1 /72 a 9/9/7 4 . SOMA ....................... . C~ptsi.rme c~·rlidao' ·nf153 /99,.pass·ada pelq .Minis terio· das Finani;as de to 19174 a 3019199 .. :: ... : .. '.':'.:. ' · Soma Total .......... ;~ .. .j . . Sao: 32 anos e25 dias. Anqs Mese s Dias 3. 8 · .. 9 25 7 4 ·32 25 De 25 de Novembre de 19991.do Senhor Primeiro Ministro, visado p elo.Tri~1;1nal de C-omas em 12-. de Maio de 2000: · · · Raul Mendes Fernandes Junior, Director do Centro ·, de Estudo 'da Hisl6rio Contemporanea,' do ·. Ministerfo) da Educa·gao,: Jt.iventyde, Cultµra e Desportos, Combatenle da Liberdade da Patria ctesllgado de servii;o para-ef eitos de aposentai;ao, sendo-the fixada de harmonia·com o artigo 267 11 do Estatuto do· Pessoa! cta· Admiliistra9ao ·F,?.ublica, e os artigos P e 2~. do Decrelo-Lei n 11 1 /86· de 25 de , Margo a seguinle pens~o. anual provis6ria relaliva a 32 a.nos e 1 0 dias de servii;o p·restado ao-Es~atlu- ·· da Guine:Bissau, na categoria 'correspondente a ietra "E" da tabela ·de vencimen·tos . em· vigor., ,' • ,• ■ • • t. • ' • . +• I devendo apresentar~se nq,pra.z? de·quatro'meses o respec!ivo processo de ap.o.s.e.QtaGao·, ···c1e~idam~nt e organ lzado: . .. . -. Pensao de,aposentac;:ao . anual provis6ria calculada nos termos do artigo 26711 . do Estatulo do Pesso al da. Aomin,~\ragao 'Pub\lca~ ..... De 29 de Dezembro de 1997, do Senhor Primetro . Minislro: E liquidado em 53 anos, 4 meses e 1 dia, o tempo de servi<;o·· prestado ao Estado,· · para efeitos de aposentag~o por Samba Singa Balde, ·Servenle do-Comile de Estado da Regi::io de. Bol,;lma do Ministerio da Administrac~o Territorial. conforme se discrimina: .

Decree-Law No. 7/2000 ruling on plant protection products · Nelum