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قوانين البرتغال

Decree-Law No. 113/2012 amending the legal regime for managing, controlling and classifying quality of bathing waters

صدر في 2012-05-23 · النص بتاريخ 2026-10-01

القانون العام والإرشادات الرسمية منشورة بوصفها أبحاثاً. ليست مشورة قانونية أو ضريبية أو مالية.

البحث نفسه مكتوب بالإنجليزية. العناوين والوسوم مترجمة؛ أما النتائج والاقتباسات فغير مترجمة.

عن هذا القانون

العنوان الأصلي
Decreto-Lei n.º 113/2012 de 23 de maio.
اللغة
Portuguese
النوع
قانون
الدولة
البرتغال
الموضوعات
Water
الكلمات المفتاحية
freshwater pollution, water quality standards, classification/declassification, pollution control, standards

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  1. Diario da Republica, 1. • serie- N. 0 100- 23 de maio de 2012 MINISTERIO DA AGRICULTURA, DO MAR, DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITCRIO Decreto-Lei n.0 113/2012 de 23 de maio A Diretiva n. 0 2006/7 /CE, do Parlarnento Europeu e do Conselho, de 15 de fevereiro, relativa a gestao da qualidade das aguas balneares, foi transposta para a ordern juridica intenrn pelo Decreto-Lei n.0 135/2009, de 3 de junho, que veio estabelecer o regin1e juridico de identifica~ao, gestao, 111011itoriza~ao e classifica~ao da qualidade das a.guas bal­ neares e de presta~ao de infonna~ao ao p(1blico so~re as n1es1nas, e ainda co1nple1nentar o disposto na Leida Agua, aprovada pela Lei n.0 58/2005, de 29 de deze1nbro, alterada pelo Decreto-Lei n.0 245/2009, de 22 de sete1nbro. Todavia, nao obstante a referida transposi~ao, irnpoern­ se alguns aperfei~oainentos no Decreto-Lei n.0 135/2009, de 3 de junho, no sentido de se assegurar a cabal transpo­ si~ao da rnencionada diretiva. F ce ao novo mrnrlro ·nstitnc · • al resnltm te rl . nnh •. E1n niateria de 1 todas aquelas que • ~ao, pois a inexist ciado revela-se inc Deste rnodo, r near apenas nas a; estejarn interdita Esta altera~ao nae Parlarnento Euro1 unia vez que ape infonna~ao sobrc da pratica balnear E1n sirnultane< ainda os atos reg prevendo-se que das aguas balneai near passe a inch banhos, isto e, aql banhistas, nos ter 19 de agosto, alte de 23 de junho, I: de julho, e 13 5/2( Por conseguint 1nen1bros do Gove e da defesa nacio la~ao entre 1nater de praias, a quali a banhistas e a d Corn esta altera~a e sistenrntizada a sobre estas 1naten Forarn ouvido~ gioes Aut6nornas Portugueses. Assiin• Nos tennos da 1 titui~ao, o Goven 2716 que llln grande n(unero de pessoas se banhe e onde a pratica balnear nao tenha sido interdita ou desaconse­ lhada de rnodo pennanente. 3 - Para ef eitos do disposto no n(unero anterior, o n(unero de pessoas que se banha considera-se grande corn base, no1neada1nente, en1 tendencias passadas ou na pre­ sen~a de quaisquer infraestruturas ou instala~oes disponi­ veis, ou outras 1nedidas to1nadas para pro1nover os banhos. 4 - Para efeitos do disposto no n.0 2, considera-se pennanente o periodo de, pelo 1nenos, lnna epoca bal­ near cornpleta. 5 - (Anterior co1po do n. 0 4.) a) As aguas utilizadas e1n piscinas e ern piscinas de aguas tennais; b) [Anterior alinea b) don. 0 4.} c) [Anterior alinea c) don. 0 4.] 6 - Os tennos 'aguas superficiais', 'aguas subter­ raneas', 'aguas interiores ', 'aguas de transi~ao' , 'aguas costeiras' e 'baciahidrografica' tein, no P,resente decreto­ lei, a 111esn1a ace~ao que na Lei da Agua, aprovada pela Lei n.0 58/2005, de 29 de deze1nbro, alterada pelo Decreto-Lei n.0 245/2009, de 22 de seten1bro. Alligo 3.0 [ ... ] 1 - A Agencia Portuguesa do Arnbiente, I. P. (APA, I. P.), enquanto autoridade nacional da agua, ea entidade cornpetente para a coordena~ao e fiscaliza~ao da aplica~ao do presente decreto-lei. 2 - .