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قوانين فنزويلا

Decreto N° 276, mediante el cual se dicta el Reglamento Parcial de la Ley Orgánica para la Ordenación del Territorio, sobre Administración y Manejo de Parques Nacionales y Monumentos Naturales

صدر في 1989-07-06 · النص بتاريخ 2026-10-01

القانون العام والإرشادات الرسمية منشورة بوصفها أبحاثاً. ليست مشورة قانونية أو ضريبية أو مالية.

البحث نفسه مكتوب بالإنجليزية. العناوين والوسوم مترجمة؛ أما النتائج والاقتباسات فغير مترجمة.

عن هذا القانون

اللغة
Spanish
النوع
لائحة
المنظمة
Amazon Cooperation Treaty Organization
الدولة
فنزويلا
الموضوعات
Environment, Wild species and ecosystems
الكلمات المفتاحية
protection of environment, ecosystem conservation, environmental planning, land-use planning, protected area, policy/planning, tourism, management/conservation, use restrictions

أين تقرؤه

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  1. 12 GACETA OFICIAL DE LA REPUBLICA DE VEÑEZUELA Viernes 9 de junio de 1989 DECRETO No : 27 6 CARLOS ANDRES PEREZ PRES IDENTE DE LA REPUBLI CA 07 de J un j ~ de 1989 Er L' !..0 de 11' a -- r1bJClO!"'" l• e~ .;,rt1c1.•JC' 1°, dr ,. Contil· 1 c 1c,, "l•.; 10-.il: . p r c-orco,....oc1, c.:.C" ,r.c,:"\ l ....... ..,. tlC.\. :c,t 4 ., :~ di' ),- llh Oro.>n;c..- p ,i, ,..i'- le Or dencc10 .. OP! ler r.tor· J. u , t-, ton~,~º de MJn1s l r or . DECRETA , J '° 1a .... ,1entc. Re glamen to P•rc1a l de la Ley Org3n1ca para la Ordenac ión d• Te rritorio sobre Administración y Manejo de Parq ues Na c 10nales y Monumentos Naturales . CAP ITULO 1 DI SPOSICIONES GE~ERALES Articulo 1: El p •-~Hmte ñ.e9).;.mcnto t.1er,e oor ot-JEt~ cL••blec, .r 16~ nor m~~ Qe ner~ l e~ oor 1 ~~ cu•lc~ ~~ ,~91, A :, . , c'nur,1str•!:JOn y m11rieJo d E l o<:: paraue!á n•c 1on•l•i. nonumcntos n~tura les , e n cua nto e l ~ a s 1onac 16n d• l os uso~ 0orm1t1do5 : l a rcoulac 16n d e las a c t 1v1d•d•~ ) la~ mod~11d~d•• d e •d~1n 1strac ~ó, o roo1•ment e d1ch.a . p•r• &se9ur ,111r QL1e t l'l P5 cspa c 1o s t c> r r1 t or 1a l e • P P f"tn l t an e l d i $frut• del oueblo v e n e =o l~no . r e s pe t and o lo~ pr1nc 1 p1os ce con$•rvaci0n . de f ensa y meJor am1er.to del ~mb1ente . Ar tic ul o 2: Los o l ane 5 de ordenac10n t e rri tor1&l d e cad• p&rqut n•c1o nal o mo nl.U'l'len t c n atural . a ~i como da .es cor r e1ip,:,ndi en t.es re:J l an1e n t o s de u s o , i'>on l os 1n1. trumentos f und~m~n l &l o s p~ra s u • dmi n1strac16n y maneJ o y en e llos •e d es¿r ro l l~ rAn l o ~ usos leg~ l men t e perm1 t 1dos . es dec i r , t ur1 s mo . 1 nve s t1gac1ones c ienlif1Ca$ . r e creac ión . ~o l a : y educac i ón al p ú l.J l 1co . t?n m~'\r-c c"do s dentro d e l l' t. n ormll:t. gene rales con t e nidas en es t e Reg l a men t o . P&r,6grafo Unico: A lo'!. fi nes d e s u e.d mi nit. tr&c 10n y manej o . los p•rqu es nac ionales y monu me ntos natu r•l•• • • div1d.1r4\~ en zen"• • ., de acuerdo a la~ ccnd1c iones y c• r • c t &r1• ti c a s Que m~s •delante s e s e ñ al •n . Articulo 3s La s ac t iv idad e 5 q ue p odrán des•r r o ll arse d entro d a un í;a rqu e nacional o mom •me n t o natur•l . P.1itAn sometldi!IS • l r e q 1men de aprobac1on e s y ifL1tor1.:•clone~ e s t•bl•c 1do en !~ Ley Or g á n i c ~ p~r ~ le Ordenac10n d~l Ter r ito r i o . D1c h~s a pro bac iones o a u t ori : * c 10nes ser•n o t o rg•d •• por el I nst i t u to Na c ion al u ~ F a rqu ~ • c on f o r m~ a lo pre'.IJ '&to e n • • t e Re g lame n t o y e n l o s p l a,n cs d e, ord '1n•c 10r \o" r e o l a m•n t o d e uso correspond ~e nle ~ . Articulo 4s L a admi n istrac1.ón e n te nd1d• como dotac 10n . man ten 1m1 e n t o . fisc•l:=ación y v i gi l•nc 1a d e un c ervi c 10 pú bl 1co . r e f erido• t odo o onrte de 1~ $U~e rf1c1e o de u n u•o de l erm1na d o . dentr o d e un p a r q u e n a c ~o nal o monumen t o natur• l p odr• ser o b J e t o de conce s .16n o t o r gada con f o r me a l~s n orma5 d e este Re g lamen to y si e mpre someti d a al c ontrol del I ns titu t o Nac i ona! ~ª ~ a rque s . CAPITULO II DEL PROCEDIMIENTO PARA LA CREACION DE PARQUES NACIONALES V MONUMENTOS NATURALES Ar t icul o 5 : L a dtrc lara t.o ria de un pa r q u e n .ac 1on•l o monum~nto na t u r• l procederá ore v 1 0 e s t udio técni co q ue l a Jl''F•tl f lQlle pl !"n "'men te . Dichos e s t ud1 os podr.!in ser r e ¿1¡ l 1 :: •dos : 1 - a i n 1c i a t1 va del M1n i ster i o d el Ambien t e y d e l os f<e:ursos Na t1.1r• les fi,;;novab l es . 2 - • 1n 1c 1• t 1v a del I ns t i t u t o Nacion-1 d e Par que s . 3 - a sol1c1tud de un grupo de c iudedanos rep res en t ativo d e un.1 com1..m1dad v : ncul a d c- a! a,,-.,,a donde •• l oc. l i:a el e~pac10 d e cuvo e s t udlo set-ate . 4 - a sol 1c1tud de ur.c o v ar1~s 0 r 9ani:ac 1o ne1, de car~c ter µr1va~o dE tipo conservac~ on1 ~ t • . ~ - a 1,0J1c1tud de un~ o var1as e ntidad•s o f1 c1a l es nac10r,c1le¡. mL•n:c1pales o est~d<;<1, les . P a r ~9ra 1o Unico: Las so l 1c 1tudes a q u~ •• r e fi e r e e~t e ~rt~cvlo sa d 1 ri g1r-án al M1n .1ster10 d e l Ambi ente y da l os R1:-~ur 1:.oi. Nl'h•r a les Renovc3bles . e l cL,a l dará aiper t u ra • l p rocad1m1ento estab lec i do en e s t e Reglame nto . Articu l o b: R1!c 1 b 1dc1 lo.. s o l ic it1 . .1d , el M1n i • t • r" 10 d e l Amb1en t e y d e l o-s Recurs o s. Nc t1..lr a l es Renovab l o s l & r amit11~~ c' l Jn s t 1tuto Na'c 1oni1 l de F'a r ·q ues q u i en reali :: a rc\ el es t 1..ld 1 0 t écn1co ~ e l • zona pr"opues ta para d e t ermi nar s 1 l~ naturale:a de l os rec u r s o• &ll i contenidcs J u s t i f1 can t~l dec lerbto r 1 a . En d1 cho e s tud t ~ s e e spe ci f i c a r~ l~ c l a ~e . c • l1da d . ~1 t u~c 16 n . ut1l 1:ac i o n ~ ~o~ i ble producc 16 n de las ti er" ras d ~ la : en• ~ su c atas t r o f 1s 1co y c o nd 1ci6n lega l , AS1 c omo • u ~ car• cter 1~ t1 c ,11s g e ogr•fi cas . geo10g 1c a s b 10loo1 c • s o h1st 6r1c• 9 y otra s c.1 r"cuns t ~nc1as Que i n fl uyan b ~r• d ec1d 1r sobrE- l ,11 d~c 1ar-• t orJE de o arqL1e n ac:ioni!- l o monumento n•tur&l. Par.iigrafo Primero: Sd l o pod,., n Sf> r" dec lc1, rc-dc1s par qv e :E nc3c1ona l es . aqu~J l¡;,:; s1..•pcrfic1e~ d •l terr1 t orio r e lati v ame n t ~ F Xt e n~cs . p n lv~ cu~le~ e s t•r. rep~esen tados uno o mes e.:.o<::1ste rr,c<:.. de- lo:. " .. -.s in-portarte~ d i": paí s o ~ -oc ~ r,~ ~Jrbl~$ L ~sco~, 1c. . . d~ r€l~, anc1a nac i ona l o ·rtl'"r , c0 .... :.~n¿-? . ca.• .:: nen"'""'" :.1d,;.• ~senr1 .... lr:n t E alteradas p o.. c:: : r-r. t- .1'" ; ,-, ,a ., e oon~\; !#! c•p~=JE'-S v ege t ai E"; y ~r i rnzl ~ ~ - l~= cc~~.cion~s 0eo mor f o!oc1~~~ \ l e~ h ~~~ t~ts sear ~e P !' ;·e-::: .=d .1 - ,. eri.-~ pe-« l..- c.i~,.,~ le . !~ e:uca.:. ~c n y l~ re= rc.-a.:: !í"r, . Parágrafo Segundo : f·•!""'• sl!r der l•radcs monume r ~o; nc1tt, .... , les s ~ req ·.uenz l • e . 1-..ten-=:1~ de un rasQO CO'.'"'l t. l n Er.t¿. . . "",;.. t 1. .,.~ l o rr.;r1n0 . de i.ntert!s nl'\c. 1on•l a-..,c: p re:,e n t.e por lo mc~o; unQ ca-~cte:ístic~ ~obres#1 1 ~ t e . tales come acc i d e n t e : OE C-OQ!·áfJ:.o::. os~ •.1C'lf: dL· b e l le:• o r ,•re:-, f- :,ce;,c1onales. q u e mer ece'" re=ih1, p l"otac-c .:.Or. o1bsol l• l• " • ~~rpetl•idcd . e !1 Sll es. ta.do n ~tu r al . ParAgrafo Terc~ro : S i un• v~= r••li= ~do ~ l e s t u d i o se con c l u v E q ue la d ec l 8r~ t or1a es f •c t i bl e . oor c u mp l i r con l a ~ cara ~ t e r{sti c ~s o cond1 c.:.one~ i ndi cada~ e n e ~ t ~ a r ti:ulc . se elaoarc".r ? e ! cor·r i.)GiOtmd 1entf" · F' r ovec t c d e Dec reta . c o n l ,;1.=: e:·1oe-r,c1 as le9~ l ur:. pp r t1ne n t as . pa r . 91~r s omet i do a l c:1. cons1derac 1ór d ü l c 1ud~d ~n 0 Pra•: dante d e la Rep ~ b l i c a ~~ LLnsrJ o de Ministros . Articulo 7: Cuando d c, l •nA l.1 s1 ~ c& t #str al con ten ido e n e l e s t u~io t écn i co . resu lta r • e , 1den te q u e e A.1sten e spac i o s im~or t ~n t e ~ d~n tro de l a :on~ en e ~ t u di o o u e son de proo1ed o d o-1v a d~ y e ~ tán baJO • lgá n t i p o d~ u so o e xplotacion i nco~p~ t1blc con l os fi n e s d e la 119ur • l egel a c rearse ~ e l ~ 1nis•er10 de i Amb1e~t e y d • loY Recurs o s N~tural es Renova~les debe - ~ abst ene'se de p roponer la 1nc l u siOn de t a les t ier ras dontr o del ar~& a s e r s ometi d a a ,-ég1men espec1o l . e ~c e ~ t o e n el c~•o q u• e : 1s t an a c c i d e n tes geog r áfico s . e scén1c os o c a racterist1cas e c o l Ogi c a s o ras gos ·nst o r 1c os- cu1tu r a ! e!:~ o p~ l e onlolÓ91cos de g r a n r a r e~a o de un 1c. i dad y o u e no se h r fl e n r~pr •se n tados e n otra áre a n a tur a l prot.c-oJdi' e, .• 1sten t e e n e l p• i s . En ese c a5o se hará n l a s previ;ion e s p resupuest•r1&s c or" r e 5pondie n tes p~ra proc e der con f orme~ l o e s tablec ido • n el a rticu l o 6 3 d e l a Ley . CAPITULO 11 1 DE LOS PLANES DE ORDENACION V MANEJO V DE LOS REGLAMENTOS DE uso Articulo 8: Lo s o l ~ne~ d & o r d e n • c 1ón y mane J o de l o$ parqu e s nacionil e D y mo numen t o s n a tur al e li s o n e l ~·nstrumento f 1.1ndamentcd p a r a 1 11. g e v tió n y c o n s er"'voc 10n d e. los mismos y con ~end r án, en g e n e r a l las d i rec tri c e s , linea mientos y p o l 1 t1c~s para l e a dm 1n1 stra c 1 0 n d e l ~ r" e 4 . mod a l idades de mane Jo . a s 1g n r.c 1o r, d e u sos y • c t1 v 1d a des p c-rmi t1dos c on ~L•J e-ciOn a l o e s t .1bl •c1 d0 e n est e Rrg lame,n t.o . y e n parti cu l a r : d i r e c tri ces P•,.• l a p rotección integ ral y e l desar"rollo de po t e n c 1al idad•• del á r •a . ~ - e valuación 1nvent ar1•d& de los recu r ~o~ e c o lóg1c os . esc é n icos ~ h1sto r 1c o s cu l t u r a les y soc i o e c o nOm1cos . ~ def1n1c i o n d e )os o b J e t ~v o 5 p r op1os de c a da p a rov e nac i o nal o monumen t o n& t u r • l . 4 - =o n 1f1c a c i On d e l •re~ p a r"'a su m4 n e J o . 5 - f o rmu lac i ó n de pro oram•~ pMr~ l a administrac i ó n y ma n e jo . p o r l o me nea lo• r"'e fer e n t es • : protec c ión y g uarde r í a . p r e v e n c ión y con t r ol de i nce ndios . refttau rac 10n de . áreas d egra-.d a d #9 , 1nves t 1 gac i ón , educ a c 10n ambie n t al . , ..... r ecreación, .infraes t ruc tur a y de~a rro l lo f.í s i c o y e qui p a m1en t o , ma nten lm1en l o y s ervic 1os adm1n i s t r at1 v o s . 6 - de terminac 10n d e 1~ s e ~8l1 z a c 16n d e l á rea. 7 - l ~ mo d ~ l 1d~d o~r"B la pr" ~s t ac ión de los servicios que \5€· reqLu .ercin d e 11.c1.1erdo a l o s "':"º• pe rmitido '$ y en caso c e c onces iones l a s c o nd i c i on9u e s pec:1f1CiliS b.1is 1cas e:dgib le-$ d e a c u e r do a l área . 8 - e s tra t c.-c;p a s y rec:omend a c i o nes .-.de c ... 1-=1.das pare lo9ri'r e l s anea miento J e g ~ l d • l•• tie rr"'as . 9 - b.?-s e s. e conóm,c• • Pil r ll la e J ec1..1c 1 ón de l pl a n . 1 0 - i n flu~nc i a nac1on~ l o r eg i ona l . Par Agrafo Prime r o : Los r eQl~mentos de uso d e sarro l l a n la~ pre.· 1s i o nes. de los p l a nes e n cuan t o a usos y a.ctivi dc1.d e !:. p~rm1 t idas . l.?-nto l o$ pl • n•L como lov r e glament os s e r ~ n r • v ¡ ~ a oo~ c a da c i nco (5 ) • ~o~ a p#r t 1r d e su fec ha d e ~prob~c i 6n o r e v is i ón , s•Qún ••• e l caso . o c uan d o e l Pres idente de l• Repübl ica en Conse Jo de ~i n i s tro s ~ p rev ia so l icitud r .? =onad# d al In~• ~tu l o Nac ior.1il de f'arqL.~e s t a ~í l o a uto r i cen . Par~9,..afo S egundo: El p l a n de o r den a c ion y man ~ jo y e l r e s pec tivo reglamen t e d e uso serAn aproba d o s conforme a l o e ~ tabl e c ido e n la Ley y • n el R•Q l •mento corresp o ndiente. En t o d o c a so amb o s pue den e s t ar c o n ten 1do• e n u n ú n 1co Dec r e t o . Artícul o 9: El I n s titu t o Naciona l d e P arques p odrá con tra t a r con p a r tic ul ~ r e s ) a coor d1nac ión d e la elaboració n d e l o'.'