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قوانين أنغولا

Decree No. 1/10 regulating the environmental assessment requirements for public or private activities which may cause significant damage to environment

صدر في 2010-01-13 · النص بتاريخ 2026-10-01

القانون العام والإرشادات الرسمية منشورة بوصفها أبحاثاً. ليست مشورة قانونية أو ضريبية أو مالية.

البحث نفسه مكتوب بالإنجليزية. العناوين والوسوم مترجمة؛ أما النتائج والاقتباسات فغير مترجمة.

عن هذا القانون

العنوان الأصلي
Decreto n. 1/10: Decreta a realização de auditorias ambientais às actividades públicas ou privadas susceptíveis de provocar danos significativos ao ambiente.
اللغة
Portuguese
النوع
لائحة
المنظمة
Southern African Development Community (SADC)
الدولة
أنغولا
الموضوعات
Environment
الكلمات المفتاحية
environmental impact assessment (EIA), environmental planning, offences/penalties, hazardous substances, pollution control, precautionary principle, noise pollution, risk assessment/management, environmental standards, emissions, environmental audit, residues, policy/planning, standards, protection of environment

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  1. Quarta-fcira, 13 de Janeiro de 2010 I Sfrie - N.0 7 I I DIARIO DA REPUBLICA ORGAO OFICIAL DA REPUBLICA DE ANGOLA Pre..;o deste mimero - Kz: 60,00 l"oda a corr,·,ponMncia. qu,·r oficial. qu,·r rdatiYa a anl!ncio ,, assinatura, do «Di<irio da ASSINA TURAS 0 pr,'\O d,' cada linha publicada no, DidriO\ daR,p,ibli<.al. ,·2. s.'ri,·,,'d,·Kt:75.00,·paraa 3. s.'ri,· K1: 95.00. acn.·,cido do r,·,p,YtiYo impo,to do ,do. d,·p,·nd,·ndo a publica,ao da 3. s.'ri,· d,· d,•pfoito pn.'Yio a .'i,Ytuar na r,·,ouraria Rql/ibli<a». d,''"•' ,n dirigida a lmpr,·n,a A I. s.'ri,·. .-\ 2. s.'ri,· . A 3. s.'ri,·. l\acional L. P .. ,·m Luanda. Caixa Po,tal 1306 SUMARIO Conselho de Minislros Del·reto n." 1/IO: D,Yn.'ta a n.·alita<;:\o d,· auditoria, ambi,·mai, a, actiYidad,·, pliblica, ou priYada,. ,u,c,·ptiwi, d,· proYocar dano, ,ignil1catiYo, ao ambi,·m,·. CONSEIHO DE MINISlROS Decreto n." 1/10 de 13 de.Janeiro Reconhecendo que a Lei de Bases doArnbiente.Lei n." 5/98. de 19 de Junho. no n.0 I do artigo 18.0 estabelece que todas as actividades que a data de entrada em vigor desta lei se encontrern em funcionarnento e sern aplicai;iio de rnedidas de proteci;iio arnbiental e social. resultando disso conheci­ rnento de danos ao rneio. siio objecto de auditorias arnbientais: Considerando que a auditoria arnbiental e urn procedi­ rnento que visa a realizai;iio de avaliai;6es e estudos desti­ nados a tornada de decisiio relativa a rnitigai;iio de riscos arnbientais e perrnitir o controlo perrnanente das acti vidades poluidoras: Reconhecendo tarnbern que as auditorias arnbientais podern ser feitas por entidades pllblicas ou pri vadas especia­ lizadas: Ano Kt: 400 275.00 Kt: 236 250.00 Kt: 123 500.00 Kt: 95 700.00 da lmpn.·n,a l\acional L. P. Havendo necessidade de regular essa rnateria e o \icen­ ciarnento das entidades privadas responstlveis pela realizai;iio de auditoria nos terrnos a estabelecer: I\os terrnos das disposii;6es cornbinadas da alfnea Ii) do artigo 112.0 e do artigo 113.0 . arnbos da Lei Constitucional. o Governo decreta o seguinte: CAPfTULO Disposip:ies Gerais .