Presidential Decree No. 28/14 approving the National Strategy for Rural Trade and Entrepreneurship (ENACRE)
صدر في 2014-02-11 · النص بتاريخ 2026-10-01
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عن هذا القانون
- العنوان الأصلي
- Estrategia Nacional de Comércio Rural e Empreendedorismo, ENACRE, para o periodo 2013-2017.
- اللغة
- Portuguese
- النوع
- لائحة
- المنظمة
- Southern African Development Community (SADC)
- الدولة
- أنغولا
- الموضوعات
- Agricultural and rural development, Livestock, Food and nutrition
- الكلمات المفتاحية
- agricultural development, agro-forestry, internal trade, international trade, equity, cooperative/producer organization, pastoralism, animal production, small and medium enterprises, food safety and quality
- الفئات
- *
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4.1. Producno agricola e estas apresentam 86% da area semeada. enquanto que as De tun m od o geral, a pr cduca c agric ola e rea lizada por explorac ces agric clas empresariais (EAE). 0 relatcrio sobre pequenos agricultores , destinando grande parte da sua pro- a campanha agricola de 201112012 m ostra que as principais duca o para 0 auto -consumo. A ma o-de -obra e constituida culturas exploradas sa o 0 mi lho com 34% de area semeada . principa hnente pel o agregado fami liar. A maior parte da pr o- a mandicca (20%), os feij ces (15%) e 0 amendoim com 60/0. duca o e rea lizada em sequeirc p or fa lta de agua e alguns As outras culturas ocupam tun tota l de 25% de area semeada . utilizam pequenos sistemas de regadio. 0 acess o ao creditc Portanto 0 mi lho, a mandioca e os feij ces representam agricola tem facilitado alguns camponeses, na aquisicao de tun total de 69% da area semeada a nive! naciona l. Na fileira insumos e outro s materiais quer em termos de sementes quer das fruteiras verifica-se um aumento consideravel de area em ammars. cultivada. Dados recentes em termos de area semeada assim As explorac ces agncclas familiares (EAF) sao as mai o- como de prcduca c agricola 2011/2 012 , apresentam-se na res responsaveis pe!a exploracac da terra do sector agric ola tabela abaixo. Hhira ~~irob Ana s rm r ~ d ~ (h ~) Pl"lMlllraO rolh id~ Cereeis 2.408. 421 919.684 R ataes e Illber cul05 1. 408.~71 1.27~.393 Legumjnosa s e OleagilO5lls 1.2H490 8~9.767 Fml as 212.502 199.564 H ortt col as 40 7.509 40 5.22 1 A fileira des cereais e composta pela cultura do milh o, das explorac ces agrtcolas empresaria l. 0 sect or empresarial massango, massambala e aITOZ, send o 0 mi lho a cultura e mais forte no Huambo, Hui la e Bie. A prcducao nacional chave desta fileira , sendo a principal cultura de subsistencia cifrou-se em 465.441 ton . as EA F produziram 33 5.067 ton ., do plana lto angolano. A area semeada das explorac ces agri - colas fami liares apresenta-se 10 vezes maier do que a area o que representa apenas 660/0 da pr cducac nacicnal. I SERIE -N.o28 - DE 11 DEFE\/EREIRO DE 2014 961 Localtza cs o da s Prtnd pa ts Zonas d e Producso do Mllho Prodllrao rst im~ da Pro dll r ~o r om errtaltz.avel Pr oduto Prcvinrfa s Munlnpt es (ton) (to u) Sela 37,897 29,408 Kibala 29,17~ 16,922 Kwa nza-Sul Sumbe 23,320 II 193 Kassongue 16,463 7,902 Ganda 33,938 16,290 Cuba l 20,387 9,786 Bengue la Be jombo 14,83~ 7,121 Baia Farta 9,818 3,829 Boccio ~ , 6~~ 2,20~ Caconda 16,179 7.766 Chkomba 18.2~6 8.763 M ILHO Hllil~ Ca klqllembe 1~,947 7,6~4 Matal a ]3,938 10,OB Kipung o 1 4,07~ ~,067 Huambo 86,76 4 4 6,234 Baih.loo 82,3~1 68,187 Huamb o Caala 4~ , 3 74 1 4,8~7 Longonio 44,060 1 4,30~ Catabola 30,009 11,704 Camac npa 34,010 12.8~6 Bil' Audnto 60,018 28,809 Chitembo 23,227 9,0~9 Malanje Ca Cll50 10,702 10,702 962 m ARIo DA REPUBLICA LOCl1IiZl1f i'i Odas Prmdpat s Zonas de Producso d e F ti j i'i o M antetga Produ rao r slim ada Produ r ao rom rr ri alizh'ri Produto Prcvinrfa s Munlnptes (t on) (t on) Ganda 727 ~82 Boccio 980 7&4 Br n~lIrl a Balombo 4.279 3.423 Loblto 2,~12 2,010 Huambo 404 323 Baihlloo 520 416 Caala 473 378 H ua mbo Longouio 17l 137 Catchueigo 231 I" M IIlgO 192 I" Ela.Jha III 89 Caconda 200 160 H uila Caklquembe 2"1 200 Chkomba I" 148 FEIJAO M ANTEI GA Cela 604 483 Cassongue 801 641 Kibala 502 4<12 K. SuI Sejes 441 313 M ussende 361 289 Libo ]o 2" 203 Andlllo 3.148 2.518 Catabola 846 677 Btl' Chilguari 2.116 1.733 Nherea sea 774 Qu imbele 3" 308 Damba 327 262 Uig r Negege 257 206 Mikmga 197 isa I SERIE -N.o28 - DE 11 DEFE\/EREIRO DE 2014 963 LOC111iz l1-;i'i o das Prmctp ats Z onas de Producso de Ftij i'i o Cata rt no Produ r ao r slim a da Pro du rao rom rr ri alizh·r l Prodta o Prcvinrfa s ltlu ni ri pios (I on ) (Ion) Ganda 4.'" 