.io p l e"n e s d e 0rd en•c 10n ')' ma n e jo . En e s e c aso el cont ra t i st~ s~ s ome ter~ e n un t o rio• l o e~tAblecido en ~~ t~ REg l a 111en t o . e-r1 l a Ley y e n l o t da,mas Re ol a men t os per t i nente s , ~ 51 c o me l ~ $ upe r v1siOn ) c on t r apart id~ perma nen te d e l I ns.t. i t u t o . Pará~rafo Unico: L& L~1Ct:>r"v1.s10n de l a coor d1. nac.:ó n dE: l ~ El?borac 10n dEl pJa~ corr~•ponde,., a 1~ D1re :c1ón Gencr~: CE i:. ¿,rquE-s !\tp..:10,.. ~ le<t dr 1 ln5 tl~\.•to Jl'f"'tO con la [•irec::1.on Ge~rral de P1~~1t::~c10~ o~den~ció~ d~l Ambiente d Ql 1"';4n:.::tf-1. : .. ( Viernes 9 de junio de 1989 GACETA OFICIAL DE LA REPUBLICA DE VENEZUELA 13 CAP ITULO IV DE LA ZONI F ICAC!ON Artic u lo 10 : L>e· ¿, c ue:~é o ,:: J¿., ~ :.n9u la r i Oad , t,·a91li C::~c y v ~:o~ de los recu r sos n atu~a les ael á re2 y d e los use s y a ~ ti ·, i dade ~ ser pe r mi t id os . los parques na = io~ale~ mo ~ u mer, tos nalur ~ les, e los fi nes de su orden a c ión p udr- á n s e- zon 1ficados d~ ac uerdo l a c. la:::.1 fic c:1.c i ón : Clas e I: ZONA DE PROTECC ION INTEGM.Lt con t o r- 11,a;j-=e. po1· ec os istema-: biotopo s d~claración d~l ~r e a y que . ameritan prot~:c!ón ?bsol u t~ . s 1 n permitirse mod ificac ión algun a al ambien te natur~l . por ta n t o no debe haber 1nterver1cJó~ hurn~n~ n i u s o públ ico . a fin de que l as c or:-diciones se con s erven a p er-petuidad . · En e-sta = □na sólo se pp r n1i t1r á n la s a cti,1idades de guardería y d e inv es t igacion e s c i e n tíf! c es pre v iament~ a utor i : aa~ s y ~egu ladas . E J cbJ eti vG b á s !CO de manejo e s l a pres~rva~ 1ón . ga r antiz2 n d o la e volución nat u ral y l a primiti v 1d~d de J ¿ nat.urale :. a . Clase II: ZONA PRIMITIVA O SILVESTRE: Con formad a por ambientes na t urales en condiciones prístinas rele v a ntes , que por s u c onst1 t u c 1ón pueden t ole ra r un us o moderado. ta l como la invastiga c: ióD científica , l a ed Ltcac:ión amb i en ta l o la recreación pasi v a o e xte nsiva . La 1nt~nsidad de la s actividades rec ~eacionales estará l im i tada al e xcursionismo y a la v i si t a del escenario na t ura l e n qui e tud y sil e~ci o por par te d e un público redu c i d o , única y e xc lusiva men te a t r avés d e s enderos o troc has . no permitiéndose con st r ucc iones ·ni uso de v ehícu l os a motor . S e p odra permitir en c ie r tos casos la pe sca deportiva . ' El objetivo general de maneJo es l a conservación del a mb ien t e n~ t u r al inalterad o f acili t an d o la edLlcación ambien t a l a l mismo tiempo d e p r oporc i onar fo rmas primitivas d ~ recrea ción . Clas e 111: ZONA DE AMBIENTE NATURAL MANEJADO: Estar á c:onformad,3. por aquellás á reas q ue .con teni e ndo mu e s t ras de los ~sgos mis significativos del parque o monumento ~ permiten 1 8 Va lización de activ i dades edL1cativas o pasivas d e rec r e a C: i ón e e x tensivas al ai r e libre . e l uso de vehícul o s motorizados e xc lusivamente en las ru i as que se se~alen pa r a ello y la construcción d e infrae structura rús t ica solame n t e pa r a r-efugios, miradores . muel les . b~lnearios~ comedores campest res , san1tari~s. c~mpamentos y obras si mila res . El o~j~tivo ~e manejo es mantene,~ el ambien t e n atural c a n u n rn1n 1mo de i mpacto h u man o y o f recer ac c eso f a cilidade s pú bl ic~s para fines educ a tivos y r-ec r eativos . Clase IV: ZONA DE RECUPERAC!ON NATURAL: Co nformada por sector-es que hayan su f ri d o a l teraciones ant r ópicas e n su .?.ltlbier,te na tL•rc1. l, por lo cL1al s e req Ltiere la recupe..-ación de sus c 9ndiciones originales . Esta z ona un a ve: recupera da , ent..-a~a a . formar pa ..- te de l a zona de a mb iente na t ural maneJado . El o b j etivo primordial de manejo es d e t ener la degradación antrópica d e los r e~ursos y erradi c a r las espec i es exót i c as introducidas al e cosistema. Clase V: ZONA DE RECREACION: Conformada por sectores qLte por sus ca r acteríst ic as s on idóne os para la r ealiz a c i ón de ac tiv id ades recreac 1onales pasivas y cor1 las ma yores densida d es de personas permit1bles dentro d el pat+Que o monL1mento . En es t a z ona se p od ,-án construi r instalaciones para el ser v ici o de l o s usuarios dentro de severas limitacione~ para conservar el ambiente y el paisaJe. Las obras permi tidas podrán ser sit i os d e centros de r.1si tan tes , .;.,campa.miento, kiosk o s , cafetines , restau rantes , servicios sanitarias, áreas de picn ics , pu estos de g uardaparques y obras c one xas, a e x cepción d e hoteles y demás alojamientos . El objet i vo genera l de mane j o es facil itar la rec:rea ción masiv a y l a educación ambientcl en armonía con e l medio n.=:1tu ral. Clas e VI: ZONA DE SEVICIOS: Es aq u ella que de acuerdo sus condiciones na turales y Llbicación , se considera a pta para se~ ocu~ada pa r las instalaciones y dotaciones a p r opiadas para la p res ta c ión de se rvici os públicos . tal e s cama : ho t~ l es, c~ bn~as . retaLlrantes , caieterias, centros de recreo ~ campamentos . estacion a mientos · y s us obrns cone :< as asi como las d ependenci a s pa ra la administración y prote cción de l área. E l ob j etivo de ma n e jo es minimizar e l i mpacto de l a s in f raestruc turas n ecesari a s parc1 los servicios y evita r los e fectos de e s t as· obras sobre lo s ambientes naturales o cu l tLLrales del parque. Clase VII: ZONA DE INTERES HISTOR!CO CULTURAL O PALEONTOLOGI CO: Confo rmada por los sitios o s ectores e ~ los cuales se encuentrc1.n rasgos o e v idencias represent?ti v ,:1, s dE carácter hi s tór- i co, arqueo)6gico , pa leon tológico, y otro tipo de manifestación cultural o natural q ue merezc a ser preservada . El objetivo general d e man~Jo es proteger esto~ s1~.1os a través d e un uso ~acional y armón ico con el r a~ g c v con el an1b1en t nc1,t. .. u-·a1 .. Clas e VIII: ZONA DE AMORTISUACION: C.on t rn-n,21.d =, p,:,r ~q u eJ J~ s á r e a~ pe r.1 fe ~ 1 c as oond e ~ t r a véE d e 1~ r eg u lec i ó~ d E u so: y c1i::. t ividod~•~ Sf-' logi-E- ¿te n u ,c,,,- posible =:: irn;:iac tc.•':.:. n e ga tivo~, r1e~ g~~ e daA c s a mb l enlalee a l pe rq Lte n a c 1 o n ~¿ o mc:,nu.n1e:,to n.;. t u r ,=:! . F·odr~ . s-, t=.• r :::on.;,, rE.- c e¡::;t o r~ de .1 nsta~ac .1on es ~~r--=-. e l 5 p r v :.. c io a l publ i co u s 1.1, •q-j ::; o pc.• l" <E- le ¿,dminist1· ¿\ C: ló :" , dEl ~ r e~ . El obJet1Jo Ge• r,e~a l d & P~r,e J o e s n,:nim1zar in,o~c tcs s o o re el amb1en~e n~t~ r·&l d e : p~rq u? o m~~ u manL o . P~rágra f o Pri me r o : Er , ~~ :-qu~ o momu~,ento PLtede n p r e~en l~ r se l o d ~~ e ~lq u r ¿ d~ la s : o~~ ~ ~no ~c ad a s , SJ ~ n1e !l::t =- r- abo de, le. e ;~i<:=~tE-r. c )¿~ dt:· o-': r :=< r:1 2.s e: c-::: pe r i al q u=- $€-"' ,;:! :.)n estE F:e.;:la:nent c -e e l p iar, de orde;-,¿:.,c1ór Y rr . .::-r1 i? J :. c o r r-e~pondient~ 1 ~ ~ con=-1d t·r~n sp l1 c~ t,] es . Parágra fo Segun.do; CLic.,ndo c1 ent ro de los l inderos de un p l' r-q . 1e e, rnonumt.•nto no e:{.1. st1e r-E u r. tu -ec:, q : 1e, per-mi.t¿i, con fo1-mc,.,­ l i., zo:"1i- dE- é;,., 0 1kt1.g1,.12, c 16n , ;l M1r,¡ s lf::'T i O d '::'! l Hmbien te y de lo:= F;e c ur= o=- Nctu ral e:, F21-; ,:-y.: ,3b 1 e,,s, de o,: r¿. p ,-ev er, d e- ser pos. i bl E · . la ampl : ació :1 del árE ~ o la creación dF otr& fig ura de proteci:::ió."l ' q ve seo:\ compc1t: i ble con los fines pers eouidos , m~ dJ~ n t P l ~ r egu l~c1ó n aproplada de s u uso . CAPITULO V DE LOS USOS PROHIBIDOS, RESTRINGIDOS Y PERMITIDOS. Artí c ul o 11: Lo1= usos prohibi d os d entro de un parque na.::ionai o mo numento natural s on aquel los to t a l mente .1 r.c::om pa t1b les con St.tS iines y que sólo pL1ede permitit- s e por via d e e xc e pci ón e s tablecida en las leye s en este Reglamento . Ar ticulo 12: Son usos prohibi d os dent r o de los par~ues nacional e s : 1 - cul ti vos agrí co las e n gen e ral . la c rí a comer c ial o de s ubsistenc i a de ani ma les d ome s t icas , l a ag r ofores t e r{a o act1vi d adE·s agro-silva-pastor i le s y la a c u i c ultura c o me rc i al. 2 - la mi n er í a y lc1< e :< pl o tac i ón de hi dro carburos . 3 - l~ tonstrucción de cualqui er t i po d e p l a n t a d e generación de e l ectr- i cid a d d e ta l l a i nd u str i a l. 4 - l~ construcción de di q ues marg i nales a cursos de agua y o b ras hidrául i cas similare s . ~ el aprovechamiento forest~l salvo a que l los permi t ido; tempora lme nte con f orme a l o e stablecido en e ste Reglamento . 6 - las pl a n taciones fo r estal e s d e cua l qu i e r tipo , ~s í como la introducciOn y s i embr a d e p l an t as e xó ti c as, a e x c epc iór, de la siembra de ar bus t os y hie rba s d e valor ornamental e n j a rdi n es d e l a s zonas de s ervic i o s. 7 - las i ndu•trias no artesana l e s . 8 - cualquier tipo de e stabl ec ~m i e n t o c omerc i al , e xcep to ventas de "souvernirs"~ a r tes a nías local e s y co,:") c e sion ar i o s d e los s e rvic i o s pú b lice&:que se pres ten dentro del parq Lle. 9 - l a insta l ación de vallas y a nunc ios p u b l ic itar i o s comerciales . 1 0 - los d e sarrollos ur banís ticos y asentamientos hLtmil.nos s alvo las e x c epc iones e s tabl ec idas en es t e Reglamen t o . 1 1 - la s u r baniz ac iones y cl ubes t ur í s ticos , púb l i cos o privados , y las colonias v a cac i onal es. 1 2 - la e :<per i men t ación y manipu l ación de los recursos n atura l es renovabl e s conten i d os e n el ár e a ~ con f i nes d e s u aprovecham iento comercial o 1 3 - cualqui e r o t ro caracterlst1cas especiales p lan de o~denación y manejo de s ubsistencia . e x pr e samente p rohibido por las de l 6re a , e n su corres pondi e nte y respectivo reg l ame n t o d e u s o. Articulo 13: Los usos rest ri ng idos son aquell os que pued e n permi t i r s e en l os i: a sos q u e n o deterioren el p a isaj e , los rec 1..1rsos natL1r a les y siemp re sl.ljetos a las cara cte rísticas especiales d e l á r e a y a las condicion es y ]imitaci on e s que se establezcan en cada c aso . Articulo 14: Son usos restr-ing idos dentro de parq u es nacionales: 1 - la construcción d e lineas el é c t r icas o d ue t os para el transporte de mate ri al es indus t r iales . '.2 -· la construcci ó n de p r esas y embal s e s ; de o bra s de der i vación y desv io d e cu rsos d e a g u a; ob r as hid ráu licas· s imi l c:.\ r es y s L1 b te r r á n eas . pa ra. e l aprov e c hamien to de su s 3 la restc1<u r aci6n degrad ados. r e f o restac ión y de l os sistemas a r borizac ión a t itul o de n aturales q u e pud i eran e s ta r 4 l 3 o r name nt a les servicios . s i embra y cu lti vo de a r bu s t os y hierbas e,~ótic a s, sol amen te en j ardi n e s d e l as zonas de 5 - la const r ucc i ón de obras púb l i c a s d e v ia l idad y comun i cación, incluye ndo t elef~ric os y funicul a res. 6 - la cons trucción y p~rmanencia d e edi f i c c:.\ciones pa r a industrias v comercios artesan a les . e n las z o n a s d e ~ervi c io:::. . 7 - la con~trucción o pe rman e ncia de e dificacion es habitaciona les d e use p rivado, cuando s us ocu pantes presten un servic i o permanente al área, caso en el cual se c onside r an parte de la mi sma . a s im i smo la s asociadas a las a~tivid ades . a g ropecuari ~ s lempo ralmer1t~ pe r m1 t 1d&s . B - la modific a ción o alteración al medio na t ural con el iln d e mc Jo r·a f el pai&aJP o l ~ s facjl1dades d e r ec r eación. 9 - Ja u ~~i es t ablEcidas en el plan de .ordenac ión y maneJo d~l ~r ~a y s u corre s pondiente reglamento d e uso . Artí culo is: los uso~ p ermi tidos son aquell o s compatib l es c o n los fines del parque ~ac ions l , siemp r e y CLtando su cie~a r rol l o este s uje t o~ este Reglamen to y ~ la~ condiciones y l i □ itaciones q u e se e~ t ab l ezcan en cada caso . S ~n el le •;= : 1- i.,;. co:lst , Li c c 2.. ón Ó E' '.:~mp¿, rnentos, s.1t.ic~ d e acampar- o "c 21mpin ·~= ". 