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . a) .. .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . b) (Revogada.) c) Urn representante do Instinno de Soconos a Nau fragos; d) .. ' ' .... ' .... ' ' .... ' ' .... ' ' .... ' ' .... '' e) .. .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . .fJ .. '' .... ' .... ' ' .... ' ' .... ' ' .... ' ' .... '' g) .. ' ' .... ' .... ' ' .... ' ' .... ' ' .... ' ' .... '' h) U1n re resentante da Dire~ao-Geral de Recurses Diorio da Repuhlica, . tifica~ao das a; os contributes 1 blica, ben1 com recebidas nout1 6 - Aident ca~ao das prai, do a11igo 2.0 dc1 rada pelos Dec1 129/2006, de 'i 135/2009, de 3 1ne1nbros do Ge nacional e do ~ cada ano, na 2.a base a propostc cabendo a APl junto do p(1bli, Inten1et que es1 7 - Aenlis: hidricos relativ bre zonas relati tennos do pres, 1 - .. .. .. 2 - .. .. .. ,., .) - .. " .. 4 - Aepoc, pela portari.a a 5 - .. .. .. 1- AAlPA, tragen1 para ca, epoca balnear. 2 - .. .. .. ,., .) - .. " .. 4 - .. .. .. 5 - Co1npe1 Diorio da Republica, 1. • serie- N. 0 100- 23 de maio de 2012 c) .. .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . d) .. .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . 2 - Todas as aguas balneares deven1 ser classifi­ cadas, pelo n1enos, con10 ' aceitavel' ate ao final da epoca balnear de 2015, devendo ser to1nadas as 1nedidas que se considerern adequadas para au1nentar o 111::unero de aguas balneares classificadas corno 'excelente ' ou 'boa '. 3 - .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . a) Interdi~ao ou desaconselharnento pennanentes da pratica balnear, para evitar a exposi~ao dos bar1histas a polui~ao, e outras 1nedidas de gestao que sejarn consi­ deradas adequadas pela APA, I. P.; b) .. .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . c) .. .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . d) .. .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . Alligo 9.0 [ ... I 1 - Os perfis das aguas balneares devern ser esta­ belecidos pela APA, I. P. , ate rnar~o de cada ano, e1n confonnidade corn o anexo v ao presente decreto-lei, do qual faz parte integrante. 2 - .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . 3 - .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . 4 - .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . Alligo 11 .0 [ ... I 1 - . . .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . 2 - .. .... . .... .. .... .. .... .. .... .. .... . . 3 - A cornissao tecnica estabelece as 01ienta~oes para urn rnetodo de avalia~ao de arnostras (1nicas, a divulgar junto do p(1blico atraves do sitio na Inten1et que a APA, I. P., adotar para o efeito. 4 - Cabe as autarquias locais e as entidades respon­ s:\v~is nor rl~s,~r~~s no ,n~io hirlri,o ~ no solo fon1~c-~r 4 - .. .. . . 5 - .. .. . . 6 - .. .. . . 7 - .. .. . . 8 - .. .. . . 9 - .. .. . . 1- .. . . . . 2 - Cornpe Inten1et que ac reio eletr6nico sugestoes, corr 1- .. . . . . 2 - Cornpe ten1et que adot rneios de conn tivas as aguas • be1n corno as s a) .... .. . . b) .... .. . . c) Urna lista de rnodo penn decisao fundan ou da APA, I. P balneares· ' d) .... .. . . e) .... .. . . 3 - .. .. . . 4 - .. .. . . 