3,391 Boccio 6536 4 ,575 Brn~lIr la Balombo 26,524 18,567 Lobito 13.316 9,321 Baiheido 1468 2,428 Catchueigo l.538 1.077 Huanbo 1.821 1.275 Hua mbo Lo ngoni o 1.141 799 Caala 3.153 2,207 MIIlgO 1.278 '" Rlliha 741 520 Caconda ,'" 3,679 H uila Ca klql.lembe 4.180 3,066 Ch k o mba 4,205 2,94 4 FEIJAO CATARINO ceta 4,029 2,820 Cassongue 3.673 2,571 Kiba la 1146 2,342 K. Su I Seles 2942 2,059 Musseude 2404 1.683 Libo lo l.tm I 184 Andnlo ".., 14,692 Catabola 14,437 10,106 Bir Cbilgllari 6453 4 ,517 Nherea '.6<0 3,948 Quillbele 2168 1.798 D ar nb a 2182 l.527 Ui~r Negege 1.7l3 1199 Miklllg a Ul3 919 964 m ARIo DA REPUBLICA L OCl1IiZl1 f i'i Od as Prtndpats Zona s de Producso de Ftij ao Car ioca Produ rao r slim ada Produ r ao rom rr ri alizh'ri Produto Prcvinrfa s Munlnptes (t on ) (t on) Ganda 1.162 813 Boccio l.570 1.099 Benguela Balombo 6,84~ 4 .79 1 Lobito 2,071 1.450 Baiheido 833 "3 Catchueigo 37Q 2~9 Huanbo 7rI sos Hua mbo Longonjo 274 192 Caala "6 ~29 MIIlgO 307 21~ EkllJha 1.78 1.24 Caconda 1.008 706 lI uila Caklql.lembe 912 638 Chkomba 8" "I. FEIJAO CARI OCA Cela %7 677 K. Su i Cassoegue Kiba la Seles .. 881. 706 61.7 ,,, 494 Mussende l76 4<1.3 L ibo lo 406 2&4 Andlllo ~.038 B26 Cbilguari 3.466 2.426 Bir Nherea U48 1.084 Catabola 1.354 948 Quillbele 61.7 4 32 Darnba 12l 366 Ui~r Negege 41.0 287 Miklllga 31.4 220 I SERIE -N.o28 - DE 11 DEFE\/EREIRO DE 2014 965 Lo Cl1IiZIH; i'i Od as Prtndpat s Z Onl1S d e Producso d e M andtoca Pro du rh Est fma d a Prod u r ilo Come r rt altzave l Pr oduto Prcvinrfa s Munlnpt es (Tour IHdH s) (TOUdHd as) Calandula ~n9~0 347,9 49 Malanje 33~,821 211,701 MHIHujr Quela 292,007 184,081 Car uso 237,914 149,981 Cangadala 161.302 101.68~ Cambarm e 237,240 1 49,~56 Cazeugo 202,498 127,6~~ Kwa nza -Norte Ambaca 180,~73 113,833 Gokmgo Alto 129,077 81.370 Samba Caj ll 97.032 61.169 Dembos 161.234 101.642 Nembuangongo 107,384 67,69~ Benge Ambriz 89,20~ ~6,2B D ende 8~,928 ~4,169 Cablnda 764,877 482,179 Cacongo 84,6~4 ~3,366 C ab in da &1(0 Zal 56,716 3~,7~4 Belize 28,498 17,96~ M ANDIO CA Quillbele 443,1~9 279,368 Scngo 279,172 17~,99O M u(ooa 267.789 168,814 Utge 229,920 144,941 Pun 210,084 132,437 Ui !1.r Miklllga 206,274 130,03~ Quitexe 196,96~ 124,167 Ambtnla 19~,387 123,172 Cangola 220,903 139,2~7 Maquela do Zombo 176,272 III 122 D amb a 190,924 120,3~8 Stanbe 120,360 72.216 Amboim 106,987 64,192 Kwa nz a-Sui Conda!Seles 147,107 88,26 4 Seles 173,8~3 104,312 Mussende 200,600 120,360 966 m ARIo DA REPUBLICA Prurtur ao E stfmad a Prod u r ilo Come rrialtza vel Produto Prcvinrfa s Muntctptos ( Tone la das) ( f on d adas) Mbanza Congo 3,078 1.847 zan-e Cuanb a 1.44! 864 S"Y o 893 l36 Cuemba 122,886 86,020 Nherea 9U08 64,055 Bir Andlllo 73,206 n244 Cbitembo 36,603 25,622 XIi-Mllteba 243,808 146,285 Capenda-Camuleuba 212.348 127,409 L anda-Norte Cbitalo 188,754 113,252 Cumgo 165,160 99,096 M ANDIO CA Lucepe 125,836 75.502 S .... im o 384,313 230,588 Caco]o 174,688 104,813 Lunda-Sui Da la 165,953 99,572 Muconda 148,484 89,091 Lm. 1 820,101 492.061 Alto Zambeze 188,810 113,286 Moxiro Bundas 142,100 85,260 CamallOllglle 51.634 30,981 Moxko 28,139 16,883 Kua ndo Kubango Meuongue 273,618 19l.533 I SERIE -N.o28 - DE 11 DEFE\/EREIRO DE 2014 967 Localtzacs o das Prtnd pa ts Zo nas de Producso de Batata Rena Pro du rao Est im ad a Prod u r ao Come r ri altz avel Pr oduto Prcvinrfa s Munlnpt es (Tone lada s) ( f on d adas) RIIJha 91387,~ 82,249 Caala 1067~2 96,077 Baihlloo 14786.2~ 13,308 Hua mbo Lo ngoni o 16286.2~ 14,M8 Catchueigo 1 4786.2~ 13,308 MIIlgO 11786,2~ 10,608 Mata la ~2399.~ 4 7,160 Hump ata 982~ 8.843 H uila Ch k o mba 16374 14,737 Caconda 21562.~ 19,406 Ca kultlembe 24562.~ 22,106 "w 34914 31.423 C a55011glie 261~8.5 23,543 Kwa nza -Su i K ibala 12727 ,~ II , 4~ ~ c eia 27466.~ 24,720 Amboim 21973.5 19,776 BAfATARENA Ganda 6U ss Cuba l 76.5 69 Ch c ng oroi 114 103 Bengue la Balombo 12U 109 Bocojo 39 as Lobito 55 ,5 so Ambaca 10 84,~ 976 Kwa nza -Norte Gu longo Alto 6 3 Samba Caju 7,3 7 Ch siguar 932IU 83,890 Kuito 29128.5 26,216 An dlllo 7282.~ 6,554 Btl' Kunlunga 43 69. ~ 3,933 Kamec upa 7282.5 6,554 Cata bola ~826 5, 243 Ambac a 10 84,~ 976 968 m ARIo DA REPUBLICA Localt zacs o da s Prtndp ats Zonas d e Producso d e H orttcolas Pro du rh Est fmad a Prod u r ilo Comer rtaltzavel Produto Prcvinrfa s Munlnptes (Tour l~d~ s) (Toud~d as) Humpata 36,302 36,143 Cbibia ~1.401 ~ 1.17~ Meta la 101.410 100,965 H uila Caklql.lembe 17,562 17,485 Caconda 18.205 18,125 Catchueigo 77.354 77.014 Huambo 49 3,056 490,889 Caala 173,510 172.747 H ua mbo EkI.Via 42,866 4 2,678 Londuinbali 44,OB 43,841 HORI1 COLAS Baiheido 28,642 28,516 Amboim 73,055 72.734 Seles 75,301 74,970 Conde 68,188 67,888 52,892 Kwa nza -Su i "'" 52,660 L ibo lo 38.292 38,124 Quil fllda 37,169 37,006 Cela 134,664 134,073 Beta Farta 259,386 258,246 Bengue la Benguela 348,319 346,788 I SERIE -N.o28 - DE 11 DEFE\/EREIRO DE 2014 969 LOC111iz l1-;i'i o d as Prfndp ats