2 - la cc,st ruc c ión d e cEntr os de recreo o 1nstalacione5 p~ra le ~-~ c ~e~ció~ p0 tl~ca , co n su~ elemen tos cone xos ~ tales i:.0 11 , □ ¡:: :=- ti c:,~ . .jE:, l~st. eti:. i o :-1 amJen l o . r!'::sta .J r-c<ntes 1 c afe t.1ne'!c: . á r~~ s de picr,;c E . lio~ ~os . .,..:. 14 GACETA OFICIAL DE LA REPUBLICA DE VENEZUELA Viernes 9 de .iunio <lP- 1989 servicio e 1 e..-n tí 11 c e.• . 7 - los ~s í c a lifi c~d o ~ e n e l ~!í ~ d e c~de n ~c1or, m~r.eJ c y r·E -.1 ~ame:1to de U:iC co :· n::s¡:,.::i ri c:::er.te z,. ¡ p ,=, r ·qL~e:- : ,c c 2. l""''.7i. : er 1 oc1.rt1u ... d c:.r . Art í culo 1 6 : s o n u sos pr oh ic~do ~ P 1ncom?a tible ~ ~e n loE monument o s n at.ur-ale:: : l - l os culti vos a9r{calas e n oen ~ r~l. l ~ cri A c o mer cia ~ o de subsistencia de anima les domésticos ,· 1~ ag~oforcs te r í ~ e a ctivid.;:1de-s, "'-gro-s .t lvo-pas tor 1le;, y la c11c u ic u l tura comerc:·1 .;i.l . 2 - l~ minería o e x plotación d e hidrocarbu r os . ~ 3 - lc11 ronstruc c i ón d e tualq~1ier tipo d e pl.;i.nt~ d~ generación eléctrica de talla industrial . 4 - la const r ucci ón d e lineas eléctr icas o duetos par~ el transporte de ·miteriales indus t riales , que no sea n p2ra el propio servici a del maAumento . 5 - la c on~trucción de todo tipo de abras hidra~li c as ~ q ue no seán para el propio servicio de l monume~to. 6 - cualquier tipo de aprovechamiento forestal. 7 - cual q u ier t i po de ind us tria. 8 cualquier tipo d e establec:.1miento comerci al a e:~cepción de ven tas de "soL1venirs" a artesanías . 9 - la instala~ión de vallas o anuncios p~1b lic1t ~ r 1os comercial es. 1 0 - la constrL1c ción de obr-as públicas de v ialidad u otra comunicación. sal vo las necesa r ia~ para el se~v1cic del propio monument o . 11 - l a con,;:.trLicción o pPrmanen c i a. de a·sentamientcs hu~anas y otros desarrollos urbaní s ticos. 12 - la c~nstrucción o permanenci as de urbanizaciones o cl u bes turísticos, públicos o pr ivados y las colonias vacacion¿.¡les. J ~. - los hoteles y demás alo j amiento<;. . 14 - loE e x pres~mjnte se~alado~ en e l correspon~ien tE plan d e ordenac ión y manej o de) áre>(R y s u respectivo reglamento d e uso . Ariculo 17: Son L\SO'i. restring i dos dentro monumen tos n aturales: de ios · 1 -las obras hidraúlicas necesarias para e l ma n~enimi e nto del propi o monumento , tales como : tomas de ag ua po:. ::.,s profundos ~ ,.-- e de~ de distri b:..1. c.ión y e s taciones de­ bo mbe o . 2 reforestación y re.:. 1.-· peración de los ecosistemc1s 3 - la siembra y culti vo arborización cor. fines d e naturales degradados. orn a mentales e xóticas. sólo de arbustos y de hier bas en jardines •· de zonas de SEr v icios. 4 - la construcción y permanencia d e establecimientos com ~rc iales para la venta de 1'souvenirs'' y artesanías lo~ c• les . 5 - l a vías y ot ras obras de comunicación necesarias pa r .:.1 el servicio del momumento. 6 - la construcci ón o pe rmenenc.ic:. de edificaciones de uso habitacional , F,a ra las person.a. s que presten alg~1n s er v i cio de caráct~r permanente d entro d e l monumento natural. Er, todo caso tales constrLtcci ones se ajus t arán a las normas d e l. Onserv a ci6n del ambiente , mime tizándose con el paisaje. 7 los sitios d e acampamien t o e insta l aciones recF eacionales públicas~ tal es como miradores. merenderos, Areas d e picnics, cafetines y patios de estacio~amiento con sus o bras ccne:: as. B - la construcción de sende ros y ví as no carreteras. 9 - la construcción de vías carretera s de acceso y 5er- v ic i o •l monum~nto. 10 - la mod i ficac i ón o man ipu l ación del medio natural para me j orar el ~aisaje o la rec,-.ación. 11 - la . construcción de edificaciones y ob r as cone :< as pa r~ la propia admin is t r a ción del mon u men to, tales como ofJ c l nas, depósitos, alcaba las e instalaciones para la in ves tigación cient í f ica ~ 1 2 - las que e n e l correspondiente plan de ordenación y ma no j o y reglamento de uso, sean clasificadas e.orno tales. Articulo 1B: El úni Lo uso compatible con na t t...w ales es el q L1e conlleva a la preservación med Jci n ... tL1r~ l y de los r asgos o a ccidentes eco ~ógicos que justificarón sLt c:reaciór: . CAPITULO VI los monumentos inalterad a del geográf ices o DE LAS ACTIVIDADES PROHIBIDAS, RESWNGIDAS Y PERMITIDAS Articulo 19: Las a ctividades prohi bidas d ent r o de los parques nac i on c. les o mon umentos na t u ra! es . con 1 as salvedades que establezcc.n las ley e$, sor1 aquel las tota lmente incompatibles c on los fines de s u creaciórl, tales como : 1 - 1~ caza con fine5 d epor tivos ~ comerc iales e ~e sL1bsi stenc i .;i . . 2 - 1~ pesca con fines comerciales y lB pesca submar i na . 3 - la intr-oducción y cria d e en1m6les e xót ico~ n o domé;.ticos. 4 - ~- ve rtido de poluentes de cua l q u ier tipo lo~ CL1r s cs de ag ua . Excepc ioncl menle podrá permit i rse tal ~cti v Jd~d cuando se t rate de ) a disposición fin~] de ~q ue~ servidas p1-o vcn iente s de las i ~stalaciones del paro u a G monu merito ~ ~e su~ ~ r eas d e serv icio y a con dición de qu~ n ~ ha y a o t r-¿ alternati v ~ y q ue lo~ ~flue n c es sean pre~iamen l~ tratc1.du1= h~:.ta ;: v n,p lir con l o: pa,-á mf-tr-o s di? las a9 ~1As tipo 1 ~ establecidos en e l Re~l a me ~ t o parcial Ne . 4 de la Le ·, Or9.Í:-1i c ~ d e-) An,biE?ntE'. 5- el vertido e, inyección de oo l uentes lí~u idos de cua lquier t ipc, ~i s~•~s ición d~ instal~cion es d e directamente las aq u ae subterráneas. La a 9 L1~~ serv J das proveniente s d e la~ l ¿ administr-ación de l ~~ r ~ue o monume~to - □ d t : ; ,s á r ea:- d E:. ~•e r vic: i u s pod r· ¡.. p c- rm 1 t: i r'$C- po r· medi o d e l e n:p l e c d Q po:os sépticos, y s u~1 d c r os u ct r-o di spo s i t 1vc =:,1m1 l cr· tec n ic.?. s siempre y cu~n o o obse> rve n mL• ~ est r i ctas . las CL1ales deberán 1r1dicaFse en el r espe~c1vo perm1so o ~u t o ri=~cion p~ra SD const:ruc.ción, operaciOn y m~n ter11miento . 6- las tal~s. detorestac1ones · y mov1m1entos de tierra . S ól o p .:idrá;-, a u t..or 1 z a rsC? , poF vi<=1 de e :,cepcion . lc1.s reque r- 1das pa r ~ 1~ ~or1~ lF u cción de o b r a s púb l 1cas permisib l e s y ias i. n st¿,,l ac ion es p¿r, r c< Ja, ¿,d m1n1 s t r·aciór: d r-:'1 pcirq L•e o mon umento . así corno las r~ou e r 1d~s para la recFea c ipn y el t u r ismo, en }¿. ~ :one s QL1e indiq u e el plan de oroenación y maneJo y el n ? ql .a mt? r. t o de LI SO re=-pecti ·.·os . · 7- cLialq u ier tioo d é aprov ~chamiento o e x tracción de produc t o ~ forestal e s , o v egeta les en gene r ~l. con fines c omercicd e<:, o pa ra lo:- " L1sos c omu:--ies " . con las~ siguientes e xcepc i on e ~ en l o s pa~av e s na c ion ales: a)mode r ~dos aprave c ~,~ mJent o s par? 1& iabrJcac ión d ~ tatlas . viguet.; s y derr.~~ s ma.t e :- iale~~ req u(:?r■ idos p,;.r~ 1~ const r uc c :. ó n d e sus ~ •· op J as i ns t a] bciones. pe que~as c,br·~s cJ v ile~ rústicas~ ·,• a lias y sim i lares ; b ") l.;..s prev i s ':c.s en ios artículos VI I y 'Jl l I d e e s t e F:eg l c>.men t o : e ) .;a.qu~l los ne'cesario:. pa :-- a el maneJ o Y · con tro ! de e~pecies e xót i cas y ; d J con fines de in ves~ig ~c i ón cient í fica d e a c uprdG ~ lo q ue se estipule en el re s pect ivo pe1·m i so o a u tori 2ac i ó , . 8- l a pFáctica de depor~es co lectivos { tipo f utbol , be is bo l ) ; las competencia s deportivas c on gran concurrencia di? p·)b l i =o ( más: de 5 ( 1() pe r sonas ) y de ;:iartic:ipantes, 18 recreac i ón masiva, d~ m6S de un~ persona por cada t r e inta ( ::,O ) metros cu.adrados e n u na dete rminada área {como balnearios .. playas y simila res) . 9- abandonar~ ar r ojar o depositar basura y ot r os r e :,i d LiOE sól !.dos e :-: cepto en ~o s rE'c ipient.e~ o sit ias previ s t o s para ello . De no e xisti r estos o encontrarse lleno= , e i usuario deberá llevarsl? consiga sus desecho·:- fuera del par·q ue o monumento. 10 - el dra9ado o alteració~ de fondos marino~. 11- el ¿nclaje d e emqarcacione s sobre fondos coral inos y demás sitio~ no autori=ados y le libre descarga de las sentina: en l~s emba~c:aciones que posea n ins t alaciones sanitar i as . La sentin~ debe permanecer sel lad a mientras la ~::::~:~i~n m~~u::~~~n~:~ur~7~tro de las agu~.s del parq~~ 12- el at~rrizaj~ de aeronaves civiles en áreas ~g a u to r izad as para ell o en el respectivo pl an de ordenac ión y mc' e j o . 1-~· cL1c<.lquiera o tra asi • cal ·ificada en el corre5pondier.te plan de ordenación y maneJo y sL1 respecti·✓o re9 lem~nto de uso . Articulo 20: Las acti v idades restringidas en los parq ues nacionales y mo numentos natu rales s on aquellas que pueden s e r c:tuto r·izadas s iempre que n o d e terioren el pai•aje o los recursos naturales y esten sujetas a la zonificación del área; a las limitac i on e s y condiciones q ue se determinen en el respec tivo plary de ordenación y manejo y en el reglamento de uso y en cada c aso concreto; el l as son : 1 - la pesca deportiva y la de subs istencia. 2 - l a prospección y e xp loración de minas, hid r ocarburos o rec ursos geotérmicos. · 3 - el aprovechamiento de agua s subterráneas, cuando sea necesario para e l servicio de la p ro p ia área natural protegida . 4 - la navegación de cualqui e r tipo. 5 - el Ltso de vehícu los motori z a dos, sean éstos aéreos, terrestres o acváticos . 6 - el empleo de cabalgaduras y bicicletas . 7 - e1 acampam ien t o con pernocta en forma individual r en ba jas densidades de personas . cuando ello se reali ce fuer' d e les si tios acondicionados pa~~ t~, l f in. ' , 8 .. la producción de son idos o rLtidos por parte d e l os visitan tes , la cu~l- sólo se podrá permi tir en las zonas de recreación y d e se rvicios y no podr~ e ::cede r de 5 7 decibeles ( d B A) a d os (2 ) metros d e distancia de la fuente sonora, e xcepto desde las 9:30 pm . hasta las 5 am ., la?SO durante el cua l estarJn totalmente prohibidos los ruidos o sonidos y deber~ hablarse solamente en voz ba:a . 9 - las actividades rec re~ ti v .?.s desde las pura~e~te cont~mplativas hasta las que 1nvolLtcren u n e s fuerzo fisico ind ividual , siempre y cuando no se e xceda , e n un mi s mo momen t o y lL1ga,-, de la ,-c· l ación de una persona por cada treinta (3ú) me tros cuaarados en promedio. En los p lanes de o r denación y manEj o y e n l e s reglamento~ de uso de cada área protegida se d~term ~na r ~ el n úme r o mJ x imo de perso~as q ue S E ~cepl~rá en cad~ gJt lo especifico en total y por metro cuad rado. 1 0 - la interp,.--etación de la naturaleza en los parq ues nacionales o monumentos naturales, es decir, la vi~it~ ~n fo,-m a indi v idual o colect i v a . ya sea guiada o n o . de cie r t as zonas de l parque o mon L1 mentO en dond~ a través de sender-os u o t r ~s vias terrest r es , ma rinas o submarinas, pueden aprec~arse los diversos componentes . físicos o bióticos. del a mbi ente naturnl. a fj n de conocP. r lo$ y ~stimarlos con 1~ a yuda d H inform6c i on cientifica , v isual u oral, que se suminist r· e. 1 1 el e :: pendio, ten e ncia y consL1mo de be b idas al c c hó lic~~ , seg ~ n lo e ~ta bi ecido en cada plan de ordenación y rn aneJ0 y reglamen t o de us o . 1 2 - el vuelo d e ae r onav e s a un~ altura i n feri or a los 1 . (i(H) pies (305 metr~o s) s e gL•n lo establec ido en e l Reglamento de}¿ Lev d e Aeron á utic ~ Ci v il . J.: - 1~ caza~ la pesca con fines científicos , a sí come l .;1 c~ptu r¿.. temporal o 1,~ E' >~trc1cc1ón de m:.1estras geo lóg :..cas , pedológicas . =oológicas, botánicas y de agua s . Tal es ? ct.i v idad e s podrán reali za rse por funcionarios a utorizados del Mi. n isterio de l Ambiente o del In s tituto Nacional de F·arque~ . o parÍlculares de~idamente provistos d e las licencias estctlecidas por las leyes y de la s auta r 1zac1ones p~r~ lb re~ lj z~ción d e invesl ig~ciones o e x pediciones c ientiT1c ~=, e,n lo~ pc1r·ques y monwr.entos. e :-: pedi d 3S e n t odos .. ViP-rnes 9 de junio de 1989 GACETA OFICIAL DE LA REPUBLICA DE VENEZUELA 16 las ~asos po r el M~ nl~terio del An,biE ~ l~ y d~ lo~ Recursos Natu r a les Renovables pre v i a la opinión fa v o rsble d ~l ln stJtuto Nac i on~l de Parques . 