2718 Artigo 5.0 Entracla em 'l<igo1· 0 presente diplorna entra eni vigor no dia seguinte ao da sua publicafao. Visto e aprovado e1n Conselho de Ministros de 29 de nia1so de 2012. - Pedro Passos Coelho - Luis Miguel Gubert J\1orais Leitao - Jose Pedro Correia de Aguiar­ Branco - Miguel Benio Martins Costa Macedo ~ Sil­ va - Paula Maria von Hafe Teixeira da Cru; - Alvaro Santos Pereira - Maria de Assun9ao Oliveira Cristas Machado da Gra9a - Paulo Jose de Ribeiro Motta de Macedo. Pro1nulgado e1n 11 de rnaio de 2012. Publique-se. 0 Presidente da Repl'.1blica, ANiBAL CAvAco SILVA. Referendado eni 16 de 1naio de 2012. 0 Prirneiro-Ministro, Pedro Passos Coelho. ANEXO (a que se refere o artigo 4.0 ) Republicai;ao do Oecreto-Lei n.0 135/2009, de 3 de junho Artigo 1.0 Objeto 0 presente decreto-lei estabelece o regiine juiidico de identificafao, gestao, nionitorizafao e classificafao da qualidade das aguas balneares e de prestafao de infonna­ fao ao pl'.1blico sabre as rnesrnas, transpondo para a ordern juridica iiitenia a Dfretiva n.0 2006/7/CE, do Parlainento Europeu e do Conselho, de 15 de fevereiro, relativa ages­ tao da qu~lidade das aguas balneares, e cornplenientando a Lei da Agua, aprovada pela Lei n.0 58/2005, de 29 de dezernbro. Diorio da Repi,hlica, 1 c) As aguas con das das aguas supt 6 - Os tennos neas», «aguas int( c osteiras» e «ba cia lei, aniesnia acef~ n.0 58/2005, de 29 n.0 245/2009, de 2 1 - A Agenc (APA, I. P.), enqu entidade cornpete1 aplicafao do pres<: 2 - Junto da P nica de aco1npanl1 contissao tec1tica, presente decreto-1, a) Uni represen b) (Revogada.) c) Urn represer fragos; d) Uni represen e) Urn represen j) U1n represen nonias; g) Uni represe1 Associafao Nacio h) Urn represe: Naturais, Seguran, 3 - As regras , constarn de despac veis pelas areas cl, Iclelll Diario da Republica, 1. • serie- N. 0 100- 23 de maio de 2012 artigo 2. 0 da Lei n.0 44/2004, de 19 de agosto, alterada pelos Decretos-Leis n.0 • 100/2005, de 23 de junho, 129/2006, de 7 de julho, 256/2007, de 13 de julho, e 135/2009, de 3 de junho, e aprovada por portaria dos 1ne111bros do Goven10 responsaveis pelas areas da defesa nacional e do a1nbiente, a publicar, ate 1 de 1nar~o de cada ano, na 2.a serie do Dio­ rio da Repitblica, tendo por base a proposta final elaborada pela conlissao tecrlica, cabendo a APA, I. P., diligenciar pela sua divulga~ao junto do p(1blico atraves, no111eada 111ente, do sitio na Inten1et que esta adotar para o efeito. 7 - A e1nissao de titulos de utiliza~ao de recursos hi­ dricos relativos a pratica balnear so pode incidir sobre zonas relativas a ag11as balneares identificadas nos tennos do presente mtigo. Artigo 5.0 Dm·a~ao cla epoca balnea1· 1 - A dura~ao da epoca balnear para cada agua balnear e definida e1n f1111~ao dos periodos ern que se preve tuna grande afluencia de banhistas, tendo e1n conta as condi~oes clirnatericas e as caracteristicas geofisicas de cada zona 011 local, e os interesses sociais 011 arnbientais pr6prios da localiza~ao. 2 - 0 procedi1nento de defirli~ao da epoca balnear inicia-se coin a apresenta~ao pelos nuulicipios interessados a APA, I. P., de propostas de dura~ao da epoca balnear para ag11as balneares, ate 30 de novernbro do ano precedente ao da epoca balnear e1n causa. 3 - A APA, I. P., co1nunica as propostas recebidas a con1issao tecnica, a q11al elabora tuna proposta final de d11 ra~ao da epoca balnear para cada agua balnear juntarnente coin a decisao de identifica~ao de aguas balneares. 4 - A epoca balnear para cada agua balnear e fixada pela portaria a que se refere o n.0 6 do a11igo anterior. 