Zonas de Producso d e Care Co me rdal R obusta Produ rao r slim a da Pro du rao fom rr ri alizh·r l Pr oduto Prcvinrfa s Munlnpt es (I on ) (Ion) Amboun 2,292 2,292 Libo lo 1.719 1,719 Kw anza -Sul Conda'Seles 1.146 1.146 Quilenda 287 287 Utge 648 648 Negege 432 432 Quitexe 432 432 Scngo 649 649 Uill. r MIKaba "7 "7 Buengas 3 3 SanzaPombo 3 3 Damba 160 160 Maql.lela do Zombo 3 3 Cazeugo " " Gokmgo Alto 128 128 CA FE COMER- O ALROBUSTA Samba Caju " " Kwa nz a.Nort e Qll imhllgo 128 128 Ambaca 213 213 Bojougongo " " Banga 128 128 Quibaxe 77 77 Narnbuangongo so so Benge Bula Attanba 77 77 Pmgo Aluquem so so Cabinda 123 123 Cabinda Buco Zeu 177 I7l Belize l3 l3 Kalandn la 22 22 Massmgo 72 72 Mal~uj r Kiwaba-Nzoj i 22 22 Karnbundo-Ket embo 29 29 970 m ARIo DA REPUBLICA LOCl1IiZIH;i'iO das Prtndpa ts Zonas de Producso d e Ca rt M abub a Ro bus ta Produ rao r slim ada Produ r ao rom rr ri alizh'r i Produto Prcvinrfa s Munlnptes (t Oil ) (t on) Amboim 4564 4. 564 L ibo lo 3.438 3.438 Kwanza-Sui Conda/Seles 2.292 2.292 Quilenda m m Utge 1.297 1.297 SO, Ne gege '" SO, Quitexe '" Scngo 1.297 1.297 Uill. r MIKooa 1.729 1.729 Buengas 6 6 S anzaP{)fIlbo 6 6 Damba 319 319 Mequela do Zambo 6 6 Cazeugo 170 170 Gokmgo Alto 255 255 CAFtMABU BA S amba Caju 170 170 (RO BUS TA) Kwa nza-N or t e Qu imhllgo 255 255 Ambaca 425 425 Bojougongo 170 170 Banga 255 255 Quibaxe I'll I'll N ambuangong o 100 100 BtU [l:O Bu la Alilnba I'll I'll P mgo Aluquan 100 100 Cabinda 245 243 Ca bill da Buco Zeu 3"1 3"1 Belize 103 103 Kalandu la 22 22 Ma ssango 72 72 Ma la nj r Kiwaba-Nzoj i 22 22 Kambundo-Ket embo 29 29 I SERIE -Noo28 - DE 11 DEFE\/EREIRO DE 2014 971 LOCI11iz l1f i'i Odas Prm d pats Zo nas de Producso de Ca re Comercta l Ar abtca Produ rao rst im~ da Pro du r ~o r om errtaltz.avel Pr oduto Prcvinrfa s Munlnpt es (1011) (Iou) Kwa nza -Sui Cassoegue 287 287 Huanbo 32 32 Hua mbo Baiheido , , Llndllillbali 13 13 CA FE COMER- Andlllo 42 42 CIAL (ARAm CA) Btl' Nherea 18 18 Bengue la Ganda 30 30 Ca klql.lembe 24 24 H uila Caconda 6 6 Localtza cs o DI1 SPrtndp ats ZOnl1 S de Producs o de Care M abuba AI'l'lbiCI1 Pro du rh ecme re tauz avet Pr oduto Prcvinrfa s Mu uiripios Prod u r iio rslim Hd H(1011) (tou) Kwanza-Sul Cassongue 773 773 Huaubo 63 63 Huamb o Baih.lde> 10 10 Llndllillbali 27 27 CA FE COMER- Andll[o 84 84 CIAL (ARAm CA) Bt l' Nherea 36 36 Bengue la Ganda 60 60 Cakulilembe 48 48 B uila Caconda 12 12 972 mARIo DA REPUBLICA
4.2. Escoamento t armazen ame nt o 6. Fontes de Ftnandamento t Procedtmentos o processo pcs-colheita e carac terizado por perdas na Orcamentc Gera l do E stado (OGE) via M inisterio do ordem des 3QO/o, var iandc de produto, devido a defic iente Comercic tr an sporta cao e ao sistema de conservacac e acond icio na - i ) Orcamentc de funcion ament o do PAPAGRO. m ent o des prcdutos. Dctacces orca menta is para a cobertura das despesas in e- o escoa mento e dificultado pelo mall estado das v ias rentes ao programa. secundarias e terciarias. A capacidade de annazena mento Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND) sob a egide tambem ebaixa, existindo alguns armazens alugados a entida- do Ba nco de Desenvolvimento de Angola (BDA) podendo des pr ivadas. No entanto, a pop ulacao camponesa conserva os ser: seus produtos de acordc com os habit os e costumes da reg iac 6.1 Orcament o de funclon am ento onde se encontra m, conservando muit a das vezes na propria As verb as de fun cionam ento , destinam-se essencial- lavr a, penduradcs em tro ncos de arvores, em silos tr adicio- m ente pa ra a impl e menta cac da propria estrategia e em na is, como as quitogas. quipupas . tchilas , tambores e outros. gra nde pa rte serac orcadas pe!o Minister io do Comercio
4.3. Processam ent o a nive! centra l e pelas direccces provinc iais do Co mercio, A este nivel a situacao ainda e muit o debil. Os camponeses Turism o e H otelari a e serv irao para cobrir como reunites, transfcrman a ma ier parte des prcdutos com m etc dos tradic io- ajudas de custo , pesquisa. capacitacao e consultor ia. na is, recorrendo t anbe m a pequenas m cageiras geralmente de 6.2 Orcamento de Investtment o provados, para prccessamentc do milh o e da m andioca sera. Os investim entos previstos para a ENACRE estac divi -
4.4. Comerc ta ltzacso - I"td t come rc tal didos eIU quatrc grupos: A rede comercial e constituida funda menta lmente per i ) Fundo de investim ento para a construcac de cant inas , per vendedores ambula ntes , m ercados inform ais e infra-estruturas; feiras rura is. Em algu ns m uniclp ios ex istem alg umas lojas ii } Fundo para a compra direc ta do produto ao rurais, cuja vocacao nao esta na venda deprcdutos do campo. campones;