1~ - e l acc e so dEl p Gblic o ~ a u nque l imi tddo a las zonas v po r el r~sp~cti v o p lan de orden~c1 6 r1 y los parques naciona~es. l ~s normas e stab lecid as en m~neJ o y regl~men to d e uso. e n c2da e~~º - Los permis~s p~ ra a c ceso o v isit2 a lo• p~rq ue~ n3~icn~l~~ mon u mento ~ natu ral e ~ s us áreas ~ in~ lal 8 c icne~ ti~rár- e ~pe d idos p~r el ln s t i t u t o N~cional o e F·.c::i r·qL:f"s <-i t.:'. l~1j c) oneroso s e gún er- l o~ ~lo.nes dE- cr-denación y manCJ Q y regl amento de us o de cada brea 1nd1v1du21 prcteg i da . 1 5 l c;i e dL:.c aciór , a mbi erit.e. l p,;;..1-,::0 l .a pobl~c. 10,, e scolari :ad~ y p~ra tod o oóblico , a sí como i os e s tud ios de a l umno$ y pro f esores dE instituciones d ocentes . ll'l - l e\ i nter p re tación de- l cl n.:..:..tu r2le::a y d s s u s 17 - e l subm a r1 nismo con o sin bombona s i empre v cuando v .;; y an iw1to d os (2) buce:ado ..-es por l o menos . E =a obl.1aa~ o 1·i o el u so de ! ~ boy ~ internac 1onal 1 n d 1cado r ~ d~ buceo submarino con las sigu i entes c aracteri st 1c~ s : bandera c o lor roJo . CLt adrad-=- y at r·¿,.ve s od il po r un ~ t rar,jo;< d 1aoon a l d e color blan co . del e x tremo superio r 1::qu ier dc ~l in~erio r derecho o eri S L• d ~·tect o la bandet· <=' d e naveg.;,.c1.ón Al fa de color bl a r, co y a:.:ul . 18 c ual quiera o tra a s í calificada e n e l correspo ,,dien te plan de ord e nación y maneJo y s u respectivo reglame n t e tie uso . Articulo 2J: Par .;; la recepci ón y moti v a ción del público ~ los p ~rqu e s n~cionales y monume n to~ n~ t u r al e ~ dispondrán de cen tro~ de visitantes instalados e n locales definidos e n los respec tivo:, planes d e or-denaci ón y m¿r, nejo . En dicho:, loca. les se p r o porc ionará a los v isitantes opor tun idc1de s pa r a a p reciar y conoc e,· el v~lor y la import a ncia de~ área . Paragra1o Primero: l os centro~ de vis i t an tes d is pondrán entre ot r os , de mus eos ~ salas de e x pos iciones~ e :~hibi ciones y bibliotec: ci.s y derr¡ás r-equerimien tos quE' 'faciliten la reali z ación de actividades de inte r pretación d e la na t u r~leza para proporci o na r l~ cor r-ecta c o~prensión e i mportan c ia de los rec:1.u-sos nc'!turales contenidos en los parques nacional e s y monumentos n a turales . i ParAgrafo Segundo: para el desarrollo de actividades d e interpretación de la na turale za al aire libre~ en .los centros de visitantes se orientará al usuario e n la utilización de los caminos y sende ros establecidos para tal fin y asimismo S P. coordinará y apoyará las actividades prev istas en los anfiteatros, miradores, puestos de guarda parques y áreas rec reativas en general determinadas en e l respectivo programa d el plan de ordenación y manejo del parque o monumento. Articulo 22: Las actividades permitidas en los parq u e s nacionales y monumentos natL1rales son aquellas coinc idE'ntes con los objetivos de los mismos~ e:<presamente señalada s e n los respectivos planes de ordenación y manejo y descritas e n los correspondientes reglamentos de uso. Le realización de actividades perm itidas depend e rá de las posibil idades de control de las autoridadeS y, e n todo caso estarár, s uje t as a l a :zon if icaci ón y a las condi ciones y li mi taciones impuestas par a cc\dd parque o inonumento. a -fin de preservar e:l ambiente del área natL1r al protegida . Articulo 23: La utili:.: ación de los valores naturales, científ icos y c u lturales de los parques naciona les y mon umentos naturales quedará s uj eto al estab lecimiento de programas interpretativos que permitan al públ ice usuario comprender la i mportanci a de las re lac iones de la naturale z a y del hombre con sL1 ambiente. CAPITULO VII DE LA CIRCULACION DENTRO DE LOS PARQUES NACIONALES Y DE LOS SERVICIOS DE INFORMACION CORRESPONDIENTES Articulo 24: En c ada pa r q1.1e nc\cional se es'tableceran li\s no r ma s de circula=ión interna de a c uerdo a las c¿:u-a c: teri s tic:as propias del mismo~ pero e n tod o caso deberán o bservarse las ~iguientes : a) e l acceso oeato n a] d e berá realizarse p o r la s ruta s y ·pi c a s aptas p~ r a tal fin . Requer irj d e pe r miso previo oto rg a d o po r l a s aut o ridade~ del P~rque y e s t ab lecido . e n tr e otras r azones. pa ra segu rid ad d e lo~ usu~rios . En t5l sen t i do se llevara un registro de los visitante s c on indicación de : No. del permiso ~ iden ti-ficac:ión del visit e te , h o r;:i dt" en tr- ada, r·u t 2. prev i s t a , hora es t imad a d e salida y cualquier circunstancia q ue sea necesario conocer a lo s fines de p o de r ma~tener una meJor v igil~nc ia y con t rol . En 1os luga re ~ ma e comun es d e ac ec es□ se -e s tablecerán c asilla s donde e l funci on~ria autorizado o torgará el i ndi c ado permiso ~ llevará el registro correspondi en te y orestar~ l o~ servicios de in-formaciór. y orientacjón pertinentes. Lo~ servicios r ecibidos serdn cancel~dos de acuerdo a l~ tari-f a .coloc ada e n l ug a r vis i ble. b ) el acceso de a i..1tomovi les. s egún se eo. su uso ~ se sujetar~ a la s reg u laciones sigu ientes . Vehic:~110 particul~ r : e l conductor d ebe i n scribirse en los libros q ue ~ t al fin llev ará r. lo s fu ncion~rios del Inst i t u t o Nacional d~ Parques u bi cado ~ en l os s it1.o s d~ acceso ! deJclndo cons ~an c i~ d e l os ~~tos qu e le sean requeri d os t anto del v e hicu l o c omo de los ocupa n tes y obtener el correGpan d 1 e~te perm1.s o . canc elando el serv ici o recib~dc dE'" a cue-r-dc, ¡... l e tar1. f i=> que , c<l i9uo l que, antes se sef,~!ó . e s ta r~ coloc ~d ~ en lu □ 2r \ ·1s ible . VP.t·, .\ r. l1 Jos óes t.1n2"dcs )¿:i ' ✓ isj t.ec Ce tL1rist.as: sus p ropLe ta -10~ de~E•rd~ c elebra r cor el Inst1 t u t o Na cio~~ l d e F"c,rq L•tc>~ . u,, ~. t ,r1i...r -•tc, de rJrestac1 ón dE" so rv1 :::i o de a cuerde, e-en lo s r equerim1entos d e l~ conces1J~ e n r. ing~~ caso se PPrm:t i r;, l b :..1:-- c:-1 · ]..tl c:1 6:·1 de- vl?h:i'.c:..•l:,; . a. : t obuset e> $ o Q•.H::' es ten B~oa r ados por e l 1/ E> .. ,J rli l::-,s Drút.d<2dc10 de- lo:. hi\l , ltan t e ~ c1.u tóctonos: lo: poblado res au t óctonoG debe r án insc r·ibir s us v ~ hic~lo~ e n el r e9 1 ~ tro que~ tales e1Éc t oe l l eve ?a ofic ina del parq ue y est~ i-án obli gados a po rt ar u n d i s t intivo e s pecia l , otorgado pDr ~l l ns t 1 l utG N~cional di? Par□ L: es . Veh ! c~:los d & l~s 2 uta ridades ~e ) parcue : stlo pod rán c1rcu l ar e r1 cun p: imJento de tuG~iones d e · tr ~ b~j¿ y d e berán estar dot2dos del~ c crre spondient~ iaen tificaciór1 . En !.oci o s l c:,s case, : la circulac.ióri de ve-hÍculos deber.á sujetarse a l a s normas e stablecidas pa ra cada parque y los e::c eso'.=> d Eo ve l oc ida a , e sc a.pe s 1 i bre:- que prod u:: can contamin8ción , v c u ~lquier ot r~ a cc ión viol~toria o perjudiClc(l <=<. 1 Oi.<rquF :'1:-rá severarr:entE- castigada , inc1L1so cc:in p r-oh1b1 c i or- t empor.;; l de circLllación dentro del pai.ra u e y s:i..n me nost: <=1 bo el e la o b l igo.c i ó n d e repc1. r2.r los daños cat.:sados y de 1~ responsabili d a d civil y penal que sea aplicable a l p r op iet~ri o del vgh icu lo . s egún las l eyes . e ) la circu l ac ión de motos y de o t ro tipo de vehÍculos similares . qued ...-!: pr-ohibid¿, o r es tl.i.noida a l as áreas especificada: en el Reglameñto de c ada parQue. si ello fuere compa tib le . · d) circL1lacíón de lanchas y atracádero de las mismas: dentro de los · parques nacionales conformados total o parcial men te por áreas marinas, 'fluvia l es o lacustre. se establecerán las normas que regirán la circulac ión de lanchas ! el ~tracadero y el t ransporte de pasajeros. En todo caso, se deber,n cumplir las condiciones siguientes: la ulili:!ación dE? lanchas para 1 el transporte de pasaJ e ros e:, un s erv ic io público que solo deberá prestarse b.a jo c oncesión otorgada por el Instit1..1to Na.cional de Parques~ en la cual~ entre otros~ se establecerán las ta-r ifas a cobrar-. l a s normas de se9uridad para la protección de lo$ usuario-s, las rL1tas de ci rc ulación permitidas. los sitios de embarque y desembarque, los l ugares para 9L1ar-dar las lanchas, l os ho r ario=> del se rvi cio y los $e9uros de responsabilidad correspondientes . el U $O parti c ular de lanchas deberá i-gL1almente cumplir con las condiciones q ue se establezcán en el permiso que en cada caso otorgue la aut.orjdcl!d del parqu'=' y en el cual se se?:aLu-i' con la mayor precisión Y ., entre otros, el lL1gar de bote, r utas permitidas, capacidad de pasa j eros, normas de seguridad, can t i dad a pagar por lc1 uti l iz-i5ción de l as instalaciones . duraci ón del permiso y alcance de la r esponsabi lidad ci v il y penal por 10s daños que pL1edan causar tanto a terce ras. personc:1s como a l propio parque y sus instalaciones . CAPITULO VIII DE LAS REGULACIONES PARA LA CONTINUACION TEl1PORAL DE ACTIVIDADES AGROPECUARIAS Articulo 25! Cuando resultare necesario afectar con la declaro tor1a d e pa~que n ac ional áreas ocupadas , en el respec ti vo plan de o rdenac ión y manejo se determinará con e xactitud el per iodo de permanencia de los ocupante s in dependientemente de l titulo que posean e igualmen te se e s tab l e c eran las limitaciones al uso tempo~al. En dicho Plan se indica r~ además, el lapso para proc eder a la · e x propiación de inmue b les de propiedad privada, cuando los usos desn~tur ~Jice ri el derec ho de propiedad . en tales casos se procederá de a~uerdo a lo establec ido en el Articul o 63 de la Ley Drgélnic¿,, para la Ordenación de:l Terri torio. P.arAgrafo Unico: Los orooietarios de cultivos compati b l es con los fines del parque y establec idos con anterioridad a la creaciOn del mismo, pod rán permanecer en ~l siempre y cuando se ajusten a las condiciones q ue e n cada c~so se estat:l?zcan. para asegurar SLI in tegrac ión a los obj etivos del parque . ArticulO 26: Las person as ocupantes d e zona s en parques nacionales au tori zadas ·para continuar temporal men te aqLtel las acti v idades a gropecuarias contr-airias a las final idades de los mi s m?s,debe rán a justarse a. l.a s restricciones QLle se estaiblec e n en e ste Reglamento y , en todo caso no podr~n abr-ir n uevas zonas d e cultivos o po tre ros , ni construir nue v as cerc as ~ obras d e rieg o o dr enaje~ pozos , bebeder os n1 otr&s obras que pudi esen signifi c~r una m~yor- i ntervención o a u men t ar el valor globa l de s u s pe r tenenc i a~. Articulo 27 ~ Lc-s pe:rson¿,,s menc:,¡on.idc1.s en e l ArticL1lo 25 . podrán segui r des ..-r ralland o c ul tivos anuales o permanen te s ~ cond i c ior. de que haa an 1.m L•So c.onse:---v..-cion1s t a de s1-1s t1err8s 1 si n eros i ón signific•tiva ni polución imoortante de la~ Aguas supe r f i ciales o s ~1 bte r r án~as por a9roquimicos n i n i nguna o t r2 a c t iv idad s L1 s cep t1 b l e je degrad~r el ambiente. Articulo 28~ La s l~bor e s que p od r á n d esar-ro l l ?rse de ac u~rd ~ co~ Jos ar tí cul o~ anterio res e n cu l ti ~os a nua le~ o permane~ te s será n l?~ si ~ui ~0 t.e s : pr-epBr~ción de tie r ra: . ►l.. 16 GACETA OFICIAL DE LA REPUBLICA DE VENEZUELA Viernes 9 de junio de 1989 s .tembras . tra ::spl.:.~nles , e-0011am,; enta= ~ u imic c s u or-g,;,nl c cs . l.1mp1as o d es y erbe-~ f1';E:oc:.;:--1c.;: ':: o q~t il'ld~<='s. . c:::, 11c.ac 1 ó:-, o== 1nsecti c1.d a ~ . f uny1ci das y dem~~ b 1oc~. oas : r alee ~ y d e~t- ra ~ es d P árbo les de somb r a en cc~et~ l es c~ c ¿ o t ~l€ s . co~es o~ á r bnl e s ; cosech ~s o r ecolecci o1, . l i-~ ns p or t ~ t bene11c~c . o lni.;..c enc1.m1.e- ri t c, de- los p,..