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قوانين موزمبيق

Ministerial Decision No. 67/97 approving the Regulation of the National Department of Water

صدر في 1997-09-03 · النص بتاريخ 2026-10-01

القانون العام والإرشادات الرسمية منشورة بوصفها أبحاثاً. ليست مشورة قانونية أو ضريبية أو مالية.

البحث نفسه مكتوب بالإنجليزية. العناوين والوسوم مترجمة؛ أما النتائج والاقتباسات فغير مترجمة.

عن هذا القانون

اللغة
Portuguese
النوع
لائحة
المنظمة
Zambezi Watercourse Commission (ZAMCOM)
الدولة
موزمبيق
الموضوعات
Water
الكلمات المفتاحية
institution, water supply, potable water, well sinking/boreholes, governance

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  1. Quarta-feira, 3 de Se,temtiro de 1997 SERlE - Numero 36, BOLETIM DA REPUBLICA PUBLICACAO OFICIAl DA REPUBLICA DE MOCAM8IQUE ~ ~ IMPRENSA NACIONAL DE MOCAMBIQUE AVISO A materia a publicar no «Boletim da Republica» deve set remetida em c6pia devidamente autenticada, uma por cada assunto,: donde conste, alern das indica~Oes necessarlas para esse efelto, 0 averbamento seguinte. assinado e autenticado: Para public~iio no «Boletim da RepUblican. SUMARIO Ulnleterlo do Interior: Diploma Ministerial n." 65/97: Concede a nacionalidade mocambicana, por reaquisicao, a Pulquerio Aleluia Ribeiro Rodrigues. Diploma Ministerial. n.O 66/97: Concede a nacionalidade mocambicana, por naturali zacao, a Jose Maria Nunes Anacleto. Ministerio da Culture, Juventude e Desportos: Delpacho: Determina a intervencao do Estado e a reversao para o Estado do Cinema Rodrigues, na provincia da Zambezia. Ministerio das Obras Publicae e Habitacao: Diploma Ministerial n.O 67/97: Aprova 0 Regulamento Interno da Direccao Nacional de Aguas e revoga 0 Diploma Ministerial n." 172/92, de 21 de Outubro. MIHISTSUO DO INTERIOR Diploma Ministerial n," 65/97 de 3 de Setembro o Ministro do Interior, verificando ter sido dado cumprimento ao disposto no artigo 14 do Decreto n." 3/ /75, de 16 de Agosto, conjugado com 0 artigo 16 da Lei n." 16/87, de 21 de Dezembro, e no uso da faculdade que lhe e concedida pelo artigo 12 da Lei da Nacionalidade: determina: f. concedida a nacionalidade mocambicana, por rea quisicao, a Pulquerio Aleluia Ribeiro Rodrigues, nascido a 16 de Iulho de 1962, em Zambezia Mocuba. Ministerio do Interior, em Maputo, 6 de Iunho de 1997. - 0 Ministro do Interior, Almerino da Cruz Marcos Manhenje. Diploma Mini:sterial n," 66/97 de 3 de Setembro o Ministro do Interior, verificando tel' sido dado cumprimento ao disposto no artigo 14 do Decreta n." 3/75, de 16 de Agosto, e no uso da faculdade que the e conce dida pelo artigo 12 da Lei cia Nacionalidade, determina: E concedida a nacionalidade mocarnbicana, por natu ralizacao, a lose Maria Nunes Anac1eto, nascido a 18 de Agosto de 1942, em Portugal. Ministerio do Interior, em Maputo, 6 de [unho de 1997. 0 Ministro do Interior, Almerlno da Cruz Marcos Manhenje. • MINISURIO DA CULTURA, JUVENTUDE EDESPORTOS Despacho o «Cinema Rodrigues», sito no talhao n." 47, da localidade de Gurue, distrito do Gurue, provincia da Zambezia, encontra-se na situacao prevista nos n. DS 1 e 2 do artigo 1 do Decreto-Lei n." 35/75, de 4 de Dezembro, conjugado com as aIineas d) e e) do n." 3 do artigo 1 do Decreta-Lei n." 16/75, de 13 de Fevereiro, e com o n.? 1 do artigo 22 do Decreto-Lei n." 18/77, de 28 de Abril. Nesta conformidade, determino: 1. A intervencao do Estado na referida empresa. 