4.5. M erc ado Int erne iii) Fundo para a promocac da qua lidade e servi- A prcducao agrc -pecuaria tanto a prcduz ida pelas explo- cos de sup o rte; racces agricclas familieres assim como pe las exploracces il") Fundo para aquisicac de m ercadori as diversas. agncolas empresaria is, apresentam ainda mu caracter de sub- o fimdo destinado it constncao de ilifra-estrutllras sistencia e somente algum excedente e comercializado. Em estao previstcs COlUO investim ento a construcac virtude des niveis de prcducao egropecueria no pa is nao satisfa- de armazens de campo, COlU cameras frig crifi ca zerem a demaida. somente sao comercializados int e rna n ente, quer pa ra a conservacao ass un COlUO pa ra conge- verificando-se perdas consideraveis por falta de escoamento. lacao de acordo COlU 0 produto. As m esm as terse 5. Ht erarqute acso de Prtortdades d t A cr ots acopladas loj as para a venda de m ercadorias A lin ha ndo os eixos defin idos n a ENACRE, COlU as linh as diversas a pop ulaltao. de int erv eIw ao estra teg icas , cOlIsideram -se pr ior itar ias eIItre Para acompra directa do prodllto ao campones, estao outras as seg uintes aclt0es: previstos fundos que irao ga rantir a compra da 1. IdeIItificaltao das fo ntes de fin an ciament o. produltao agricolas, POdeIIdo esta m odalidade 2. E stab e!ecim eIIto das infra-estruturas adequadas ao ser fe ita ainda n o acto da preparaltao das terr as m ercado: e seIue nte ira. E sta compra pode ser efec hlada aJ Co nstnlltaO, reab ilitaltao e m anut eIw ao das vias de directameIIte com as cooperativas , assoc ialt0es acesso; ou ainda ao campones indivi du ahu eIIte. Para tal b) Co nstnlltaO, reab ilitaltao e m anut eIw ao de anua- estao a ser identificados POlItOS de recolha pr6xi- ze ns e silos; m os das areas agricolas. c) COIIstnlltaO, reabilitaltao das loj as do campo. o fiuuJo JXUa a prolllOt;iio da qnaJidade e ser1"ir;os 3. Reorganizaltao e ReestnlhlraltaO das E stalt0es de de sllporte, estao previstos fin an ciament os lig a- DeSeIIVolvime ntoAgrario (EDAs). dos ao fOluento da produltao com produtos de 4. MapeameIIto das cooperativas e assoc ialt0es ex isteII- qua lidade, non u as fit ossanit ari as, actividades de tes nas zOl as m rais e perimbanas. m anUSeam eIIto, emba lageIu, ca librageIu, certifi- 5. IdeIItificaltao dos AgeI Ites Logisticos Rma is (ALR). caltao e aCOlIdiciOlIalUeIlto segura dos produtos , 6. FOmeIIto de cooperativas de tr anspOitadores. cOlIsidera ndo que a qua lidade e esseIIcial para 7. IdeIItificaltao dos po ntos de recolha dos produtos para gara ntir a ace italtao do produto no m ercado. os anUaZetlS. Neste flUldo eslilo previstas despesas de aquisiltao de 8. Capac italtao dos agentes logi sti cos mrais. m eios de tr an sport e (calTinhas e tr actores com 9. Capac italtao e fOimaltao dos operadores dos produtos. atre!ados), ba lalwas e pesos de referencia, caixas 10. Redultao dos cus tos de lran saltao e de tra nspOites e equipa meIItos n ecessari os para 0 pessoa l que rodoviar ios, ferroviarios e m aritimo. im m anu sear os produtos. I SERIE -N.o 28 - DE 11 DE FE \/E REIR O DE 2014 973 Esta o tambem previstos com o servic es de sup o rte, 6.3 Orcamento global ass istencia tecnic a as ccopera tivas e assoc iacces , o BDA ira dispo nibilizar em 2013 a qua ntia de fom ento de seminaries . pressup ostos legais para 5.500.000.000 milh ces de Kwanzas, equivalente a 55 milh ces a constituica o de assoc iacces , diver sifica ca c de dolares dos Esta dos Unidos da America, dos quais 65% sao agr icola, em preen dedorism o, capac idade de destinados a construcao das infi-a-estruturas (armazens e loj as), 13,7%) para a prom ccac da qualidade e services de suporte. n egociacac na ve nda dos pro dutos e capac idade 10,7%) para a compra do produto ao canpones, 10,7%) para a de aumentar a renda famili ar. compra de mercadoria diversa.conforme tabela abaixc. Na mbrica compra de mercadorias diversas, esta o valor do financiament o sera repassad o a cinc o Bancos previsto tun fund o, que ira possibilita r 0 agente comerc iais operadores, n omeadamente 0 BP C. B:MF. B CI, logi stico rur al a compra de pro dutos da cesta Banc o Sol e Ba nco KE\/E , cons t ituindo-se estes em mutu- basica. insumos agncolas e outro s produt os de aries do BDA. 0 tota l de investiment os para 0 Com ercio acordo com os habitos e costumes de cada regi ac. Rura l apresenta -se n o tabela abaix c. Total do Orcamento de Investtmento D r si ~l ~ r ilo Valons (Usn) Tol: ~1 (Usn) % Intra-estruturas - Armezen e loj a 500,000 35,000,000 63 Compra de produto eo cempones 80,000 5,600,000 10 Compra de mercadoria diverse 100,000 7,000,000 12 Qualidade e se vuos de suporte 105,710 7,400,000 13 Tol:al 78!1.710 !I!I.OO O.OOO 100 N os tennos rubricados, 0 BDA colocara a disp osicao dos bancos opera dores , m ontantes em tranches de 2,5 a 5 milh ces de D