5 - Na ausencia de defi11i~ao da epoca balnear de tuna ag11a balnear nos tennos dos n(uneros anteriores, a 1nesnia decoITe entre 1 de junho e 30 de seternbro de cada ano. Artigo 6.0 1 1 on·to •j7 , :o cl P; onas la I Pllt'PS riza~ao, quer sej, quer por laboratc Portugues de Acr n1etros e n1etodo~ lei e do qual faz 6 - A n1011ito cia especificada . qual faz parte in nitoriza~ao utili; dados sobre a qu artigo 8.0 7 - As a1nosti ~ao de c11rta dura< essas an1ostras se conf on1lidade co qual faz parte int 8 - Conside1, tos do presente de indicada na colrn identificaveis, qu a qualidade das i horas a contar d aguas con1e~ou a nha estabelecido J dos seus efeitos, 1 decreto-lei e doc 9 - E1n situa, gen1 e suspenso, o tenno da situa~ novas an1ostras p a sinia~ao anonn l0 - Q11alque e con1unicada a c tardar por ocasiac indicando as raze 11 - A anafr ef etuada, no ihn de acordo corn c no anexo r e de anexo rr do pres 2720 3 - Os conjuntos de dados utilizados nas avalia~oes da qualidade das aguas balneares deven1 consistir se1npre ern pelo 1nenos 16 arnostras ou, nas circunstancias especiais referidas no n.0 2 do anexo 11, ern 12 arnostras. 4 - Desde que a obriga~ao estabelecida no n(unero anterior seja respeitada, pode ser efetuada tuna avalia~ao da qualidade das aguas balneares corn base ntun conjunto de dados sobre a qualidade das aguas balneares relative a n1enos de tres ou quatro epocas balneares, se: a) 1:,s aguas balneares tiveren1 sido identificadas pela pruneua vez; b) As aguas balneares tiveren1 registado altera~oes que possarn afetar a classifica~ao das aguas balneares en1 con­ fonnidade coin o anigo seguinte, caso ern que a avalia~ao deve realizar-se corn base nu111 conjunto de dados sobre a qualidade das aguas balneares constin1ido unica1nente pelos resultados obtidos en1 rela~ao as an1ostras recolhidas ap6s a ocon-encia das altera~oes; ou c) As aguas balneares tiverern ja sido avaliadas e1n con­ fonnidade corn o Decreto-Lei n.0 236/98, de 1 de agosto, podendo entao utilizar-se dados equivalent.es recolhidos ern confonnidade corn esse decreto-lei, sendo para esse efeito os parau1etros «Colifonnes fecais» e «Estreptococos fecais» do seu anexo xv considerados equivalentes aos parihnetros Escherichia coli e Enterococos intestinais da coluna A do anexo I do presente decreto-lei e que dele faz parte integrante. 5 - Pode tainben1 ser efetuada tuna avalia~ao da quali­ dade das aguas balneares coin base nu1n conjunto de dados sobre a qualidade das aguas balneares relative a n1enos de tres ou quatro epocas balneares quando o conjunto de dados sobre aguas balneares utilizados na avalia~ao contenha, pelo 1nenos, oito an1ostras, no caso de aguas balneares coin epocas balneares que nao ultrapassern as oito senianas. 6 - AAPA, I. P., pode agrupar ou dividir as aguas bal­ neares existentes a luz das avalia~oes da qualidade das aguas balneares desde que: a) Estas sejarn contiguas; b) Tenhain sido objeto de classifica~ao anual sen1elhante Diorio da Repi,hlica, 2 - Todas as : pelo n1enos, co1nc de 2015, devendc ren1 adequadas pa classificadas con 3 - Urna agu riainente con10 << presente decreto­ de gestao adequa que se segue a cl a) Interdi~ao , pratica balnear, 1 polui~ao, e outra radas adequadas . b) Identifica~a da in1possibilida1 lidade «aceitavel c) Pron1o~ao p, no 1neio hidrico e de rnedidas adeq as causas da polu d) Preve1wao c n1eio de tun sinal das causas da po no perfil