2. A reversao a favor do Estado do «Cinema Rodrigues» incluindo todo 0 seu equipamento que fica sob gestae do Instituto Nacional de Cinema 3. Ficarn sem efeitos todas as Iormas de representacao do referido Cinema anteriormente existentes, Ministerio da Cultura, Iuventude e Desportos. em Maputo, 7 de Agosto de 1997. - 0 Ministro da Cultura, Juventude e Desportos, Jose Mateus Muaria Katupha. • MIHlsnRIO DAS OBRAS POBLICAS EHABrrAtl0 Diploma Ministerial n." 67/97 de 3 de Setembro o Diploma Ministerial n.' 44/96, de 17 de Abril, que estabelece 0 Estatuto Organico do Ministerio das Obras Piiblicas e Habitacao, acolhe e consagra a Direccao Nacional de Aguas, criada pelo Diploma Ministerial n.? 25/ /87, de 13 de Janeiro, e funcionando ao abrigo do Regularnento Interno aprovado pelo Diploma Ministerial n.' 172/92, de 21 de Outubro. 184 A cxpcriencia acumulada aconselha a proceder a alguns ajustamentos na sua organizacao e funcionamento, a re definir as Iuncoes C competencies dos seus orgaos. No ambito das competencias dcfinidas no Decreto Pre sidcncial n." 8/95, de 26 de Dczembro. deterrnino: Arrigo 1. l~ aprovado 0 Rcgulamento Interno da Di rcccao Nacional de Aguas que faz parte do presente diploma ministerial. Art. 2. f revogado 0 Diploma Ministerial n." 172/92, de 21 de Outubro. Ministerio das Obras Publicas e Habitacao, em Maputo, 22 de Abril de 1997. - 0 Ministro das Obras Piiblicas e Habitacao, Roberto Colin Costlev-Whitc. Regulamento Interne da Djrec~io National de Aguas CAPtTULO J Natureza, funcoes e competenelas Anrroo 1 A Direccao Nacional de Aguas, C 0 orgao do Ministerio das Obras Publicus e Habitacao responsavel pela gestae cstrategica e integrada dos reeursos hidrieos bern como pelo abasiecimento de agua potavcl as populacoes e sa nearncnto. ART/GO 2 SilO funcocs da Direccao Nacional de Aguas prornover: a) A definicao de politicas de descnvolvimento c aproveitarncnto dos recursos hidricos, do abas tecimento de agua potavel e saneamento: b) A inventariacao e 0 balance de forma perrnancntc, dos recursos hidricos e das necessidades de agua a nivel nacionul, regional e de bacia hidrografica, estabclccendo e operando para tal o adequado sistema de informacao: ('I A claboracao e controlo du implementacao dos esquemas gerais e de outros estudos tecnico economicos para 0 planearncnto a curto , medio e longo prazos, do aproveitamento, conservacao e descnvolvirncnto dos recursos hidricos do Pais; d) A cxccucao de investimentos em cstudos e pro iectos, constrU(;ao. montagem e manutenc;ao dos aproveitamentos fundamentais de gestao de agun. nomeadamente de armanezamento. deri vac;uo, tra-nsporte e de rcgulariza<;ao fluvial, a~iscgt\l'ando a suu correcta cxplorac;ao; (') A c1aborac.ao da legislac;ao sobre aguus e fiscalizar o seu eumprimenlo, nomeadamente nos sellS aspectos de lISO, prutecviio c qualidadc c no conr.;crnentc a {lgllas intcrnacionuis.; j) 0 desenvolvimento da base tecnica c material do Pais necessaria para assegurar uma crescentc ullto-suficiencia nadonal c local na soluvao dos pmblemas de abastcc.:imento de agua potavcl c saneamcnto. 2. E ainua fun<;ao da Direc<;ao Nacional de Aguas asscgurar a exeeut;ao de investimentos para estudos, pro jectos e obras de abastecimento de agua potavel e sanea mento. prol1lovendo e supervisando a eficiente gestao e manutenc;uo das mesmas. I SERlE - NOMERO 36 ARTIOO 3 Sao competencies da Direccao Nacional de Aguas: u) Implernentar a Politica Nacional de Aguas e pro por os ajustarnentos necessaries: lJ) Garantir a recolha e tratamento de dados sobre a qualidade e quantidade dos recursos hidricos e inventariar as necessidades de agua, c) Elaborar planes de ocupacao hidrol6gica ou hidro