تخطَّ إلى المحتوى
Nelum
قوانين موزمبيق

Decree No. 7/91 creating the Mozambican Institute of Cotton (IAM)

صدر في 1991-04-23 · النص بتاريخ 2026-10-01

القانون العام والإرشادات الرسمية منشورة بوصفها أبحاثاً. ليست مشورة قانونية أو ضريبية أو مالية.

البحث نفسه مكتوب بالإنجليزية. العناوين والوسوم مترجمة؛ أما النتائج والاقتباسات فغير مترجمة.

research.laws.repealedOn

عن هذا القانون

العنوان الأصلي
Decreto n. 7/91 - Cria o Instituto do Algodão de Moçambique (I.A.M.) e aprova os respectivos estatutos.
اللغة
Portuguese
النوع
لائحة
المنظمة
Zambezi Watercourse Commission (ZAMCOM)
الدولة
موزمبيق
الموضوعات
Cultivated plants
الكلمات المفتاحية
institution, fibre crops, international trade, crops, governance
الفئات
*, agriculture, softs

أين تقرؤه

النص

نص القانون نفسه، مادةً مادة، كما هو محفوظ. لكل مادة رابطها.

  1. Tef\:8-feira,·23 ~de- Abril de 1991 I SERlE- Numero ·16, BOLETIM ···DA· REPUBLICA PUBUCA~AO OFICIAL DA REPUBU£ADEMOCAMBIQUE IMPRENSA NACIONAl DE MOCAMBIQUE AVISO A materia a publicar no ('Bolatim da Republica» deve ser remetlde em copia devidamente sutenticads ums por csds anunto, donde conate.al6m das indicacoes necesaarias para esse efeito, a averbamento segulnte• ...inedo e sutonticsdo: Para publica~o no «Boletim da RepullnclI». SUMARIO Conselho· de Minlstros: Decreto n: 7/91: Cria 0 Instituto do Algodio de M~bique-l.A.M.e aprova os respectivos estatutos. Decreto n.· 8/91: Concemente a actualizar,:io dos d'plomee !egsis para a cultura, comercializacjio e industrializayio do Algodlio em MOyam bique e revoga 0 Decreta-Lei n.· 45179, de 5 de Agosto de 1963. . CONSELHO DE MINISTROS Decl"eton: 7/91 de 23· de Abril A coordenacao das actividades relacionadas com a cultura do algodao. bem como 0 sen fomento, comercia lizacao e fiscalizacao de inumeras regras regulamentadas para esta cultura, tomam imperiosa a necessidade de se criar ins'ituiy6escom certa operacionalidade e dinamismo, de modo. a que 0 Pais possa tirar 0 maximo rend:imento .deste recurso. Nestes termos, ao abrigo do disposto na alinea e) do n.? 1 do artigo 153da Constituicao da Republica, 0 Con selho de Ministros determina.: Artigo 1. ~ criarlo 0 Instituto do AIgoddo de M~­ bique, adiante designado pol" Instituto OU I. A. M. dotado de personalidade jurldica e autonomia administrativa e financeira, e sao aprovadosos respectivos eslatUitos, em anexo, e que fazem parte do presente decreto. . Art. 2. .() Instituto do Algodao de Mocambique tern a sua sede em Maputo e .esta subordinado ao Ministerio cia Agricultura, . . Art.·3. 0 Instituto podera r· estabeIecer oontacto com .organismos e institui~es nacionais ou estrangeiras que directaou Indirectamentese ocupem de problemas rela cionados com a cuItura, indus~~o e comercio do algodao, .. Art. 4. OInstituto fiCIL isento do pagamento de direitos aduaneiros na im~ de equipamentos, sementes, in secticidas e adubos, cuja utiliza~ se destine ao fomento da cultura no sector -familiar e para utiliza~o do proprio Institute. Aprovado pelo Conselho de Ministros. Publique-se, o Primeiro-Ministro, Mario Fernandes da Gra~a Ma chungo. . Estatuto Orglnlco do InstItDto. doAigodio CAPITULO I AImoo 1 Natureza o Instituto do Algodao de Mocambique adiante de signado pot. Instituto ou I. A. Mi, tem a sua sede em Maputo, . e pode abrir delega90es em qualquer ponto do . Pais . que considers neeessario .para 0 desempenho <las suas funcoes, ·CAPlTULO II AImoo 2 Doe.objectivos L: 0 Instituto tern pol" objectivo : a) Fomentar, orientar, discipliner e fiscallzar as actividades relaeionadas com a producao, co merci~liza~ao,industrializa~ao e exportacao do algocIao; . b) Cooperar, com as instituicQes de investigacao, na promocao e organizacao da investigacao e ex perimentacao algodoeira; 104-(2) c) Zelar pe'a observancia das normas tecnicas, para a conservacao dos solos e 0 uso correcto dos agroqufmicos, contnouindo assim para a defesa do meio ambiente. CAPITULO III AllTlOO 3 DI oompetlnoll 1. Para a real~o das atribuicoes do Instituto com pete-lhe: a) Coordenar a accao das actividades dos que se dediquem a produ~o e 810 comercio do algodao fomentar 0 aumento da producao e promover a melhoriada sua qualidade; b) Criar tipos de algodiio de acordo com outros organismos que tenham intervencao na econo mia do produto no espaco econ6mico mocam bicano; c) Classificar 0 algodiio que seja exportado de har monia com os tipos estabelecidos, concedendo certificados de qualidade; d) Colocar, sempre