olares American os USD. depend en do da capac idade de cada banc o opera dor, com texas de j lU"OS de 3,5%, periodo de carenc ia de 2 anos e prazo de reemb olso de 5 an os. I. " M ODAUDADE - Fundo de Inve stunento - Inrraestruturas Banco de Desenvolvimento de Angola (BDA) • VaIOl' tnt etat 3!1.000.000 u s n • Taxa de reembolsc : 3,5% • Pertodo de gJill;a: 2 enos I. ' F ese: Conslm~lIo de 70 ermazens (0111 (rent e loj a Period o de (OnglnM;oo ou reabihta rao de armilZell5 e Ioj as do (ampo: 4 a 6 meses VaIOl' ini rl ~1 Nv d e agente s togtstt eos Lo raliz arilo da P agam ent es m ediant e Bancos ooera doees Pr ovm ri a/AIu nir ipio (~ O. OO O USn ) b en enetart os (70) infra -r strutura aut os d r m uli rilo Banco KEVE BPC Bel BMF Banco Sol 974 m ARIo DA REPUBLICA 2." M ODALIDAD E - Fund o p ara 11 Compr a Dtrecta da Producso 110 Camp on ss Banc o de Deserrvolvime nto de Angola (BDA) • ValOl:' tnt etat !I.600.000 u s n • Taxa de r eemboiso : 3.5% • Penodo oe grece: z enos 2.' Ease : Pagamenlo e recolha da pr{)dll~lIo egro-pecuaria Periodo de cojierta e venda da produl;lIo: I ,' fase (Jan. a M ar.;o) e 2,' f ase (Maio a Julho) Val Ol' ini ri al N.· de «gente s togistteos N.· de ramp oursrs N.· de r eoper anv a s 011 Banc os coer ador es Pro''inri a/l'tlulliripio (80.000 USD) b enenct anc s ( 70) envolvido s assoria riirs BalKoKEVE "PC BCI BMF Banco Sol 3." M ODALIDAD E - Fund o p ar a a Compr a de M er cadorta s DiYHSl1S Banc o de Deserrvolvimento de Angola (BDA) • ValOl' tnt etat 7.000.000 u s n • Taxa de r eembolsc: 3.5% • Pert odo de gJill;a: 2 enos 3' Fuse : Pegrenento de bell s alimentare s e insumos egrtcoles Todo o illlO - proe.to s a serem vendido s 011 trocedos nas loj as de (alllpO Bancos ooer adoe es V~I Ol' tnt etat Pro,'inri a/l'tluniripio N.· de «gente s togistteos N.· de r ~ llIp oursrs N.· de r eoper anv a s ou ( I OO .OO OUSD) b enenct anc s ( 70) envolvido s ~ s sori~ r ii n BalKoKEVE "PC BCI BMF Banco Sol I SERIE -N.o 28 - DE 11 DE FE \/E REIR O DE 2014 975 4." M ODAUDAD E - Fundo de Promocs o da Qualldade e Service s de Suporte Banc o de Deserrvolvimento de An gola (BDA) 4,' Modalidade: Prolll{)l; lIo da Qualidade e Services Co mpt e uenteres • V~I Ol' tnt etat 7.400.000 usn • Taxa de reembolsc : 3,5% • Pertodo de gra.;a: 2 enos 4,' Ease: Aquisil;iIode equillamenlos de transp orta rao. b al an~ il5 grandes e de pe qu eno porte, caixa, paletas e pretos para e mb alagen dos proe.tos N.· dr V~I Ol' illi ri ~l N.· de ~!1.rnln Ic gisttr es N.· dr arm azens Banro s ope-a dor es Pr o,'inr ia .1tIllniripio equtp am ento s ( 10 ~.7 16USn) brnrfki~r io s (70) brnrfki ~ dos a dquirt dos BalKoKEVE BPC Bel BMF BalKO Sol Agente Logisti co Rural d) Apresentaca c do projec to padrao elab orado pe lo Por meio do PAPAGRO pode ser feita a compra direta Minister io do Comercio, para a construcao elou de produtos da agriculture familiar camponesa . celebrandc reab ilitacac e equipamentc das infra-estrutur as, contratos ou acordos, para 0 efeito, podend o estes ser cele- j unto da Direc cao Pr ovinc ial do Co mercio ou bra dos a titulo individual com os agricultores ou como e das Ad ministrac ces Mun icipais; m ais conuun, atraves das ccopera tivas e asscciacces produ- e) Apresentacao do pr ograma -contratc entre as Direc- toms existe ntes. ~ oes Pr ovinciais do Co mercio, validadas pe lo o Agen te Loglsticc Rura l devera ainda estabelecer acor- Govema dores Provinc iais e o Banc o operador; dos/contratos de fomec imento de produtos agropecuarios fi Ass inatura do tenno de resp onsab ilidade para 0 com grandes e medias superfic ies, ou pequenos estabeleci- acesso ao PAPAGRO. Para a boa execuca c das suas actividades, 0 Agen te rnentos comercia is, assim como hospitai s, creches , lares de lcgisticc devera : idosos, escolas e outros. Disp or de camices. carr inhas ou tractores com atre- CO NDIC:;OES DE AC ESSIBI l1DAD E AO CREDITO Iados necessarios para proceder a compra e DO CO M ERCIO RURAL transporte da produc ao local; Sera beneficiario do credito, 0 Agen te Logisticc Rural, Prestar assistencia tecnic a aos pr cdut ores ligados a devendo 0 mesmo pcss uir 0 seguinte perfil: sua rede de intervencao, com aux ilio das estru- ci) Ser cidada o nacional e operador lcgisticc na pr o- turas ligadas a Agr iculture (IDAJEDAS ); v inc ia; Fomecer insumos agrtcolas aos camponeses , para b) Ser maior de idade e possuir Bilhete de Identidade; garantir a prcducac e melhorar a prcdutividade; c) Ser comerciante ou m embro da cooperative agro- Estabelecer contrato corn fom ecedo res de bens de pecuaria ou pesqueira , na provinc ia, muni cipio consum e para as lojas de camp o, que serac ou comuna : denominadas «CO VEND AS)). 