-\Rrl(.JO I." (Objel"loJ 0 presente diploma tern corno objecto a realizai;iio de auditorias arnbientais as actividades pllblicas ou privadas. susceptfveis de provocar danos significativos ao arnbiente. AR rn ;o 2." (FinalidadeJ A auditoria arnbiental e urn procedirnento sisternatizado e docurnentado de gestiio e de avaliai;iio objectiva da organizai;iio e funcionarnento do sisterna de proteci;iio do arnbiente e tern corno finalidade deterrninar: u) os nfveis efectivos ou potenciais de poluii;iio ou de degradai;iio arnbiental. provocados por activi­ dades de pessoas ffsicas ou jurfdicas: b) as condii;6es de operai;iio e de rnanuteni;iio dos equiparnentos e sisternas de controlo de poluii;iio: c) sea entidade objecto de auditoria esttl a curnprir as norrnas arnbientais e os padr6es de qualidade arnbiental: Ii) as rnedidas a serern tornadas para restaurar o arnbiente e proteger a sallde hurnana: 50 e) as rnedidas destinadas a evitar ou reduzir as ernis­ s6es para a tlgua. o solo. a produi;iio de resfduos ea poluii;iio sonora: )) a capacitai;iio dos responstlveis pela operai;iio e rnanuteni;iio dos sisternas. instalai;6es e equipa­ rnentos de proteci;iio do arnbiente e da sallde dos trabalhadores: 1;) o grau de conforrnai;iio do exercfcio das actividades corn os parfirnetros definidos no processo de licenciarnento arnbiental. para a sua irnplernen­ tai;iio: h) a gestiio e conservai;iio das fontes de energia. de rnatfaia-prirna e da tlgua: i) a reutilizai;iio. recidagern. redui;iio. transporte e elirninai;iio de resfduos: j) a adopi;iio de novos rnetodos de produi;iio suscep­ tfveis de reduzir os nfveis de poluii;iio: k) as rnedidas de preveni;iio e lirnitai;iio de acidentes arnbientais. AIUIGO 3." (CompelendasJ I. 0 Ministerio do Arnbiente ea entidade cornpetente para prornover a realizai;iio das auditorias arnbientais pllblicas. sern prejufzo das autoridades locais cornpetentes em rnateria de arnbiente. 2. As decis6es. recornendai;6es ou orientai;6es do Ministerio doArnbiente. relacionadas corn resultados de urna auditoria pllblica ou privada. siio vinculativas para as entidades auditadas. CAPfTULO II Auditorias Ambientais AIUIGO 4.0 (Tipos de auditorias ambientaisJ I. A auditoria arnbiental pode ser pllblica ou privada. ocasional ou obrigatciria. 2. E pllblica. quando e dirigida as actividades sujeitas a avaliai;6es arnbientais pelo 6rgiio do Estado cornpetente para o efeito. 3. E privada. quando e realizada pelos ernpreendedores. visando conforrnar os seus processos laborais e funcionais do seu ernpreendirnento corn o piano de gestiio arnbiental. aprovado de acordo corn as irnposii;6es legais arnbientais. em v1gor. AIUIGO 5." (Auditoria p(1blkaJ A auditoria arnbiental pllblica e realizada em todas as ernpresas ou unidades em funcionarnento. susceptfveis de provocar danos significativos ao arnbiente. DIARIO DA REP(JBLICA AR l"IGO 6." (Auditoria prhadaJ As ernpresas podern realizar a tftulo volunttlrio as audi­ torias arnbientais pertinentes. corn objectivo de acornpanhar a actividade ao longo de todo o perfodo de laborai;iio. analisar o respectivo irnpacte no arnbiente e o curnprirnento da legislai;iio arnbiental em vigor. AR l"IGO 7." (Auditorias ornsionaisJ 0 Ministerio do Arnbiente deve deterrninar. quando necesstlrio. a realizai;iio de auditorias arnbientais ocasionais. estabelecendo directrizes e prazos espedficos. AR l"IGO 8." (Auditorias obrigat6riasJ As actividades sujeitas a avaliai;iio do irnpacte arnbiental estiio igualrnente sujeitas a auditoria arnbiental. a serern reguladas por diploma prciprio. AR l"IGO 9." (Disponibilidade da informa~·iloJ A entidade responstlve\ pela auditoria arnbiental deve conservar. por urn perfodo rnfnirno de cinco anos. o original do relatcirio da auditoria arnbiental. devidarnente assinado pelo auditor responstlve\ e disponibilizar a inforrnai;iio ou as condus6es das auditorias arnbientais ao Ministerio do Arnbiente e ao Ministerio Pllblico. quando solicitada. ARl"IGO 10." (Consulta dos dommentosJ I. Os docurnentos relacionados corn as auditorias arnbientais siio acessfveis a consulta pllblica. desde que seja preservado o sigilo industrial. 