-c,dL1:.'. l. ~i ::. aE:r., :,- 7 1-:-bü ~- e, ;, :o~~ .r , & ;: O :"' d.:.r,a r ia:-; . P ará g r a f o Un ico : La apl1ca c 1 on de b1oc1da& ag r oquimicos será po sib le dent ro d ~l p~rque n~cionai de a cuerd ~ a l a~ c o ndicicne 5 qu& est~ble ~~ a e l M1n 1s ter1 0 d 2 1 Ambiente y oe los Recursos Nat~rales ~enova b ]es . Ar ti culo 29: En las e ~~•lot ac~ o~es oe~uar 1 a ~ cu~ se realicen s ob re saban 3 s o paat~~ales natu r al e ~ se oe rm:tiri l.1.mpi2::2. d e· ~• ü trei-c,~ . per-.:, ne, p od r tn Ser;,brarse c:t.tl t .:. vo s agr i c ol as. l a r o tLi~a.:i On e rastrea d e l a t i e r r ~ . c am~.1. 0 de la~ gramínea ~ n¿,, t u~¿ l~s po r pa5~~5 arti~1ciales. n 1 obras de riego o dren3 je. Ar ticulo 30: En las e x p l otac iones pecuar i a ~ q ue realizaban s.o bre ten--enos acondiciona.des y sembr ad os. con pastos artificiales para el - niomen to de la creac1ón d el parque, s e podrán realiz~ r labores d e rotu r a.c.1.ór, y prepar~ción de tierras y resiembras de pastos art.1.fi¿iales y cambios de especies o variedades, abonamientos .Y controles d~ maleza y plagas por medio de agroquimicos y demá~ labores QLle no incrementen ,el valor de las pertenencias. Articulo 31 : El InstitL1to Nacional de F'arc:iues, en el lapso d e uh · a~o ~ e partir de la creación de u n pa~oue o monumento deber~ practicar un censo con el a ~al~o de las propiedades, tipo de actividad que se rea li za . Ltbicación precisa y la -e x tensión del área o cupada , comprobación de la titularidad de sus propiedades sobre la tierra . tec nclogia o métodos que utilizan e incidencic. o ries90 .a.nibiental de la actividad que realiza cada ocupante o propietario establec1do en el parque nacional o monL1mento natL1ral en CLtesti6n Y las. condiciones que deberán ser cumplid<='S por los afectados par.:1 pPrmanece r en la referida área . Artículo 32 : A los e f e ctos de disponer de la información necesaria para regular e l ejerc i cio de las act i v idades transi ter ias de ca r ác t er a gropecuario en 1 os parques nacionales y monumentos naturales. se crea el Registro Te mporal de Actividades Agrícola~, · CL1ya estructuración~ funcionamiento y mantenimiento ~ estará a cargo del Instituto Nacional de Parques. Articulo 3 3 : El Instituto Agrario Nacional pre v ia 50licitud del Instituto Nacional de Parques, está o bligado a adelantar los tr é mites n e cesai--ios para la reL1bicaciOn de los sujetos de reforme- agrar ia, a que se refiere el Articulo 69 de l a L~ y de Reforrn~ Agr~ria. Articulo 3 4: OL1rante el período de continL1acíón de las a ct i vi d ades agropecuarias, e l Instituto Nacional de Parcues p od r á aL1tori:::ar, a las personas a que SE? refiere el pres.ente> capitulo, l a explotación d e pro dL1ctos forestales secundarios, tales como viguetas, horcones ~ materiales para techos, así como la e:, plo t ación de ..-. r e nas y gravas para la reparación de l as viviendas del fundo u otras edif.1.cacipnes pre-existentes. Sin embargo, quedan prohibidas l a e x plotación de estantillo~ par ~ c~rcas o l a comercial d e l e ño, carbón vegetal y arenas o gravas . CAPITULO IX ' DE LAS POBLACIONES QUE PUEDEN PERMANECER DENTRO Dt LOS PARIJUES NACIONALES Articulo 35: Cuan do dentro de un a superficie que amerite ser declarada parque nac iona l se e ncuentren asentadas pob l aciones ton mas de SO años de antigLtedad Y caracterizadas p o r un modo de vida social. econ ómico Y cultural Q~e consti t uye por si mismo un facto r de mejoramiento del medio natural. se d e marcará el área con su zona naturi.l.l de e x pansi~n y se l e zonificara como "LlSO poblac i on al c'\L1tóctono o poblad o turístico '' . Articulo 36: En r.ingún caso ~e permi tir~ el asentamiento de familias foranea s en l os pobl.!\dos .aLtt.:ic.tonos 0 1~ modi f icación en el sistem~ de> v id~ e x i s tent e . La vicilanci~ y control de esa zona se asignará a un o de ~ws po~ l adores, seleccionado entrE los d e mavor repres entativ1oad e n el poblado , q uien será -funcionario de l Instit u to v tendrá a su cargo las siguientes atribLtciones: a - org¿:¡ n izar, con la a:>esoric del Institutc. ia comuni dad. b - cumplir y hace r cumplir los Reglamentos del Parque y en particular las normas referentes a l poblad □. e - represen ta r a la comunida d en los p~ocesos de elaborac.i ó n y r evis.:..ón dE- l os Regl.amer.-tos dE.~l F'aro uE.? . d - d e n u r1ci ~r a n te ! a~ a~tor1dades ( □ ~ ~1-d~ r ~ a ' cualquie ~ 1 n v es i o n o p reton c ió~ d e t 1-asm 1~ 1ó~ d e pr c pí~oad? ~c-rs~Jnc:s ~j e'."l :'.'; 5 ; : l -7< c c-,:;-i-...mi d ad o ue fo ,- ma el pot.lad,:; . Art i cul o 37 : La~ z o n a s dE u n oara uE de=laradas cerno po blados aL:t6ctonos. s6l c- po.:lr-~n se,· vendid-:?.$ ¿. per-=,ona5 n.1:srr:c, rci-=. ,-:: oc=- !¿ tc:,l. E- .;:; tl\· i dc-d q L ; c:;,-- , f ;:.- r- tr:-=' e-1 poc.!ad o y co:--, 1~ c o rf u rm i ¿ a o prE~ : e d a la a uto ,- ~a~ d comoete ntE . L~ v e ~t a 2 p~ ~s or~ ~ b l ~~i• S 0 ~1eM ~· o~o~i b l d ~ ,. e n tod~ ~~ s o E J Estado E~l6 r ~ o tli c a ~o a d aw ~rl r l ~ ~ro~1ed ad co~fo~n.~ ? lo ("-,-'; 1 ~[,) F -::Jc: - e:-r, )¿. L E?V CE: !: ; i.H· .::i¡., .:. .; :-;. o:- . ;l(" <t" C.2<.•sa d E" L1t i l id c. :::: F~b 11ca G E □ ~i ¿l . Parágrafo Unico: L~ e . p~ n s1on de l poblado se hart d ~ a cL1to r d-:J r::c-Jr- la s- non1,,;; : q ~1 2 C=n c or, s u lta c o ~·, j,=- ccrr,unid~.:::: e s t ~~-IB:~i ~l ~~ 9lamf· r:t o deJ rpspe t t 1v 0 P~rque . CAPITULO, X DE LA EXPLDTACI ON DE LAS INSTALACIONES PARA · EL SERV I CI O DEL PUBLICO Art iculo 38 : ~ <-• d ::.•t ación y le, adm1nis.tre<ción de las insta lac iones p~ra servi cio p~bl1co dentro de los parques nc:1 c 1or1 -=1les o morn1me r1to~, n¿¡tura.les la ejercera el lnst1tL1to Nacional de F·c, rQues. di r' e c tamente o c;or medio de concesiones o t o ra~das c~r1form~ ~ l o establecido e n e s te R~clamento O en l os ~lanes de ord enaci On y maneJ □ de cada área - en partic u la r . Ar t ículo 39: El fur1c1onamiento y mantenimiento de los estab l ecimientos ~ i ns t a lacione5 destinadas a la prestación de s e rvi c ios p0 b l ic os e n parq u es naciona les y monumentos na tur ales . q ued a rán sometidos a las disposiciones ~speciales q ~,e dj c tP el presen tP Rec!amento y a lo s requerim i entos psr t1cula r e s que e l lnst1 t ~to Nacional de Parq u es e~tablez ca . sin pe r Jl1ic 10 r:le lC'\ s dis pos1cjones legal e s y r-eglamentaric\s ~pli c ab]es a cada ac tividad . Ar-ticulo 40: La in s tal a ción de hoteles , alo jamientos , cen tro5 de rec:.r-eo . s erv1.c;.os complementarios y demás 1r,stal3ciones ~ que hace referencia ~l articulo 14 de la Ley Forestc.l de- Suel~)S y d e Ag uas deberiln ajustarse a las pr-evj s iones dE· l corre.spond ien te plan de orden¿.ción y manejo y =I l res pee ti vo reg-1 ame.>n to de uso y requerirán . según el caso. d e l~ rorr- as pon d iente aprobac iór, o autorización o del contrato o con¿esion otorgado por el Instituto Nac i onal de Parques . con suj eción a los requis1.~~ s siguie n tes : 1 - Ltbicarse en la z,ona del parque nacional donde el Lli J ..i. • pe,~m 1 t.J.do y asi este pre-..1 1sto en su plan de ordenación y ma neJo . 2 - e~tar abie r to s ~ l pú blico sin restricciones . cero señal a ndo las normas que debe n ser respetadas y que~ tales e""fectos se ubicar"~n e-n los lugares· más visibles. 3 - armonizar con la belleza del oaisaJe y a justa r$~ a la tipologí a y volumetria arq u 1ctectóni ~ ~ de la zona . 4 - tener servicies sanitarios y cu~plir con todas las normas de salubr idad pública. 5 - cumplir con la normativa a mbient~l . 6 - cor1t-:'or c:on las con diciones mí.rumas para Lln buen ni v el en la calid~d del servicio ofrecido. 7 - presentar estudio d e impacto ambiental y cumplir las medidas preventivas, correctivas y mitigantes der-ivadas del mismo. CAPITULO XI DE LOS CONTRATOS V DE LAS CONCESIONES Articulo 41: E l I nsti t u t o Nacional de otorg ar a p e r sonas públi cas o p rivadas e studiar, p r o yecta r , c onstruir y e xp lota r se r vicio púb lico q ue r e quiera n los p a r ques cwnplir c on i os o b j e tivo s de S Lt c re a ción. P a rques. ~odrá e l derecho d e l as obras df Na ciona les p a re. Articulo -42: Pod r Jn adju d icarse por contratación directa e l estL1dio, proye cto, construccion d e obras menores o bien eta pas de un s er-vicio o de un proyecto cuya e-jecución no e xceda de un a~o y, s egun el caso, prorrogab l e por decisión del Instituto, por períodos igua l es~ siempre y c uando se efectóen los ajustes cont r actuales que requiera el in terés o utilidad p ú b l ica q L1e caracteri= a estos contratos. Art icu l o 43 : En cada caso el lns tituto Nacional de Parqu~s fijará las ,condicione~ de la presentacio~ de los e 5 tu d 10~, poye:::::tos as.1. c:omo el alcan ce d e los mismos est., :.blecer¿. las gc:1.rant!as que cons i ,jere conveniente e x i 9.1 r- al contr· at i.st.; , par. 1 ~ me Jor orote:::::c.ion de los i n tereses público;; y del Instituto . Artí c ulo 44: D~ntro de los ParQues NAc ion ales sólo podrán otcrg..irse conce"=iiones parr 1~ prestación de a l gunos ~~ rv ic i o• púb l1 co~ q L1e l s Adn1in1st raci ón e s ta obl igada a re-:1.lizar el p¿. rque pa r e cum p lir con los fi nes de s u c r eacion . Ar tículo 4 S : F'uede:·1 ser concesionarios toda oersor.., :. na t ural o JL1r!c 1ca . c a pac itad a t&cnicame nte e n e l áre¿. qu2 s e tratE y oreie r j bl~men t e de recon o c id 2 trav ~cto~i2 can se r v a c io~ .:.s~a o e n cap¿.ci dad de otorgar 9 a r a n t1as s ~f icien t? s . a Ju i c1 c de! InstitL•t u , de su c apac 1 taci ó n amb1en t 2. li st.a . Ar t ícu lo 4 6 : Los ~er v 1cios públi cos q ue pueden ser o b je-to de conces 1c n sor, l o s in ~erent e s a l t w - i smo . rec reaci ó n . e oucaciór; , desarroll o c ientitico i en gen e r al lo s ~e ~~l a d o ~ en el arti cu!o 4 0 d e es te Re~ l ameGto . Articu l o 47 : La$ c~nce~io n~s se ot org ~ r jn med i ant e l:.c 1 t,?C~(.,I> p L\ blice. ~ iniciad,:. poi- a v isos pú bl .!. c.aoos e :--, un d ::. ,::>.r--io □ E ;. ircu!.c. c ic'lr, n .::1c i onal , pc, r t :-e:-%- y cor. 1.nt ;;, r v c1. lr,<; de tt-e s d.Í c-::- entr e- uno y otrc, . En dicho: . a vi sos- s e: Jr1j J :.C'r.~r: '-C-• t 1 t o d c, e !.c'C'i. i l·. ,d si e ! inte-r1?s.:.d c1 oe bE? r-il e! ,=;t,o r ,:1 r el p r o ve~ln a ; s¿l ~ se está li citando l a eJ~cuc1 6~ a e un Viernes 9 de junio de 1989 GACETA OFICIAL DE LA REPUBLICA DE VENEZUELA 17 pr oyc•.:- t c, ttreC' MJ !.. ~C'r, t c . c. 1 -sr trot a de- obre.';'. o í n:;t¿} ~ :: 1 ::mes. con ~ tru iC:.;\ <a p o ..- e l Gob1 e:--r-,o f\;i'IC1.ona l y . e r , t.oe;"; C. '\:=O ~e 1nd J t: é".rf: cc,1 . e- :-· a ;: !1tud t- l ~er.•1c.i o OLtE S E' tr ~ t c . =i ..- 0 ce.,:-,:) l uqar . fec h~s y h ores ~ n donde se ~ten d c,·a ~ lo~ 1~tere~ados p~ra da~l~s la• 1nfo rrua;:.1ones pe~t 1n~nte~ . P•r•gr•fo Pri~ero : A l o5 ~t~~to~ d e ! dEsa r r o n~ de l proceso d l" l1c:itacion s e const:. t uve } ¿. Com.1;:1.cfr: de i.. 1 C" 1l~c1.ones:~ integr,sdc?. por e l ()j r eC"tcr Ge-nera l de F·arq .. ,es N~c ion ales ~ qu ien 1~ p , ·e~ i d 1rl, e l 0 1re ~tor d e Orde~~ c 10~ ce l Terr ito r1 0 del M1 n1 s ter i o de l ~m~.1ente. e ? Con s ul tor Jurídic o. el Direc t or de Adm1n 1str~ c 1on y Scr,1c i os) e l Ol reclor de Pl~n 1f.1c~c .1 ó n y P re~upue~ ~o del I n~ti t u t o Qu 1en•~ e n u n p la=o n o m#yor de 6 0 d1as del~ f ec h ~ dQ public ~c 10 n de e~t e kegl e m~nto . d1ctarán r P.Qlamentc ¡ nte rno d~ f 1.1nc 1. onum1 e n t o . P•r•gr•fo S~undo : L.i- b u e n ¿. p:-o ser- t, o ~oroi'dil po:-- el Pres i dente de: I n stituto ~ r e v ¡ ~ op1r1dn fa vora ble de? M1n1 ~ tro de: Amb1Pnt& y de lo~ RecLirsos Nz tur~) Fs Renovabl e s . ton1andc en c on$ 1der~c16n los e$ t udl 0$ re~ :i=~do~ y l ~s rec. oniendvc:1on€'11:.. pr"'es~n tad~~ p:.,r l ~ C..om1 s: 1Ór1. Articulo 48 : E l Inst1tut ~ N~c1onel de Parc u e s tendrá las mas a mpl i•s facul t ade s de 1~s pe a:iOn y control de la concesión ,,ud 1en d0~ ~r caso de l n cunplinu.e nto q u e a-fecte al 1nte--J's público . t emer a s u c~rgo . pero a costa del ~once sionaric . l a pre$taciOn de l serv icio . Para e l!o podri utilL: ar person al p r ocao si d1.spu ~1ere d e él o contratar l e . pre vi a c il l ificación d e l .;. s.1.tuac:ión como u,..gent.e y •1.1tori ; ocJ.Oi, d el M1n1stro del Ambienta y de los Recu r •os N.!llurales RP.nOv.!.bles . A,..ticu lo 49: El cont,..rt.o d e l cas c onte n e r, por lo me nos : obj eto , e s decir . descripción del servicio QLte se trate. 