que the for determinado, nos mereados nacional e estrangeiro 0 algodiio que lhe for entregue pelos produtores e comerciantes do Pais. assim como outros produtos das exportacoes agricolas algodoeiras; e) Proceder a inqu6ritos relacionados com a exist&tcia de algodao, condlcoes de producao, previsoes de co'heitas e comercio do produto; f) Proper os prC9Q'S de 1111god!o caroco que. em cada campanha, Mo-de vigorar e zelar pelo seu cum primento; g) Dar parecer sobre os assuntos relativos a producao e comercio do algodao quando solicitado por outras estruturas governamentais; h) Elaborar e divulgar as nonnas de comercializacjo que em cada ana viio vigorar; v) Incentivar a forma~o de organiz~es que reali zam 0 bem-estar eeon6mico e social dos pe quenos produtores; j) Promover a preparacao e formacao de quadros necessaries ao desempenho das diferentes fun ~ tecnicas pr6prias do Instituto. CAPITULO IV ARTIOO 4 Orglos eatrlbuloD.. 1. Para realiza~iio do seu objectivo e competsncias 0 Instituto tera uma Dir~o e urn Conselho Geral. . 2. Os departamentos e outros 6rgaos que forem neces sarios para 0 desempenho das suas funcoes e prossecucao dos seus objectives, serio criadas pot regulamento interne, MTlOO··5 Da DIr.eCt:lo 1. 0 Instituto tera um director e urn director-adjunto 2. 0 director do Insdtuto preside so organismo, COOt dena toda a sua actividade e despacha directamente com o Ministro da Agricultura. 3. 0 director-adjunto substitui 0 director 'DaS suas ausencias ou impedimentos, competindo-lhe igualmente eoadjuva-Io no desempenho de fun~ que, por este, lhe sejam cometidas. 1 SSRIE-NOMERO 16 4. Compete especialmente ao director do Instituto: a) Representar 0 organismo em juizo e fora dele; b) Elaborar os regulamentos internos e submete-los a aprovacao do Ministro da Agricultura; c) Coordenar 0 funcionamento dos services do Ins tituto; d) Submeter a apreciacao do conselho geral os as suntos que depend am da sua resolucao; e) Dar execucao as dolibera~Oes clio conse'ho geral; f) Elaborar os projectos de orcamentos ordinaries e extraordinarios; g) Elaborar 0 projecto anual de orcamento que sera apresentado ao Ministerio das Finan!j:8S e Mi nisterio da Agricultura, nOB 00rn1Ds e prazos legais; h) Elaborar anualmente 0 reIat6rio das actividades do Instituto, bern como 0 plano de ac¢o para 0 ano seguinte; i) Administrar os fundos do Institute, j) Outorgar nos contratos a celebrar com 0 pes soal servidor e decidir sobre Os mesmos con tratos quando isso seja da sua competencia; k) Determinar 0 exame it escrita de qualquer entidade sujeita a disciplina do Institute, mantendo se·-~ crete 0 resultado, salvo se houver ~. 5. 0 Institute tera urn secretario nomeado pelo seu Director. AllTlOO 6 Do conselho ge.... 1. A Direccao do Instituto tern a coadjuva-lo urn conselho geral constituido pelo director do Institute, que preside, pelo director-adjunto e por tres vogais de no meacao do Ministro da Agricultura, escolhidos de forma a que, no organismo, tenham representacao as sectores <fa producdo e da exporta~o do ai1,godao e os services econ6micos do Pais. 2. 0 conselho geral reunir-se-a ordinariamente uma vez por mes e, extraordinariamente, quando for convocado por inloiativa do director do Instituto ou a pedido da maioria dos seus membros. 3. As deliberacoes do conselho geral serao tomadas por maioria de votos, tendo 0 presidente voto de qualidadr e decisao de voto. § unico. 0 voto so ten! efeito depois de ser homolo gado pelo Ministro da Agricultura. 4. Incumbe ao conselho geral : a) P1lOpOr ao director do Instituto medidas reputadas oonvenientes a boa execucao dos fins do or ganismo; b) Aprovar os planos economicos, tecnicos e admi nistratlvos, submetidos a sua apreciacao: c) Aph.car as penalidades previstas na legisla~o em Vigor; d) Dar parecer sobre os orcamentos ordinaries e suplementares do Institute, antes de os mesmos serem sujeitos a aprovacao do Ministro das Financas e do Ministro da Agricultura; e) Dar pareeer sobre a eonta de gerencia e 0 rela torio anual das actividades do organismo; f) Pronunciar-se sobre as regulamenta90es relaciona· das com as actividades econ6mlcas a que se reporta a intervenlYiio do Instituto; g) Informar sobre outros assuntos 6Ubmetidos a sua aprecia~o. 23 DE ABRIL DE 1991 5. Para alem dos membros :estabelecidos no nnmero anterior podem tambem participar nos conselhosge,rais os chefes de departamentosou outros convldados, • Decreto n: 8/91 de' 23 de AbrIl A cultura, comercializacao e industrializacao do Algodao em Mocambique continua; a ser regulada por legisla~ promuigada pelo Governo Colonial, a qual se revela em muitos aspectos inadequada a sitUa~ao presente.