2. A entidade responstlve\ pela feitura da auditoria arnbiental deve publicar nurn jomal de grande circulai;iio. a notfcia do envio dos resultados da auditoria ao 0rgiio cornpetente do Governo. contendo a inforrnai;iio sobre o local onde se encontrarn os docurnentos para consulta pllblica. ARl"IGO ll.0 (Dner de rnlabora~·iloJ I. A entidade que esteja a ser objecto de auditoria arnbiental deve colaborar corn os auditores. colocando a disposii;iio destes. toda a docurnentai;iio requerida e facilitar a realizai;iio da respecti va auditoria arnbiental. para alern do: u) acesso a todas as instalai;6es: b) acesso aos relatcirios de cornpra de rnateria-prirna. de consurno de energia. tlgua e utilizai;iio de rniio­ de-obra: I SERIE - K" 7 - DE 13 DE JAI\EIRO DE 2010 c) acesso aos equiparnentos e resultados de rnedii;6es para rnonitoria arnbiental: Ii) acesso aos depcisitos de rnateriais. produtos. subpro­ dutos e resfduos: e) livre abordagern. entrevistas e reuni6es corn o pessoal. para obter e confirrnar dados e infor­ rnai;6es. 2. 0 auditor obriga-se a preservar o sigilo profissional perante terceiros. CAPfTULO III Auditores Ambientais AIUIGO 12." (Entidades auditorasJ As auditorias arnbientais siio realizadas por pessoas ffsicas ou jurfdicas de cornprovada capacidade tecnica. corn especializai;iio ou experiencia cornprovada em rnateria do arnbiente. registadas no Ministerio do Arnbiente. a tftulo de auditor individual ou colectivo. AIUIGO 13." (Registo e l"ertilka~·ao dos auditores ambientaisJ I. O Ministerio do Arnbiente deve criar urn sisterna de registo e certificai;iio de auditores arnbientais. 2. SO podern realizar auditorias arnbientais em Angola os especialistas. tfrnicos rnedios e superiores que estejarn registados nos terrnos don." I deste artigo. a tftulo de auditor arnbiental individual ou colectivo. 3. Para a concretizai;iio do disposto non." I deste artigo. o certificado de registo e ernitido nurn prazo de 30 dias a contar da data da recepi;iio do pedido. desde que curnpridas as exigencias previstas no artigo 14.0 AIUIGO 14." (Dommentos exigidos para o registo dos auditores ambientaisJ I. 0 registo de audit ores e feito a pedido dos interessados. rnediante requerirnento. contendo o seguinte: u) norne. nacionalidade. profissiio. local de trabalho. residencia habitual e nllrnero de contribuinte: b) certificado de habilitai;6es acadernicas e profis­ smna1s: c) rnrrirn/11111 1·i1ue dernonstrativo da experiencia na actividade de consultoria arnbiental e do conheci­ rnento da realidade e dos problernas do arnbiente em Angola: Ii) ccipia do bilhete de identidade e do cartiio de contribuinte: e) o auditor individual deve apresentar urna dedarai;iio cornprovativa de que niio e funciontlrio ou contratado. do 0rgiio responstlvel pela polftica do arnbiente: 51 2. I\o caso de sociedade. deve-se juntar: u) inforrnai;iio relativa aos seus consultores. nos terrnos do nllrnero anterior: b) urna cornpilai;iio de relatcirios de auditorias jtl realizadas: c) pacto social publicado no Di1irio du Rep1ib!irn. al vartl cornercial. certidiio do registo estatfstico e o nllrnero de contribuinte. 