976 mARIo DA REPUBLICA 7. Operad ona ltzacso da Estrat egta de Comerdalteacso i,.) Contribua m para 0 alcance des objec tives do A ENACRE conta para a sua operac iona lizacac com 0 programa do Govemo, em gera l e da pol itica Programa de Aquisicac de Produtos Agro-pecua rios , abre - comercial e em part icular do P lano n acional viadamente (pAPAGRO), que tem em vista 0 asseguramentc de Desenvolvimento: regular da aquis icac de excedentes das exploracces agrico- ,.) Tenham um imp acto posit ive n o comb ate a pcbreza; las familiares e de Quiros prcdutores , por forma a gara ntir 0 ,.0 Contribuam para a m elhor ia da qua lidade de escoa mento da producao para os pr incipa is centros de COIl - vida des angclancs e da seguranca alime ntar, sumo e 0 abastecimento penna nente de hens essenciais e 9. Implem ent a cs o d o PA PAGRO mercadorias as comunidades rura is. Considerandc a intersectori alid ade e a descentralizacac o PAPAGRO fo i conceb ido como urn programa estrutu- do comercic rural, 0 PAPAGRO sera implem entado a tres rante no contex to do Comba te a fome e a Pobreza, onde 0 niveis: centra l, provincia l e mun icipal. Executivo, procura contr ibuir com 0 aumento de rendimen- A niv el central, competira ao Minister ic do Comercio, tos para os produtores de pequenas unidades do campo , n o da Agriculture. da Industri a e da Construcao a dinamizacac sentido de inc entivar 0 escoa me nto da producao proveniente de accces de ccordenacao para 0 sucesso da comercializa- fundamenta lmente da agriculture fam iliar, prop iciando ao ltao agr icola. campones van tage ns que 0 mercado por si so nac oferece. A n ivel provinc ial, competira ao Governador provinc ial a Sendo 0 Comercic Rura l por exce lencia uma questac coordenacac e dinamizacac de accces, apoiado pelos direc - transversa l e intersectori al que abrange simultaneamente tores provincials do Comercio, da In dustria, da Agr icu ltura varies sectores do Govemo tais como a Agr iculture, Pescas, e construcao. A nivel municipal competira ao Administrador munici- In dustria, 0 Comercio, os Tran sp ortee, a Educacao, a Sande, pal a ccordenacac do programa, apciado pelos respectivos Trab alho e Seg uranca Socia l, Urba n ismo , Construcao, directores municipais. Ambiente, Famili a e Promocao da Mulher, Fin ane as,
9.1. P ap el dos Interv enlent es n a tmpl ement acs o do Comunicacao Socia l e En ergia e Aguas, estes e outros sec- PAPAGRO te res, em parceria com a sociedade civi l e sector pr ivado da Um des objectives do PAPAGRO e a definicac do papel economia nacional, definiu-se mn p lano de accao que cons- de cada urn des interv e nientes na cadeia de prcducao, esco - titui 0 instrument o para impl e ment acac pra tica do mesmo. amento e comerc ializacac n omeadam ente : 0 Estado, as a Plano de Accac do PAPAGRO e um instrument o autoridades locais, a sociedade civi l e 0 sector privado pra ticc que descreve as accces e 0 quadrc instituci onal 9.2 a p ap el do Estad o que orientar os diferentes sectores na impl e mentacao da As instituic ces do E stado a e nvolver n a impl e ment acac ENACRE. do PAPAGRO deverac proporcionar a implantacao de redes a presente Plano refere-se a urn coniunto de interv en- comerciais que induz am ao campones, empresarios agricc - cces que directa ou indirectament e pennitem a pro mccac las, os peqUeIIOS industriais e 0 comerciante rura l e outros de activ idades que vao desde a prcducac alime ntar, fun- actores soc iais a estabelecerem-se no meio rura l ou cada vez cionamento do mercado, inf Oim altao sobre a osc ilaltao dos ma is proximo dele. Este papel pode ser desenvolvido por via prelt0s e stocks, annazenamento dos produtos agro -pecua- directa e indirecta. rios , mellloria das v ias de acesso, amne nto dos rendimen tos ci) Via directa e mel hor ia de cOild ilt0es de v ida das populaltoes produtoras a papel interv eIltivo do Estado deve CeIltrar-se na cOllslru - ass im como dos cOilsmn idores. ltao ou recuperaltao de infra-estnlturas bas icas, que gara nta m 8. Crittrios dt Prior izarao d asActhidad ts Estrattgicas a repos iltao da cade ia do cOinercio, designadameI lte: A definiltao de pr ioridades para a comercializaltao agri- Protecltao das ZOilas poteIlc iahneIlte agropecuarias; cola pennite orientar os recurs os humanos, mater iais e COilstnlltaO elou reab ilitaltao das infra-estnlhlras de financeiros escassos para aquele subsec tor e actividades que transpOite para a faci litaltao da mob ilidade e ma is contr ibuem para 0 seu desenvolvimento. Considera ndo acess ibilidade local: a situaltao e 0 papel do subsector no quadro da eCOlIOInia Prom0ltao dos serviltos Pllblicos bas icos; n aciOilal, a estrateg ia prioriza as areas e actividades que: Int erv eIwao nas vias seClUldarias e terciari as; o COiltribuem para a eliminaltao dos obstacu los Prom0ltao da agricu ltura comerc ial; e cOilstrang