· Enquanto . se realizam os estudos oonducen:tes a uma revisao geral da legisla~ algodoeira, torna-se necessario proceder a uma actualizacao dos diplomas legais sobre a materia. ' Nestes termos, ao abrigo do disposto na alinea e) do n." 1 do artigo 153 da Constituicao da Republica, 0 Con selho de Ministros decreta: CAPITULO I Da agricultura AitnOO 1 Ao Instituto do Algodao de Mocambique compete fomentar a cultura algodoeira, coordenar e fiscalizar todas as actividades com ela relacionadas, assegurar aos pro dutores assistencia tecnica e proporcionar-lhes assistencia financeira quando necessaria. Aanoo 2 Serao publicados os regulamentos a que ira submeter-se a cultura algodoeira com vista; nomeadamente, a garantir a Iiberdade da produeao, a defesa sanitaria das culturas, ao seu enquadramento nas relacoes e nos afolhamentos economica e' tecnicamente .aconserbaveis, a producao e emprego de sementes seleccionadas e suas variedades, aos problemas inerentes a. preparacao e conservaeao do solo e a organizacao dos planos da cultura por cada campanha. ·CAPITULO· II Da comercializa~ao do algodio caro~o Aanoo 3 1. A comercializacao do algodao caroco sera exercida em condicoes de igualdade e regime de concorrencia, de harmonia com as normas regulamentares que forem esta. belecidas. . 2. 0 Ministro cia Agricultura podera, ponderados os interesses nacionais, atribuirconcessoes. a pessoas singu lares, colectiva ou sociedades nas quais estas gozem do exclusive da eompra, desearocamento e prensagem de algodao. 3. Dos documentos de autorizacao da concessao cons tarao, entre outros, os deveres e obrigacoes dos conces sionarios, localizaeao e area desta, ARnoo 4 1. A compra do aIgodao caro~ e permitida a todas a'S pe6SOOS singulares ou co1ectivas que satisf~ as se guintes condi~: a) Disporem de organiza¢o comercial e de capa oidade tecnica e financeira adequadas a compra 10+-(3) do .algoaao caroeo e a venda do algodao em rama dele proveniente nos mercados consumi .dores; . . . . b) Estarem inscritos no Institute do Algodao de Mocambique nos termos do artigo 19 deste decreto, . 2. As operacoes de compra deverao recair indiserimi nadamente.sobretodos lOS tipos de algodio postos a venda emcada mercado, nos termosque. vierem a ser fixados em regulamento, AR'noo5 ' o Institutodo Algodao de Mocambique podera ser autorizado par despacho do Ministro da Agricu'tura a adquirir algodao caroco nos mercados, com 0 tim de assegurar 0 escoamento da .producao, na falta de com pradores.: Aanoo 6 Os orgaos oompetentes, sob proposta do Instituto do Algodao de Moeambique;: fixario anualmente a tabela de .precos minimos de compra de algodao caroco ao pro dutor, 0 qual vigorara para todas as transae¢es. incluindio as realizadas pelo proprio Institute, ARnoo 7 As operacoes de compra e venda do algodao caroco serao realizadas em mercados, .cujaJoealizacao e. regula mentacao compete ao Instituto do Algodao de Mocam bique definir e estabelecer, ARnoo 8 A presidencia e fisca~iza~ dos mercados 6er8. da com petencia do Institute do Algodao de Mocambique que podera solicitara intervencao das autoridades locais e, ou a organizacao de produtores sempre que 0 julgue necessario. ARnoo9 Sobre 0 preco do Algodao caroco adquirido pelas en tidades a que se refere 0 artigo 4. incidira uma taxa, a fixar pelo Ministerio da Agricultura sob proposta do Instituto do Algodao de Moeambique e que constituira receita propria do Institute. . Allnoo 10 o Instituto do Algodao de Mocambique fica autorizado a realizar com as Instituicoesde credito todas operacoes que se tornem necessarias ao exercicio das atribui~ que the sao coaferidas nos artigos 1 e 5 deste decreto, . CAPtTULO III Do descaroc;arnento eprensagem ARnoo 11 As operacoes de desearocamento e prensagem do algo d30 se:rao realizadas nas fabricas existentes que, para efeitos de condicionamento industrial, se consideram desde ja autorizadas, ou nas fabricas que se instalarem de novo. nos' termos de Iegisla~o que vigorar. ARnoo 12 As fabricas cobrarao. pela prensagem e d~mento do algodao nao adquirido pelos industriais proprietarios das fabrlC'as, uma importancia que tenba em oonta a Ie

Decree No. 7/91 creating the Mozambican Institute of Cotton (IAM) · Nelum