geologica das bacias hidrograficas havidas como prioritarias: d) Desenvolver a prevencao hidrologica, especial mente os sistemas de avisos de cheias; e) Elaborar e dirigir a execucao de estudos e pro jectos, contratar a execucao de obras, controlar os investimentos do sector; f) Propor a adopcao das rnedidas necessaries agestae correcta das bacias hidrograficas g) Garantir 0 cumprimento da legislacao sobre aguas c elaborar projectos das medidas legislativas, designadamente nos aspectos de usa, proteccao c qualidade: It) Incentivar a desenvolvimento de construcao de sistemas de abastecimento de agua potavel e saneamento: i) Adoptar as rnedidas para garantir a correcta ex ploracao e 0 controlo de seguranca das obras hidraulicas: j) Tncentivar a investigacao no dominio da hidraulica e dos recursos htdricos e promover carnpanhas de formacao, edll<:ac,;ao e divulgacao da pro blcmatica da gestae de aguas: k) Assegurar a entrada em funcionamento das Admi nistracoes Regiona is de Aguas e, transitoria mente, exercer as suas funcoes competindo-lhe, nomeadarnente, assegurar 0 processo de licen ciamento e concessao e organizar a flscalizacao c 0 policiarnento das aguas. CAP1TULO II Estrutura organica ARTIOO 4 1. A Direccao Nacional de Aguas este organizada cia seguinie forma: a) Direccao: b) Colectivo de Direc~~a(); c) Consclho Tecnico; d) Departamentos; e) Gabinetes: {) Repartir;6es. SECI;:W I 6rgaos ARnoo 5 A Dircc<;ao Nacional de Aguas e dirigida POl' um Director Nacional coadjuvado pOl' um Director Nacional Adjunto. nomeados em comissao e1e servi¥o, pelo Ministro das Obras Publicas e Habitac;ao. ARTIGO 6 Sao competencias do Director NacionaJ: a) Dirigir e orientaI' todas as actividades dos orgaos cia Dirccl(ao Nadonal de Aguas, no sentido da integral execu¥ao dos sells objectivos; J DESETEMBRO DE 1997 b) Providenciar pelo cumprimento das leis, regula mentos e instrucoes em vigor; c) Dar parecer sobre assuntos de competencia da Direccao Nacional de Aguas, quando superior mente solicitado; d) Apresentar a despacho do Ministro todos os assun tos que carecam de decisao superior; e) Corresponder-se directamente, pelas vias oficiais, com outros organismos estatais e entidades par ticulares sobre assuntos da competencia da Direccao Nacional de Aguas; f) Representar a Direccao Nacional de Aguas em juizo e em actos oficiais; g) Propor superiormente as medidas que tenha por convenientes a melhoria dos Departamentos, ou do seu funcionamento e que carecam de des pacho ministerial; h) Ze1ar pelo cumprimento das normas relativas ao manuseamento da informacao de caracter con fidencial; i) Promover a elaboracao e publicacao dos relatorios anuais da Direccao Nacional de Aguas: j) Designar, colocar e transferir 0 pessoal da Direccao Nacional de Aguas pelas suas areas de trabalho, sem prejufzo das competencies dos orgaos su periores; 1) Prestar informacoes anuais dos funcionarios que' lhe estao subordinados e rever, modificar au confirmar as informacoes nos termos legais; m) Elaborar e submterjr aprovacao do Ministerio, os PIanos e Programas da Direccao Nacional de Aguas, ARTIGO 7 Compete ao Director Nacional Adjunto: a) Coadjuvar 0 Director Nacional na execucao das funcoes que lhe sao atribuidas; b) Exercer as funcoes que the forem confiadas pelo Director Nacional; c) Substituir 0 Director Nacional nas suas faltas, ausencias ou impedimentos, desempenhado as funcoes q!1e aquele competem. AR'!1GO 8 1. 