das agu: 1 - Os perfis lecidos pela APP. f onnidade corn o faz pane integrar 2 - Os perfis lizados nos tennc 3 - Cada per tuna aguas balne: 4 - Aelabora aguas balneares dos atraves da 111 conf onne o disp< Diorio da Republica, 1. • serie- N. 0 100- 23 de maio de 2012 Artigo 11.0 l\'1edidas cle gestao em cfrcunstandas ex.cedonais 1 - Deven1 ser adotadas n1edidas de gestao adequa­ das relativarnente a situafoes inesperadas que tenharn, ou que venharn evennialrnente a ter, tun irnpacto negativo na qualidade das aguas balr1eares ou na sa(1de dos banhistas, norneadmnente a infonnafilo do p(1blico e, se necessario, o desaconselhmnento ou interdifao te1nporaria da pratica balr1ear, no1neadan1ente: a) Epis6dios de poluifao de ctuta dtu-ar;ao, nos tennos do n.0 8 do artigo 6.0 ; b) Sittiafoes anonnais, non1eadarnente tun aconteci­ n1ento ou con1binafilo de aconteci1nentos corn repercussoes na qualidade das aguas balr1eares no local ern questao, o qual nao se preve que ocoITa, e1n rnedia, ruais do que tuna vez de quatro ern quatro anos. 2 - A adofao opo1tuna das rnedidas de gestao a que se refere o n(unero anterior e da cornpetencia: a) Da APA, I. P., e das autarquias locais, nos casos de epis6dios de poluifilo de curta durafilo; b) Da APA, I. P., do delegado de sa(1de regional, da autoridade 1nunicipal de protefilo civil e da Autoridade Malitirna, coin a colaborafao das autarquias locais e das entidades responsaveis por descargas no 1neio hidrico e no solo, nos casos de siniafoes anonnais. 3 - A cornissao tecnica estabelece as orientafoes para urn rnetodo de avaliafao de arnostras (111icas, a divulgar junto do p(1blico atraves do sitio na Inten1et que a APA, I. P., adotar para o efeito. 4 - Cabe as autarquias locais e as entidades respon­ saveis por descargas no rneio hidrico e no solo fo111ecer a infonnafilo relevante para a tornada de decisao a que se refere o n.0 2. 5 - A disponibilizafilo da infonnafilo ao p(1blico no lo­ cale da cornpetencia da APA, I. P., e do delegado de sa(1de regional, corn a colaborafilo da Autoridade Malitirna, do Se:rviro e: Prote:dio rl::i N::itlire:7::i e: rlo A rnhie:nte: rl::i G1rnr ::i 1nonitorizafilo ai aternpada de rise 2 - No ainb procede-se a urn: bacterias. 3 - Cornpete : forern detetadas \ neares, proceder . 4 - 0 delega 1nente a.APA, I. P for detetada e fo a sa(1de. 5 - Coinpete das de gestao ad1 6 - A dispon local e da cornp, sa(1de regional, c ridade Mar·itirna 1 - Quando < tendencia para a plancton rnarirll1< e aceitavel, ident prese1wa represei quadas, ir1cluind< 2 - No funbi aguas balneares d detetar poluifao • bo1Tacha e outroi 3 - Sernpre c poluifilo referida de sa(1de regional p(1blica e ir1fonn: 1nedidas de gesta ir1fonnafilo do pi 4 - No funbit . ' 2722 3 - A.APA, I. P., pode desaconselhar pennanente1nente a pratica balnear quando a agua balnear tenha obtido tuna classifica~ao annal de: a) «Ma», nos tennos dos n.0 • 5 e 6; b) «Aceitavel», nos tennos do n.0 7, exceto se, curnu­ lativarnente: i) Nao se apresentarern sittia~oes de risco para os uti­ lizadores; ii) Se para a agua tenha sido identificado tun uso balnear ern instnunento de gestao teITitorial; e iii) Se for aplicado urn prograina de rnedidas de rnelhoria da sua qualidade por parte das entidades responsaveis por descargas no 1neio hidrico e no solo. 4 - 0 desaconselhainento pennanente1nente da pratica balnear abrange tuna epoca balnear co1npleta. 