2 - de$cripción d e l ~rer de) p a rque que podrá ser tLl i z ~aa a l o s fin•5 de l a conces10n, a si como de los o tro5 .. i~ne;.. p( tbl ices que •• Afec tarán e\ } e!, misma . 3 - p roye c te de obras ~ ser e j ecu tado por el = once s 1onario . ~i i u ere el c~so . 4 - pl an de administr•ción y manejo del jre~ ~fect~da a l a concesión de acue rdo con el serv i cio a pre star . 5 - p l a n d e manten i mien t o del servic10 y de lAs ~bras . R.{gimé-n d e repar a c i ones dt• ma.qu inari a s, equipos u obr as. • •rv icio . 7 - norm•~ Que deoe n est~b lecerles ~ los u ~udr.1. os y sus d e r•chos y obliQ• cione s. ~ - deiiniciOn de las respona c\bilioAdes d • control , v i gil • nci• y i iscali z ació n . 9 - rJgim•n •conOm1c o d~ la c once .. 16n . 10 - •st abl•cimiento de f1•nzas, g a r•ntías y s e g ut""OS de respon zabi 1 id•d c.i v il \.l otros q ue se considere n necesarios ~egún •1 o bj eto de la conc• s 10n . 11 - c a,u!tas d e resolución del cont.rato y sus. con~ecuencias. Cl6usu la de r esoluc i o n de p i e n o oerecno a favor de la Na ció n e n c a s o d e incumpl imJen t o de l a $ obligacio nes contr~c t u a l • ~ o d e la~ r eglamentari a s del p,-rq 1.1e . Iguplm1tnt'• s1t •stablecerA el r,gimen de r-es cis i On del contr•to por ~•u••• de utilidad púb1 J c a o soc i~l o oa mo di fi c a c i ón de SLlli condiciones p o r ese..s mi-smas causa s . 12 - prohibició n de ceoa r o tra~pa•ar e n todo o parte la conce6i0n sin l a a u tor ización dad• por e l I n stituto .en la forma e s tablecida e n e s te Re glamento . 1 3 - plaz o para la pu es t a e n m~ f""cha d e l servic1 0 y d uració n de la conces ión , q u e e n n 1naun c aso p odr~ ~er s uperior a lo~ 1 0 años . 14 - obligaciones y ~er~cho~ del concesionar i o propios de las c:Aracterfst icas del s~rv u :10 que p r-es tará . 15 - el procedimien t o p~ra deterrn1 n.!. r :ubl&s o ~ l o• bi e nes .. 1 a c t ado-. a l a conce s i ón s e r ~n revet- tldos a l,t. Nac 1ón il- l 1inoc\ li::a, r l a m15ma, 16 - cualqu ier otra nor md c ve tien da ~ garan~izar e l meJor uso del p a rcue y el mayor b e n e ficio d~l público . Artíc ul o 50: El réc,men econon, i co de )¡.. cor,c e !Eion lit" fundamen ta en el ~qu1 1Lbrio e conOmi co dwl c o n c~s 1on •~10 y la ef·1ciencia de) •er v 1cio. Las t a r if as y prec 1os d ~ 10$ prod uc t o s. y s erv1cio'i. Que pt-e ~t~r á n lo ... conc e ~ 1ona i- :.ob se r CH"I t1.;od~~ por el ln~ t l.tu t o Nac1ona 1 de f-•a rQ L• l>S Jun to c o r, l O!:o on~an1.smo5 competen tes y CetJen s.e• r ~: on ~Ules . JL1-.tos v' ¡ 91,.1c:.dE::''= pc:\r- il todoE l o~ USl\é.ff iOS, Par•vr•fo Pri ,aero: Las tar1 'f a,¡; •erá n ,..-ev isada$ c a d~ años o cu•ndo d•cision~s gubernament.~l es ten g a n inc1cenc1 a d i rect~ e n ell• s e n form a ta l que ~iec ten el e QuillbrJ ~ oconOmico de l concesiona r io. P•riiorafo S e ound o: Du ran te e l proce~o de ,..e ·nsJOr, d e tari fas e l conc • ~ i onario no podra sus pen der e l servic10 n 1 ,1;HJi-r ! .L; costo , •o per,a, d e- u-i cL•rr 1r- e r, cav!>c.l de resc-1sH.<r, del co~tr~tc v c aco de dd~os ~ p e rJuic i os ~ Ta v or o~! lr,~ll \.t,.: t,, . Articulo :;1: E:. l ln{ .lmp l ¡m: (?r-, to d t' ÍllS obl JQO-Cl-One~ Q\.1E­ a$Uffl ~ a ] concos J ~n~r 1 c da r~ lug~r ~ la a pi i~ac i ón dt. S:?nr 1or,e':" ql•C: Oe élC\.• r•:--dc, c on la f.:.lt.e ood:--ar. sp r mLdtc'\ , SL'~PL~1,~ 1C-r: t!:'mpQr-11 1 Cel benef 1c10 econOm1co v resc1s1ón O i! i ! on ,1 <!'~ : , ccir. p ""'l~C:, dt? df\ r,::-~ v ;-Je!'""J u :. c 10~ . CAPITULO X 1 1 DEL ARRENDAMI ENTO DE LAS INSTALACIONES • Ar t i c ulo :;2: El l nLt ituto podrl a r r•nd~r alouna s e ~ su• ,nsta lac1one s p~ra l ~ e n todo o p a rtE­ r e ali zac i ór, de ~( t~V ld :< OC>S ci C"n tÍ 1 J c:as,, CLl) tur·¡de5 , d epor t; v~!'.. p re,::rea.c1 on .a l c-$ . F'•rAgr•fo Unicoi e n todo c aiso f> l a r rendé.'. tar1 0 $e sr rn,E"te r c' lJ. l ~~ n o r mé'\ti d a LtSC Qu e establezc l' el lns ll ... tuto CAPITULO X 111 DE LA PROPIEDAD PRIVADA DENTRO DE LOS PARQUES NACIONALES Arti c u l o ~3: C.C" forme ~- lo estab lec ido e n l a Le y . L~ d ec la,..ctori.p de oarque nac 1oria! e s. Ltn.a l1mi t .tici6n legal f!. ia ;:>r o ;J1eded y loi- p,r1,.-:1cu l ;.i ,..~s o u ~ poséan propi ~ o a dps, o d e rechos en el los y q u e no estt!r, comprendidos dentro d • 1411• ~r~vJ~Jone~. de los C~p~tulos V?l l y I X, po d r á n dP~~r rol l er pi-oy c-cto:. d e ser..,ic:1c:, públic o i'.COr d~• con l os t ines del pi\rQl-•ff 'y c o n l c. zon itic:aci6n q u e e n lo• plan es y · regl amen to• respE:" c tivos st.~ l e s hayc1i .,$igr,ado a s u prcpi&d•d. Ar tículo 5 4 i S i con i orme a ).o e x p1.1• sto en e l a r t i c u lo a nterior u r, propietar io pre t e nde re¿1. l 1 ::•r un proy e cto de se,rv ic.io públ 1 cc, s o l 1ci t a rán del ln~ti tuto e l estu d i o del mi$mO a los efvc to~ de su conformidad con lo§ plan •5 y r ec;:i l °"men tos del parQL1e. P•r•orafa Pri ,..ro1 Si e l proyecto r e s u ltare c onform• , el · I n st i tuto l • f i Jar• las cond icione• d e eJ•cuciOn y •• lo o t o rga~~ e n ccn c••ion, aplicand o todo lo • •ta blee.ido • n • • t • Re Ql •men t o , enta'biéndose l• con formid• d como l • bu• na p r o y Pn el respect i v o c o ntr ato s e cont•mpl•rjn t oda s las e xiQenc i •s seña l ad•s •n e l •rt i c u lo 49 , de ••t• Reg l a men to. ParAQrafo S•;un d ós La única mod•lidad s•r~ l• re l a tiva al r•Q1me n e con6 miCo del.a e x plot•c ión, el cual v•r1 ar• •n lo q u e respe cta a la c antidad q\.te el conces ionar10 deber~ pa9 • r .al Instituto por el uso de tierras propiedad d e la Na ción . En e s te c aso se d a- terminar~ dicho mon to e n la f o rma u s u a l y s • c onvendr á que •l concesion a r i o no efectóc t•l •rogac iór1 p.ara 5E-,.. aplicadC\ c:omC"I pago de su propied~d. 1~ c u al • l término d1a.• la concesión p~sara al E~tado al igual ~ue los d e más bi e ne~ ~ +ec tados a l~ m1 sm~ . Par•;rafo Te r c e ro s l e. d L1 ra.c i 6n · d e 1.,, concesión ser~ d P.terminada tomado •n cuenta e,l vi\lor de la. propi e dac:I al momento de l o tor9~miRnto de la concesión~ •n base a l c ual s e c alculará el monto d e la cuota men ~ual y •l t •rmin o d e la concPs1 6 n . En e ~ t e c••o ~e e st~blecerá un ré91men d E 5anc ione s a c o rde con l a situ ación . para c•stigar •l i n cun1pl i mi e nt o del conce~i on a r io . P arAorafo Cu•rto s 5 1 el proyec to no f u ere el in t eresado no e cept-.re e l rJgimmn d e e ~ tablecido, c o n l•s mo d al i dades e x pue~t~s , el e$tará o bli g ado a 1 n d emn i zac ión alguna . CAP ITULO XI V con f o rme o •; c once s i ón aqu i lns. t. ituto no DE LAS AUTORIDADES DE ADl'I IN ISTRACIIIN Articulo ~ S: L~ edmi~is tr~clón ó•nt ro de los parqu PS nac ion ales y monu men t os nat u ral es compr1tnde tres a-&pectoi. fun dame n tales: 1• ord eriac 1.6n de l terri torio; los r e curs o s naturales e :a '8 tentos en el are a: el e nte JUr J.dico-ec: on6 m1co y l os serv.1. c i oP p úbl ic:01;. . Ar ticul o ~6: En cua n tc, ~ l a ord~na~LO~ d~ l te r r1-~ori o , corresponde al I nst i tu t o Nac i onal de P-.rques, con t.u ; e c 16n e. l o e st.at, ) e c 1do e n lo;¡; p lanP.s de ordena c1on y maneJo y l e $ r e s pect ivos reglame ntos de usos , otorga r la$ aproboa\c iones Y a Litor L2.-ci o r1es a q ue liE' ref i ere n l o s. arti c u l e s 4 6 ; 49 ; 50 y 53 de le Lev . Articulo 57: E l ln~tJh•t o Naci o ni\ l de r'arq u e s, s ~r'á r~sponsabl e d~ lll 111dm1nis trac 16n de l os r•c u rsos na.tu r "a les P ::1-..tenle~ den tro del ~r ea d e un parque nac i oni"l o nionumen t o na turel . c o n tor-me a lo e staoblecido e n los respectivo$ pl •ne» d~ orden.tc.16n y mi B,J.o y n egl¡, men tos de u sos . · Artícu lo 58t lQLtalmer, te- cor responoer-" a l !nstJtuto Nac 1on a l de F'• rcLles la adm .1.n1.tttrac i On d el e nte J ur í d1c o-ec onOmJ c e, que c o niorm~v1 l Q• pilrques y l o 'l> monumento•. ~ s i como de l o ~ serv 1 c 1 o s p ~ ~ l icos . toda ve~ Que d ; :. hi.:, c, ,....9f!.n Jsn,c., et- el respor1sa =i le d1r.,cto OP. la ~J VCLLC iOr, de l os plane s de ordv n ~c i ó n y mane;o y d t:? lo'a regl a me n t o s de us.o c u rre-•~,pc,nd1entef.. . d e ~c.uerdo a l o ~itipul ado e n e ~lo Reqlame!""lto . Art í culo 5 9: L1,.1C•a rlo E--":· 1 s ta plan d t:- C"' r denacion y mane-J e• c o r. s.i..1 c:c,rre~oonc 1e""ltC' re.•i;l a mentc. dt' uso e J P r-e $ 1dent.c d t- J lr,l •.1t1.. : e- f1,¿.,c101aj d t.. i-'i1rq. 1e,$ será ej fvr1t i o•1..=i ,.i o ,i!,V t o rL::ill tiO 18 GACETA OFICIAL DE LA REPUBLICA DE VENEZUELA Viernes 9 de .iunio de 1989 p are. e :: p c::-:::i:- i ~s. perm~ s,o s ,:; . .., .:l - ~-.::-+ . .=:•c ~o· \;\• ,·c~.: .. •<::". '.JS. r·.¿:; t. L 1¿ 1.:. re~ov~L J ~5 • .=: s ~ c~mc ~~~ conf~,-~.Jd~d~i o~ ~so -== ap• ob2.:: 1or,e: v ,.;.i, ; t o i· ;. ::¿,, c.;.t.:i··,es r·~,~- \c., r .:. ,::L?~ Par.tligrafo Pr i mero ~ i: l F r e:: 10E-n t e- el::::~ 2-.: : Jt • · ; c, p.::..:1~ :· deleger , c o n ia~ l ~~ 1t~= .1 o~Es qu2 :o~~ioe·e con, e,~e,, t e ~ . Parágr afo Segundo : Na ~io~a l de Faro~e ~ f acul t~d o~ o~ --~ e~pe,: 1. ~ perrn so~ ao1• ':..or 1::.2'c: 1 e,r1e~ . OPbcr;. r• t:::-i ,· :..c-r me...., s 1.1 2,l mer,t~ ¡,. ) l..nr ~ ;:-t c,r Ge:;r~ · d. l r. ~: Ad m.1r. 1.-=,tr¿,,c.¡ór. d ? l :..,1,t,.1~nte w ;;, J ü;.rf'!:.:.i..c,r· e , Corr d!n~dor Zo n a l d el M1 n 1~ter1 0 oe ~ A~~le~t e d F !O~ Rec u•· :"' ;~,~ f\ .:<. t.ur2les Fe~10\' .ab : e :;, s e -:: ,.1~, s:..: ,• la J 1..1•-1~a1; c10~, . w1,6 r E" :i c.~.1ón ;:on t od~ J ~, ;i -. t::; r rt.;1 !"; ~,r ~E:'~t:.ne:-iti:: .r~ Jos p E'r:i =-:, :. . a u t. □ ·- .l :: a :..:. o rH:,,~ o a.p robi..c~i o n es c 1.croZ1:d,;."i.- . Art iculo 60 : Lo;:; f unc.1or. ~<. :-1 o s q u e ter,d r ár: .;. s u c ,;,,.r 9 .::., Ec=:: 1 s erv 1 ~ i o d~ p~ rqL,es n a c i o nales } monu ma ~ t o~ ne tu r~ ies s o r, l e ~ s. 1n 1•;<=-rt F- "" '. E·l F' r e-=-id e n tE' del !ns t. :: t.u t o Nac ,¡ or,;i l de,: F-¿, ... a u e:. . : - ~l Di rec t o r Gener a l de Pa1· q L1e~ Na=10nsie~ 3 - J n9 J• f e s d e 0 1v1 s1on c e !~ Gi~re~L 1a Gencr ~ 1 d~ Pa,-ques N~~ i onale~ . 4 - l os Dt:l e 9 a do:.· ke9 1 cir,a le::. 5 - l os Supe r- i n tender. tes . 6 - l o ~ J efes de Sector de Parq~ies N~ c i ona l e s . 7 - 1 os Guar dapan;u es. 8 - J o~ oficiales y e ~ectivO$ espec :.~li zado s d ~ l~ Gu ardia Nacional. a d scri tos a la Guarder ia Ambi e nta l d¿ l os parques nacionales y monum~ntos n a turales. Articulo 61: A los efectos del~ super v1sion ge~eral d e los parques n acionales y monumentos natLL r il l e ~ . lo:, funcion arios a que se ref iere el artículo anterior depender~n por via Jer~ rqui~a de l Pres:dente del Instituto Nac ional c o F',:11.rqL1es . balvo los ofjc i a 1 e~ y efectivos de la GL1ordia Nacionai q u ienes sólo tendrán depend~mcié\ funcional . Articulo 6 2 : Para logr ar una mej o r coordinacióm en l ~ p r otección y administración de l os parques nac i onales y monumentos nat.ur..i. les, el Instituto Nac i onal de Pa r-qL1es crearél. las Del eg~cion es Regionales, tomando en cuen ta la organización zonal del Minis : e r i o del Ambiente y de los Recursos Natura l es Renova bles. Cada una de estas de legac.1on e s estará atendida por un Delegc\do Req ional, qu ien .1r1f o r nia r ,cl,. mensualmente al Director o Coordinador Zonal del M1n1sler1 0 , comforme a l o establ e c i do en este Reglamento. Artículo 63: Corresponde a l os Deleg éldcs Re9 ion "'les , dentro de s u área de competencja y con suJecion i:' l as directrices q u e e stabl ezc a la Dirección General de Parques Nacionales : o r denación CLt:~~~:i~'f, h~~::1e~~mp~~; 1a!:~ta~~:~os:ci~~:~.1c~: a pl i cab les a los p..irques nacionales y monumen tos natLwa l es . 