0 Colectivo de Direccao e urn orgao consultivo diri gido pelo Director Nacional que tern como funcao assisti-lo, nomeadamente analisando e dando parecer sobre quest6es fundamentais da actividade da Direccao Nacional de Aguas e instituicoes tuteladas. 2. 0 Colectivo de Direccao e composto pelos seguintes membros: a) Director Naeional que a ele preside; b) Director Nacional Adjunto; c) Chefes de Departamento; d) Chefes dos Gabinetes; e) Chefes de Reparticoes. 3. 0 Director Nacional podera, sempre que aehar necessario convidar outros quadros e especialistas para participar nos trabalhos do Colectivo de Direccao. ARnoo 9 Ao Colectivo de Direccao cabe pronunciar-se, sobre: a) 0 Projecto da Politica Nacional de Aguas bern como 0 projecto dos Esquemas Gerais de Apro veitamento dos Recursos Hidricos e os respec tivos ajustamentos peri6dicos; 185 b) Aspectos mais relevantes da politica geral de gestae estrategia dos recursos hidricos, sugerir que sejam apreciados pelo Conselho Nacional de Aguas; c) Processos elaborados pela Direccao Nacional de Aguas para serem submetidos a apreciacao do Conselho Nacional de Aguas; d) Medidas a implementar para aplicacao dos prin cipios de correcta gestae estrategica dos recursos hidricos e para assegurar 0 cumprimento de diplomas legais e de orientacoes superiores; e) Estudos e projectos relativos a actividade da Di reccao Nacional de Aguas: f) Relatorios e projectos de planes e programas de actividade; g) A preparacao, execucao e controlo dos trabalhos em curse propondo as medidas necessarias apra a sua eficaz realizacao: h) Os projeetos de orcamento da Direccao Nacional de Aguas: i) Necessidade de adopcao de regulamentos e de normas tecnicas que garantam a eficacia e segu ranca das infra-estruturas hidraulicas, cabendo lhe ainda emitir parecer sobre os respectivos projectos; j) Accoes de formacao dos funcionarios, definindo em particular os respectivos perfis tecnicos, e apreciar os pianos de admissao, promocao e dispensa dos mesmos, bern cemo as suas infer macoes de service: 1) 0 balance periodico das actividades da Direccao Nacional de Aguas e as accoes necessarias ao born desempenho das instituicoes tuteladas: m) A preparacao, execucao e controlo dos estudos e trabalhos relativos as bacias hidrograficas, especialmente os respeitantes as bacias de rios intemacionais. ARTIGO 10 o Colectivo de Direccao reune-se ordinariamente uma vez por mes e extraordinariamente sempre que 0 Director Nacional 0 convoque. ARTIGO 11 1. 0 Conselho Tecnico e um orgao consultivo dirigido e convocado pelo Director Nacional de Aguas, a quem cabe analisar e dar parecer sobre quest6es tecnicas, 2. 0 . Conselho Tecnico e composto pelos seguintes membros: a) Director Nacional que a ele preside; b) Director Nacional Adjunto; c) Chefes de Departamento; d)Chefes dos Gabinetes. 3. 0 Director Nacional podera, sempre que achar con veniente convidar outros tecnicos e especialistas para to marem parte nas reunifies do Conselho Tecnico. ARTIOO 12 o Conselho Tecnico reune-se ordinariamente uma vez por trimestre e extraordinariamente sempre que convocado pelo Director Nacional. ARTIOO 13 Cabe ao Conselho Tecnico pronunciar-se sobre: a) Estudos e Projectos de obras de abastecimento de agua e saneamento. obras de armazenamento, 1l5b derivacuo c transportc de agua e de rcgulari zaciio fluvial; iJ) Aspectos tccnicos, cconomicos c liuanceiros rela cionados com a construcao, operacao e manu tcncao de obras hidraulicas c sistemas de .abastccimcnto de agua e saneamcnto: c) Matcriu relativa a ncgociacoes e de acordos sobrc rios internacionais: d) Normus tecnicas sobre componcntes dos sistemas de abastecimento de agua e esgotos c ourras obras hidraulicas: c) Adjudicacao de obras e projectos, SI:U,'AO II Estrutura AIHH,O 14 I, Na Dircccao Nacional de Aguus funcionam os sc gumics Dcpartamentos: 0) Departamento de Agua c Saneamcnto Urbano; !J) Departamento de Gestae de Recursos Hfdricos: c) Departamento de Planificacao c Invcstirnentos, d) Departamento de Agua Rural. 