5 - A agua balnear classificada co1no <<Ina» durante cinco anos consecutivos e obrigatoriarnente objeto de de­ saconselharnento pennanente da pratica balnear por pa1te daAPA, I. P. 6 - Pode ainda ser objeto de desaconselhainento per­ nianente da pratica balnear, antes do final do periodo de cinco anos referido no n(unero anterior, a agua balnear classificada con10 «Ina>> cuja obterwao de tuna qualidade «aceitavel» seja considerada pelaAPA, I. P., ouvido o dele­ gado de sa(1de regional, as autarquias locais e as entidades responsaveis por descargas no rneio hidrico e no solo, corno inviavel ou corno ilnplicando despesas desproporcionadas na in1ple1nenta~ao das n1edidas de gestao adequadas. 7 - A agua balnear classificada corno «aceitavel» pode ser objeto de desaconselharnento pennanente da pratica balnear por pa11e da APA, I. P., ouvido o delegado de sa(1de regional, as autarquias locais e as entidades responsaveis por descargas no n1eio hidrico e no solo, tendo en1 conta os riscos e perigos potenciais revel.ados pelo seu perfil ou pela analise da sua qualidade e a probabilidade de ocoITencia de epis6dios de polui~ao ou de sittia~oes anonnais. 8 - 0 progra1na de rnedidas de rnelhoria da qualidade Diorio da Repi,hlica, 1- Cornpete ridade Maritinia, autarquias locais, das seguiines iI1f iI1glesa durante a nas proxilnidade a) Classifica~ lllll sinal OU silnt b) Descri~ao ~ nao tecnica, base lecido e1n confor c) No caso de ctuta dura~ao, nc i) Notifica~ao a epis6dios de p possivel inf onna ii) Indica~ao d, esteve interdita • balnear anterior • iii) Urn aviso epis6dios dessa I d) Infonna~oe das sittia~oes ano a oconencia desi e) Indica~ao d n1ais con1pleta; /) No caso de , de transi~ao ou balnear esporadi ficadas COlllO ag aguas balneai·es • balnear nesse loc 2 - Coinpete que adotar para o co1nu1lica~ao, di· balneares referid Diorio da Republica, 1. • serie- N. 0 100- 23 de maio de 2012 iii) As causas de poluifao e as n1edidas tornadas corn o inn1ito de prevenir a exposifao dos banhistas a poluifao e a tratar as suas causas. 3 - Nas aguas balneares situadas ern zonas balneares sujeitas a ernissao de titulo de utilizafao de recursos hidri­ cos, con1pete a APA, I. P., a Auto1idade Maritinia, no caso de zonas balneares costeiras e de transifao, e ao SEPNA, no caso das zonas balneares interiores, infonnar os titulares do desaconselharnento ou interdifao estabelecidos, para que estes procedarn a sinalizafao do local. 4 - Nas restantes zonas balneares nao sujeitas a ti­ nllo de utilizafao de recursos hidricos, a sinalizafao do desaconselharnento e da interdifao e da cornpetencia da APA, I. P. , e do delegado de sai.'1de regional, corn a cola­ borafao das autarquias locais, Autoridade Maritirna e do SEPNA, devendo os n1otivos da decisao de desaconselha­ n1ento ou interdifao ser sernpre apresentados ao p11blico nurna linguagen1 nao tecnica. 5 - A infonnafao ao p(1blico atraves do sitio na Inten1et que a APA, I. P., adote para o efeito e prestada utilizando tecnologia de geo1Teferenciafao e apresentada de urna fonna clara e coerente, no1neadarnente atraves da utilizafao de sinais e de sin1bolos. Arligo 18.0 Coopel'a~.ao em l'ela~ao as aguas transfronteil·i~.as Sen1pre que nurna bacia hidrografica possa oconer irn­ pactes transfronteirifos na qualidade das aguas balneares, cornpete a APA, I. P. , reconer aos procedirnentos de coo­ perafao ir1teniacional considerados adequados, incluindo o intercarnbio apropriado de infonnafoes e de afoes con­ juntas para controlar esses irnpactes, sern prejuizo das cornpetencias cornetidas as autoridades integrantes das cornissoes de lirnites legalrnente previstas. Arligo 19.0 Contrao1·dena~.ao 1 - Constitui contraordenafao punivel corn coinia de r- ,..,.. r. ,..,..,.,, ~ . · t t 1 ' 2 - AAPA, I. ropeia, antes do i1 identificadas corn eventuais alterafc 1 - 0 presentc nias dos Afores e nos tennos da res1 cabendo asua exec rnos das respetivas atribuifoes e con11 sern prejuizo das at 2 - Os servifc trafoes regionais a ir1f onnafao nee artigo anterior. 