3. Em caso de dllvida. o Ministerio doArnbiente reserva­ se ao direito de exigir cornprovai;iio das inforrnai;6es forne­ cidas pelo interessado. bern corno de outros elernentos adicionais. AIUIGO 15." (Exerddo de al"liYidade de auditor ambiental por estrangeirosJ As sociedades de consultoria estrangeiras que pretendern exercer a actividade de auditorias arnbientais em Angola. siio obrigadas a associar-se a audit ores angolanos ou a sociedade de auditoria arnbiental de direito angolano. AIUIGO 16." (Relat6rio final! I. A auditoria arnbiental deve ser conclufda corn a apresentai;iio de urn relatcirio final em que se exponha de forrna objectiva o seguinte: u) as falhas encontradas e as rnedidas recornendadas para as sanar: b) apreciai;iio do grau de curnprirnento das recornen­ dai;6es das auditorias anteriores: c) se a actividade e potencialrnente causadora de degradai;iio do arnbiente: Ii) urn relatcirio de auditoria arnbiental. que deve ser entregue ao Ministerio do Arnbiente. 2 As recornendai;6es feitas pelo auditor arnbiental siio de curnprirnento obrigatcirio para a entidade auditada ea sua niio observfincia e sancionada nos terrnos da legislai;iio em vigor. AIUIGO 17." (Responsabilidad eJ I. Os auditores arnbientais siio civil e crirninalrnente responstlveis pelas inforrnai;6es prestadas no firnbito da auditoria arnbiental. 2. A realizai;iio de auditoria arnbiental niio exune as entidades objecto de auditoria de responsabilidade por danos arnbientais por realizai;iio de actividades poluidoras ou causadoras de degradai;iio arnbiental. nos terrnos da legis­ lai;iio em vigor. 52 CAPfTULO IV .Fiscaliza,;iio, Taxas e .\1ultas AIUIGO 18." (Fisrnliza~·iloJ O Ministerio do Arnbiente ea entidade responstlve\ pela fiscalizai;iio das auditorias realizadas por pessoas privadas ffsicas ou jurfdicas a que se refere o artigo 6." do presente diploma. AIUIGO 19." (Custos l'Om a auditoria ambientalJ Os custos corn a auditoria arnbiental siio da responsa­ bilidade da entidade auditada. AIUIGO 20." (TaxasJ 0 registo de auditores arnbientais esttl sujeito ao paga­ rnento de urna taxa. a fixar por decreto executivo conjunto dos Ministros das Finanps e do Arnbiente. AIUIGO 21." (l\foltaJ I. As infraci;6es ao presente diploma siio punfveis corn rnulta em Kwanzas. graduadas entre urn rnfnirno. equivalente a USD 1000.00 e urn rntlxirno equivalente a USD I 000 000.00 consoante a gravidade de cada caso. 2. Para efeitos do presente diploma constitui infraci;iio punfvel corn rnulta: u) a obstrui;iio ou niio colaborai;iio corn os servii;os de auditoria arnbiental: b) o niio curnprirnento das recornendai;6es contidas no relatcirio da auditoria arnbiental pllblica anterior: c) a laborai;iio sern o curnprirnento das norrnas arnbientais: Ii) o exerdcio da actividade de auditor arnbiental. sern o previo registo. AIUIGO 22." (ReinddendaJ Em caso de reincidencia. os lirnites rnfnirno e rntlxirno das rnultas aplidveis siio elevados para o dobro. CAPfTULO IV Disposip:ies .Finais AIUIGO 23." (Rnoga~·iloJ Ficarn revogadas todas as disposii;6es legais que contra­ riern o disposto no presente diploma. DIARIO DA REP(JBLICA AIUIGO 24." (D(1Yidas e omissi'iesJ As dllvidas e orniss6es resultantes da interpretai;iio e aplicai;iio do presente decreto siio reso\vidas pelo Conselho de Ministros. AIUIGO 25." (Entrada em YigorJ 0 presente decreto entra em vigor na data da sua publi­ cai;iio. Visto e aprovado em Conselho de Ministros. em Luanda. aos 27 de I\overnbro de 2009. 0 Prirneiro Ministro. A111611io Paulo Kussomu. Prornulgado aos 30 de Dezernbro de 2009. Publique-se. 0 Presidente da Repllblica. JosE EDLARDO 00S SA'.\TOS.

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