2. Os Chclcs de Departamento, sao nomcados pclo Ministro das Oh1'3s Publicus c Habitacao sob proposta do ltircctor Nacional, I. 0 Departamento de Agua c Saneamcnto Urbano ocupu-se do abastccimento de iigua potavel e 0 sanearnento des aglorncrados populacionais urbanos, cornpetindo-lhe, nomcadarnentc: . 0) Planear, prornovcr c supervisal' 0 dcsenvolvimento gcral des sistemas de abastecimento de agua potavel, das redes de esgotos e sistemas de depurac;ao de aguas residuais, deposic;ao de excreta e de drenagem pluvial urbana; iJ) Prumover a rcalizac;flo de estudos e projectos e a supervisao das obras 'lI1teriormente rcferidas; c) I'mmover a invcstigac;ao de teenieas de sanea menlo basico; d) Normalizar os componcntes dos sistemas de abas tecimen10 de (lgua e esgotos; e) Promover a dcfini<,'ao de politicas na area da sua acllla<Jlo e supervisal' a aplicac;ao das mesmas. 2. Cabe ailllla <Ill Departamento de Agua e Saneamento lJrh<lllo: iI) InL:cntivar a criac;iiu de L:mpresas c de servic;os aut6nomos de abastecimento de agua e de saneamento urbmlO; h) Asscssorar os orgaos Munkipais e outros 6rgaos loeais na criac;ao L: rdoryo da capacidadc tecnica para opcrac;ao L: manutenc;ao dos sistemas de abastecimento de agua e de saneamento urbanI): c) Supervisal' e monitorar as ac<;6es de gestiio, ope racCio c manutellciio dos sistemas de abasteci m~ntu de Clglla c de saneamento. AIHIl,O 16 o Departamento de Gestao de Recursos Hidricos oCllpn Sl' da gest[io global dos Recursos Hidrkos nos sells I SERlJi -- NUMHRO 36 aspectos quantitativos e qualitativos, competindo-Ihe no mcadumentc. 0) Definir as mctodologias da gestao operacional c garantir a correcta adrninistracuo dos rccursos hidricos: b) Elaborar os pianos dus bacias hidrograficas, os csquemas gerais dos aproveitamentos de recur sos hidricos c promover a sua cxccucao c supervisao: . c) Elaborar os documcntos a serern submetidos uo Consclho Nacional de Aguas: d) Planear, claborar ou prornovcr it rcalizacao de cstudos c pro.cctos no ambit« dos rccursos hidricos: e) Garantir a elaboracao dos planus de ocupacuo . hidrologica ou hidrogeologica das bacias hidro graf'icas tendo em atencao as caracterist icus de cada regiao, SU~IS prioridades c planes de dcsen volvimento: f) Definir a metodologia de rccolha de dados sobrc a qualidade c quantidade dos recursos hidricos superficiais e subterrfincos e () transporte de sedimentos, hem como supervisal' a execucao e garantir 0 proccssamento dos dados, manter actualizados os Sl'L1S rcgistos e prornovcr a pu blicacao de anuarios hidrologicos, g) Zclar pcla manutencao do equilibrio arnbicntal prornovendo a udopcao de normas de qualidade de agua: h) Dcfinir norrnas de; conservacao (' seguranca des aproveitarnento. hidniulicos c garantir 0 sell curnprimento; i) Promover a inspcccao, invcntaria; ao c registo de infra-estruturas hidraulicas, em articulacao com as Administracocs Regionais de Aguas: j) Realizar estudos e projectos necessaries a correcta participacao do pais na gcstao eonjunta das bacias partilhadas; k) Garantir a elaborH<,'ao e actualiza(;ao do eadastro tecnico nacional das lttilizac;oe' concedidas de aglla: {) Promover a <.:rim,:ao e garantir a operac;ao de redes especiais para a preven\{ao hidrologica, cspe cialmente os sistemas de aviso~, de cheias. co ordenando para 0 efeita com outras instituic;oes aEins; 111) Promovcr a entrada em funcionamento das Admi nistra\{oes Rcgionais de AgU11S e supervisal' a sua aetividade. 