1 - Para efeit, nica deve avaliar posterior a entrad tennos da alinea dados relativos as devendo a APA, 1 alterafoes que de, 2 - 0 periodc tigo 7.0 co1nefa a c anterior. Altel'a~.a• 0 artigo 4.0 da l pelo Decreto-Lei. a seguinte red,1fff. , 2724 Diorio da Repi,hlica, ANEXO I (a que se refere o n.0 5 do artigo 6.0 ) Norma de qualidade Aguas interiores 1 2 A Parallle.t.ro Enterococos i.ntesti.nais em ufc/100ml . . .. . . Escherichia coli em ufc/100 ml .. . . .. . .. . . (*) Com base numa avalia~ao de perceutil 95. V. anexo m. (**) Com base. numa avalia~ao de pe.rcentil 90. V. anexo m. ufc - unidades fonnadoras de col6nias. B C Qualidade excelente Qualidade boa Quali, (*) 200 (*) 400 C (*) 500 (*) 1000 C Aguas costeiras e de transi~.ao A B Parallle.t.ro Qualidade excelente 1 Enterococos i.ntesti.nais em ufc/100ml . . .. . . 2 Escherichia coli em ufc/100 ml .. . . .. . .. . . (*) Com base uuma avalia~ao de perceutil 95. V. anexo m. (**) Com base. numa avalia~ao de. pe.rcentil 90. V. anexo m. ufc - unidades fonnadoras de col6nias. ANEXOII (a que se refere o n.0 6 do artigo 6.0 ) Monitoriza,;ao das aguas balneares (*) 100 (*) 250 1 - Deve ser recolhida tuna mnostra ate 15 dias antes do inicio de cada epoca balnear. To1nando e1n considera~ao esta arnostra suplernentar e sob rese1va do n.0 2, o n(unero de an1ostras recolhidas e analisadas e1n cada epoca balnear nao pode ser infe1ior a quatro. 2 - No ent::mto. e necess~rio recolher ea 1alis::i • ::inenas C Qualidade boa Quali, (*) 200 C (*) 500 C sobre a qualidac periodo de avalif os parainetros n valor de «qualic do anexo 1. 2 - Qualidad classificadas con a) No conjunt< das aguas balnea os valores de pen forern iguais ou ! aceitavel» dos I Diario da Republica, 1. • serie- N. 0 100- 23 de maio de 2012 foren1 iguais ou 1nelhores (d) aos valores de «boa quali­ dade» indicados na coluna C do anexo r; e b) A agua balnear apresentar lnna polui~ao de curta dura~ao, desde que: i) Estejarn a ser tornadas rnedidas de gestao adequadas, incluindo a vigilancia, os sisten1as de alerta precoce e a n1011itoriza~ao, para evitar a exposi~ao dos banhistas atraves de lnna advertencia e, se necessario, de llln desa­ conselharnento ou interdi~ao da pratica balnear; ii) Estejarn a ser to1nadas rnedidas de gestao ade­ quadas para prevenir, reduzir ou eliininar as causas da poll1i~ao; e iii) 0 n(unero de arnostras nao consideradas, de acordo coin o n.0 7 do mtigo 6.0 , devido a polui~ao de curta dura­ ~ao durante o (11tiino peiiodo de avalia~ao nao represente niais de 15 % do n(unero total de an1ostras previstas nos calendarios de mnostragern fixados para esse periodo, ou niais do que lnna mnostra por epoca balnear, sendo o nivel a considerar o niais elevado. 