ime ntos com que se confro nta a COilstnlltaO de mercados abastecedOl·es (CeIltrOS comercia lizaltao agro -pecuar ia; Log isticos de D istr ibuiltao de peq ueIla/media ii) Promovam a integraltao eCOIlomica das ZOilas dimeIlSaO (CLOD), mercados mra is, feiras mra is e urbanas; mra is, silos, annazens de cOilservaltaO e moageIlS iii) Tenh am um efe ito diniimico n o meio mral; nas Unidades de cOinercializaltao no campo. I SERI E -N.o 28 - DE 11 DE FE\/E REIRO DE 2014 977 b) In directa 9.50 papel do Sector prtvado Promocao e criacac de incentivos fiscais e fin an- o sector privad o, tanto urban e COlUO rural , desempenha um ceiros, para a construcao ou reabilita cac de papel crucial na implement acao da Estrategi a de Comerc io estabelecirnentos comerciais, de anuazena - rur al, assum i ndo div ersos pr oj ecto s tais como: m ent o, de b eneficiacac ou conservacac e de Realizacac de investiment os nas infra-estruturas, veu da a retalhc; visa n do a reabilitacao, exp ansao e mo dernizacac Promocao e criacac de incentivos fiscais e fin an- da rede comercial e a criacao de empreg os: ce iras as actividades de transp ort acac e Compra de s pr odut os agncolas ao campo nes. proces- pr ocessamentc des produtos agricolas; same nto e cana lizacao p ara 0 m ercado int erne ; Promocac e criacao de incentivos fiscais e Diversificacao da prcducao e pesquisa de m ercad c; financ eir os para a aquisicao por pa rte des Venda de m erc adori a, sobretudo bens e outros servi- comerc iantes, de mercadorias espec lficas cos p ara as loj as de pr oximidad e e as lojas do pa ra 0 campo e escoamento da pr oduc ac campo; agro -pec ua ria do campo ou zonas de pr odu- Desenvolvimento de pr oj ectos para a melhori a da cao, para os m ercad os de consume ou centros qu alid ad e de s prcdu tc s; urbanos. Pa rt icipacac n a formulacac de politi cas e regulamen- 9.3. 0 papel dos Oovernos provincials, muntdpats e tos. autortdades tradtctonats 10. Monttorta e Avallacao do PAPAGRO Identifi car os agentes lcgisticc s rurais, tend o em vista o Ministeri o do Comerc io tera a resp onsabilidad e de a facilita cao da comercializacac agricola na sua zo na de m oni tor ar a implementa cao do PAPAGRO p ara 0 quinque- jurisdi cao. ni o 2013-2017, j a que 0 Comercio rur al permanente esta M obilizar os camponeses a emp enhar-s e activamente int egra do no Progra ma Estrategi co de Desenvolvimento de n a prcducao e compra da pr oducao agro pec uaria. sobretudo L ong e Prazo, como um a compo nente imp ort ante des objec- em pr cdutos qu e m ais contr ibuem par a 0 aumento da rend a tiv os na cicnais de desenvolvimento. familiar e ga rantam seguranca alimen tar. 10.1. Pressupostos de Monttorta t Avallacao Acons elha r os camponeses a criarem reserva s alimenta - A m onit ori a e ava liacao do PAPAGRO assenta nos res, tend o em v ista 0 surg i me ntos de calamida des naturais, seg uintes pr essup ostos: COlUO estiag e m e outras int emp eres e prestar inform acac Int egracao nos m ecanism os j a exis tentes nos diversos sobre 0 pr er o des produtos n o inici o de cada ana agricola, secto res envo lvi dos n o comerc io rural, de m odo sobre a pr cduc ao, comerc ializacac e consume se mpre qu e a ev itar repeti cces; for sol icita do. A diferen ciacac entre indicador es de pro cesso de 9.4 0 papel da s Organtzacoes nso-governamentats imp acto , ou seja, entre 0 acompa n ha mentc das As org aruzacces nao-governament ais nacion ais e activi da des e compro missos do Executi vo, pre- estra nge iras j og am um p apel rel evante n o processo de conizados n a pre sent e estra teg ia: comercializacac agricola, em accces n os m ais dive rsos Utilizacao desta ferr ament a COlUO m ecanisme de dominios: revi sac continua das m eta s e des pr ogramas, Org anizacao de prcdutores em ccopera tivas e asso- m antend o os eixos estra teg icos. ciacces e os prcdutores em tecnic as m elhorad as 10.2. Funcees da Monttorta e Avallacao de pr oduc ao, tratamento pcs-colheita e comer- A m onit ori a e ava liacac tem como fun cces princip ais: cia lizacao agro -pec uaria; Actua lizar e reava liar 0 esta do actua l das pr oducces D i namizacac das esco las de cam po, com capac italtao agro -pec uanas e p esquelr a por pr ovincia, m eca- dos pr odu tor es em m at eri a de ges tao de neg 6- ni sm os de comercializaltao e de distribuiltao; cios e tecni cas de neg ocialtao; Verificar, atraves dos indi cador es e m eta s estabe leci- Os produt ores, n a util izaltao e int erpretaltao de infor- dos p ara cada result ad o, 0 deSeIUp eIlho obtido e m alt0es sobre m ercad os e prelt0s de produtos e pr op or m edid as correc tivas, se n ecessari o; insmuos agrico las; Id entificar os desvi os oCOITidos eIltre 0 pl anifi cad o e Os pr odu tor es na obteIwao de fin an ciament