2 - colaborcu·· en la e l abo ri\ción d e l os p l ane~-, d e ordeneoción y maneJo de cc11dct parque nacional o monLin1e n tc.1 natura l . de conformidad con los lineamientos y directrices c.Onten i dos en el . Plan Nacional de Ordenc\ción del Territorio, Regiona l o Estadal o e n su de fec t o con los Qt.te establezca el Ministe r io del Ambiente y de los Recur sos Naturales Renovables, la Le ·; otros Reglamen t o s correspondiente~ . 3 - diri9ir, coordinar y s upervi sar la eJecu~ión de lo~ planes de ordenación y manejo . 4 - actuar como órgano de i n f o rmac ión del Instituto Nacional de Par-que s, e n relc:1.ción con el fLmc1onamiento 1 mantenimiento . uso y p rotección de los parques o monumentos . 5 - h a ce~ cumplir las medidas de prevenc ión y control d e incend i os de veoetac ión y para evitar c u ~Jquier for-ma de da~ o o destru cción d~ los recursos nc•t1..irales en los parqu e s o monumen tos . 6 - coordinar y supervisar la eJecucion de los conven i o -=. vioen t(a'S entr-e el lnstltu to Nacional de P ar-qu es y otrcs in~tit.uc i ones ~ inc l uyendo aquellas rea l 1zado<5 de c on f ormi dc'I CI con la Ley Orgánica de la Inversión del Situadc constl t u c i onal y con los planes administrativos realizad o~~ por- el F'oder Nac ional y con l o s acuerdos intern a c: ion ales ~obr~ l a mate~ia . 7 - mante:,er coordi n ación Y m ... itu.;,. colabo rac ión e.e n el f uncionario zonal del M1niste,· i o del Ambiente y d~ los Recursos Ne1tura l E'S Re novables . 8 - sustanc iar los expedien tes a dministr~tivo~ que deban ser instruidos con ocas.ion del · ev112"ntual incump lim1entc de la~ normas relativas a loa p~rqL1es nacionales y monume ntos natural e s . 9 - p r opone r y j usti t icc:1.r los proyec t os de presupuestos correspond1entes a su delegación y a la admin istración de los parques nc:1.cionales ·; monumentos natur-ales qLti:? 1~ corr e sponda.r, . 1(1 - eJercer e l cont r ol jera,-quJ.c::o del personal d e S\..l de 1 egac ión. 11 - elaborar el informe ¿mu a ! de l a gest.:.ór, cumplid.? por su Delegac.1on. 1: - presentar C\..tenta. con la per-iod1 c idad que s e estc'.blea c.;,. , al Di rec t or· Gene1·C\l de F'a r-q u e -= Nac .1011.a l e:: c2 i Jnst il1..•to . 13 - cualQu ier otr~ f acultad u c b ll9ac 1ó n Qu e le :ea c<sign~.d.;a. p o:- 1.-., au toridad compete n te . Ar t icu l o 64; Cu ~ndo Lln ~ re~ se e ncue n tr e ~tectad 2 e r, forma cc.ncL•r r e n te como parQL1t' n~c i. o n e\ ! y mon Ltmeri t o r. e t.urcl . l =- ser~. "'oes.19:.ad:::o un fun c io:-:cl.r 10 como CL1toride\d p,;,, r·~ ¿.n,~•~s . C1..1~ndo Lln p a1· q H e nac ior.a ! ~b¿n ·q u e O O<:;; o ma: e n t.1 d ¿, a ,:? =: . i 9dcd men t1: JE' se,.~ de"=>igr,cctdc\ une- :\L' t o ri d a c úíii c -=1 p e<~? S L' adminis t: rae iór, . CAP iTULO XV DE LA GUARDERIA AMBIENTAL es• ; c·-! ~ r ~ ~Cr ~~ ~ J :a~ P~ :r rr.J . .;.",\:-tn=. ?:-• ¡.: ~i.··-- . t1 a .. CH:: •, .;:, léi :-;,=;.¿~ , ~;. ~~- ;:.~ :., : ¿~~ : ó :"'I , ►Jnc: . t, ::.ía~, ::,2• c•J:;:c,,c~,:., ~ e~: .. e'": <<. ;.vid.:t.h"!: ;~·~· d~r '="cti• ::-,0 : rt< .. 1..;im~n t e p ,.teda;- c.a~i;,¿p r 1 ~s~os da~~~ 81 a ~~iente de ! o~ par qu~~, n a ~ ion 2,es 11.0: •\..•me nto :.- r·,<1. t l r· ; ,}E'= . Parágr-aio UnJ.Co : ~ t~! e~ ei ~~tQ~ c~Q¿ p¿rqu~ n 2c¡ o na ~ 1w:o-1 . 1í"le n to r,,- t .,.· ·2 1 d1:<ro•,c1· 2, d >:. u n ~ ,..,r,:.á¿.,:J espl? i.. i c- . ~:· 1 r ··d0::1 ria .... ,.~ :,; ~;) • . .-.: ¡ r,tec: rc, j..., po~ ) ,:.:e í,.u ,;:;ori,;,.r JC.•"::· a .: .. ! n~tJtut o q u íl.~ e •ccl a ~ te 5€ 1 nc ~c~~ µ~J: l os 0~1 ~ 1aJe~ v E-! t'~",.) VOS de 1~- .s~•c,rCJ i- !..¡,:;,:, 1 ::,~) ,;~ p :,:- ~0$ 9 ~1 .... n ~,:i.parqUÉ'=. c.1 ,.::. l 1r?s ~ q u1eriE1 s CL1m~ i1. r·c>r la.s 'f ;.; " ,CÍD f1G- 5 pr-op ias d t= J¿ c-itt<• :--de-,r l~ a m :::d i?r: t.;,.1 d;;: .A.c. · te rdw 2 Je, e-::. t 2 b! E-Clt.lO e r, e: 1 n :;is r,•"'C ti vo p i d n d f cwde1~ <:H:: i or· m~neJo de J á r e e t n r 1·es p o ndi e nt ~ r e ol~me n to de u s o . Articulo 66: ~ e,:- ~L•.nc:i onarJos de) l r. !="t.J. tu t o Nacion i-l o e e n cc1 rgad os de fU erc:er func iones de g u araer.1~ a mt11ental son los siguien tes: e l Pres.1.de nte del !nsti t \..t t o. 2 - los mi e mb r os oe l a Junta Directi va . ·;, el Director Gen e r·a l de Parq ues Nac i ona les . 4 - los Jet e s de Di vis.>.ór, de la Gerencia de Parques N4\c .1on .. -., 1 c~ . ~' - lo~ . Del egados Regiona l es de p arques Nacionales. 6 - lo-., Superinte ndentes de Parques Nacionales . 7 - lo~ J ef e s de Sector de Parques Nac i ona les. B - los guardaparques . 9 - otros funcionarios que design e el P r e side nt~ d el In=,t j tL1to . Parágrafo P r i mero : También ejercerán fLtnciones de g Lt¿,,rde r l~ ambiental l o s func1ono.r1os dal M.1n ,1sterio de.l. Amb len t~ y de l os Rec u r so:. I.Jc'.turales F:enovable~ ;,, los CL1a }e$ se l e$ o torgu e competenc ia para ello. Pará g r-afo S e gundo : Igualmente podrár1 e J ercer· func.ionl de guar derí a ambien ta l . ad-honorem , l os par t iculares con man 1 1ies to inter és conser vacionista , especialmente ac r editado: a tales Ni,C JOn a l d e Parques . f .1nes por el P residente del I nst.1 t u to Artículo 67 : Lo~ integ r-antes de.• l serv i cio de g LLardería ambie nta l para los parques n c:1. c: iona. ! e-s y mon u men tos n aturc.les i e Je r c erá o: s us tune.iones de ac:uerdo con las normas establecidas e n este Reglamento y en el plan de ordena ción y m~ n e;o d~ c~d~ áre~ en p~rticular- . Arti culo 68 : La u nidad básica para la a pl i cación de los dispos1tivo s y el e J ercicio de las func.1.on es de guardería ..,1. l'T' b .1en tc! , s e rá e 1 parqu e naciona l o el mo n u mento natural, los c ual e s servirán de reter-encia pc:1.ra li'. coordinación d e l as ac:lu aciones d e los f uncionar i os que integr.?.n la u n idad de quarderia ambiental correspond i ente . Ar tí cu lo 6 9 ~ Sor. f unciones comun es al Presidente del I nst1tuto Nac i onal d e Parques, a los miembros de la Junta {)irec ti v ~ del Instituto. a los demas funcionarios i ndicados e n e l articulo 59 de este Reg l amento , a 1os oficiales Y e f e c t i vos de la. Guardia Na c.1.onal -=-.si gnados a la protecc.ión d e los pa r q ues nacionales y monumen t os n a.tL1r~les. asi como a los particulares c1. qui enes se les haya atribL1ido f uncione s de guardería : 1 - orientar sobre las prioridades de vigilancia y prevención a los ó rganos de comando y efectivos espec i i".li 2ado~ de le G\..iar-dia Nacional y demas f u nc ionarios s u balternos •~ignados a la guardería ambiental de los parque s n a.c 1onales y monúmen tos natu rales de ac1..1e r do a las directrices del ~espectivo plan de ordenaciOn y mane jo Y el c: orrespo n d iente raglamento de uso. 2 - eJercer la vigi l a nci a y prevenc ión de r iesgos y daño~, ambientc:1.les · a los parques nacionales y monume ntos naturales . 3 - realizar )a f i scali:ac.ión de las actividades de los p a rticul ares en los pc1rques naC::ion ales y monumentos n aturales y verif i car ~u conformidad con las normas técnicas y legale5 aplicab l e s , con el fin de dejar constancia del hecho q u e se c1ver..:.gua y de la participación d e los presuntos r-esp o nsab les. 4 - so lic itar los r efuerzos de v igi l anc i a y p r evención n e c e";>¿. r- 10s y la eJe:::uciOn de los p r ocedim i entos de \,.1:-9enc.i2 s e aún e l c a s o asi la r e quiera . Art iculo 70 : El s u ~erintende nte el e \..t n p¿,. r aue ~1aciona l .;. ctudndo d.1rec t a rnente o oor denun ci a que le preserrt~ alguno dt,, ln~ demc:Ís respons.aL l E>~ de la g u arder.l.i:' ambie n ta l sobre cu.? l qu1er- hechc. o ¿.c t o p e i· J ud i ::: .1al ai á r i:-a . que co11<a l i tu.,.~ una i nf r a c c: i on . s o li ~ itA:--á l B c ol,?bor a c .16n de la Guardia r·J,:.,.c1.orai po?.ra proceder ~- ).;, i n~t rucc: ión del e :, pediente res p?=:t1 vo . Articulo 7 1 : E l efec t i vo d~ l ~ Guardia Nac 1on& l de~ 1 g naco c: o n,o a u }: ¡ l 1 a r i nstr uc: t ,~r de 1 caso , tomará 1 a s corr~spond i en t e s d ec l arac ion e s y sol 1c it~rá la elabo rac ión dE ~ o~ :.n formc.> :::. técnic o s nec e = ¿or· ~os . E t. t as a ctu a ciones deben set· rh.~1 J ;: a dr <;;: e ·, Lff 121.p:.-c• no me"vo r de ::',(• d .:ias c alen dario \.­ t 1: m.:.. t.idas <-1.¡ 1uncic-n a 1- i o !=Omp eten t e. Articulo 72: E l i u n c1on.;a;r- i o c:ompe t e r, t e .,:,, } rec ibir las a c t u~c1o~es p roc e derá·, d~ntre d e lo~ 1 ~ d ias hábi l er iJg~•Jp1·te$ . ~ J~ ~o r, e l a ción y ord e r1a~ 10n o e l e x p e cier,t~ r~3pect1.vo y pr·e v 1 0 e 5 tud .10 CP ! c ~so deJ a i-~ cons t~nc :.2 o e s ... , ~ C°lí!S:J\l~. ,lOt11;...,, S O t".>fF l e,~ hec hCI': que C O í l ':. t ~ t L,i ','(;t·, }¿;. 1 n1 ·· a cc :o~ . .:.•·=- pe, ·::,.or,¿, ':', q , ,-, ,·esu l ten r e~ p o ;-isAb i e c:- , la ::, C l t curis tenc:.-:1::: i~nL1~-t P ~ r· ~9 ~d .~n~e s d ~ l ~ r-e~ p onsab 1l i ci~d d~l i n 1 rac t ~~ . Viernes 9 de junio de 1989 GACETA OFICIAL DE LA REPUBLICA DE VENEZUELA 19 I ' l .. ~ Cl<i;,p~•-.; . ; '"" 1. .:::,n~- lC'QCle':. ', r-E:.~gl~1M?lt-=- •·1.a; lr, f:-1r,41d¿.~ . L· ... . r:= cc,--iC";. ,Jf ~L• ill.l1.i~:. 1 C11 • • ;, · ~c.:~~c·r.;: .- rr::,.:t.:. r E:-: i:" p;:: ClE---.. ~ c.' ) ¿; C:OLlt,:,i !0<;"0 JL• ..!:.Clc;.•. comP E-t:e r; r ? , Ar tic~lo 73 : ~J ~L•P·~c OE b~~rda; ~~q~c~ ~ - •~r~ cc,r-;,:1 tL• : c:. J:"..it r:l c:.n.-;:,..:. d ...- ;.1,:-·-t .:.. cul c-re= ,;,. c .. •.? ':=.L r .:· ! ;;;,·c l . t•.a.'\r:-::; r , ~.:> ':t:'.'9, r,t'c. dt J ¡.-t;c... !e, b ~ tic E':.Lr • ,-?.:: . cm, -1·.: . Q L le-np::a, e! l nst:.twtc l\i.J.:1oneol di:' f- .:HQUEt. l L'' n,¡.,·¡. .,. cai,.i¿,.. 1\..l-r'"' e n mffl ter ~-:1 dt.-> cc,n:-E:i-vc: · 1or, , dE.>~e:n 'i.é v me J c ram:.e-i : o c.,e,, . c:1mtJer, t c c o te• ~ de !<:H• medio: nec eso:~ •-1c.,,,,¡ p;, ,· ; c.:i n,.:.~c1 c::1.u11 plJ. m >e-:-i t c.\ de s •. ,~ 1 1 .. in,: 1 o r, e ,:~ . Articulo 74: Los !.~'t.e9r~1 n t r--:. de· Je c1-.tc, rde--1a <:'"'i~li."!";ti\~ deber·án v e lar p or el muntcr. 1m1entv del o rd t>n P'...lDl H o v UJ. cumpJlm1en to de lai, lc-,-ef.. cent re.., dE:- fes p ~l""c::¡1,.•es n a c lo:.c-l e ~ 1 mo n ume nto :::> natur,.1, l es y e n e l e J e•- c1c.1 0 de e s ta func.1or. pod r á r. sol 1cltil l"" le' a y uda dí' 101,, cuerpos po! 1c1i' H:r c~mpet.e n t.t:::-s O o\H" D proce d er a la apreh e 1~s1ón pr e v e n tlv.?, d e !o:. presunto~ r'"le $pOns.:=1 t,]es de hechos p un .1 b1 P -s c o metldos- cen tro de l ¿. :· e.:.­ p,-.oteg 1.de1 . CAPITULO XVI DI SPOSICIONES F I NALES Y TRANS ITORIAS Ar ticulo 75: Lo= uso~ dentro de los paroues naclon i"oles. y monumer, t os n.!.tu r~les . q 1..1e no tengan e l plan oe ord~nac:. o r. y man eJo y s u correspond1 e r1 te regl amento dP uso. d~D~r a1 , ~er i'U lor 1. ::ada,s o aprob<1a~s . S í?c;u n e ! c~~o . por e l ~1 ,- e= t or Genere,.} Sec:tor1«l oe ► 'le,r . .1 • >c ¿:.c101 v LJ r o~nac: 1on del An. ti 1e r1l~ del M.1nis ter .10 de l Ambiente y d~ los hccurso~ ~atu,-~J ~, k C?novMt> les . de ~c1,.1c-rd o.;. io ei..tc<t, ) ecJdC"! e n el ~;rtíc. u io 7 ': Oi:l­ l a Ley y oída l~ op.1n iOn del Instituto Naciona l oe P~rQu ? s . Articu l o 76: E) I ns tituto Na c. .1onal de F-aroues deoE-ra proceder en un p l c\=o no mayor d e un a r'io . a pi\rt.1r de le' lecha de p ubl 1.cac10r\ de este Rea lamento , :1 elabor.:0<r los pianes de or-denac ión y maneJo de l os parqu~-s n¿..c 1onales y monumen tos na t urales q ue no los oc-sean . as.