4 - Excelente qualidade. - As aguas balneares silo classificadas co1no «excelentes» se: a) No conjunto de dados recolhidos sobre a qualidade das aguas balneares para o (1lti1110 peiiodo de avalia~ao, os valores de percentil para as contagens nlicrobiol6gicas foren1 iguais ou n1elhores (d) aos valores de «excelente qualidade» iI1dicados na coluna B do anexo r; e b) A agua balnear apresentar lnna polui~ao de curta dura~ao, desde que: i ) Estejarn a ser tornadas n1edidas de gestao ade­ quadas, incluindo a vigilancia, os siste1nas de alerta precoce ea n1011itoriza~ao, para evitar a exposi~ao dos banhistas atraves de lnna advertencia e, se necessario, de llln desaconselha1nento ou interdi~ao da pratica balnear; ii) Estejarn a ser tornadas 1nedidas de gestao adequadas para preve1lir, reduzfr ou elinlinar as causas da polui~ao; e iii) 0 n(unero de arnostras nao consideradas, de acordo coin o n.0 7 do mtigo 6.0 , devido a polui~ao de curta dura­ ~ao durante o (11tiino peiiodo de avalia~ao nao represente nm· s e 1 :5 % <lo • i'1 • 1e ·o torn 1 <le n1ostr::1.c; nrevist s nos (c) «Piorn signific em ufc/100 ml. ( a) «Melhor» sigi pressos em ufc/100 1: (a que R.egras aplic, pal 1- Pontode arnostras deverac cie das aguas e o de 1 n1. 2 - Esteriiliza cos devern: a) Ser esterili quinze nlinutos a b) Ser esterili 1nillin10 durante 1 c) Ser constin1 dfretarnente do f: 3 - Reco[hai a) 0 volurne c da quantidade d( rarnetros a anali: 250 111I. b) Os recipier transparente e ir leno). c) A firn de ev tras, o tecnico de, a esterilidade do outro rnaterial es1 ~as ou espatulas d coITetarnente. d) As arnostr, 2726 ANEXOV (a que se refere o n.0 1 do artigo 9.0 ) Perfil das aguas balneares 1 - 0 perfil das aguas balneares referido no artigo 9.0 e constituido por: a) U1na descri~ao das caractelisticas fisicas, geograficas e hidrol6gicas das aguas balneares e de outras aguas super­ ficiais na bacia drenante para a agua balnear que possarn ser causa de polui~ao, que sejain relevantes,para efeitos da presente diretiva e que consten1 da Lei da Agua, aprovada pela Lei n.0 58/2005, de 29 de deze1nbro; b) A identifica~ao e avalia~ao das causas da polui~ao que possan1 afetar as a.guas balneares e prejudicar a sa(1de dos banhistas; c) Unia avalia~ao do potencial de prolifera~ao de cia­ nobacterias; d) Unia avalia~ao do potencial de prolifera~ao de rna­ croalgas e ou de fitoplancton; e) Pelas seguintes infonna~oes, sea avalia~ao feitanos tennos da alinea b) den1onstrar que existe tun risco de polui~ao de curta dura~ao: i) A natureza, frequencia e dura~ao esperadas da polui­ ~ao de ctuta dtu-a~ao prevista; ii) Dados sobre quaisquer causas de polui~ao ren1a­ nescentes, incluindo as 1nedidas de gestao to1nadas e o calendario para a sua eliinina~ao; iii) Medidas de gestao to1nadas durante os incidentes de polui~ao de curta dura~ao ea identifica~ao e contactos dos organis1nos responsa.veis pela ado~ao dessas n1edidas; j) A localiza~ao do porno de a111ostrage1n. 2 - No caso das a.guas balneares classificadas con10 sendo «boas», «aceita.veis» ou «n1a.s», o perfil das a.guas balneares sera revisto periodican1ente para avaliar se algtun dos aspetos enu1nerados no n.0 1 se 1nodificou. 3 - No caso de a.guas balneares previarnente classifi­ cadas co1no «excelentes», os perfis das aguas balneares s6 carecerao de serern revistos e, se necessario, atualizados se a classifica~ao for alterada para «boa», «aceita.vel» ,.... .. .. ,.,.,.,..., .. ~ ,, I\ ,. , ,.....y .. ~ ,-. ~,.... ... ..... ...... ~ ,...,.... . .. + ....... ,"'" .. • ·" n•• +,...,.:J,-,,. ,-. ,....,-. ....... . , ..-..+,-,,. ,-.

Decree-Law No. 113/2012 amending the legal regime for managing, controlling and classifying quality of bathing waters · Nelum