1\111'1<;0 17 Ao Depat1amento de Planifica<;ao e Investimentos cabe planificar, executar e contrular os programas de descn volvimentu do sector, competindo-lhe, nomeadamente; iI) Elaborar, executa" l' contrular 0 oryamcltto Jc invcstimentos; b) Coardenar os processus c a inforl1l<;ilo respeitante it cooperac;ao internacional no seclor de aguas; c) Recolher e tratar dados estatistieos relativos aos programas de illvestimentos; d) Elaborar, em coOl'dena<,:ao com uutros Departa« mentos, os relat6rios de dcsempcnho de aeti vidades da Direcyao Nacional de Aguas: e) Dirigir 0 processo de elabora<,:ao de pianos diree tores de abastecimento de aglla L' saneumento e monitoral' a sua implemen1a<,'.io; 3 DE SETEMBRO DE 1997 f) Promover a capacitacao institucional na area de planificacao, monitoramento e avaliacao de projectos, ARTlGO 18 Ao Departamento de Agua Rural, designado PRONAR, compete: a) Promover e coordenar as actividades de abaste cimento de agua as populacoes nas zonas rurais, atraves de tecnologia simples e apropriadas; b) Planear, promover e monitorar os programas de abastecimento de agua a populacao rural atraves de pecos e furos apetrechados de bombas rna nuais ou outros sistemas simples de extraccao de agua, promovendo a sua conservacao e manutencao; c) Planear, promover e monitorar as accoes de abas tecimento de agua, sua conservacao e manu tencao: d) Promover a criacao de capacidade, a nivel local, para execucao do programa de agua rural e 0 envolvimento do sector privado e das orga nizacoes da sociedade civil na actividade de agua rural; e) Promover e supervisar os pIanos provinciais de abastecimento de agua rural apoiando a sua preparacao e organizacao e man tendo actuali zado 0 inventario das fontes de abastecimento de agua bern como da sua operacionalidade; f) Promover a investigacao de novas tecnologias, sempre que possivel com base nos recursos Iocais, e elaborar normas de aplicacao pratica dessas tecnologias, tendo em conta a sua via bilidade tecnica, econornica e institucional e possfvel padronizacao: g) Promover urn sistema de informacao das accoes do Programa Nacional de Agua Rural, para avaliacao e planificacao tecnico-economica do abastecimento de agua rural. ARnGO 19 1. Na Direccao Nacional de Aguas funcionam os se guintes gabinetes: a) Gabinete do Programa NacionaI de Saneamento a Baixo Custo: b) Gabinete dos Rios Internacionais. 2. Os Chefes dos Gabinetes tern estatuto de Chefe de Departamento. 3. Os Chefes dos Gabinetes sao nomeados pelo Ministro cias Obras Ptiblicas e Habiracao sob proposta do Director Nacional. ARTIGO 20 AD Gabinete do Programa Nacional de Saneamento a Baixo Custo compete a prornocao e coordenacao das actividades de saneamento a baixo custo nas zonas rurais e peri-urbanas, para salvaguardar a satide publica e 0 bem estar das populacoes cabendo-Ihe, nomeadamente: a) Promover a definicao de politicas e nonnas rela tivas ao saneamento a baixo custo e supervisal' a sua aplicacao: b) Elaborar e promover pIanos e projectos especificos de saneamento a baixo custo e submete-los a aprovac;ao; 187 'c) Promovere incentivar a utilizacao de tecnologias simples e de baixo custo, bern como 0 usa de materiais locais na construcao de Iatrinas e no saneamento de aguas 'residuais