os para a o realizado; produ ltao, comercializaltao e outros investim eIl- ACOlupanhar 0 pr ogresso de impleIueIltaltaOdo PAPA- tos; GRO em cada nUUlicipi o instalad o; A constnlltaO, reabilitaltao e m anut eIw ao de estra das Ava liar a efic i&lc ia da aplicaltao dos flUldos adj udica- se ClUldarias e terciari as; dos aos AgeIltes L ogi sticos Rura is; Tecni cas de m anUSeam eIlto dos pr odu to s; Ava liar aspec tos especificos da Estrategi a COlUO pr o- Boas praticas agricolas. gra ma de credito a comerc ializaltao agricola; 978 m ARIo DA REPUBLICA Divulgar intemamente 0 desenvolvimento obtido, H avend o int eresse publico na aprovacac do curso ac i ma possibilitandc a redefinicac das medidas e referid o, a titulo excepcional com efe itos retr oactivos, objectives. devid o ao facto de estar a ser ministradc nesta In stituic ac de Ensin o Supe rior Publica desd e 2009; o pr ograma de m onit ori a e ava liacac do PAPA GR O n ac substitui 0 contro lo feit o p elos organis mos espec fficcs n o Co nvi ndo criar 0 Curso de Enfennag em e aprovar os resp ectivos pi an os de estudo, a ser ministrad c n a E scol a ambito do cumpriment o do Pl an o Bcon omic o e Soc ial do Supe rio r Politecnica do Cunene da Un ivers ida de M andume Govemo. ya Ndemofay o;
10.3. Monitoria t avaliarao do PAPAGRO a ntvel Em confonnidade com os poderes delegados pel o provmctal Pr esidente da Republica, nos ten nos do dispostc no atigc 137.° Trimestralmente deverac ser elaborados relatorios de da Constituicac da Republica de Angola, e de acordo com desempenho, devend o-se referir, entre outros, os seguintes as disp osic c es comb i nadas nos n." 1 e 6 do artigc 2.° do aspectos a nivel provin cial : Decreto Pres idencial n." 6/10, de 24 de Fevereiro, a aline a g) i } Tarefas planificad as p ara 0 peri od o em ana lise; do artigc 15.° do Dec reto n." 90/09, de 15 de Dezembro , ii} Tarefas realizadas, indicando os resultados detennino: obtidos: ARTIGO \." iii) Tar efas nao realizad as: p ontes fra cos e m edi- (Cri ~ra o do rurso) das a tomar p ara a sua resolucao. E criadc 0 Curso de Enfermagem n a Es cola Supe rior o acom panhamento da exec ucao tecnic a e fin anceir a do Politecnic a do Cunene da Univers idade M andum e ya PAPA GRO tem por obj ectivo, obter trimestr almente informa- Ndemofay o, que confere 0 Grau de Li cenciatura. cces gerais sobre as actividades desenv olvidas no amb ito de ARTIGO 2," ca da tun a das accces/prcjectcs, inscrit as n o Programa anual (Apr onril o do ptano d r est udc) e seus respectiv os cu stos. E ste tr ab alho e assegurado pel os E aprovado 0 pl an o de estu do do curso criadc n o p onto Govemos Provi nc iais em ccorde nacac com os Co ns elhos anterio r, constante do an exo do presente D ip loma e qu e del e de Ausc ultacac e Co nc ertacac e Soc ial, representantes da eparte int egrante. Cama ra de Comercio e Industria. Co ns elho Provincial do ARTIGO 3," Co mercio, UNA CA , ADRA e outras a considerar. (All rraril o do plano dr estudc) as relatorios deverac ser enviados ao Ministeric do a pl ano de estudo do curso apenasp od e ser altera do apes Co mercic. As ava liacces peri cdicas serac rea lizadas de a conclusao de tun cicio de formacao e carece de hom clog a- acordo com 0 pl an o de activi da des da estrategia de comer- ltao do Ministeri o do Ensin o Superior. cializacac agro -pec uaria. ARTIG04, " (Anliara o donn- so) a Pr esidente da Republica, J OSE FnUARIXl DOS S ANfOS. a curso ora cria do deve ser subme tido a ava liacao peri c- dica pel o Departa mento de Tutela. ARTIGO 5," MINISTERIO DO ENSINO SUPERIOR (E rr itos retr ca cuvosj a presente Decreto Executi vo tem efe itos retr oactivos a partir do An o Aca demicc 2009. Decreto Execuuvo n. " 30/14 de II dr Fev er eiro ARTIG0 6," (Dlhid~ s e omtssses) Consideran do qu e a Un ivers ida de Ma ndume ya As duvidas e om issoes resultantes da aplicacao e int er- Ndemofayo e uma In stituic ao de Ensin o Super ior Publica. pr etacac do pr esente D iploma sao resolvid as pel o titular do vccacionada a ministr ar cursos de form acao gra dua da e Ministeri c do Ensin o Supe rior. p cs-graduada, n os termos das disp osi cc es com bina das do ARTIGO 7." art igo 14.° do Decreto n." 7/09 , de 12 de M aic, e do art igc 30.° (Entr ada em ,·i!1.OI") do Decreto n." 90/09 . de 15 de Deze mbrc; a pr esente Dec reto Executivo e ntra em v igor na data da Tend o em conta qu e foram cumpridos os requi sit os sua publicacao. leg ais p ara 0 funcionament o do Curso de Li cen ciatura em Pub lique-se. Enfermagem n a E scola Super ior Politecnic a do Cu ne ne da Univers ida de Mandume ya Ndemofay o, previ stos n o Luand a, aos 28 de Jan eir o de 201 4. Decreto Executi vo n." 26/11, de 23 de F ever eir o; a Ministro, A dao Gaspar Ferreira do Nascimento.