í como los rE·spectivos reglamentos de uso y el censo de los ocupan te~ , toco d ~ •cuerdo a lo aqui e s tablee.ido y a l o estipulado en l~ Ley · y Reg lamento sobre la materi2. Articulo 77: Los sec tores o e ~ o ac .10s q u e con a n terioridad a le'! declara t or1.a . d e l P4',..que ncciona l o mon L•ITIE,onto natural . ••tén oc1..1pñdos por asentlllmientos humanot. o acti vidades 1nc ompat1bl e~ con los obj~t1vos de la m¡sma . ~e somete rtii.n a u na r eg1..1 l aciOn temporal que se e stablecerá en form;:,, e xpr esa en el plan d e ordenació n y mane;o y er, el con·e spondien te re9lamer, lo de vso, con .1ndi C',:11c 16n de la f ecr-la c iert¿i, e n que de b e rán a justar sus actividades e las parm.1tidas dontro del Area o la desoc1..1parán. oor a pl.1cac..1ón del ré'gimQn q ue en cad i' caso sel\ legalmente procedente . Articu l o 78: E l I nstitu t o Nacional de Parques revisar~ las csndicionos e n que los e stab l ec i m1.entos de se:-v1c.1.os pú blicos . e x istent~s dentr o de los Pbrqu ~s nac!onel e s ,o monumentos natur~le• a la f echa de e 5te Regl amento, est•n presta ndo el s erv i c i o y ajust,:11rá los m1.smos a las normas sobre concesiones aqu i establec idas y. ~n tal sent i do . se LeE reconocerá un derecho preferente para · obtener l a concesión de l servicio . Si no .!.cepta.ren se les conc eder á u n lapso no mayo r de 9 (1 días para Qlte abandonen l as in¡; t .,. lacione s y sólo !Je le5 po.ga r6 e J v . l cr r r~ l de s u s inve rs.1 onl!'~, de·...-a)u.,de~ por el tlempo d e u ·tilización . Articulo 79: El apr ovechamiento de aguat> d en t ro dl:' un oarque o monumento sólo podrá ser permit1.d o para c ubrir l~s ema n d~s de a 9 u a dé l árec o por ju~ti f icadas razon~s d e Lnt@r-es público , caso e n e l cual e l H.1.ni~ t er io del Ambl. ente y de los Recur50S Natura les ~enov~bles •utori=ará e l aprove cha miefltO . en un todo de acuerdo con las normas téc nJC~$ y leg~ le~ vigentes . Articulo 80: Lr. Nac i ón, de conformidad con lo dispues.to en el Decreto No . 1 569 del 11 de mi\yo d e 1976 . en n:..ngún c aso rec onocer .ti inden,n.12.ac1ón alguna por ocupacion e s e u t.1l1zac iones de terrenos u bi c¿,dow dentro d t? pclrques o mt.,numP.nt.os, qur- seán po:terior-es a dichili fecha . 1 ampoco bC' reconoce rán indo-mn.1;:ac 1.one$ por cualq1..1.1er tipo de ocupa ción pC\1; ter1 o r ct },:'1 decl ar a t o r i a d e un ár-ee: con1:.i par que· nac:30:,¿,J o monumento natural . Articulo 81 : La~ i n1 r acc 1one: ú las d~sposicione~ de! presente Reglamen to s erán sanc1.on c,dt!s con 1 o rme e' t a e~L•i c~ tc1blec3do o de acuer do con lo e s t1.01..1?adc- er, l as ley es o ;. 1p ~ e.ton aplica bles seg ú n 1 ~.., infra cc1.ón Q L\E." se) tr~te . Artí c ulo 8 2 : El ln~ti t 1..1 tc, N.:1c J.on• l de- F-~rQllE"!. , l?n coord inac16n co:--, l os o l r o ~, organ l. sno~ c o mpf'tentes . p:·oponC:rá lr~ n1l.•thda~ nec: t;it-,!d'' l é ~. par;;. el sc.1nea m1entc le9c ) de l ~s t.1c•~ r a s vb~cadc1s den t ro de l os parqu~~ n a c 1 onales monumentc,s nei: t 1..1 r a l e!. y es tablec e .-á l a$ pr i or l. dc1.dc.• = ctP s~nea :r.icnto d r 4'Cucrdo con e l ma;·or dar',o Qu e se le oc c=::: 1cr,t:.· al ,rea . fi t~Je~ ef~~to~ se e t ec t ~~-á e l ~ v~~6o correspond 1 E' .... lr.- a l.; -.:¡ propied:1d~ ::, y 1.Ji.vn~lG-cl;1,.•r 1.c'S l Egc\lmewt..., e · 1~!.en tr-s P T J C.•S; ;,r l' ~ tP!- { mt.,;.;.Jf:\i-; t o~ Lre>&dOi p e :- ;,.. J¿. 1 .:=r, .. de c>s':.e ReglcíT'cn t c- -.- ~"" Ol"'"d~r,ard- ,.,. da~D-\.•¡:':c0.c .10'"' ') oe,nc . .. -~ - ; dt la~ eri;1 JL~Lio~~= JJ wC~~ 1,.ent~ co1.~ lrvio~s . P ar~grafo Unico : Q~;ie:1es r- E:';i:l 1 cer-1 i ,c t1, 1dadE.-~ .;..g r ic: ci.;.? den tro ae á 1ea~ doclarad~~ c ome p ~1 ou1• ~~ c 1ons l oeb e ra- , p rc:-s.ent¿ ¡ r ;,e ; ~) J1,t. l 1 t uto N:;;,c 1or. -: l ci e: F'ilrcn.JC'!" ;, loz e f e.:to:. df"• s•.• l n:oc ,-i.oc ~ó;, et~1 e! R ec,;1::t-0 lem;,u r;~¡ de Ac.t1v1d.;.oer: t,:ir / c,:da-r, . q 1.1 f llc., ¡, t~ el· 1,.~-t.1"..utc-, c.cm 1 c.,.- n1c i l o e:.lc ti~ e.: i d.: n·1 e! cu .. l { :.: l 1io C:Pnu--::J oc l •.:i~ e me<:!~S ~ .:.. cL• 1.¿n tP~ ~ .1:: 1 l:..h.;.; ci t: E' "act• t ,c ·.,.J t,,i,(",lt ~ C! C'i"l \. :""O d f- ! ~= (:. rne;i~: ~;91..11Pr t -=- - :­ lu dc~l i:- :- i::'li:>· ¡ ¿ , tJr-, ,: ,r;,-- oc t •-ii-~.) · ;;"' dt: nU.""'-":"'~ p,¿,~·qu t=>;. . Articulo 83: t. lt.i. ~ ... r• d E" ) H -:.t,1p-,~r: , dr- l~r J;i?c-1..•"'~C.•:' r-.-tL*' .::.~~=- ;., '-;, .• z-t,l.? c; .. •c.d.• c•n.:.·c--o !-O:·- oc le eJccuc. 1. <.1r C.=-- c ~ ':. f. ,)\·(,'-t ' di ;. 11t1r··1. Un i6nF'anamer1 c anael comten1do del mismo . e n cumpl1m.1en to a lo establecido en EL ARTICULO 2 NUMERAL 3 DE LA CONVENCI ON PARA LA PROTECCION DE LA FAUNA, DE LA FLORA Y DE LAS BELLEZAS ESCENI CAS NATURALES DE LOS PAISES DE AHERICA , ré"ti1 i c,adé- por V e n t::-=1..1e- l.,, el ~ r,f' ocuwrt dE:· l't1-l . Articulo 84 : ~· ro~édas"' a adap tar l Q~ h~gJame~Los oe Uso d e F·,a,roulá'.'s Nac 1ona le= . p r omulqados a l~ feci-,c , a i a : norm.3~ e~ t a tiJe ::. ldc.~ er , es.~lc.• h:E>i;J lrJ.mer,to . Articulo 85: Se d. ;,,roqrn J os art1c1..1 Jo~ dEJ "-egl at" ,e n t.o OC:: l " Loy Foreslc1! d e SLtel os y de Hgu .:•r.. den,a::, norma-::. r eol ~mentaria~ ~u~ c on tradig~:l la~ ~ s t~OJ~Cl 06S est~ n.eg J amr~ te. . l )c.tdo c.-n C,•r ~c.c1s . a lo:0- s l eted,¡ ¿,;5 ca,) n1c."::> o«: ;ur,30 oE: mil no Je.,. 1 e n t.O s,- oc h~r, lé.• y nue>v E::. - H:-. c, • 179º c,1,:- l • i rice¡.,encecnc ... o ~ 130ºd, I;, ¡;;:edE:"rC\L l On . ( L . S . ) as,ai.»aDO IL NlUatao .,, ltLAClOHI llfllll0U$ u .. a., H , atNl>ll>O IL NlllUIIO DI ltUCJONES llfl:IIIOU:S J Encargado ) u .. a.> ltFHII>ll>O U NlllSTll DI IACIEII>l (L, 1. ) at,-lEIIII>lI>O I L.MJ NJSTIIO l>E LA l>EFENSA (L. S. ) ltFIIEIIII>l I>O I L NIIIIISTIIO DE POMEITO (L. I . ) 1t, 11tNI>lI>O IL NIIISTJIO DE II>UClCION (L.S.) IEFHII>ll>O IL NlllSTao DE IAIIDAD t ISISTIICll IOCIAL (L.I.) auu■»a»o LA - .IllltaA H IOIJCU&.tua, 1 Cllll (&..I,) l&rltll>ll>O LA NIIJSTIIA DIL TUIUO (L ,I.) HFHll>ll>O IL NlllSTIIO DE TIIANs,oar, t COtlUNJClCIONES (L.S.) IIEFIIENI>AI>O IL ~IIIIISTIIO l>E JUSTICIA (L , S. ) 11,-a,;111>a1>0 CARLOS ANDRES PEREZ Al.l.JUl>aO UlOUlUI HORACIO ARTEAGA IGL! JTUJIIE DE ai.uco ITAlO DEL YALLE l LLJEGIIO NOISt HIN A, GDSTUO IOOSEII r&LIH 111:U.O PIIIIJ NLLO MAIIIHU PAl>IIOII ovsrno u1>1 LOJS I ELTll&III OUElllll G. IL NUIISTIIO DE INUGU t NlllS (Encargado) ( L. S. ) JES'JS NA."01.ID.; LISTA SAf.J.2AR 20 GACETA OFICIAL DE LA REPUBLICA DE VENEZUELA Viernes 9 de junio de l l/89 HraHDAl>O IL NlNlSflO DEL &MaJENTf Y 1>1: LOS llCUlSOS llATUlALIS lENOYAILIS (L. l.) lUlENDAl>O IL NlNISflO DEL HSUIIOLLO DHANO (L,I,, )• atPHNl>Al)O .U NJlllflA DI Ll PlMll.U '"·ª·) HPHNDll>O EL- MIN!STRO DF. LA IIC~ITl)1A DE LA PlfSlDtNCll (L,1,) REFRENDt.DO EL MINISTRO DE ESTADO (L.S) au·JttNl)Al)0 IL MlNJSTII0 l)E ES'Ut>O (L,S,) HPIIENDADO IL NlWISTlO DE ISTAl)O CL. a.) IIIP'JU:Nl>Al>0 IL NlNISUO DE ISTAl)O (L,I,) Hf'IIUDll>O LA NINISTU DE ESTADO (L,I.) l&rHll>lDO Sl. Nllllf~O ti lltADO , ..... ) HPlHDlDO tA Nllllfl~ H ISTADO· (L,1,) lUIIUl)ll)O 11. N1N11Tl0 DE ISTADO (L,S,) DECREro N. 277 INllQUE COLNENAl!S PlNOL LUIS PfNllNJ PLIUlY &UTA ISIUPILD REl NALDO FIQUEP.EDO PLANCHART MIGUEL RODRIGUEZ JOSE ANTO~JO AalEU LIOPOLl)O SUClE PlGAl!LLA IDUllDO OUINTllO DULCE llNAO l>E UIClTIGUl &lMllDO tulll c:ui.os ~uco 07 de Junio de 1989 CARLOS .U.'DRIS PERIZ Eo u10 d• la a tr1buc16o ~ut- le confiere el ordinal 12 • , del articulo 190 de la Cooatituc16~ . eo coocord¡¡n c1• coo el articulo 15• , uumerales 3 y de 1. Ley Orginira de 11; ¡,1meo Preaupuett•rio , eo Cont1ejo de MiDi•tr~,. DECRETA: Articulo 1 • . - Se crea 1:l Servic io .Aut6nozr:o par• l• protecc16n 1 res t•u­ r•c16c I f OMDt o y ractoD•l apiove cha~1•DtO dt la f auo6 atlvest re- y • cui­ tj c • del pata ( PROFAl'NA) 1 aiL pe-r•ooa l tdad j urfdic•• r oo ringo de d1rec ­ c16ti geoer.;l sc-c t or1•l )' de ¡...eod1c-nte dt l !-'1c1stro d~l Al!b1to te y de lo, lt•c ur10 , t:•tur11le& Renovable• . Articulo 2° .- Corre1poode •l Servicio Aut6Doltio : a ) Part1c1p11r e 11 l• fonDUla c16o de i. pol!ttu nacional de coo­ ••rv•c16o de l• f• una. b) Ge:n•rar 1 rerop1l•r• cectral1iar 1 siatematiz•r. divulgar , ven­ der la 1nforuc16c b,a1c • eo materia de faun& ailve•tre y acuit1c•· Ej et·utat los progr•a"IIJ5 de 1nvestig•c16o cieoti f ic• •obre el recurt o a c .• rgo del )o1'1n1ater10 1 ad como pto1DC.1ver la 1.llv11t1 gacttc c ientffiu, qu• perao~s o 1ostituctoaes pelbltcas o pr1 Vida¡. re•Ureo u:I pt<i d• la con1ervaci60 de la f auna.. c ) Partic ipti.r 10 l• planific.ci6o , ordeuac i6c de la couaerva­ ci6n I def en•• y u:joru 1ento de l a fauna. ••! coa:c de las ,reas bajo rigi•en dt- ad.miniatrac16D e•peci•l para el recureo. d) Achd.oiatrar. re¡uler. vi¡ilar y cootrolar la protecc16n y el aprovechutento de l e f auu ailve1tre y a cultica. e ) Adainiatrar, re¡ular, victla r y cootrola r la• ir .. a bajo r.iat­ •n aapecial para la fauna, e i¡ual .. nte inapecc1orsar 1 auper­ viaar y evaluar loa plan11 de ordeuac16o y unejo de fauna que • • ejec1.1teo en terreno, pGblico1 o privado• con f 1..De1 de la protec c16n o producción de ••pecte, de la !aun.a eilveatre y acuit1ca. f) A■e1orar y brindar aaieteoci• t,cnica a lo■tituciooea pGblicaa y privad•• en el campo del .. nejo de la fauna 1tlv1atre y acu,tica • los fine• dt 1u protec c16n. reatauraci6n o a pr ov chpieoto racional. &) lodu■trializ•r y c:omerctalizar loa producto• de l• fauna aU­ veatre y acuJitica en laa ,rea, territorial•• y •b•l••• u oe­ jadoa por el !atado. h) C.oerar y proceur la, eaud!1ttca, ec aateria de f auna . 1) Participar 1 0 la educación aab teotal, e.xte aa16n couarva c io­ oiat•• relacione• iotamacioo.alaa, part1cipa c i6n ciudadana, r•lac ione, pCibUcaa, forw c16n y c.pacitac16o del recurao hu­ m.no y la operación de centro• de docWMota c USn a informática. j) Y. ao general. cualquier otra actividad que tienda a la pro­ t ecct6n, reetauraci6n, foaeoto y aprovechaaieoto racional de la fauna ailveatre y acu.íitica , Articulo 3• . - A loa !toe, de la preatac16o de loa aervi cio1 pGb l i coa a o· tea 1eñalados al ~•rvi cio Autónoao podri 1u1c:ribir convenio• con dive ••• 1nat1tuc ione1 pGblicaa o privada& . Arti culo 4 • .- El praaupue1to del Servic io Aut6nomo eatar, iDtegr•do de la s i guiente fof1Ui: a ) Por 101 eport11 ordi nario• y e lt traordtoario1 que anualaeat e le a1igcec • trav, , del praaupueato de io¡ r110• del t!iotaterio del Ambiente y de 101 Jte curao a Natural•• Reoovabl••· b ) Por los trigr1101 que perciba por l• pre1ta c i60 de 1u1 eervi­ c:101. e) Por las donacioue5 o • porte, que r•ci b• de- cocfol'1Didad coo l a s d1sposic1oce, lt,e.•le, vi&ec t••· L• adm1nh,tt• d6n dt: t:etoi- recurso, e e ur¡; • cereo del Miniatro del A~bhnte y de l o, J:ecursos N•tur•l•• Reoova,ble, o dt h ptrreoea 1 0 q!Jit:e ( l d•leguo. ,. rt l c\llo s• .- Los ingre 101. que rec i b • el Servi <"1CI Aut6t101DO deber,11 o r1t-rit•ne h• c h l\l • uto f it>at1~ia11iit-Dt o y •er¡n dt-s tic11dot tant o • l o , 1,,u, to1&: opt:rativo1, ccito • los d1: i nv•r1i6r., 1 dt confor mid•cl' ccD 111 Ley Orgáriic• dt: J!l gi m• n Pnsuput:s t ario y de~6 d11>p061ci0De1 legales en l a r.a t t:rh, . Artic ulo 6° . - El >lioistro dt-1 >.aibieDtt: y dt- 106 ll:tcur,o, N11 t u t•l e1 lte­ tiov.,,b lt:6 podr; • <'ord•r qut- p1rtt dt l oti it1grl's C6 qu~ @t:Dtre e l Servic i o Jiut6oot.0 pb1,,tri cil fin" l dt cid• 1-j ercic 1c, el fiec o na ci onal ,

Decreto N° 276, mediante el cual se dicta el Reglamento Parcial de la Ley Orgánica para la Ordenación del Territorio, sobre Administración y Manejo de Parques Nacionales y Monumentos Naturales · Nelum