e pluviais; d) Promover a pesquisa de tecnologias alternativas de baixo custo, para atender as zonas densa mente povoadas e outras de diffcil abordagern tecnica: e) Criar e promover urn sistema de informacao tendo em vista a facilitar a planificacao, avaliacao e a divulgacao e promocao do Programa. ARTIGO 21 Ao Gabinete des Rios Internacionais compete prornover e coordenar a realizacao dos estudos e accoes necessarias ao desenvolvimento da cooperacao internacional no domi nio da gestae dos recursos hidricos das bacias partilhadas, e nomeadamente: a) Apoiar na definicao das Iinhas gerais sobre gestae partilhada dos rios internacionais, relacionan do-se com as entidades nacionais competentes; b) Promover a realizacao de estudos e planeamento , estrategicos do desenvolvimento dos recursos hidricos nas bacias intemacionais e promover acordos de partilha de agua, c) Organizar e manter actualizada a informacao res peitante ao ,aproveitamento dos recursos hfdri cos, nas bacias partilhadas; d) Promover 0 monitoramento do cumprimento dos acordos sobre rios internacionais; e) Preparar ~ participacao de Mocambique nas comis sees conjuntas sobre rios internacionais. AATlGO 22 1. Na Direccao Nacional de Aguas fun cionam as se guintes Reparticoes: a) Reparticao de Administracao e Financas: b) Reparticao de Recursos Humanos. 2. Os Chefes de Reparticao sao nomeados pelo Ministro das Obras Publicae e Habitacao sob proposta do Director Nacional. ARnGO 23 A Reparticao de Administracao e Financas cabe elaborar e controlar os planos financeiros e a gestae do orcamento corrente e do patrimonio, competindo-lhe, nomeadam.ente: a) Elaborar as propostas de orcamento corrente da Direccac de acordo com os planos e programas aprovados para os diversos sectores, b) Executar e controlar 0 orcamento de funciona mento: c) Zelar pelo patrimonio da Direccao: d) Tratar assuntos respeitantes ao expediente e ao arquivo geral, centralizando a recepcao e expe dicao da correspondencia da Direccao, ARTIGO 24 A Reparticao de Recursos Humanos cabe elaborar, exe cutar e controlar os PIanos de Formacao e Gestae do Pessoal competindo-Ihe nomeadamente:' a) Recolher, analisar e consolidar dados sobre os Recursos Humanos, visando o dimensionamento do quadro de pessoaI; 183 b) Recolhcr, analisar e sistematizar os dados rcle rentes aos quadros tecnicos, de direccao e dos demais funcionarios da Direccao Nacional de Aguas, atraves dos processos individuals c/ou consultas: c) Excrcer as actividades relacionadas Will H classi Iicacao anual dos funcionarios: ell Organizar e controlar os ficheiros e os processes individuals dos funcionarios c manter actual] dos as respectivos registos biograf'icos: el Efectuar 0 levantamento de necessidades de for mucao no sector de aguas, com vista a elabora <;50 de pianos de formacao; I SERlE - NUMERO .36 j) Proper prograrnas de formacao para os quadros C tccnicos do sector, acornpanhando a sun im plemcntacao e os seus resultados; g) Planificar accoes no fll11bito da formacao L: L:SpC cializacao c proper prograrnas de formacao dos trabalhadores do sector de aguas: h) Organizar e mantel' uctualizados dudos relatives aos trabalhadorcs do sector de aguas; i) Elaborar e manter actualizados dados sobrc as actividades, resultados e irnpacto des programas de formacao prof'issional no sector de aguas: j) Realizar cstudos sobre qualif'icadore: profissionais e de novas caregorias para 0 sector de aguas. Pre~o - 1701,00 MT IMPRENSA NACIONAI, DE MCW;'AMBIQUE

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